Flavio Medeiros Vieites

Prof. Dr. Flavio Medeiros Vieites

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1 December 2005 in Revista Brasileira de Zootecnia
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FVFlavio Medeiros Vieites
Flavio Medeiros Vieites
GMGeorge Henrique Kling de Moraes
George Henrique Kling de Moraes
LALuiz Fernando Teixeira Albino
Luiz Fernando Teixeira Albino
HRHoracio Santiago Rostagno
Horacio Santiago Rostagno
AAAnel Atencio
Anel Atencio
JJJosé Geraldo de Vargas Junior
José Geraldo de Vargas Junior
Foi realizado um experimento com o objetivo de determinar os melhores valores de balanço eletrolítico (BE) para frangos de corte de 1 a 42 dias de idade. Na fase inicial, utilizaram-se 2.112 pintinhos machos da linhagem comercial Ross, criados em boxes de galpão de alvenaria cobertos com maravalha e alimentados com duas rações basais, uma com 20 e outra com 23% de proteína bruta (PB) à base de milho e de farelo de soja, combinadas com níveis de BE de 0; 50; 100; 150; 200; 250; 300 e 350 mq/kg. Na fase de crescimento, utilizaram-se 1.728 frangos oriundos da fase inicial e apenas uma ração basal com 20% de PB. Foi utilizado delineamento experimental inteiramente casualizado, em esquema fatorial 8 x 2 (oito níveis de BE e duas seqüências protéicas), seis repetições e 18 aves por unidade experimental na fase de crescimento. Avaliaram-se o ganho de peso (GP), o consumo de ração (CR), a conversão alimentar (CA), o rendimento de carcaça, os cortes nobres e a matéria seca na cama das aves aos 42 dias de idade. Os melhores valores de BE estimados foram 179 (20-20% PB) e 185 (23-20% PB) mEq/kg e valores similares foram encontrados para os maiores CR, 193 (20-20% PB) e 192 (23-20% PB) mEq/kg. A CA teve como melhor valor estimado 159 (23-20%) mEq/kg, um pouco abaixo dos valores de BE obtidos para GP e CR. Para o rendimento de carcaça e de cortes nobres, os melhores valores de BE foram similares aos de desempenho. Os valores de BE obtidos para os maiores teores de matéria seca na cama das aves foram 138 (20-20%) e 148 (23-20%) mEq/kg. Considerando-se os dados obtidos, recomenda-se um valor de BE na faixa de 160 a 190 mEq/kg como ótimo para frangos de corte de 1 a 42 dias de idade.

1 December 2004 in Revista Brasileira de Zootecnia
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FVFlavio Medeiros Vieites
Flavio Medeiros Vieites
GMGeorge Henrique Kling de Moraes
George Henrique Kling de Moraes
LALuiz Fernando Teixeira Albino
Luiz Fernando Teixeira Albino
HRHoracio Santiago Rostagno
Horacio Santiago Rostagno
JDJuarez Lopez Donzele
Juarez Lopez Donzele
AAAnel Atencio
Anel Atencio
Foi realizado um experimento no Departamento de Zootecnia com o objetivo de determinar os melhores valores de balanço eletrolítico (BE) para pintos de corte. Utilizaram-se 2.112 pintinhos da marca comercial Ross, machos, criados em boxes de galpão de alvenaria, cama de maravalha e alimentados com duas rações basais, uma com 20 e outra com 23% de proteína bruta (PB), à base de milho e de farelo de soja, combinadas com níveis de BE de 0, 50, 100, 150, 200, 250, 300 e 350 mq/kg. Foi utilizado delineamento experimental inteiramente casualizado, em esquema fatorial 8x2 (oito níveis de BE e dois níveis de PB), seis repetições e 22 aves por unidade experimental. Avaliaram-se o ganho de peso (GP), o consumo de ração (CR) e a conversão alimentar (CA) de pintos de corte aos 7, 14 e 21 dias de idade. Os melhores valores de BE para o CR, aos 21 dias, foram 185 (20% PB) e 194 (23% PB) mEq/kg. Entretanto, para o GP, os ótimos valores de BE obtidos foram 166 (20% PB) e 177 (23% PB) mEq/kg. Fora desses níveis de BE, houve restrição do CR e provável aumento do consumo de água. A CA não apresentou efeito significativo. Os ótimos valores de BE devem estar na faixa de 166 a 177 mEq/kg para o ótimo desempenho dos pintos de 1 a 21 dias. Foi também verificado que é possível diminuir o nível de PB das rações sem afetar o desempenho das aves, desde que haja adequada suplementação de aminoácidos essenciais, de forma a suprir o requerimento desses animais.

