Mário Lúcio Vilela de Resende

Dr. Mário Lúcio Vilela de Resende


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4 October 2002 in Plant Pathology
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MRMário Lúcio Vilela de Resende
Mário Lúcio Vilela de Resende
GNG. B. A. Nojosa
G. B. A. Nojosa
LCL. S. Cavalcanti
L. S. Cavalcanti
MAM. A. G. Aguilar
M. A. G. Aguilar
LSL. H. C. P. Silva
L. H. C. P. Silva
RCR. M. Castro
R. M. Castro

17 September 2021 in Agronomy
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MRMário Lúcio Vilela de Resende
Mário Lúcio Vilela de Resende
EPEdson Ampélio Pozza
Edson Ampélio Pozza
TRTharyn Reichel
Tharyn Reichel
Deila Magna dos Santos BotelhoDeila Magna dos Santos Botelho
Deila Magna dos Santos Botelho
Coffee is a crop of great economic importance in many countries. The organic coffee crop stands out from other production systems by aiming to eliminate the use of synthetic fertilizers and pesticides. One of the most important limitations in the organic system is the management of diseases, especially coffee rust, which is considered the main disease of this crop. Coffee rust causes a production slump of up to 50%, significantly affecting the profitability of coffee growers. This work aims to review the integrated rust management in organic coffee crop in different producing countries. Regarding the disease management strategies, this review addresses the use of rust-resistant cultivars, cultural management, biological control, use of plant extracts, and chemical rust control by cupric fungicides. Considering the importance of the organic system, the increase in world coffee consumption, and the potential market for this kind of coffee, this review may help researchers and producers looking for alternative strategies to control rust in an organic coffee cultivation system.

1 April 2003 in Fitopatologia Brasileira
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MRMário Lúcio Vilela de Resende
Mário Lúcio Vilela de Resende
SSSônia M. L. Salgado
Sônia M. L. Salgado
ZCZuleide M. Chaves
Zuleide M. Chaves
A explosão oxidativa é uma resposta de defesa da planta após o reconhecimento do patógeno, conduzindo à reação de hipersensibilidade (HR). Esta resposta é devido à geração de espécies ativas de oxigênio (ROS ou EAO's), tais como H2O2, O2-, e OH- As espécies ativas de oxigênio possuem várias funções na resposta de defesa da planta. Peróxido de higrogênio (H2O2) pode ser diretamente tóxico ao patógeno e está envolvido com o fortalecimento da parede celular, uma vez que o H2O2 é necessário para a biossíntese de lignina. Peróxido de hidrogênioatua também como mensageiro secundário, sendo responsável pela ativação da hidrolase do ácido benzóico, enzima responsável pela conversão do ácido benzóico em ácido salicílico. A explosão oxidativa não está confinada somente à HR macroscópica, uma vez que explosões oxidativas secundárias poderão ocorrer nos tecidos distantes, causando micro-HR's e conduzindo à resistência sistêmica adquirida (SAR), a qual é mediada pelo ácido salicílico como um sinal. Portanto, a ocorrência de HR e SAR é dependente da cascata de sinalização derivada da explosão oxidativa, que por sua vez é um evento inicial na resposta da planta contra a invasão do patógeno.

1 October 2008 in Pesquisa Agropecuária Brasileira
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RPRicardo Borges Pereira
Ricardo Borges Pereira
Eduardo AlvesEduardo Alves
Eduardo Alves
PJPedro Martins Ribeiro Júnior
Pedro Martins Ribeiro Júnior
MRMário Lúcio Vilela de Resende
Mário Lúcio Vilela de Resende
GLGilvaine Ciavareli Lucas
Gilvaine Ciavareli Lucas
JFJosimar Batista Ferreira
Josimar Batista Ferreira
O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de concentrações de extrato de casca de café, óleo essencial de tomilho e acibenzolar-S-metil na germinação, no crescimento micelial e no desenvolvimento in vivo de Cercospora coffeicola, além de caracterizar a eficiência deles como indutores de resistência, e determinar a atividade da enzima peroxidase e o acúmulo de lignina nos tecidos de cafeeiro. O extrato de casca de café não afetou a germinação, entretanto, inibiu o crescimento micelial proporcionalmente ao aumento das concentrações. O óleo essencial de tomilho inibiu a germinação e o crescimento micelial com o aumento das concentrações. O extrato de casca de café e o acibenzolar-S-metil não afetaram a germinação nem o desenvolvimento dos tubos germinativos, diferentemente do óleo essencial de tomilho. Mudas tratadas com acibenzolar-S-metil, extrato de casca de café e óleo essencial de tomilho, apresentaram picos de atividade da peroxidase aos 2 e 11, 7 e 11 e, 2 e 9 dias após a aplicação dos tratamentos, respectivamente. Os tratamentos não diferiram quanto à concentração de lignina. Extrato de casca de café e acibenzolar-S-metil induziram resistência em mudas de cafeeiro contra C. coffeicola e o óleo essencial de tomilho apresentou efeito tóxico ao patógeno.

