Clairton Marcolongo-Pereira

Dr. Clairton Marcolongo-Pereira

CEPEG, Centro Universitário do Espírito Santo, Colatina, Brazil
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17Years (2010-Present)

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12 April 2013 in Journal of Agricultural and Food Chemistry
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DCDaniel Cook
Daniel Cook
WBWesley T. Beaulieu
Wesley T. Beaulieu
IMIvan W. Mott
Ivan W. Mott
FRFranklin Riet-Correa
Franklin Riet-Correa
DGDale R. Gardner
Dale R. Gardner
Clairton Marcolongo-PereiraClairton Marcolongo-Pereira
Clairton Marcolongo-Pereira

18 April 2016 in Clinical Pharmacology & Therapeutics
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LSLavinia Schuler-Faccini
Lavinia Schuler-Faccini
MSMtv Sanseverino
Mtv Sanseverino
FVFsl Vianna
Fsl Vianna
ASAa da Silva
Aa da Silva
MLM Larrandaburu
M Larrandaburu
AAAm Abeche
Am Abeche

1 August 2017 in Pesquisa Veterinária Brasileira
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POPlínio Aguiar de Oliveira
Plínio Aguiar de Oliveira
JRJerônimo Lopes Ruas
Jerônimo Lopes Ruas
FRFranklin Riet-Correa
Franklin Riet-Correa
ACAna Carolina B. Coelho
Ana Carolina B. Coelho
BSBianca Lemos Santos
Bianca Lemos Santos
ASAna Lucia Schild
Ana Lucia Schild
RESUMO: Foi realizado um levantamento das doenças parasitárias de bovinos e ovinos diagnosticadas na região sul do Rio Grande do Sul, de janeiro de 1978 a dezembro de 2014 no Laboratório Regional de Diagnóstico da Universidade Federal de Pelotas. Em bovinos 10,1% de todos os diagnosticos tratavam-se de parasitoses, das quais a mais frequente foi a tristeza parasitária bovina, com 55,1% dos surtos. As parasitoses gastrintestinais mistas foram diagnosticadas em 22,35% dos casos, a hemoncose em 4,36%, a dictiocaulose em 3,52%, a fasciolose em 2,68% e a eimeriose em 1,84%. Em ovinos 33,6% dos diagnósticos realizados eram parasitoses, sendo as mais frequentes as parasitoses gastrintestinais mistas (42,7%), a hemoncose (35,4%), a coenurose (9,1%) e a fasciolose (4,4%). Estima-se que as perdas somente por mortalidade, decorrentes de doenças parasitárias em bovinos somam aproximadamente R$16.968.000/ano. Na espécie ovina as perdas econômicas causadas por mortalidade de origem parasitária são de aproximadamente R$2.016.000/ano na região sul do Rio Grande do Sul. Foi possível concluir que, em bovinos, na região sul do Rio Grande do Sul, os agentes da TPB são os principais causadores de perdas econômicas, seguidos pelas parasitoses mistas. Em ovinos a parasitose gastrintestinal mista e a hemoncose, juntas, representam mais de 70% dos diagnósticos realizados.

1 April 2011 in Pesquisa Veterinária Brasileira
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Clairton Marcolongo-PereiraClairton Marcolongo-Pereira
Clairton Marcolongo-Pereira
ESE.S.V Sallis
E.S.V Sallis
FGF.B. Grecco
F.B. Grecco
MRM.B. Raffi
M.B. Raffi
MSM.P. Soares
M.P. Soares
ASA.L. Schild
A.L. Schild
Foi realizado um estudo retrospectivo de casos de raiva paralítica em bovinos na área de influência do Laboratório Regional de Diagnóstico (LRD) da Faculdade de Veterinária, Universidade Federal de Pelotas (UFPel), ocorridos em 1978-2007. Foram estudados também 11 surtos de raiva observados em 2008-2010, na mesma região. Neste período morreram 42 animais de um total de 686 sob risco. A idade dos animais foi de 1-6 anos e o curso clínico de 4-14 dias. No estudo retrospectivo de 1978-2007 foram identificados 77 surtos ou casos isolados de raiva paralítica em bovinos. A morbidade em todos os surtos diagnosticados em 1978-2010 variou de 0,37% a 20%. Vinte e quatro casos ocorreram no outono, sete na primavera, 14 no verão e 16 no inverno. O diagnóstico foi realizado pela epidemiologia, sinais clínicos e lesões histológicas observadas. No estudo dos casos de raiva paralítica em bovinos ocorridos a partir de 2008, o diagnóstico foi confirmado pela técnica de imuno-histoquímica utilizando anticorpo policlonal anti-virus rábico. Em dois destes casos não foi observada meningoencefalite não-supurativa, porém a imuno-histoquímica demonstrou a presença do antígeno viral. Esta técnica é uma importante ferramenta para o diagnóstico de raiva, devendo ser utilizada em todos os casos suspeitos nos quais não se evidenciam lesões de encefalite.

1 September 2012 in Pesquisa Veterinária Brasileira
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Clairton Marcolongo-PereiraClairton Marcolongo-Pereira
Clairton Marcolongo-Pereira
ESEliza S. Viégas Sallis
Eliza S. Viégas Sallis
MRMargarida B. Raffi
Margarida B. Raffi
DPDaniela Brayer Pereira
Daniela Brayer Pereira
FHFabiane L. Hinnah
Fabiane L. Hinnah
ASAna Lucia Schild
Ana Lucia Schild
Foi realizado um levantamento dos casos de pitiose equina recebidos no Laboratório Regional de Diagnóstico da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal de Pelotas, no período de janeiro de 1979 a julho de 2011, com o objetivo de determinar as condições epidemiológicas em que a doença ocorre na região sul do Rio Grande do Sul. Nesse período foram recebidos 1888 materiais de equinos, dos quais, 435 eram provenientes do sistema tegumentar e 63 (14,5%) corresponderam à pitiose. Os animais afetados eram de ambos os sexos com idades variando entre oito meses e 22 anos. A raça mais frequentemente afetada foi a Crioula. A maioria dos casos de pitiose foi encaminhada ao laboratório entre março e junho. A evolução das lesões de pitiose variou de duas semanas até um ano. Os municípios com maior número de casos de pitiose foram Pelotas (22/63) Santa Vitória do Palmar (15/63) e Rio Grande (8/63). Foi observado que na maioria dos casos, no mês provável de infecção a temperatura máxima foi superior ou próxima a 30°C em pelo menos um dia. A observação de casos em épocas mais frias do ano pode ser devido ao fato da temperatura de águas estagnadas ser mais elevada que a temperatura ambiental o que permite o desenvolvimento das estruturas infectantes de Pythium insidiosum.

2 September 2012 in Parasitology Research
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LFLeticia Fiss
Leticia Fiss
MAMaria de Lourdes Adrien
Maria de Lourdes Adrien
Clairton Marcolongo-PereiraClairton Marcolongo-Pereira
Clairton Marcolongo-Pereira
NANathalia D. Assis-Brasil
Nathalia D. Assis-Brasil
ESEliza S. V. Sallis
Eliza S. V. Sallis
ASAna Lucia Schild
Ana Lucia Schild