29 January 2021 in Revista Brasileira de Zootecnia
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CSChristiane Silva Souza
Christiane Silva Souza
FVFlavio Medeiros Vieites
Flavio Medeiros Vieites
LJLucas Rodrigo Justino
Lucas Rodrigo Justino
MLMarcos Fabio de Lima
Marcos Fabio de Lima
ACAmália Chaves
Amália Chaves
CLCristina Lima
Cristina Lima
Growth performance, organ biometrics, bone characteristics, and intestinal morphometry were evaluated in broilers fed a diet containing orange (Citrus sinensis L.) essential oil. A completely randomized design was used, with five treatments with orange essential oil (0, 100, 200, 300, and 400 mg kg−1 diet) and six replications with 20 birds per experimental unit. In the pre-starter phase, feed intake and weight gain of all birds linearly increased, while feed conversion decreased with the addition of orange essential oil [...] ABSTRACT Growth performance, organ biometrics, bone characteristics, and intestinal morphometry were evaluated in broilers fed a diet containing orange (Citrus sinensis L.) essential oil. A completely randomized design was used, with five treatments with orange essential oil (0, 100, 200, 300, and 400 mg kg−1 diet) and six replications with 20 birds per experimental unit. In the pre-starter phase, feed intake and weight gain of all birds linearly increased, while feed conversion decreased with the addition of orange essential oil

28 January 2014 in Archivos de Zootecnia
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CSC. S. Souza
C. S. Souza
FVFlavio Medeiros Vieites
Flavio Medeiros Vieites
Objetivou-se revisar os efeitos do uso da vitamina D3 e seus metabólitos na alimentação de frangos de corte. Na atualidade, a indústria avícola tem buscado programas nutricionais eficazes, para que as aves possam expressar o máximo desempenho produtivo. Para linhagens modernas de frangos de corte, a taxa de crescimento é extremamente elevada, iniciando sobre um suporte esquelético imaturo, o que acarreta um aumento na incidência de perdas no processo produtivo, decorrentes de distúrbios metabólicos e esqueléticos. A vitamina D através de suas ações no intestino, ossos, rins e glândulas paratireoides se faz de importância para a homeostase do cálcio e desenvolvimento de um esqueleto saudável. A vitamina D3 e seus metabólitos participam da regulação da homeostase de cálcio e fósforo, através do mecanismo que aumenta a captação intestinal destes, diminuindo as perdas renais e estimulando a reabsorção óssea, quando necessário. De modo geral, o uso da vitamina D3 e seus metabólitos nas rações para frangos de corte têm mostrado que seu uso influencia o crescimento do animal, melhorando o ganho de peso, prevenindo o raquitismo e diminuindo a incidência de discondroplasia tibial. No que se refere aos valores recomendados para as diferentes fases de criação de frangos de corte, ainda são necessárias pesquisas para o esta-belecimento dos níveis suplementares dos metabólitos da referida vitamina que poderão ser utilizados na avicultura industrial, de modo a assegurar o atendimento das exigências nutricionais e o adequado desenvolvimento ósseo.

