Soraia Souza

Prof. Soraia Souza

Universidade Federal do Acre

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Academic Career Length

22Years (2005-Present)

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1 October 2020 in Acta Tropica
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PMPatrícia F.N.S. Malavazi
Patrícia F.N.S. Malavazi
CDCíntia Daudt
Cíntia Daudt
LMLeonardo A.K. Melchior
Leonardo A.K. Melchior
DMDionatas U.O. Meneguetti
Dionatas U.O. Meneguetti
SXSamanta C.C. Xavier
Samanta C.C. Xavier
André Luiz Rodrigues RoqueAndré Luiz Rodrigues Roque
André Luiz Rodrigues Roque

1 February 2019 in Acta Tropica
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AFAlessandra Filgueiras
Alessandra Filgueiras
JBJuliana Helena da S. Barros
Juliana Helena da S. Barros
SXSamanta C.C. Xavier
Samanta C.C. Xavier
Soraia SouzaSoraia Souza
Soraia Souza
LMLuciana dos Santos Medeiros
Luciana dos Santos Medeiros
André Luiz Rodrigues RoqueAndré Luiz Rodrigues Roque
André Luiz Rodrigues Roque

1 August 2016 in Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia
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Soraia SouzaSoraia Souza
Soraia Souza
LML.S. Medeiros
L.S. Medeiros
ROR.S. Oliveira
R.S. Oliveira
MDM. Deschk
M. Deschk
YCY.K. Carvalho
Y.K. Carvalho
MLM.S. Lavina
M.S. Lavina
O Amblyomma geayi é um carrapato da família Ixodidae, encontrado principalmente em mamíferos e aves silvestres de regiões tropicais da América do Sul. Descreve-se a ocorrência de um carrapato ixodídeo da espécie A. geayi, encontrado em uma preguiça (Bradypus variegatus) proveniente do Parque Zoobotânico da Universidade Federal do Acre, Rio Branco, Acre, Amazônia Ocidental.

1 September 2005 in Pesquisa Veterinária Brasileira
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DDDiego G. Diel
Diego G. Diel
EFErika Toledo da Fonseca
Erika Toledo da Fonseca
Soraia SouzaSoraia Souza
Soraia Souza
AMAlexandre Mazzanti
Alexandre Mazzanti
FBFernando Bauermann
Fernando Bauermann
EFEduardo Furtado Flores
Eduardo Furtado Flores
O herpesvírus bovino tipo 5 (BoHV-5) é um agente importante de meningoencefalite em bovinos. Após replicação na mucosa nasal, acredita-se que o vírus invada o cérebro principalmente pela via olfatória. Para investigar a importância dessa via na patogenia da infecção neurológica em um modelo animal, coelhos recém-desmamados (30 dias) foram submetidos à ablação cirúrgica dos bulbos olfatórios (BOs) e posteriormente inoculados pela via intranasal (IN) ou no saco conjuntival (IC) com uma cepa altamente neurovirulenta do BoHV-5 (SV-507). Após inoculação IN, 10/10 coelhos no Grupo Controle (com BOs) desenvolveram enfermidade neurológica, com início dos sinais clínicos entre os dias 5 e 10 pós-inoculação (pi) (média de 7,5 dias); em contraste, no grupo submetido à ablação dos BOs (n=11), apenas um animal (9,1%) desenvolveu doença neurológica (início no dia 17pi). Administração de dexametasona aos animais sobreviventes (n=10) no dia 50 pi resultou em excreção viral em secreções nasais e/ou oculares por oito destes, demonstrando que o vírus foi capaz de atingir o gânglio trigêmeo (TG) durante a infecção aguda. Esses resultados demonstram que a rota olfatória representa a via principal, mas não única, de acesso ao cérebro de coelhos após inoculação IN. Para investigar o papel de uma segunda possível via de acesso, grupos de coelhos controle (n=12) ou submetidos à ablação dos BOs (n=12) foram inoculados no saco conjuntival (IC), após o qual o vírus poderia utilizar o ramo oftálmico do nervo trigêmeo para invadir o cérebro. Dez coelhos controle (83,3 %) desenvolveram doença neurológica após inoculação IC, com início dos sinais entre os dias 11 e 20 (média 15,3 dias). A ablação prévia dos BOs não afetou a freqüência ou o curso da doença neurológica nesse grupo: 10/12 coelhos (83,3 %) sem os BOs desenvolveram a doença neurológica, com os sinais iniciando entre os dias 9 e 15pi (média 12,7 dias). Esses resultados demonstram que tanto a via olfatória como a trigeminal podem servir de acesso para o BoHV-5 invadir o cérebro de coelhos inoculados experimentalmente, dependendo da via de inoculação. Inoculação IN resulta em um transporte rápido e eficiente pela via olfatória; com a via trigeminal servindo de acesso mais lento e menos eficiente. Inoculação IC resulta em transporte e invasão eficientes, porém mais tardios, provavelmente pela via trigeminal.