1 August 2006 in Fitopatologia Brasileira
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FCFábio Rossi Cavalcanti
Fábio Rossi Cavalcanti
MRMário Lúcio Vilela de Resende
Mário Lúcio Vilela de Resende
AZAna B. Zacaroni
Ana B. Zacaroni
PJPedro M. Ribeiro Júnior
Pedro M. Ribeiro Júnior
JCJoão de Cássia B. Costa
João de Cássia B. Costa
RSRicardo M. de Souza
Ricardo M. de Souza
Foi investigada a eficácia comparativa da pulverização foliar em tomateiro de acibenzolar-S-metil (ASM) e Ecolife® na proteção contra Xanthomonas vesicatoria, bem como avaliada a ativação de algumas respostas bioquímicas de defesa de planta. Plantas de tomateiro cv. Santa Cruz Kada foram pulverizadas com acibenzolar S-metil (0,2 g l-1 ASM) e uma formulação natural proveniente de biomassa cítrica denominada Ecolife® (5 ml l-1). Quatro dias após as pulverizações, as plantas foram inoculadas com um isolado patogênico de Xanthomonas vesicatoria. Em experimentos de quantificação de doença, a pulverização foliar de Ecolife® e ASM conferiu 39,2% e 47,7% de proteção, respectivamente. A resistência induzida em plantas pulverizadas com ASM e Ecolife® foi evidenciada pelo aumento da atividade de peroxidases (POX) e oxidases de polifenóis (PPO), iniciado logo às primeiras horas após as pulverizações, continuando até 12 dias de avaliação. A despeito da tendência de queda nas atividades de amônia-liases de fenilalanina (PAL) a partir de 3 dias após as pulverizações, plantas tratadas com ASM e Ecolife® tiveram discreto aumento no acúmulo de lignina, principalmente aquelas pulverizadas com Ecolife® e inoculadas com X. vesicatoria. Teores de fenóis solúveis totais decresceram significativamente, 9 e 12 dias após pulverizações. O aumento nas atividades de POX e PPO poderia resultar em lignificação, a qual estaria associada a uma estratégia de defesa do tomateiro contra a mancha bacteriana.

1 January 2017 in Pesquisa Agropecuária Brasileira
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SGStélio Jorge Castro Gadaga
Stélio Jorge Castro Gadaga
MAMário Sobral de Abreu
Mário Sobral de Abreu
MRMário Lúcio Vilela de Resende
Mário Lúcio Vilela de Resende
PJPedro Martins Ribeiro Júnior
Pedro Martins Ribeiro Júnior
The objective of this work was to evaluate the effect of phosphites in the protection of common bean (Phaseolus vulgaris) against anthracnose. Different phosphite formulations were evaluated by quantifying peroxidase and polyphenol oxidase activity, total phenols, and lignin content. The treatments consisted of sprayings, in the V4, R5, and R7 stages, with: the K, Zn, Mn, K+Mn, K+salicyclic acid, and Cu phosphites; salicylic acid; acibenzolar-S-methyl; the fungicide azoxystrobin; besides a control, without sprayings. The area under the disease progress curve was lower in plants that received applications of the K and Mn phosphites, whose values ranged between 74 and 81%, compared with the control. The K, Zn, and K+salicyilic acid phosphites were effective in controlling the disease. In addition, disease severity was lower with the application of the K, Zn, and Mn phosphites than with the control. Enzyme (peroxidases and polyphenol oxidases) activity and levels of soluble phenols were higher in common bean plants treated with the K and Mn phosphites, although no change was detected in the levels of soluble lignin in the same tissue. Phosphite application reduces the severity of the disease, can enhance enzymatic activity, and is an effective alternative for the control of anthracnose in common bean.