Emanuela Forestieri Gama-Rodrigues

Dr. Emanuela Forestieri Gama-Rodrigues

Laboratório de Solos, Universidade Estadual Do Norte Fluminense Darcy Ribeiro UENF, Campos dos Goytacazes CEP 28013-602, RJ, Brazil

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13 January 2010 in Environmental Management
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Emanuela Forestieri Gama-RodriguesEmanuela Forestieri Gama-Rodrigues
Emanuela Forestieri Gama-Rodrigues
PNP. K. Ramachandran Nair
P. K. Ramachandran Nair
VNVimala D. Nair
Vimala D. Nair
AGAntonio Gama-Rodrigues
Antonio Gama-Rodrigues
VBVirupax C. Baligar
Virupax C. Baligar
RMRegina C. R. Machado
Regina C. R. Machado

14 April 2010 in Agroforestry Systems
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Patricia Anjos Bittencourt Barreto-GarciaPatricia Anjos Bittencourt Barreto-Garcia
Patricia Anjos Bittencourt Barreto-Garcia
Emanuela Forestieri Gama-RodriguesEmanuela Forestieri Gama-Rodrigues
Emanuela Forestieri Gama-Rodrigues
AGAntonio Gama-Rodrigues
Antonio Gama-Rodrigues
AFAlexandre G. Fontes
Alexandre G. Fontes
JPJosé C. Polidoro
José C. Polidoro
VBV. C. Baligar
V. C. Baligar

1 December 2005 in Revista Brasileira de Ciência do Solo
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Emanuela Forestieri Gama-RodriguesEmanuela Forestieri Gama-Rodrigues
Emanuela Forestieri Gama-Rodrigues
NBNairam Félix de Barros
Nairam Félix de Barros
AGAntonio Gama-Rodrigues
Antonio Gama-Rodrigues
GSGabriel de Araújo Santos
Gabriel de Araújo Santos
Grande parte das plantações de eucalipto no Brasil situa-se em solos de baixa fertilidade, para os quais a técnica de fertilização e o processo de ciclagem de nutrientes são fundamentais para elevar e manter a produção florestal. Os ganhos de produtividade dessas plantações em resposta à aplicação de N têm sido relativamente baixos, o que indica que o solo tem sido capaz de suprir boa parte da demanda deste nutriente para as plantas. O N da biomassa microbiana é tido como uma fração facilmente disponível, mas pouco se sabe sobre como fatores bióticos e abióticos afetam a sua dinâmica em plantações de eucalipto no Brasil. Desse modo, o objetivo deste trabalho foi avaliar a variação do N (NBM) e C (CBM) da biomassa microbiana do solo e de outras características com elas relacionadas em plantações de eucalipto com sete anos de idade, cultivadas em várias condições edafoclimáticas do sudeste brasileiro. Amostragens do solo foram realizadas durante quatro épocas, de março a novembro de 1995. O teor de NBM variou de 9,17 a 103,71 µg g-1 solo, sendo significativamente influenciado pela época de amostragem. Essa variação foi explicada pela combinação da precipitação pluviométrica com o teor de C orgânico ou N total. O teor de argila dos solos estudados foi outra característica de grande importância nessa variação. Dentre outras características avaliadas, verificou-se que a forma de N mineral predominante foi N-NH4+ e que os teores de C orgânico e do CBM (carbono da biomassa microbiana) variaram de 2,78 a 12,32 g kg-1 e de 43,39 a 401,06 µg g-1 solo, respectivamente. A RA (respiração acumulada do solo) foi de 14,57 a 79,42 µg g-1 solo e o qCO2 (quociente metabólico) de 862 a 8026 µg g-1 h-1 . O CBM foi também afetado significativamente pela época de amostragem, ao contrário dos teores de C orgânico e N total. As regressões lineares simples do teor de N-NO3-, C orgânico, N total, CBM e NBM com o teor de argila permitiram um modelo preditivo que explicasse a variação destes atributos nos diferentes municípios. A umidade atual do solo explicou 87% da variação dos teores de N-NO3- e de N total; em torno de 71% do C orgânico e de 48 e 55% da variação do CBM e NBM, respectivamente. As regressões simples do N-NO3- com o CBM ou NBM apresentaram baixa capacidade preditiva, porém, quando conjugadas com os teores de C orgânico ou N total, por meio de regressão linear múltipla, aumentaram a capacidade preditiva da mineralização do N.