1 October 2004 in Revista Brasileira de Zootecnia
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AAAnel Atencio
Anel Atencio
LALuiz Fernando Teixeira Albino
Luiz Fernando Teixeira Albino
HRHoracio Santiago Rostagno
Horacio Santiago Rostagno
FVFlavio Medeiros Vieites
Flavio Medeiros Vieites
Três experimentos foram realizados com o objetivo de determinar a exigência de metionina + cistina e a relação metionina + cistina:lisina digestível para frangos machos, Avian Farm, nas fases de 1 a 20, 24 a 38 e 44 a 56 dias de idade. Os experimentos foram conduzidos em delineamento inteiramente casualizado, com cinco níveis de metionina + cistina digestível, seis repetições e 20 aves por boxe nas fases de 1 a 20 e 24 a 38 dias de idade e 16 aves por boxe na fase de 44 a 56 dias de idade. Os níveis de metionina + cistina digestível utilizados nas diferentes fases foram: 1 a 20 dias de idade, 0,731 a 0,916% (incremento de 0,046%); 24 a 38 dias de idade, 0,712 a 0,881% (incremento de 0,042%); e 44 a 56 dias de idade, 0,631 a 0,781% (incremento de 0,037%). Consumo de ração, ganho de peso, conversão alimentar foram avaliados ao final de cada período e rendimento de carcaça e dos cortes nobres, aos 38 e 56 dias. Efeitos linear positivo para ganho de peso e quadrático para conversão alimentar foram observados na fase de 1 a 20 dias de idade. O nível de metionina + cistina digestível (total), estimado na fase de 1 a 20 dias de idade, foi de 0,808% (0,907% total), correspondente a uma relação metionina + cistina:lisina digestível de 70%, de acordo com os resultados de conversão alimentar e a utilização do modelo descontínuo. Houve efeito quadrático para ganho de peso, conversão alimentar e peso absoluto da perna, na fase de 24 a 38 dias de idade. O nível de metionina + cistina digestível (total) estimado na fase de 24 a 38 dias de idade foi de 0,767% (0,844% total), correspondente a uma relação metionina + cistina:lisina de 72%, de acordo com os resultados de ganho de peso e com o modelo descontínuo. Não houve efeito dos níveis de metionina + cistina, na fase de 44 a 56 dias de idade, sobre as características de desempenho. Entretanto, o rendimento de peito e de carne de peito teve efeito quadrático. O valor de exigência de metionina + cistina digestível (total), estimado para a fase de 44 a 56 dias de idade, foi de 0,668% (0,738% total), correspondente a uma relação de 71%, de acordo com a melhor resposta biológica ou zootécnica.

1 December 2004 in Revista Brasileira de Zootecnia
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FVFlavio Medeiros Vieites
Flavio Medeiros Vieites
GMGeorge Henrique Kling de Moraes
George Henrique Kling de Moraes
LALuiz Fernando Teixeira Albino
Luiz Fernando Teixeira Albino
HRHoracio Santiago Rostagno
Horacio Santiago Rostagno
ARAna Cláudia Rodrigues
Ana Cláudia Rodrigues
AAAnel Atencio
Anel Atencio
Foi realizado um experimento com o objetivo de determinar os melhores valores de balanço eletrolítico (BE) para frangos de corte de 1 a 21 dias. Utilizaram-se 2.112 pintinhos da marca comercial Ross, machos, criados em boxes de galpão de alvenaria, cobertos com maravalha e alimentados com duas rações basais, uma com 20 e outra com 23% de proteína bruta (PB) à base de milho e de farelo de soja, combinadas com níveis de BE de 00; 50; 100; 150; 200; 250; 300 e 350 mq/kg. Foi utilizado delineamento experimental inteiramente casualizado, em esquema fatorial 8x2 (oito níveis de BE e dois níveis de PB), seis repetições e 22 aves por unidade experimental. Avaliaram-se os níveis sangüíneos de cálcio, fósforo e proteínas totais aos 21 dias de idade. As cinzas, o cálcio, o fósforo, o potássio, o sódio e o magnésio dos ossos também foram quantificados. Aos 21 dias de idade, os melhores valores estimados de BE foram 168 (20% PB) e 245 (23% PB) mEq/kg para o cálcio no sangue. O valor de BE obtido para o menor nível de proteínas totais foi de 189 (23% PB) mEq/kg. Os melhores valores de BE no sangue foram os pontos de mínimo na curva de regressão. O melhor valor de BE para o cálcio no tibiotarso foi de 132 mEq/kg (23% PB). O BE da dieta deve situar-se entre 150 e 200 mEq/kg para frangos de corte de 1 a 21 dias de idade.