Catarina Maria Queirós Monteiro Ventura Gavinhos

Dr. Catarina Maria Queirós Monteiro Ventura Gavinhos

orcid

Research Focus & Metrics

Academic Career Length

17Years (2010-Present)

(Calculated once Scilit publication data is synced: current year − year of first publication + 1)

Representative Publications

View All Publications
20 October 2010 in Landscape Ecology
Verified
Journal Article
Closed access
PDF file
Luís Borda-de-águaLuís Borda-de-água
Luís Borda-de-água
LNLaetitia M. Navarro
Laetitia M. Navarro
CGCatarina Maria Queirós Monteiro Ventura Gavinhos
Catarina Maria Queirós Monteiro Ventura Gavinhos
HPHenrique Pereira
Henrique Pereira

9 January 2019 in PLOS ONE
Verified
Journal Article
Open access
PDF file
Maria Margarida RibeiroMaria Margarida Ribeiro
Maria Margarida Ribeiro
Natália Martins RoqueNatália Martins Roque
Natália Martins Roque
SRSílvia Ribeiro
Sílvia Ribeiro
CGCatarina Maria Queirós Monteiro Ventura Gavinhos
Catarina Maria Queirós Monteiro Ventura Gavinhos
ICIsabel Castanheira
Isabel Castanheira
SDSaki Gerassis Davite
Saki Gerassis Davite
Increasing forest wildfires in Portugal remain a growing concern since forests in the Mediterranean region are vulnerable to recent global warming and reduction of precipitation. Therefore, a long-term negative effect is expected on the vegetation, with increasing drought and areas burnt by fires. The strawberry tree (Arbutus unedo L.) is particularly used in Portugal to produce a spirit by processing its fruits and is the main income for forestry owners. Other applications are possible due to the fruit and leaves’ anti-oxidant properties and bioactive compounds production, with a potential for clinical and food uses. It is a sclerophyllous plant, dry-adapted and fire resistant, enduring the Mediterranean climate, and recently considered as a possibility for afforestation, to intensify forest discontinuity where pines and eucalypts monoculture dominate the region. To improve our knowledge about the species’ spatial distribution we used 318 plots (the centroid of a 1 km2 square grid) measuring the species presence and nine environmental attributes. The seven bioclimatic variables most impacting on the species distribution and two topographic features, slope and altitude, were used. The past, current and future climate data were obtained through WorldClim. Finally, the vulnerability of the strawberry tree to the effects of global climate change was examined in the face of two emission scenarios (RCP 4.5 and 8.5), to predict distribution changes in the years 2050 and 2070, using a species distribution models (MaxEnt). The reduction of suitable habitat for this species is significant in the southern regions, considering the future scenarios of global warming. Central and northern mountainous regions are putative predicted refuges for this species. Forest policy and management should reflect the impact of climate change on the usable areas for forestry, particularly considering species adapted to the Mediterranean regions and wildfires, such as the strawberry tree. The distribution of the species in the Last Glacial Maximum (LGM) and Mid-Holocene (MH) agrees with previous genetic and paleontological studies in the region, which support putative refuges for the species. Two in the southern and coastal-central regions, since the LGM, and one in the east-central mountainous region, considered as cryptic refugia.

JLJorge Lindo
Jorge Lindo
Patricia CoelhoPatricia Coelho
Patricia Coelho
CGCatarina Maria Queirós Monteiro Ventura Gavinhos
Catarina Maria Queirós Monteiro Ventura Gavinhos
MMManuel Freitas Martins
Manuel Freitas Martins
JLJoana Liberal
Joana Liberal
Francisco José Barbas RodriguesFrancisco José Barbas Rodrigues
Francisco José Barbas Rodrigues
Multiple factors, from socioeconomic development to genetic background, can affect the regional impact of some diseases, and this has also been seen during the COVID-19 pandemic. The objective of this retrospective study was to characterize a population in the interior of Portugal regarding health status and COVID-19 epidemiology. Between October 2021 and January 2023, 1553 subjects residing in Beira Baixa, Portugal, were included. Using a self-report approach, demographic and clinical data were obtained. Blood group, blood pressure, peripheral oxygen saturation and anti-spike protein immunoglobulin concentration were also analyzed. Statistical analysis was performed using IBM SPSS Statistics. The average age of the participants was 48.95 (±14.43) years, with 64% being male and 36% being female. The most prevalent comorbidities were hypertension (19.2%), dyslipidemia (12.6%) and diabetes mellitus (6.6%). Half of the population was overweight, and more than half of the subjects had no history of tobacco consumption. Among the participants, 33% were infected with SARS-CoV-2: 70.1% had mild disease, 14.1% moderate disease and 1.4% severe disease. There was a very significant adherence to vaccination (97%). Previously infected or vaccinated people had higher anti-spike protein immunoglobulin values; this value depended on the vaccine administered (p < 0.001). Patients with autoimmune diseases and smokers had lower levels of anti-S IgG antibodies (p = 0.030 and p = 0.024, respectively). The severity of COVID-19 did not affect the concentration of anti-S IgG (p = 0.430). This study highlights the general health statuses and the impact of COVID-19 on a population in the Portuguese interior. Knowledge of the circulation and impact of the virus in this specific population can alert and assist in better interventions being conducted by health authorities.

