Andréia Pereira

Dr. Andréia Pereira


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8 January 2016 in Journal of Venomous Animals and Toxins including Tropical Diseases
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APAndréia Pereira
Andréia Pereira
GBGustavo de Barros
Gustavo de Barros
EPErika Gracielle Pinto
Erika Gracielle Pinto
ATAndré Tempone
André Tempone
RORicardo De Oliveira Orsi
Ricardo De Oliveira Orsi
BBBenedito Barraviera
Benedito Barraviera
An open access academic publication dedicated to research on all aspects of toxins, venomous animals and their derivative products.

1 January 2018 in Archives of Oral Biology
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JAJosenildo Segundo Chaves de Araújo
Josenildo Segundo Chaves de Araújo
ACAline Castilho
Aline Castilho
ALAndressa Brito Lira
Andressa Brito Lira
APAndréia Pereira
Andréia Pereira
TATATIANE Barbosa Azevedo
TATIANE Barbosa Azevedo
JPJozinete Vieira Pereira
Jozinete Vieira Pereira

24 November 2015 in Journal of Venomous Animals and Toxins including Tropical Diseases
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GBGustavo A. C. Barros
Gustavo A. C. Barros
APAndréia Pereira
Andréia Pereira
LBLuciana C. Barros
Luciana C. Barros
AJAirton Lourenço Jr
Airton Lourenço Jr
SCSueli A. Calvi
Sueli A. Calvi
Rui Seabra Ferreira JuniorRui Seabra Ferreira Junior
Rui Seabra Ferreira Junior
American visceral leishmaniasis is caused by the intracellular parasite Leishmania (L.) infantum chagasi, and transmitted by the sand fly Lutzomyia longipalpis. Since treatment is based on classical chemotherapeutics with significant side effects, the search for new drugs remains the greatest global challenge. Thus, this in vitro study aimed to evaluate the leishmanicidal effect of Crotalus durissus terrificus venom fractions on promastigote and amastigote forms of Leishmania (L.) infantum chagasi.

1 December 2010 in Revista Brasileira de Plantas Medicinais
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VSV.A. Silva
V.A. Silva
AFA.F.R. Freitas
A.F.R. Freitas
MPM.S.V. Pereira
M.S.V. Pereira
JJJ.P. Siqueira Júnior
J.P. Siqueira Júnior
APAndréia Pereira
Andréia Pereira
JHJ.S. Higino
J.S. Higino
Staphylococus aureus apresenta-se como microrganismo patogênico clássico sendo comumente reconhecido como agente etiológico de infecções hospitalares e comunitárias. Através do conhecimento das propriedades biológicas da Lippia sidoides Cham., conhecida como alecrim-pimenta, esta pesquisa teve como objetivo avaliar a atividade antimicrobiana in vitro do extrato metanólico desta planta em inibir o crescimento de isolados biológicos de S. aureus de origem humana hospitalar. Utilizou-se o método de difusão em Agar Muller Hinton para se determinar a Concentração Inibitória Mínima do extrato. A atividade anti-estafilococica do extrato da Lippia sidoides Cham. foi observada pela formação de halos de inibição do crescimento bacteriano (9 a 27 mm), todas as amostras ensaiadas mostraram-se sensíveis à ação do extrato da Lippia sidoides Cham. até a diluição de 1:16 (0,053 g mL-1). Nas condições desse estudo, esses resultados mostram promissora atividade antibacteriana do extrato de Lippia sidoides Cham.

17 March 2015 in Agropecuária Técnica
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APAndréia Pereira
Andréia Pereira
TATATIANE Barbosa Azevedo
TATIANE Barbosa Azevedo
SHSeverino Silvano dos Santos Higino
Severino Silvano dos Santos Higino
GSGregório Mateus Santana
Gregório Mateus Santana
LTLuiz Fernando Annunziata Trevisan
Luiz Fernando Annunziata Trevisan
APAndréia Fernanda Ramos de Paula
Andréia Fernanda Ramos de Paula
Os taninos são tóxico a muitos organismos inferiores causadores de doenças, como a bactéria Staphylococcus aureus que é o mais freqüente agente etiológico da mastite bovina. Este trabalho teve como objetivo determinar a atividade antimicrobiana in vitro das substâncias tânicas isoladas do caule do cajueiro (Anacardium occidentale Linn.) sobre linhagens de Staphylococcus aureus de origem bovina. A atividade antimicrobiana in vitro da solução tânica extraída do caule do cajueiro foi avaliada, pela determinação da concentração mínima inibitória. Para determinação da concentração inibitória mínima (CIM) o tanino foram dissolvido de forma seriada em água destilada em concentrações inicial de 500 µg/mL. Os ensaios foram realizados em triplicata. O tanino inibiu o crescimento de Staphylococcus aureus formando halos que variaram de 10 a 17 mm sendo a CIM de 31,25 µg/mL. Os resultados mostram uma significante atividade bactericida e bacteriostática de tais linhagens, constituindo um meio medicinal alternativo com atividade anti-infectiva sobre S. aureus.

5 February 2016 in Biotemas
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VCVanessa De Melo Cavalcanti-Dantas
Vanessa De Melo Cavalcanti-Dantas
KMKézya Lopes de Medeiros
Kézya Lopes de Medeiros
TATatiane Kelly Barbosa de Azevêdo
Tatiane Kelly Barbosa de Azevêdo
GSGregório Mateus Santana
Gregório Mateus Santana
APAndréia Pereira
Andréia Pereira
JPJozinete Vieira Pereira
Jozinete Vieira Pereira
Http://dx.doi.org/10.5007/2175-7925.2016v29n1p109Este estudo avalia a atividade antimicrobiana dos taninos presentes na casca do caule da Piptadenia stipulacea (Benth) sobre cepas de Staphylococcus aureus de origem bovina. A atividade antimicrobiana in vitro do tanino foi avaliada pela determinação da concentração mínima inibitória (CIM). Para determinar a CIM, os taninos foram dissolvidos de forma seriada em água destilada em concentrações variando entre 500 mg/mL e 0,976 mg/mL. Os ensaios foram realizados em triplicata. Os taninos inibiram o crescimento de S. aureus, apresentando valor de CIM de 31,25 mg/mL. Os resultados deste estudo são promissores, pois mostram a importância de avaliar novos compostos de origem natural no combate às infecções causadas por S. aureus. Novos estudos são necessários para confirmar a atividade in vivo e avaliar o mecanismo de ação do tanino isolado da casca do caule da Piptadenia stipulacea.