Marco A. F. Lopes

Dr. Marco A. F. Lopes

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29Years (1998-Present)

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1 August 2010 in American Journal of Veterinary Research
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Journal Article
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MLMarco A. F. Lopes
Marco A. F. Lopes
CSCaroline E. Salter
Caroline E. Salter
MVMichel L. Vandenplas
Michel L. Vandenplas
RBRoy Berghaus
Roy Berghaus
DHDavid J. Hurley
David J. Hurley
JMJames N. Moore
James N. Moore
Objective—To investigate whether expression of inflammation-associated genes in leukocytes from horses with gastrointestinal tract (GIT) diseases correlated with the type of disease and outcome. Animals—10 healthy horses and 50 horses with GIT disease. Procedures—A blood sample was collected from each healthy horse or horse with GIT disease (during admission to the hospital). Leukocytes were isolated, diluted to a standard concentration, and frozen until RNA extraction. Expression of 14 genes associated with inflammation was quantified by use of a real-time quantitative reverse transcription PCR assay. Results were grouped by GIT disease type and disease outcome for comparison. Results—Horses with GIT disease had colic of unknown etiology (n = 8 horses), GIT inflammation or strangulation (19), or nonstrangulating GIT obstruction (23). Among the 45 horses receiving treatment, 38 were discharged from the hospital, and 7 died or were euthanized. Compared with healthy horses, horses with colic of unknown etiology had similar gene expression. Significant differences in expression of the interleukin-8, leukocyte-selectin molecule, matrix metalloproteinase-9, platelet-selectin molecule, mitochondrial superoxide dismutase, Toll-like receptor 4, and tumor necrosis factor-A genes were detected between healthy horses and horses with GIT disease. Significant differences in expression of the interleukin-1 receptor antagonist, interleukin-8, leukocyte-selectin molecule, matrix metalloproteinase-9, platelet-selectin molecule, mitochondrial superoxide dismutase, Toll-like receptor 4, and tumor necrosis factor-A genes were detected among healthy horses and horses grouped by disease outcome. Conclusions and Clinical Relevance—Inflammatory gene expression in leukocytes of horses with GIT disease appeared to be related to disease pathogenesis and prognosis.

5 September 2021 in Equine Veterinary Journal
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MLMarco A. F. Lopes
Marco A. F. Lopes
JHJoanne Hardy
Joanne Hardy
KFKelly Farnsworth
Kelly Farnsworth
RLRaphael Labens
Raphael Labens
WLW. Y. Eunice Lam
W. Y. Eunice Lam
GKGal Kelmer
Gal Kelmer

1 March 1999 in Ciência Rural
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MLMarco A. F. Lopes
Marco A. F. Lopes
ADAntonio Cezar de Oliveira Dearo
Antonio Cezar de Oliveira Dearo
Alexander Welker BiondoAlexander Welker Biondo
Alexander Welker Biondo
LGLuiz Fenando Pita Godin
Luiz Fenando Pita Godin
PIPaulo Iamaguti
Paulo Iamaguti
AKAguemi Kohayagawa
Aguemi Kohayagawa
A aplicação intraperitoneal de carboximetilcelulose (CMC) tem sido utilizada na prevenção de aderências peritoneais em animais e em humanos. Os objetivos deste trabalho foram avaliar a resposta do peritônio ao trauma cirúrgico e à aplicação de CMC e estudar como se processa a metabolização da CMC. Dezenove eqüinos mestiços foram submetidos à laparotomia, quando se produziram lesões no jejuno distal por abrasão da serosa e isquemia. Nos 9 eqüinos do grupo tratamento, antes da síntese da parede abdominal, foi instilada, na cavidade peritoneal, uma solução estéril de CMC, a 1% na dose de 7ml/kg. Nos eqüinos do grupo controle, nenhum medicamento foi aplicado na cavidade peritoneal. Após a cirurgia, colheram-se sangue e fluido peritoneal em 9 momentos: 4 horas após o fim da cirurgia, nos 3 primeiros dias pós-operatórios, pela manhã e a cada 48 horas nos dias subseqüentes (no 5º, 7º, 9º, 11º e 13º dias pós-operatórios). Os exames laboratoriais demonstraram que todos os animais desenvolveram inflamação peritoneal. Entretanto, nos animais do grupo tratamento, esta inflamação foi mais intensa e com um curso mais longo. Observou-se também que a excreção da CMC ocorreu por fagocitose.