24 October 2008 in Agroforestry Systems
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MMM. K. da Silva Moço
M. K. da Silva Moço
Emanuela Forestieri Gama-RodriguesEmanuela Forestieri Gama-Rodrigues
Emanuela Forestieri Gama-Rodrigues
AGAntonio Gama-Rodrigues
Antonio Gama-Rodrigues
RMR. C. R. Machado
R. C. R. Machado
VBV. C. Baligar
V. C. Baligar

6 January 2016 in Forests
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MCMarlon Gomes Costa
Marlon Gomes Costa
AGAntonio Gama-Rodrigues
Antonio Gama-Rodrigues
JGJosé Leonardo Moraes Gonçalves
José Leonardo Moraes Gonçalves
Emanuela Forestieri Gama-RodriguesEmanuela Forestieri Gama-Rodrigues
Emanuela Forestieri Gama-Rodrigues
MSMarcus Vinicius da Silva Sales
Marcus Vinicius da Silva Sales
SASeldon Aleixo
Seldon Aleixo
Phosphorus (P) is the main limiting nutritional factor in the cultivation of Eucalyptus in Brazil. Despite this, little is known about the P fractions and dynamics in Eucalyptus soils in tropical regions. The aims of this study were (1) to evaluate the distribution of labile and non-labile fractions of P in soil in 10 sites of Eucalyptus in the state of São Paulo, Brazil and (2) to determine the interactions among the P fractions and to identify which fractions act as sinks or sources for the available P fraction. The P fractions were separated using the Hedley sequential extraction method, and the P transformation processes were evaluated via structural equation modeling. The labile P (resin-Pi + Pi and Po in NaHCO3) varied between 6% and 16%, the moderately labile P (Pi + Po in NaOH) varied between 28% and 40%, the occluded P (Pi + Po in Sonicate + NaOH) varied between 6% and 19%, the P associated with Ca (HCl-Pi) varied between 0.4% and 3% and the residual-P varied between 35% and 47%. The hypothetical structural model of soil P cycle was composed of four P pools (latent variables): the organic pool, occluded pool, inorganic pool, and available pool. The structural model was adequate to identify functional pools of P in soil, and to identify transformation processes of P based on the source-sink relationships. The available P pool was highly dependent on inorganic and occluded pools and the organic pool acted predominantly as a sink of P on available and inorganic pools. The results reinforce the high level of recalcitrance of the organic pool and the fact that Eucalyptus plants must access pools of limited-availability P to meet their nutritional demands.

1 July 2005 in Revista Brasileira de Ciência do Solo
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MMMaria Kellen Da S. Moço
Maria Kellen Da S. Moço
Emanuela Forestieri Gama-RodriguesEmanuela Forestieri Gama-Rodrigues
Emanuela Forestieri Gama-Rodrigues
AGAntonio Gama-Rodrigues
Antonio Gama-Rodrigues
MCMaria Elizabeth F. Correia
Maria Elizabeth F. Correia
O sistema solo-serapilheira é o habitat natural para grande variedade de organismos, que diferem em tamanho e metabolismo, responsáveis por inúmeras funções. O monitoramento dos grupos de fauna no sistema solo-serapilheira permite não só uma inferência sobre a funcionalidade destes organismos, mas também uma indicação simples da complexidade ecológica dessas comunidades. O presente trabalho teve como objetivo caracterizar a distribuição da fauna edáfica nos compartimentos solo e serapilheira em duas épocas do ano e em cinco diferentes coberturas vegetais (eucalipto, floresta não preservada, floresta preservada, capoeira, pasto) no Norte Fluminense. As coberturas de floresta natural, especialmente das florestas preservadas e não preservadas, mostraram, de maneira geral, valores de densidade e riqueza de fauna superiores aos de eucalipto e pasto, tanto no solo quanto na serapilheira, nas duas épocas de coleta. Em geral, não houve preferência dos grupos de fauna pelos compartimentos solo e serapilheira. A densidade de fauna, riqueza de espécies, índice de Shannon e índice de Pielou também variaram conforme a época de coleta, sendo, no verão, estabelecidas maiores diferenças entre as diferentes coberturas vegetais estudadas do que no inverno. O índice de Pielou foi a variável mais estável e, portanto, mais apropriada para o estudo da dissimilaridade entre as coberturas vegetais em termos de distribuição dos grupos de fauna.