Jeferson Alberto Lima

Dr. Jeferson Alberto Lima

Engenharia Ambiental, Federal University of Rondônia, Porto Velho, Rondônia, Brazil
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10 August 2023 in Hydrology
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LCLara Castagnolli
Lara Castagnolli
FBFernando Santos Boggiani
Fernando Santos Boggiani
Jeferson Alberto LimaJeferson Alberto Lima
Jeferson Alberto Lima
MLMarcelle Teodoro Lima
Marcelle Teodoro Lima
Kelly Cristina TonelloKelly Cristina Tonello
Kelly Cristina Tonello
This study investigated the hydrological properties of litter in different vegetation cover types, including Eucalyptus sp. plantation, Agroforestry, and Restoration Forest. The research focused on evaluating litter accumulation, composition, water holding capacity, and effective water retention. The results revealed variations in litter accumulation among the stands, and especially Eucalyptus sp., which had a higher proportion of branches compared to leaves. The water holding capacity of the litter differed among the stands. Agroforest and Restoration Forest showed higher litter water capacities than Eucalyptus sp. The composition and decomposition stage of the litter fractions influenced their water retention capabilities, with leaves exhibiting superior water retention. In contrast, branches had lower water absorption due to their hydrophobic nature. Despite these differences, the effective water retention, which indicates the ability of litter to intercept precipitation, was similar among the stands. The findings highlight the importance of considering litter composition and species-specific characteristics in understanding the hydrological functions of litter. This knowledge contributes to effective conservation and management strategies for sustainable land use practices and water resource management. Further research is recommended to expand the study’s scope to include a wider range of forest types and natural field conditions, providing a more comprehensive understanding of litter hydrological functions and their implications for ecosystem processes.

17 May 2023 in Agricultural and Forest Meteorology
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Jeferson Alberto LimaJeferson Alberto Lima
Jeferson Alberto Lima
Kelly Cristina TonelloKelly Cristina Tonello
Kelly Cristina Tonello

21 April 2023 in Hydrology
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Jeferson Alberto LimaJeferson Alberto Lima
Jeferson Alberto Lima
Kelly Cristina TonelloKelly Cristina Tonello
Kelly Cristina Tonello
This study aimed to investigate how sustainable forest management can affect litter hydrological properties. We investigated the net precipitation, litter mass, water-holding capacity, effective water-holding and retention capacity, maximum water retention and water content in unlogged and logged forests over 13 months in the Amazon Forest, where reduced-impact logging is allowed. The mean litter mass was similar for unlogged and logged forests. The litter water-holding capacity was 220% for unlogged and 224% for logged forests, and for fractions followed: unstructured > leaves > seeds > branches for both forests. The effective water-holding capacity was 48.7% and 49.3% for unlogged and logged, respectively, and the effective water retention was 10.3 t·ha−1 for both forests. The effective water retention in the rainy and dry seasons accounted for 12.5 t ha−1 and 7.2 t ha−1 for unlogged and logged, respectively. The maximum water retention was slightly greater for logged forests (16.7 t ha−1) than unlogged (16.3 t ha−1). The litter water content had 40% less water in the dry season than in the rainy in both forests. In general, there were no significant differences in litter storage and hydrological properties between stands. This suggests that reduced-impact logging did not significantly affect the hydrological dynamics of the litter layer in the Amazonian forests studied.
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1 March 2026 in International Journal of Environmental Resilience Research and Science
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BMBeatriz Marchiori Moraes
Beatriz Marchiori Moraes
Jeferson Alberto LimaJeferson Alberto Lima
Jeferson Alberto Lima
GBGutieres Camatta Barbino
Gutieres Camatta Barbino
NANara Luísa Reis de Andrade
Nara Luísa Reis de Andrade
EFEdiane Carvalho Ferreira
Ediane Carvalho Ferreira
Este estudo apresenta uma revisão sistemática da literatura sobre hidrologia florestal nos seis biomas brasileiros (Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal), analisando publicações indexadas na Web of Science entre 2020 e 2025. A metodologia baseou-se em análise bibliométrica com o pacote Bibliometrix do R, seguindo protocolos de revisão sistemática. Foram analisados 23 artigos provenientes de 18 fontes, revelando ampla colaboração nacional e internacional. A produção científica concentrou-se em evapotranspiração, interceptação, escoamento superficial e balanço hídrico. Identificou-se predominância de estudos na Mata Atlântica (43,5%), seguida por Pampa (21,7%) e Cerrado (17,4%), evidenciando acentuada desigualdade espacial na produção científica, com o Pantanal sem registros de estudos no período. A análise temática e de redes de coocorrência revelou integração entre processos hidrológicos, manejo florestal, mudanças climáticas e uso do solo. Os resultados indicam que a hidrologia florestal é um campo estratégico para o manejo hídrico, a conservação ambiental e a mitigação de impactos socioambientais. Conclui-se ser recomendável ampliar a cooperação internacional, aplicar tecnologias emergentes de monitoramento e incentivar pesquisas nos biomas menos estudados, a fim de expandir o conhecimento científico nacional, garantindo uma visão abrangente e equitativa da hidrologia florestal e seu papel na gestão sustentável da água e das florestas.

