Paulo Almeida

Prof. Dr. Paulo Almeida


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19Years (2008-Present)

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1 September 2008 in International Journal of Behavioral Medicine
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MPM. Graça Pereira
M. Graça Pereira
LBLinda Berg-Cross
Linda Berg-Cross
PAPaulo Almeida
Paulo Almeida
JMJ. Cunha Machado
J. Cunha Machado
Background: Diabetes is a common disease in pediatric populations. Family functioning has been related to child adaptation to diabetes. Purpose: To determine the impact of family factors on diabetes,...

21 October 2021 in Cureus
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MFMaria João Ferreira
Maria João Ferreira
RMRita Moita
Rita Moita
MCMarta Borges Canha
Marta Borges Canha
SFSofia Ferreira
Sofia Ferreira
CCCarla Costa
Carla Costa
CCCintia Castro-Correia
Cintia Castro-Correia
Non-classical congenital adrenal hyperplasia (NC-CAH) is a chronic disease characterised by excessive androgen production that may negatively affect the quality of life (QoL) of affected patients. Pediatric Quality of Life Inventory 4.0 (PedsQL™) is a validated tool to assess health-related QoL (HRQoL). A cross-sectional study including 19 patients with NC-CAH was carried out in the pediatric endocrinology department. NC-CAH patients who agreed to participate were included. Anthropometric data was collected. PedsQL™ was applied to the patients and their parents. Patients were divided into four groups according to age: 2-4, 5-7, 8-12, and 13-18 years old. The control group consisted of healthy individuals from the instrument's validation studies for the Portuguese population and the standard control population used in the PedsQL™ validation study. The only difference found concerns the parents' score results for children aged 8-12, which showed physical health and emotional dimension scores significantly higher (86.16±9.86 vs. 68.90±23.02 p=0.004, 69.17±14.14 vs. 65.82±19.24 p=0.004), while psychosocial health's score and total scale score were significantly lower than the control group (59.99±9.90 vs. 69.34±14.07 p=0.047, 73.11±4.65 vs. 78.86±16.61 p=0.017). HRQoL scores are not negatively affected by NC-CAH in most group ages, with the exception of the parents' reports on HRQoL for children aged 8-12. Further studies with a greater number of patients are needed to determine the impact of this chronic disease on the HRQoL of children.

1 June 2021 in Psicologia, Saúde & Doença
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Victor VianaVictor Viana
Victor Viana
MAMaria Araújo
Maria Araújo
VRVânia Rocha
Vânia Rocha
LPLuís Pereira
Luís Pereira
JLJoana Lima
Joana Lima
PAPaulo Almeida
Paulo Almeida

23 November 2012 in Análise Psicológica
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MPM. Graça Pereira
M. Graça Pereira
PAPaulo Almeida
Paulo Almeida
O presente estudo descreve a adaptação para uma amostra portuguesa da Escala de Auto-Eficácia relativa à Diabetes (SEDS) – (Grossnman, Brink & Hauser,1987). Esta escala está baseada na teoria da auto-eficácia de Bandura e pretende avaliar as percepções pessoais relativas à competência, capacidades e meios para os adolescentes lidarem adequadamente com a diabetes. A amostra do nosso estudo é composta por 175 adolescentes provenientes do Serviço de Endocrinologia do Hospital S. João, no Porto. A escala composta por 35 itens agrupados em 3 sub-escalas foi submetida a uma análise das suas propriedades psicométricas na amostra portuguesa seguindo uma metodologia semelhante aos autores originais.A versão portuguesa apresenta um alfa global de 0.90. Os alfas para as sub escalas: auto-eficácia em situações médicas, auto-eficácia em situações gerais e auto-eficácia face ao tratamento da Diabetes são respectivamente de: .62., .63 e .87. A versão final da escala ficou reduzida a 30 itens. Os itens estão agrupados em 3 componentes tal como na versão original: auto-eficácia relativa ao tratamento, auto-eficácia social, e confiança.

1 September 2022 in Porto Biomedical Journal
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OPOlívia Bsc Honor Pita
Olívia Bsc Honor Pita
BTBeatriz Master Teixeira
Beatriz Master Teixeira
CDClaudia Camila Dias
Claudia Camila Dias
PAPaulo Almeida
Paulo Almeida
IAInês Azevedo
Inês Azevedo
DSDiana Silva
Diana Silva
Introduction: Children/adolescents with cystic fibrosis (CF) have psychological and physical difficulties that have a severe impact on their health-related quality of life (HRQoL). Aim: To evaluate the impact of CF on HRQoL in a pediatric age sample by identifying major determinants and comparing the HRQoL reports of children and their parents. Methods: A sample of 27 children/adolescents was included in a cross-sectional observational study. Inclusion criteria were age between 4 and 18 years, diagnosis of CF, and the attendance of a caregiver in patients younger than 14 years. A questionnaire was applied to assess sociodemographic data and nutritional status. HRQoL was evaluated using the Portuguese revised version of the CF questionnaire (CFQ-R). Spearman correlations were calculated to analyze the agreement between children's and parents' reports. Spearman correlations and Mann–Whitney U tests were performed to identify associations between HRQoL domains and determinants. Results: The scores of CFQ-R domains were high, with the lowest median value being 66.67. It was found positive moderate associations between children's and parents' reports in 3 domains (P < .05): eating disturbances, body image, and respiratory symptoms. The median scores were similar in the eating disturbances (approximately 80.00) and in the respiratory symptoms (83.33). However, there is a consistent difference of 14.07 in the body image domain. Current age, physical activity, and iron were positively associated with HRQoL, whereas age at diagnosis was negatively associated. Conclusion: These findings reinforce the importance to evaluate HRQoL during childhood and adolescence and to invest in this public health theme.

24 January 2012 in Revista da Sociedade Brasileira de Psicologia Hospitalar
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PAPaulo Almeida
Paulo Almeida
MPM. Graça Pereira
M. Graça Pereira
MFM. Fontoura
M. Fontoura
A Diabetes é uma doença crónica com um grande impacto na vida dos adolescentes. A literatura publicada nos últimos anos tem demonstrado a importância dos factores psicológicos e psicossociais na adesão ao tratamento e controlo metabólico. No entanto, são escassos no nosso país estudos que articulem as variáveis familiares (ambiente familiar, suporte social) com variáveis psicológicas (ansiedade face à doença, crenças de auto-eficácia face ao tratamento) com a adesão, o controlo metabólico e a qualidade de vida. O presente estudo, realizado com 157 adolescentes, utentes da consulta de Diabetologia Pediátrica da UAG da Mulher e da Criança do Hospital de S. João, mostra que os aspectos sócio-familiares (nomeadamente o suporte social familiar e o nível de conflito no ambiente familiar) exercem uma poderosa influência no comportamento de adesão ao tratamento e na qualidade de vida do adolescente, nas variáveis psicológicas, nomeadamente na percepção de barreiras ao tratamento, no stress face à doença e na percepção de auto-eficácia.