Despite having a vast area for agricultural production, Brazil is highly dependent on mineral sources forphosphate fertilisers, making their use unsustainable and highly dependent on the international market. The aim of the presentstudy was to evaluate the effect of different sources of phosphate fertiliser and the depth of application on the development andproductivity of maize over two crop seasons. A randomised block design was used in a 3 x 4 factorial scheme comprising 12 treatments,with four replications. Three sources of phosphorus were tested: single superphosphate (SSP), Top-Phos® (TOP-PHOS) andreactive natural phosphate (RNP), in addition to four methods of application (broadcast application [0.00 m] and in-furrowapplication at three depths [0.05 m, 0.08 m and 0.11 m]). The following parameters were evaluated: final plant stand, plantheight, stalk diameter, ear insertion height, number of rows per ear, number of grains per row, 1000-grain weight, and grainproductivity. The data were submitted to analysis of variance using the F-test at a level of 5%, and to principal componentanalysis (PCA) with biplot graphical analysis. The use of SSP and Top-Phos® increased productivity and the ear insertionheight compared to the use of RNP. Applications made at a depth of 0.11 m were the most efficient. Seasonal variables affectedproductivity, with Top-Phos® showing a greater correlation with the yield metrics at greater depths. Apesar de apresentar uma vasta área para produção agrícola, o Brasil é altamente dependente de fontes minerais para adubação fosfatada, o que torna essa prática pouco sustentável e altamente dependente do mercado internacional. Neste sentido, o objetivo do presente estudo foi avaliar a influência de diferentes fontes de fertilizantes fosfatados, bem como a profundidade de sua aplicação, no desenvolvimento e na produtividade do milho em duas safras agrícolas. Foi utilizado o delineamento em blocos casualizados, em esquema fatorial (3 x 4), composto por 12 tratamentos, com quatro repetições. Foram testadas três fontes de fósforo: superfosfato simples (SFS), Top-Phos® (TOP-PHOS) e fosfato natural reativo (FNR), além de quatro métodos de aplicação (à lanço em superfície e aplicação no sulco de semeadura em três profundidades [0,05 m, 0,08 m e 0,11 m]). Foram avaliados: estande final de plantas, altura de plantas, diâmetro de colmo, altura de inserção de espiga, número de fileiras por espiga, número de grãos por fileira, massa de mil grãos e produtividade de grãos do milho. Os dados foram submetidos às análises de variância pelo teste F, a nível de significância de 5% de probabilidade, e a análises de componentes principais (PCA) por meio da análise gráfica Biplot. O superfosfato simples e o Top-Phos® elevaram a altura de inserção de espigas do milho, comparado ao fosfato natural reativo. Na safra 2018/2019, o superfosfato simples foi a fonte mais eficiente em relação à produtividade do milho; porém, na safra 2019/2020, não houve diferenças significativas entre as fontes fosfatadas.