ALFREDO PENA-VEGA

Prof. Dr. ALFREDO PENA-VEGA


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15 November 2022 in Sustainability
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APALFREDO PENA-VEGA
ALFREDO PENA-VEGA
MCMarianne Cohen
Marianne Cohen
LFLuis Manuel Flores
Luis Manuel Flores
HTHervé Le Treut
Hervé Le Treut
MLMarcelo Lagos
Marcelo Lagos
PMPablo Marquet
Pablo Marquet
This paper contributes to a critical re-reading of the notion of climate services. It does so by problematizing the discontinuity between young people’s commitment to climate change, and the lack of a common vision regarding climate policy among governments. In this essay, youth commitment is characterized in terms of participation in the Global Youth Climate Pact (GYCP, 2015–2022). Here, young people share projects from their own high schools and communities and participate in a citizen consultation. Most projects have achieved a good success score, increasing over the years, especially for those carried out in emerging and developing countries. Some of them were presented at the COPs. In contrast, a textual analysis of intended nationally determined contributions (INDC) illustrates divergent understandings of the Paris Agreement and exemplifies the poor results of governmental climate diplomacy. This study establishes the need to closely monitor early warning signs of climate change in conjunction with high schools and school communities. The initiatives of young people are building a civic and planetary awareness for climate change in contrast with governmental division and inertia. In this sense, climate services, directed to young people, could contribute to design a sustainable future. We approach the practices, attitudes, and commitments of young people from the angle of cooperation rather than a moral vision of responsibility. Particularly, we propose a dialogical link between the treatment of climate issues and its effects on the constitution of networks, notably as they relate to practices of action, that is, the way in which distinct groups of young people develop relationships with their environments, organize themselves, and act and transform reality.

19 May 2022 in Diogène
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APALFREDO PENA-VEGA
ALFREDO PENA-VEGA
Cet article propose une nouvelle lecture de l’utopie et de l’éthique de notre ère planétaire, s’inspirant des principes de « terre-patrie » d’Edgar Morin, qui suggèrent une autre vision de notre état du monde. La validité et la pertinence du concept de « terre-patrie » émergent comme une alternative à l’heure où nos visions du monde basculent fortement vers le désespoir et où celui qui dépeint un avenir utopique s’expose à la moquerie.

1 July 2003 in Natures Sciences Sociétés
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BPBernard Paillard
Bernard Paillard
APALFREDO PENA-VEGA
ALFREDO PENA-VEGA

3 June 2021 in EccoS – Revista Científica
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APALFREDO PENA-VEGA
ALFREDO PENA-VEGA
A tese central apresentada neste artigo não só permanece inquestionavelmente relevante, mas agora está sendo apresentada com ainda maior acuidade, dados os complexos eventos que estamos testemunhando: por que nosso futuro permanece imprevisível? Podemos prever alguma coisa nesta imprevisibilidade? Complexidade e incerteza estão no horizonte. Nossa consciência, portanto, está atrasada em relação aos eventos. Existe uma “crise”– no sentido médico de Hipócrates. Após os primeiros sintomas, torna-se claro que a sociedade global está doente – e a crise pode ser propícia à adoção de novos métodos. Mas há também o risco da tentação de egoísmos e soluções que transformam comunidades e espaços políticos em si mesmos. A crise da era ecológica é uma crise de nossa relação com a biosfera, e se não tomarmos consciência dos efeitos desta situação, corremos o risco de nos encaminharmos progressivamente para o suicídio coletivo. De que crise estamos falando? Da natureza, de nossa relação com a natureza e/ou com o meio ambiente, ou simplesmente de uma crise ecológica? “O que chamamos de crise ecológica [ou ambiental] é a consciência repentina de mais e mais incertezas” (LATOUR, 2010, p.14).

22 October 2016 in Revista Científica Hermes - Fipen
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MFMarcel Sena Fernandes
Marcel Sena Fernandes
APALFREDO PENA-VEGA
ALFREDO PENA-VEGA
ARAlessandro Marco Rosini
Alessandro Marco Rosini
IPIzabel Petraglia
Izabel Petraglia
Este texto trata de um projeto de pesquisa, em rede internacional, concomitantemente desenvolvido em escolas de São Paulo, no Brasil e em outros doze países. O referencial norteador é a epistemologia da complexidade, de Edgar Morin, e a metodologia multidimensional consiste em pesquisa bibliográfica e de campo: observação, grupos focais, entrevistas e seminários com estudantes de três escolas de Ensino Médio, de São Paulo. A pesquisa, em fase final, tem duração de quatro anos letivos e a primeira fase culminou com a apresentação dos resultados na Conferência Mundial de Mudanças Climáticas (COP 21), em Paris, no ano de 2015. A partir de abordagens inter e transdisciplinares do conhecimento sobre mudança climática, entendemos que a escola pode sensibilizar os estudantes para a ampliação da visão ecológica da realidade. A intenção deste texto é apresentar os primeiros resultados de observações do estudo, cujo objetivoprimordial é estabelecer ações responsáveis para o exercício da cidadania planetária, entre estudantes do Ensino Médio. Que os jovens se tornem cidadãos conscientes em suas escolhas e em seus compromissos sociais, éticos e políticos.

3 November 2019 in Revista Electrónica de Investigación y Docencia (REID)
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IPIzabel Petraglia
Izabel Petraglia
APALFREDO PENA-VEGA
ALFREDO PENA-VEGA
MAMariangelica Arone
Mariangelica Arone
MFMarcel Sena Fernandes
Marcel Sena Fernandes
CFConceição Aparecida Viude Fernandes
Conceição Aparecida Viude Fernandes
Este artigo apresenta resultados parciais da pesquisa internacional em desenvolvimento intitulada “Pacto Mundial de jovens pelo clima” (em inglês: Global Youth Climate Pact) e um recorte, que se realiza no Brasil: “Mudanças climáticas na visão de estudantes de ensino médio, no Brasil”, em que promovemos diálogos e reflexões em relação à evolução das mudanças climáticas e ao compromisso necessário com o meio ambiente e com a cidadania planetária. Trata-se de um estudo em nível global e local que está nos possibilitando, no conjunto dos resultados parciais obtidos até o presente, perceber os valores, os sonhos e os comportamentos dos jovens para uma sociedade sustentável. Apresentamos, aqui, um recorte que aborda a conclusão da primeira fase da pesquisa, realizada em 2014 e 2015, com base nas investigações continuadas, sistematizações e divulgação de resultados que foram encaminhadas à COP21, em Paris, embora as suas propostas tenham também convergência com os encaminhamentos dos jovens de outros países participantes. Acreditamos ser importante conhecer como os jovens de diferentes regiões e diversificadas culturas sentem a magnitude das mudanças climáticas e a sua evolução, já que serão eles os gestores do Planeta, daqui a alguns anos. São essas prerrogativas e questões, cujas respostas estamos perseguindo, que justificam a relevância social e acadêmica desta pesquisa. O referencial teórico norteador é a epistemologia da complexidade, de Edgar Morin, e a pesquisa de abordagem inter e transdisciplinar adota técnicas multidisciplinares, tais como observação, entrevistas com gestores, grupos focais com estudantes, discussão cidadã entre os jovens (crowdsourcing).