MARCOS GERVASIO PEREIRA

Dr. MARCOS GERVASIO PEREIRA

Department of Soils, Federal Rural University of Rio de Janeiro (UFRRJ), Seropédica 23897-000, RJ, Brazil
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Academic Career Length

28Years (1999-Present)

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1 May 2004 in Soil and Tillage Research
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ÉPÉrika Flávia Machado Pinheiro
Érika Flávia Machado Pinheiro
MPMARCOS GERVASIO PEREIRA
MARCOS GERVASIO PEREIRA
Lucia Helena ANJOSLucia Helena ANJOS
Lucia Helena ANJOS

10 February 2016 in Scientific Reports
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AGAndrés Calderín GARCIA
Andrés Calderín GARCIA
LSLuiz Gilberto Ambrosio de Souza
Luiz Gilberto Ambrosio de Souza
MPMARCOS GERVASIO PEREIRA
MARCOS GERVASIO PEREIRA
RCRosane Nora Castro
Rosane Nora Castro
JGJosé María García-Mina
José María García-Mina
RBRicardo Berbara
Ricardo Berbara
Knowledge of the structure-property-function relationship of humic substances (HSs) is key for understanding their role in soil. Despite progress, studies on this topic are still under discussion. We analyzed 37 humic fractions with respect to their isotopic composition, structural characteristics, and properties responsible for stimulating plant root parameters. We showed that regardless of the source of origin of the carbon (C3or C4), soil-extracted HSs and humic acids (HAs) are structurally similar to each other. The more labile and functionalized HS fraction is responsible for root emission, whereas the more recalcitrant and less functionalized HA fraction is related to root growth. Labile structures promote root stimulation at lower concentrations, while recalcitrant structures require higher concentrations to promote a similar stimulus. These findings show that lability and recalcitrance, which are derived properties of humic fractions, are related to the type and intensity of their bioactivity. In summary, the comparison of humic fractions allowed a better understanding of the relationship between the source of origin of plant carbon and the structure, properties, and type and intensity of the bioactivity of HSs in plants. In this study, scientific concepts are unified and the basis for the agronomic use of HSs is established.

1 March 2013 in Systematic and Applied Microbiology
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ASAfnan Khalil Ahmad Suleiman
Afnan Khalil Ahmad Suleiman
LMLupatini Manoeli
Lupatini Manoeli
Juliano Tomazzoni BoldoJuliano Tomazzoni Boldo
Juliano Tomazzoni Boldo
MPMARCOS GERVASIO PEREIRA
MARCOS GERVASIO PEREIRA
LRLuiz Fernando Wurdig Roesch
Luiz Fernando Wurdig Roesch

1 March 2008 in Pesquisa Agropecuária Brasileira
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JTJosé Luiz Rodrigues Torres
José Luiz Rodrigues Torres
MPMARCOS GERVASIO PEREIRA
MARCOS GERVASIO PEREIRA
AFAdelar José Fabian
Adelar José Fabian
O objetivo deste trabalho foi avaliar a produção de fitomassa seca, a taxa de decomposição das palhadas e as quantidades de macronutrientes (N, P, Ca, Mg e S) liberadas dos resíduos vegetais de sete plantas de cobertura de solo, em condições de Cerrado, por dois anos. As plantas de cobertura avaliadas foram: milheto (Pennisetum americanum sin. typhoides), braquiária (Brachiaria brizantha cv. Marandu), sorgo forrageiro [Sorghum bicolor (L.) Moench], guandu [Cajanus cajan (L.) Millsp.], crotalária juncea (Crotalaria juncea L.), aveia-preta (Avena strigosa Schreb) e a vegetação espontânea de uma parcela em pousio. Utilizou-se o delineamento em blocos ao acaso, com quatro repetições, implantado em um Latossolo Vermelho, textura média. Avaliou-se a produção de fitomassa seca 110 dias após a semeadura. A taxa de decomposição foi quantificada por meio de sacolas de náilon contendo os resíduos culturais, coletadas em intervalos regulares. Observou-se que milheto e crotalária são as coberturas gramínea e leguminosa com maior produção de fitomassa seca e acúmulo de N, nos dois períodos avaliados. A maior taxa de decomposição das plantas de cobertura e de liberação de nutrientes ocorre aos 42 dias após a dessecação. Os maiores tempos de meia-vida foram observados no período de menor precipitação pluvial.

1 July 2019 in Journal of Arid Environments
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JFJosé de Souza Oliveira Filho
José de Souza Oliveira Filho
JVJonas Nunes Vieira
Jonas Nunes Vieira
ESEliane Maria Ribeiro da Silva
Eliane Maria Ribeiro da Silva
JOJosé Gerardo Beserra de Oliveira
José Gerardo Beserra de Oliveira
MPMARCOS GERVASIO PEREIRA
MARCOS GERVASIO PEREIRA
FBFelipe Gomes Brasileiro
Felipe Gomes Brasileiro

1 July 2005 in Revista Brasileira de Ciência do Solo
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JTJosé Luiz Rodrigues Torres
José Luiz Rodrigues Torres
MPMARCOS GERVASIO PEREIRA
MARCOS GERVASIO PEREIRA
IAItamar Andrioli
Itamar Andrioli
JPJosé Carlos Polidoro
José Carlos Polidoro
AFAdelar José Fabian
Adelar José Fabian
A produção de massa seca, a taxa de decomposição e a liberação de nitrogênio (N) foram avaliadas em um experimento com sete tipos de cobertura vegetal: milheto pérola (Pennisetum americanum sin. tiphoydes), braquiária (Brachiaria brizantha), sorgo forrageiro (Sorghum bicolor L. Moench), guandu (Cajanus cajan (L.) Millsp), crotalária juncea (Crotalarea juncea) e aveia-preta (Avena strigosa Schreb), em pousio e em área de cultivo convencional (testemunha), em solo de cerrado, em Uberaba, região do Triângulo Mineiro. Dentre as coberturas avaliadas, o milheto e a crotalária foram as que apresentaram a maior produção de massa seca, maior acúmulo e a maior liberação de N. A braquiária foi a cobertura que apresentou a maior taxa de decomposição. Todas as coberturas apresentaram a maior taxa de liberação de N até 42 dias após dessecação.