1 January 2017 in Revista de Ciências Agrárias
Verified
Journal Article
Open access
PDF file
Dora I. Rodrigues FerreiraDora I. Rodrigues Ferreira
Dora I. Rodrigues Ferreira
CSCatarina Santos
Catarina Santos
CGCecília Gouveia
Cecília Gouveia
CGCatarina Maria Queirós Monteiro Ventura Gavinhos
Catarina Maria Queirós Monteiro Ventura Gavinhos
MSMaria Paula Simoes
Maria Paula Simoes
A cultura do pessegueiro em Portugal localiza-se maioritariamente na Beira Interior, representando esta região 45% da área nacional, com 1630 ha. A comercialização de pêssegos inicia-se em junho e termina em setembro, sendo esta oferta baseada num vasto leque de cultivares. Para além da data de maturação estas cultivares apresentam frutos com diferentes características, quer ao nível visual quer ao nível do paladar, sendo estas influenciadas pelas técnicas culturais realizadas pelos fruticultores e pelas condições edafoclimáticas a que estão sujeitas. A Beira Interior, com solos predominantemente ligeiros e elevado número de horas de luz, apresenta condições favoráveis à produção de prunóideas, especialmente cereja e pêssego, às quais se reconhece elevada qualidade gustativa. O presente trabalho tem como objetivo a caracterização dos frutos das diferentes cultivares de pêssego produzidas na região da Beira Interior ao longo da época, no ciclo 2015, com base na recolha de amostras de frutos provenientes de quatro fruticultores com explorações localizadas na região. No total analisaram-se 1208 frutos distribuídos por 47 amostras correspondentes a 33 cultivares. Para cada amostra e por fruto foram determinados o peso, a dureza, o índice refratométrico (IR) e acidez, sendo este último parâmetro avaliado para cada grupo de 10 frutos. Com base nestas características foi possível agrupar as cultivares em três grupos de acordo com a época de maturação sendo 9 temporãs, 17 de estação e 7 tardias. Em média, as cultivares temporãs apresentam à colheita uma dureza de 3,8±1,0 kg/0,5 cm², 11,5±1,5ºBrix e uma acidez de 5,8±3,2 g ác. málico/L. As cultivares de estação apresentam uma dureza de 5,1±1,4 kg/0,5 cm², um IR de 13,2±1,7ºBrix e 5,7±2,8 g ác. málico/L e o grupo das tardias apresenta uma dureza, índice refractométrico e acidez mais elevados, respetivamente 6,4±1,4 kg/0,5 cm², 14,5±1,8ºBrix e 8,6±1,5 g ác. málico/L.

19 November 2023 in COVID
Verified
Journal Article
Open access
PDF file
Patricia CoelhoPatricia Coelho
Patricia Coelho
MMManuel Freitas Martins
Manuel Freitas Martins
CGCatarina Maria Queirós Monteiro Ventura Gavinhos
Catarina Maria Queirós Monteiro Ventura Gavinhos
JLJoana Liberal
Joana Liberal
ECEma Cabral
Ema Cabral
Francisco José Barbas RodriguesFrancisco José Barbas Rodrigues
Francisco José Barbas Rodrigues
Body mass index has been studied as one of the factors that negatively influences COVID-19. In this work, we intend to analyze this influence. A representative sample of the population of Beira Interior was used (around 2%), on which immunity research and a socio-demographic survey were carried out. It was found that obesity influences the vaccination rate, and that all other variables analyzed were not influenced by body mass index.

1 January 2017 in Revista de Ciências Agrárias
Verified
Journal Article
Open access
PDF file
Dora I. Rodrigues FerreiraDora I. Rodrigues Ferreira
Dora I. Rodrigues Ferreira
CGCatarina Maria Queirós Monteiro Ventura Gavinhos
Catarina Maria Queirós Monteiro Ventura Gavinhos
ABAnabela Barateiro
Anabela Barateiro
CRCristina Ramos
Cristina Ramos
PFPreciosa Fragoso
Preciosa Fragoso
MSMaria Paula Simoes
Maria Paula Simoes
Os pessegueiros apresentam níveis de floração e taxas de vingamento elevados requerendo, habitualmente, a realização de monda de flores ou de frutos, sendo a monda manual de frutos a prática mais comum. Essa prática requer bastante tempo e traduz-se em elevados custos em recursos humanos. A monda, quer de flores quer de frutos, tem como principal objetivo melhorar a qualidade dos frutos, nomeadamente o calibre, e simultaneamente visa promover o melhor equilíbrio das plantas e regular a produção. Existindo no mercado diversos equipamentos para a realização da monda de flores, o presente trabalho foi delineado com o objetivo de avaliar o impacto da monda mecânica de flores com a utilização do equipamento Saflowers® Electric, na produção e qualidade dos pêssegos, tendo por base dois pomares comerciais de pessegueiro da cultivar ‘Very Good’, em plena produção, situados a norte e a sul da serra da Gardunha, na região da Beira Interior. Nos dois pomares efetuou-se a monda de flores nos estados F e G, e no caso do pomar a sul o produtor efetuou complementarmente monda de frutos aos 117 DAPF. A intensidade da monda de flores foi semelhante em ambos os pomares e a taxa inicial de vingamento foi de 52% e 87%, respetivamente. A produção total média foi semelhante nos dois pomares, entre 25 e 26 t/ha, observando-se uma produção total inferior na modalidade com monda. A monda apresentou um efeito positivo na diminuição da proporção de frutos de refugo. No pomar a norte da serra da Gardunha observou-se um aumento da produção comercial na classe de calibre ≥ A, que foi de 93,7%, mas o mesmo não se observou no pomar a sul da serra da Gardunha, onde a taxa de vingamento foi mais elevada. A monda de flores resultou numa ligeira antecipação da maturação dos frutos que, à colheita, apresentaram menor dureza, embora apenas com diferenças estaticamente significativas (P<0,05) para o pomar localizado a sul da Gardunha. Observou-se uma tendência para IR foi mais elevado na modalidade com monda, em ambos os pomares, tendo-se registado uma diferença média de 2º Brix entre modalidades.