Carolyn Proenca

Dr. Carolyn Proenca

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37Years (1990-Present)

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1 April 2017 in Molecular Phylogenetics and Evolution
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TVThais N.C. Vasconcelos
Thais N.C. Vasconcelos
CPCarolyn Proenca
Carolyn Proenca
BABerhaman Ahmad
Berhaman Ahmad
DADaniel S. Aguilar
Daniel S. Aguilar
RAReinaldo Aguilar
Reinaldo Aguilar
ELEve J. Lucas
Eve J. Lucas

1 January 1996 in Annals of the Missouri Botanical Garden
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ELE. Nic Lughadha
E. Nic Lughadha
CPCarolyn Proenca
Carolyn Proenca


1 February 1994 in New Phytologist
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CPCarolyn Proenca
Carolyn Proenca
PGPeter E. Gibbs
Peter E. Gibbs

1 June 2008 in Acta Botanica Brasilica
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CSCristiane Soares Pereira da Silva
Cristiane Soares Pereira da Silva
CPCarolyn Proenca
Carolyn Proenca
O objetivo do presente estudo foi realizar um levantamento etnobotânico das plantas medicinais usadas por comunidades rurais e urbanas no município de Ouro Verde de Goiás, situado na mesorregião do mato grosso goiano; eleger espécies nativas do bioma Cerrado potenciais para estudos farmacológicos com base na concordância de uso popular corrigida (CUPc); e avaliar se o conhecimento botânico e o cultivo de espécies medicinais em quintais podem ser afetados por classes de idade, gênero, escolaridade, local de nascimento e procedência rural/urbana do informante pelos testes Kruskal-Wallis (H) e Qui-quadrado (χ2). Foram selecionados 84 informantes por meio de amostragens aleatórias, sendo efetuadas entrevistas estruturadas. As fontes disponíveis de recursos medicinais foram: quintais, áreas antrópicas, matas de galeria e remanescentes de florestas estacionais. Foram registradas 98 espécies distribuídas em 45 famílias destacando-se em número as exóticas cultivadas. Nos quintais, foram catalogadas 78 espécies cultivadas, sendo 39,7% para remédios, e demais associações com a alimentação (39,7%) e a ornamentação (20,5%). Vinte espécies são adquiridas pelo extrativismo na vegetação do entorno, sendo todas nativas do bioma Cerrado, com exceção de Senna occidentalis, que é invasora. Duas espécies de florestas estacionais (Forsteronia refracta e Celtis iguanaea) apresentaram a CUPc > 50%, evidenciando consensos de uso popular. Verificou-se que 41% dos informantes da zona rural recorrem ao extrativismo na vegetação nativa, procura que é consideravelmente maior em relação aos informantes da zona urbana (16,7%). A quantidade de espécies citadas foi significativamente maior entre os informantes que tinham quintal. O número de espécies citadas e a presença de quintal independem do grau de escolaridade, gênero, local de nascimento, idade e zona de procedência rural ou urbana do informante.

1 March 2011 in Brazilian Journal of Botany
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CMC.R. Martins
C.R. Martins
JHJ.D.V. Hay
J.D.V. Hay
BWB.M.T. Walter
B.M.T. Walter
CPCarolyn Proenca
Carolyn Proenca
LVL.J. Vivaldi
L.J. Vivaldi
No Brasil, várias espécies de gramíneas são citadas como invasoras em Unidades de Conservação. Contudo, ainda se conhece muito pouco sobre o impacto do estabelecimento e da colonização dessas espécies nas áreas protegidas. Entre as gramíneas exóticas introduzidas no bioma Cerrado merece destaque a espécie africana Melinis minutiflora P. Beauv., o capim-gordura. O presente estudo objetivou avaliar o impacto desta invasora na biomassa e na riqueza da comunidade nativa em uma área de Cerrado Ralo invadido, como também estudar a dinâmica da vegetação do estrato rasteiro submetida à aplicação de diferentes técnicas de manejo para o controle do capim-gordura. Os resultados mostraram que, na área experimental, onde o capim-gordura representa cerca 62% da biomassa total do estrato rasteiro, o número de espécies nativas encontradas foi alto. Nas áreas onde o capim-gordura apresentou alto índice de colonização (> 98%), sua biomassa alcançou cerca de duas vezes a biomassa do estrato rasteiro registrada para o Cerrado. A realização de uma queimada não foi suficiente para controlar o capim-gordura, porque após três anos a sua biomassa se aproximou aos valores encontrados inicialmente. Por outro lado, no tratamento manejo integrado (maio ou setembro) a redução de mais de 99,9% na sua presença favoreceu a expansão da vegetação nativa, configurando-se, assim, uma estratégia promissora para a recuperação ambiental das áreas invadidas pelo capim-gordura no Cerrado. In Brazil, several grass species are cited as invaders of protected areas. However, little is known about the impacts due to establishment and colonization of these species in protected areas in Brazil. Among the exotic grasses introduced into the Cerrado the African species Melinis minutiflora P. Beauv., molasses grass, deserves special mention. The objective of this study was to evaluate the impact of this grass on the biomass and species richness of the native community in an area of invaded Cerrado as well as to study the dynamics of the vegetation of the ground layer after different management treatments for control of molasses grass. The results showed that in the experimental area, where molasses grass composed 62% of the total biomass of the ground layer, the number of native species was high. In the areas where molasses grass had a high degree of coverage (> 98%) its biomass was approximately two times higher than values cited in other studies in the Cerrado. Between three and four years after using fire as a management tool for control of molasses grass its biomass returned to values similar to those observed prior to this treatment. Contrarily, with an integrated management treatment (May or September) a reduction of 99.9% in the presence of molasses grass was observed along with a recovery of native vegetation, making this a promising strategy for recuperation of areas in the Cerrado that were invaded by molasses grass