1 March 2024 in REVISTA FOCO
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MOMárcia Gomes da Silva de Oliveira
Márcia Gomes da Silva de Oliveira
JRJoão Gilberto de Souza Ribeiro
João Gilberto de Souza Ribeiro
PMPatrícia Soares de Maria de Medeiros
Patrícia Soares de Maria de Medeiros
Jeferson Alberto LimaJeferson Alberto Lima
Jeferson Alberto Lima
Instituída pela Lei 9.433 de 1997, a Política Nacional de Recursos Hídricos estabeleceu instrumentos para a gestão dos recursos hídricos. No Brasil cada órgão gestor estadual de recursos hídricos pode estabelecer critérios e limites quanto à insignificância dos diferentes tipos de uso que o dispensam da outorga que devem ser definidos de forma compartilhada com os demais entes que integram o sistema de gestão dos recursos hídricos, visando a gestão descentralizada e participativa dos recursos hídricos. A dispensa de outorga de recursos hídricos consiste em um documento expedido pelo órgão competente que autoriza o uso dos recursos. O objetivo desse trabalho é a consulta documental da legislação nos estados brasileiros para levantar como cada estado da federação tem atuado em relação à dispensa de outorga com base na leitura e análise dos dispositivos legais publicados a fim de identificar o que seria considerado dispensável de outorga em cada estado brasileiro gerando um cenário das dispensas de outorga a nível nacional. Nos estados da federação o instrumento de dispensa de outorga é emitido conforme a situação da disponibilidade de recursos hídricos. Alguns estados possuem publicações que regulam a dispensa de outorga de recursos hídricos e há especificidade relacionada à dispensa para os usos considerados insignificantes relacionados a bacias hidrográficas ou Rios, como é o caso dos estados do Mato Grosso, Minas Gerais, e Santa Catarina. Roraima e o Distrito Federal consideraram a vazão outorgável do corpo hídrico como parâmetro para considerar a dispensa de outorga ou não. O estado do Pará considera dispensa de outorga após análise de séries históricas de dados hidrológicos, cálculo da área da bacia de drenagem que sofrerá intervenção e relação demanda versus disponibilidade hídrica. Em Sergipe, a dispensa de outorga será oferecida conforme os planos diretores de bacia hidrográfica ou pelo Conselho Estadual de Recursos Hídricos.

1 April 2025 in Caderno Pedagógico
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RSRodrigo de Oliveira Segatto
Rodrigo de Oliveira Segatto
NFNícolas Arruda Faustino
Nícolas Arruda Faustino
ÍFÍthalo Eduardo Bravin da Fonseca
Íthalo Eduardo Bravin da Fonseca
BSBruna de Lima Santos
Bruna de Lima Santos
IAIranildo de Andrade Almeida
Iranildo de Andrade Almeida
JVJhony Vendruscolo
Jhony Vendruscolo
A microbacia do rio Palmeira é a responsável pelo abastecimento de água na cidade de Espigão D’Oeste e 331 imóveis rurais, e nos últimos anos apresentou problemas severos de escassez hídrica. Assim, objetivou-se com este trabalho, analisar as características da paisagem para auxiliar no planejamento e gestão dos recursos hídricos da microbacia. As informações foram adquiridas por geotecnologias, imagens de satélites e equações. A microbacia tem área de 257,81 km2, perímetro de 91,29 km, forma alongada, altitude média de 270 m, predominância de relevos suave ondulados (47,58%) e planos (37,52%), regiões com baixa influência na propagação de incêndios e aptas à extremamente aptas à mecanização agrícola (97,61%), rios de 7ª ordem, altas densidades de nascentes e drenagem, rio principal muito sinuoso, baixo coeficiente de manutenção e elevado tempo de concentração. No período de 1985 a 2023, ocorreu grande avanço das atividades agropecuárias sobre a vegetação nativa, com destaque para a pastagem, de tal modo que no último ano essa atividade ocupou 73,85% e 77,72% das áreas totais da microbacia e Área de Preservação Permanente (APP), respectivamente. Conclui-se que a microbacia tem características favoráveis para boa disponibilidade hídrica, contudo, o desmatamento excessivo está comprometendo a disponibilidade de água e o desenvolvimento sustentável da região. Assim, para mitigar o problema de escassez hídrica, é necessário a adoção integrada de práticas conservacionistas nas propriedades rurais que compõem a microbacia, tendo como base a recomposição da vegetação nativa na APP e a inserção do componente florestal nas atividades econômicas (exemplos: sistemas agroflorestais).