Franciane Santos

Dr. Franciane Santos

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11Years (2016-Present)

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1 August 2018 in Journal of Environmental Engineering
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FSFranciane Santos
Franciane Santos
Rodrigo Proença de OliveiraRodrigo Proença de Oliveira
Rodrigo Proença de Oliveira
FMFrederico Fabio Mauad
Frederico Fabio Mauad
The study aims to understand when the effort required to run a distributed and detailed water balance model leads to effective better results, when compared with a lumped, data-parsimonious, and easier-to-apply hydrological model. The study compares the results obtained from a lumped hydrological model with the results from soil water assessment tool (SWAT) when used to estimate stream flow values from precipitation and climate data. Both models use the curve number (CN) concept, determined from land use, soil hydrologic group, and antecedent soil moisture conditions, and were run with a daily time step. The lumped model input variables and parameters are considered to be uniformly distributed throughout the watershed, while the SWAT model requires an extensive and detailed spatial data, including weather data (rainfall, temperature, humidity, wind, and solar radiation), physical characteristics of the basin (topography and drainage network), as well as soil and land use data. The effort required to fully understand SWAT formulation, to obtain the needed data and to calibrate the model, is time consuming and does not lead to significant better results, when compared with the lumped model results. The results confirm that in many situations, the simpler lumped model leads to reliable values of hydrological variables, both at a daily and monthly scale. The models’ predictability power is higher at a monthly time step, because both models fail to reproduce the daily flow values fully in a consistent way, although they are able to reproduce the overall variability. Lack of data to describe the precipitation accurately may explain the poorer model performance at the daily time step. The study concludes that when available data fail to represent the spatial distribution of the input variables and model parameters, there is little advantage in using the more complex distributed model.

27 October 2016 in Engenharia Sanitaria e Ambiental
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FSFranciane Santos
Franciane Santos
JLJosé Augusto de Lollo
José Augusto de Lollo
O trabalho foi desenvolvido na Bacia Hidrográfica do Córrego Caçula, município de Ilha Solteira (SP, Brasil), e teve como finalidade estimar o potencial de escoamento superficial com base em metodologias de cartografia apoiadas em técnicas de tratamento digital de dados objetivando baixo custo e rapidez no processo de análise com vistas a subsidiar o planejamento urbano. O método de curva número (CN), desenvolvido pelo Soil Conservation Service (SCS), foi utilizado para determinação do potencial de escoamento superficial combinando informações de uso e ocupação do solo e tipos de solo presentes na bacia. As cartas de uso e ocupação foram produzidas por meio de imagens de satélite dos anos de 2001 e 2009, possibilitando considerar cenário passado e recente para verificar a influência das mudanças de uso do solo no escoamento superficial. Foi possível averiguar que as modificações no uso e na ocupação ocorridas no período resultaram em mudanças nos índices de escoamento superficial, particularmente em função do crescimento da área urbanizada e de plantio de cana-de-açúcar em substituição a pastagens. Os resultados mostraram forte influência do uso do solo nos valores de escoamento obtidos, e as mudanças de uso, sobretudo de pastagem para cultura de cana-de-açúcar, apontaram fortes variações nos valores obtidos. Em geral, os resultados permitiram avaliar potencialidades e limitações para a expansão urbana, indicando áreas carentes de estudos mais detalhados visando à solução de problemas locais.

1 December 2016 in Sociedade & Natureza
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MPMarcela Prado Silva Parizi
Marcela Prado Silva Parizi
FSFranciane Santos
Franciane Santos
ALAntonio Cezar Leal
Antonio Cezar Leal
RESUMO O Córrego da Olga é afluente da margem direita do rio Santo Anastácio, localizado no município de Presidente Prudente, na Unidade de Gerenciamento de Recursos Hídricos Pontal do Paranapanema - Estado de São Paulo. Esta pesquisa, teve como objetivo levantar as condições ambientais na bacia hidrográfica do Córrego da Olga e assim contribuir para o planejamento ambiental destinado à sua recuperação, conservação e preservação. Para tal foram realizados levantamentos bibliográficos e levantamento das características da bacia hidrográfica, análise da água do córrego da Olga (oxigênio dissolvido, pH, demanda bioquímica de oxigênio, nitrogênio total, temperatura, turbidez e sólidos totais) e valendo-se de técnicas de sensoriamento remoto e geoprocessamento, foram gerados mapas de uso e ocupação do solo e vulnerabilidade ambiental, com vistas a realizar uma investigação mais profunda sobre as condições ambientais da bacia, bem como inferir sobre possíveis fatores de degradação da bacia hidrográfica.