13 May 2021 in Pathogens
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WLWilison da Silva Lima
Wilison da Silva Lima
EFEnny Caroline Ferreira Farago
Enny Caroline Ferreira Farago
MMMillena Do Nascimento Mesquita
Millena Do Nascimento Mesquita
APAcacio Duarte Pacheco
Acacio Duarte Pacheco
PMPatrícia Fernandes Nunes da Silva Malavazi
Patrícia Fernandes Nunes da Silva Malavazi
Soraia SouzaSoraia Souza
Soraia Souza
Aelurostrongylus abstrusus is the most important respiratory parasite infecting domestic cats worldwide. Nevertheless, most records and epizootiological data come from Europe, whilst poor and fragmentary information are available for other regions, including the Americas. The present article describes the first description of cat aelurostrongylosis from Amazonia, Brazil. Eighty-one cats, 13 from a shelter and 68 admitted at the Teaching and Research Unit in Veterinary Medicine (UV) at the Federal University of Acre (UFAC), Brazil, were included in the study. For all cats, three faecal samples from consecutive defecations were examined using the Baermann’s technique. Nematode first stage larvae (L1), retrieved in 2/81 (2.5%) samples, were microscopically identified as A. abstrusus and then subjected to a molecular assay able to identify the three most important species of metastrongyloids infecting felids. This test confirmed the A. abstrusus identity in one sample, while the second scored negative. The cat with confirmed aelurostrongylosis showed radiographic changes, i.e., an interstitial pattern, compatible with the infection. The other cat, which scored positive at the Baermann’s examination, was apparently healthy at the physical examination and showed no thoracic alterations. The occurrence of A. abstrusus in domestic cats from Brazilian Amazon is herein demonstrated for the first time. Clinical, epizootiological and molecular implications are discussed.

1 January 2023 in Brazilian Journal of Veterinary Medicine
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LZLeticia Gomes Zanfagnini
Leticia Gomes Zanfagnini
TSTatiane Paula da Silva
Tatiane Paula da Silva
DCDiefrey Campos
Diefrey Campos
Soraia SouzaSoraia Souza
Soraia Souza
PMPatrícia Fernandes Nunes da Silva Malavazi
Patrícia Fernandes Nunes da Silva Malavazi
APAcacio Duarte Pacheco
Acacio Duarte Pacheco
There are several methods of laboratory diagnosis of filarids, the most used are the thick smear and the Knott method. Both are quick to perform, have a low cost and allow observing the presence, quantifying and analyzing the morphological characteristics of microfilariae. Knowing the morphological viability of fixed microfilariae is of practical importance, as it allows the transport of samples to a laboratory, facilitates epidemiological studies , and allows the storage of samples for didactic. Thus, the aim of this study was to evaluate the morphological viability of microfilariae fixed in the refrigerated modified knott test using 2% formalin. To perform the modified Knott technique, 10 samples of microfilaremic dogs aged over 6 months were used. To evaluate the morphological viability time of the microfilariae in the modified Knott concentrate, the evaluations were repeated after intervals of 0, 1, 7, 30, 60, 120, 180, 240, and 304 days. In the present study, we did not verify any difference in the morphology of the microfilariae in any of the analyzed intervals from day 0 to 304 days, and it is possible to conclude that the use of 2% formalin in the modified Knott technique allows the microfilariae to be identified in a period of 304 days. days after processing the sample without changes in its morphology. Existem diversos métodos de diagnóstico laboratorial de filarídeos, os mais utilizados são a gota espessa e o método do Knott. Ambos são de rápida execução, possui baixo custo e permitem observar a presença, quantificar e analisar as características morfológicas das microfilárias. Conhecer a viabilidade morfológica das microfilárias fixadas tem importância prática, pois permite o transporte de amostras para um laboratório, facilita estudos epidemiológicos, e permite o armazenamento de amostras para fins didáticos. Desta maneira, o objetivo do trabalho foi avaliar a viabilidade morfológica das microfilárias fixadas em teste do knott modificado refrigerado utilizando formalina a 2%. Para realização da técnica de knott modificado foram utilizadas 10 amostras de cães microfilarêmicos, com idade superior a 6 meses. Para avaliar o tempo de viabilidade morfológica das microfilárias no concentrado de Knott modificado, foram repedidas as avaliações após intervalos de 0,1,7, 30, 60, 120, 180, 240 e 304 dias. No presente estudo não verificamos diferença na morfologia das microfilárias em nenhum dos intervalos analisados deste do dia 0 até 304 dias, sendo possível concluir que a utilização da formalina a 2% na técnica de Knott modificada permite que as microfilárias possam ser identificadas em período de 304 dias após o processamento da amostra sem que ocorram alterações na sua morfologia.