Mara Regina Moitinho

Dr. Mara Regina Moitinho


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14Years (2013-Present)

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1 October 2019 in Science of The Total Environment
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Gustavo André de Araújo SantosGustavo André de Araújo Santos
Gustavo André de Araújo Santos
MMMara Regina Moitinho
Mara Regina Moitinho
BSBruna de Oliveira Silva
Bruna de Oliveira Silva
CXClariana Valadares Xavier
Clariana Valadares Xavier
DTDaniel De Bortoli Teixeira
Daniel De Bortoli Teixeira
NJNewton La Scala Jr.
Newton La Scala Jr.

5 June 2020 in Journal of Plant Nutrition and Soil Science
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MMMara Regina Moitinho
Mara Regina Moitinho
CFCarolina Fernandes
Carolina Fernandes
PTPriscila Viviane Truber
Priscila Viviane Truber
AMAdolfo Valente Marcelo
Adolfo Valente Marcelo
JCJosé Eduardo Corá
José Eduardo Corá
EBElton da Silva Bicalho
Elton da Silva Bicalho

1 January 2021 in CATENA
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MMMara Regina Moitinho
Mara Regina Moitinho
AFAntonio Sergio Ferraudo
Antonio Sergio Ferraudo
APAlan Rodrigo Panosso
Alan Rodrigo Panosso
EBElton da Silva Bicalho
Elton da Silva Bicalho
DTDaniel De Bortoli Teixeira
Daniel De Bortoli Teixeira
NSNewton La Scala
Newton La Scala

1 December 2013 in Revista Brasileira de Ciência do Solo
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MMMara Regina Moitinho
Mara Regina Moitinho
MPMilton Parron Padovan
Milton Parron Padovan
Alan Rodrigo PanossoAlan Rodrigo Panosso
Alan Rodrigo Panosso
NJNewton La Scala Jr.
Newton La Scala Jr.
O solo é um dos principais compartimentos de carbono no ecossistema terrestre, capaz de armazenar quantidades expressivas desse elemento e, portanto, a compreensão dos fatores que contribuem para as perdas de CO2 em solos agrícolas é fundamental para determinar estratégias de redução das emissões desse gás e ajudar a mitigar o efeito estufa. O objetivo deste estudo foi investigar o efeito do preparo do solo e da deposição de resíduos da cultura da cana-de-açúcar na emissão de CO2, temperatura e umidade do solo, durante a reforma do canavial, ao longo de um período de 15 dias. Os manejos avaliados foram: sem preparo do solo e mantendo os resíduos da colheita sobre a superfície do solo (SPCR); sem preparo do solo e sem resíduo (SPSR) e com preparo do solo e sem resíduo (CPSR). A menor média de emissão de CO2 do solo (FCO2) foi observada no manejo SPCR (2,16 µmol m-2 s-1), quando comparado aos manejos SPSR (2,90 µmol m-2 s-1) e CPSR (3,22 µmol m-2 s-1), indicando que as maiores umidades e menores variações da temperatura do solo, observadas em SPCR, foram os fatores responsáveis por tal diminuição. Durante o período de estudo, a menor média diária da FCO2 foi registrada em SPCR (1,28 µmol m-2 s-1) e a maior em CPSR (6,08 µmol m-2 s-1), após a ocorrência de chuvas. A menor perda de C-CO2 do solo foi observada no manejo SPCR (367 kg ha-1 de C-CO2), diferindo significativamente (p<0,05) dos manejos: SPSR (502 kg ha-1 de C-CO2) e CPSR (535 kg ha-1 de C-CO2). A umidade do solo foi a variável que apresentou valores mais diferenciados entre os manejos, sendo positivamente correlacionada (r = 0,55; p<0,05) com as variações temporais da emissão de CO2 nos manejos SPCR e CPSR. Em adição, a temperatura do solo diferiu (p<0,05) somente no manejo SPCR (24 ºC), quando comparada aos manejos SPSR (26 ºC) e CPSR (26,5 ºC), sugerindo que, para as condições deste estudo, o resíduo da cana-de-açúcar retido sobre a superfície propiciou uma temperatura do solo, em média, 2 ºC mais amena.

1 September 2019 in Journal of Environmental Management
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CXClariana Valadares Xavier
Clariana Valadares Xavier
MMMara Regina Moitinho
Mara Regina Moitinho
DTDaniel De Bortoli Teixeira
Daniel De Bortoli Teixeira
Gustavo André de Araújo SantosGustavo André de Araújo Santos
Gustavo André de Araújo Santos
MBMarcelo de Andrade Barbosa
Marcelo de Andrade Barbosa
NJNewton La Scala Jr.
Newton La Scala Jr.

15 April 2021 in Scientific Reports
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MMMara Regina Moitinho
Mara Regina Moitinho
DTDaniel De Bortoli Teixeira
Daniel De Bortoli Teixeira
EBElton da Silva Bicalho
Elton da Silva Bicalho
APAlan Rodrigo Panosso
Alan Rodrigo Panosso
AFAntonio Sergio Ferraudo
Antonio Sergio Ferraudo
NSNewton La Scala
Newton La Scala
The spatial structure of soil CO2emission (FCO2) and soil attributes are affected by different factors in a highly complex way. In this context, this study aimed to characterize the spatial variability patterns of FCO2and soil physical, chemical, and microbiological attributes in a sugarcane field area after reform activities. The study was conducted in an Oxisol with the measurement of FCO2, soil temperature (Ts), and soil moisture (Ms) in a regular 90 × 90-m grid with 100 sampling points. Soil samples were collected at each sampling point at a depth of 0–0.20 m to determine soil physical (density, macroporosity, and microporosity), particle size (sand, silt, and clay), and chemical attributes (soil organic matter, pH, P, K, Ca, Mg, Al, H + Al, cation exchange capacity, and base saturation). Geostatistical analyses were performed to assess the spatial variability and map soil attributes. Two regions (R1 and R2) with contrasting emission values were identified after mapping FCO2. The abundance of bacterial 16S rRNA,pmoA, andnifH genes, determined by real-time quantitative PCR (qPCR), enzymatic activity (dehydrogenase, urease, cellulase, and amylase), and microbial biomass carbon were determined in R1 and R2. The mean values of FCO2(2.91 µmol m−2 s−1), Ts (22.6 °C), and Ms (16.9%) over the 28-day period were similar to those observed in studies also conducted under Oxisols in sugarcane areas and conventional soil tillage. The spatial pattern of FCO2was similar to that of macropores, air-filled pore space, silt content, soil organic matter, and soil carbon decay constant. No significant difference was observed between R1 and R2 for the copy number of bacterial 16S rRNA andnifH genes, but the results of qPCR for thepmoA gene presented differences (p < 0.01) between regions. The region R1, with the highest FCO2(2.9 to 4.2 µmol m−2 s−1), showed higher enzymatic activity of dehydrogenase (33.02 µg TPF g−1dry soil 24 h−1), urease (41.15 µg NH4–N g−1dry soil 3 h−1), amylase (73.84 µg glucose g−1dry soil 24 h−1), and microbial biomass carbon (41.35 µg C g−1soil) than R2, which had the lowest emission (1.9 to 2.7 µmol m−2 s−1). In addition, the soil C/N ratio was higher in R2 (15.43) than in R1 (12.18). The spatial pattern of FCO2in R1 and R2 may not be directly related to the total amount of the microbial community (bacterial 16S rRNA) in the soil but to the specific function that these microorganisms play regarding soil carbon degradation (pmoA).