1 October 2010 in American Journal of Veterinary Research
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Journal Article
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MLMarco A. F. Lopes
Marco A. F. Lopes
CSCaroline E. Salter
Caroline E. Salter
MVMichel L. Vandenplas
Michel L. Vandenplas
RBRoy Berghaus
Roy Berghaus
DHDavid J. Hurley
David J. Hurley
JMJames N. Moore
James N. Moore
Objective—To investigate the effect of ex vivo exposure to lipopolysaccharide (LPS) on the expression of inflammatory genes in leukocytes from horses with gastrointestinal (Gl) disease and determine whether the pattern or magnitude of the response to LPS correlated with the type of disease and outcome. Animals—49 horses with Gl disease and 10 healthy horses Procedures—Leukocytes were isolated from blood samples and submitted to 3 protocols: immediate freezing, freezing after 4-hour incubation in medium, and freezing after 4-hour incubation in medium containing LPS. Expression of 14 genes associated with inflammation was assessed via PCR assay. Results were compared by disease type and outcome Results—Horses with Gl disease had colic of unknown etiology (n = 8), Gl inflammation or strangulation (18), or nonstrangulating Gl obstruction (23). Among the 44 horses receiving treatment, 38 were discharged from the hospital and 6 died or were euthanized. Incubation of leukocytes in medium alone changed the expression of several genes. Incubation with LPS resulted in increased expression of interleukin-10 and monocyte chemotactic protein-3 in leukocytes from healthy and sick horses. Leukocytes from horses with nonstrangulating obstruction and horses that survived had less pronounced LPS-induced increases in interleukin-10 expression than did cells from healthy horses. The opposite was evident for monocyte chemotactic protein-3. Conclusions and Clinical Relevance—No evidence existed for a reduced response of leukocytes from horses with gastrointestinal disease to ex vivo exposure to LPS. Leukocyte expression of inflammatory genes after ex vivo incubation with LPS appeared to be related to pathogenesis and prognosis. (Am J Vet Res 2010;71:1162—1169)

1 October 2008
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FSFrank Steinicke
Frank Steinicke
Gerd BruderGerd Bruder
Gerd Bruder
KHKlaus Hinrichs
Klaus Hinrichs
TRTimo Ropinski
Timo Ropinski
MLMarco A. F. Lopes
Marco A. F. Lopes
3D User Interfaces for Collaborative Work | InTechOpen, Published on: 2008-10-01. Authors: Frank Steinicke, Gerd Bruder, Klaus Hinrichs, et

1 September 1998 in Ciência Rural
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Journal Article
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MLMarco A. F. Lopes
Marco A. F. Lopes
GMGabriela Soares de Moura
Gabriela Soares de Moura
LJLuiz Arthur Camargo Junqueira
Luiz Arthur Camargo Junqueira
LLLeonardo Rodrigues de Lima
Leonardo Rodrigues de Lima
JPJosé de Oliveira Pinto
José de Oliveira Pinto
CACarlos Batista de Assis
Carlos Batista de Assis
A eficiência da fluidoterapia por via enteral foi avaliada em 14 eqüídeos (12 eqüinos e dois muares) que apresentavam compactação do cólon maior. Os animais tinham entre um ano e meio e 20 anos de idade e todos eram alimentados com capim elefante (Pennisetum purpureum Schumach) triturado. O início dos sinais de cólica foi observado no dia do internamento em seis casos, um dia antes em cinco casos, três dias antes em um caso, quatro dias antes em um caso e seis dias antes em um caso. Um cavalo havia sido banhado com amitraz dois dias antes dos primeiros sinais de cólica. Quando foram internados, todos os animais apresentavam desidratação, dor leve a moderada e intermitente, fezes ressecadas e digesta compactada no cólon maior. Onze animais foram medicados com analgésico. Através de sonda nasogástrica foi administrada água a todos os animais. O volume administrado, de cada vez, foi de no máximo 10 litros e o intervalo entre as administrações foi de no mínimo 30 minutos. O volume total administrado a cada animal variou de 60 a 223 litros (média 119,14 litros). Durante o tratamento, o único ali mento fornecido foi ração à base de grãos e suplemento mineral. Diariamente eram feitos dois exames clínicos e todos os animais apresentaram poliúria, redução gradativa do volume abdominal, amolecimento das fezes e remissão dos sinais de desidratação. O tratamento teve a duração de um a cinco dias (média 2,57 dias). Quando a fluidoterapia foi interrompida, nenhum animal apresentava dor abdominal ou compactação do intestino grosso. Concluiu-se que a fluidoterapia enteral foi eficiente no tratamento de compactação do cólon maior em eqüídeos.