As doenças cardiovasculares ainda são a maior causa de morte em todo o mundo, e seus fatores de risco já estão estabelecidos, onde diversos estudos tem relacionado a influência de indicadores de saúde socioeconômicos. O objetivo deste trabalho foi realizar uma revisão sobre a relação entre as doenças cardiovasculares e os indicadores de saúde socioeconômicos através de um levantamento dos principais dados publicados nos últimos cinco anos na literatura nacional e internacional. Foram utilizados periódicos de acesso livre nas principais bases de dados (Google Acadêmico, Scielo, Pubmed e Lilacs) utilizando as palavras-chave "doenças cardiovasculares", "fatores socioeconômicos", "indicadores de saúde", "escolaridade", "renda" e "gênero" em diferentes combinações. As doenças cardiovasculares constituem um importante problema de saúde pública tanto em países em desenvolvimento quanto desenvolvidos. Historicamente, as taxas de mortalidade reduziram com o passar dos anos, e isso deve-se à influência de diversos fatores. A elevada distribuição dos fatores de risco, bem como a desigualdade entre os sexos e as condições econômicas, reforçam a necessidade das investigações. O controle dos fatores de risco é fundamental, possibilitando mudanças comportamentais associadas ao estilo de vida. As possibilidades de intervenção envolvem a dedicação de cuidados mais intensivos ao controle dos fatores de risco cardiovascular em indivíduos com menor nível de escolaridade. E, além disso, priorizar a busca por indivíduos menos favorecidos financeiramente em áreas de alta prevalência das doenças cardiovasculares e da instrução quanto à manutenção de hábitos de vida saudáveis.
9 May 2021 in Brazilian Journal of Physical Therapy
Introduction: With the increasing number of elderly people, greater care is required for this population, and zeal for health and quality of life becomes an important goal in healthy aging. Elderly people can achieve excellent results involving cognitive training based on brain plasticity. Objective: To verify the effectiveness of cerebral gymnastics in the cognitive state and well-being of institutionalized elderly women. Method: Clinical trial performed with nine institutionalized elderly women, mean age of 80.2 years old (± 9.1). The Subjective Well-being Scale and tests (clock, verbal fluency, figure recognition) were administered before and after ten weeks of the exercise program (eight exercises performed in two weekly meetings, involving figures, words and objects). The data normality was verified using the Shapiro-Wilk test, followed by Student t tests for analysis of SWB and Wilcoxon for analysis of figure recognition, clock-drawing test and verbal fluency. Results: Significant improvement in the incidental and immediate memory 1 and 2 (p = 0.007), verbal fluency (p = 0.011, p = 0.025 and p = 0.007) and the clock-drawing test (p value = 0.046). No significant results were found for SWB (p = 0.357 and p = 0.389). Conclusion: Brain gymnastics beneficially modified cognitive performance. Well-being did not show significant improvements.