Alexandre Lins Werneck

Dr. Alexandre Lins Werneck

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2 October 2015 in Arquivos de Ciências da Saúde
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LBLucia Marinilza Beccaria
Lucia Marinilza Beccaria
CCClaudia Bernardi Cesarino
Claudia Bernardi Cesarino
AWAlexandre Lins Werneck
Alexandre Lins Werneck
NGNadielly Codonho Góes
Nadielly Codonho Góes
KSKarla Soares Dos Santos
Karla Soares Dos Santos
MMMaurício De Nassau Machado
Maurício De Nassau Machado
Introdução: A taxa de mortalidade hospitalar é indicador de resultados para avaliação da qualidade da assistência em unidade coronária. Objetivos: Caracterizar os pacientes submetidos à cirurgia cardíaca, identificar os tipos de cirurgia e as principais complicações nos primeiros 30 dias pós-cirurgia. Material e Métodos: Estudo retrospectivo, longitudinal, quantitativo envolvendo pacientes submetidos a cirurgia cardíaca em um hospital de ensino, de janeiro de 2003 a abril de 2012. Resultados: Foram avaliados 2.648 pacientes, 61% do sexo masculino e 39% do feminino, com idade entre 49 a 66 anos, com média de Índice de Massa Corpórea de 26. As doenças de base mais comuns foram Diabetes Mellitus e Doença Renal Crônica. Realizaram revascularização do miocárdio 1.641 pacientes (62%) e cirurgia valvar 1.007 (38%). As principais complicações pós-operatórias foram lesão renal aguda até 7º dia pós-operatório (32%), disfunção de ventrículo esquerdo moderada/grave (20%), reintubação por complicações pulmonares (11%), fibrilação atrial (8,6%) e lesão neurológica (4,3%). O tempo médio de permanência na Unidade Coronária foi de 6,8 dias e a maioria necessitou de circulação extracorpórea. Dos 22% de pacientes com história pregressa de diabetes, 25% morreram. Conclusões: A maioria submeteu-se à revascularização do miocárdio; 65% desenvolveram lesão renal aguda e 44% foram reintubados por complicações pulmonares e associação significativa com óbito. Dos 190 pacientes que morreram nos primeiros 30 dias, as complicações de maior prevalência foram afecções cardíacas, infecção hospitalar, distúrbio de coagulação, complicações neurológicas e pulmonares.

20 September 2017
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Conference Paper
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PSPatricia Cristina Silveira
Patricia Cristina Silveira
FPFaculdade DE Medicina DE São José Do Rio Preto
Faculdade DE Medicina DE São José Do Rio Preto
CSCintia Alves Sanches
Cintia Alves Sanches
AWAlexandre Lins Werneck
Alexandre Lins Werneck
Congresso Internacional ABED de Educa

1 March 2011 in Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery
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AWAlexandre Lins Werneck
Alexandre Lins Werneck
FBFernando Batigália
Fernando Batigália
Background: Eponym from the Greek [epi, "upon"] + [onuma, name], is a person, whether real or fictitious, after whom an item is named or thought to be named. Eponymous terms are used every day in Medicine, in our clinical years, and they have been part of the tradition of Medicine, culture, and history. Despite all the inconvenience, all those who are no against eponym has only one statement: "medical eponyms will continue to be used because there is a sense of history to their use. They are use in contemporary life, eponyms are here to stay". Methods: The following study aims at to show the presence of current anatomical eponyms on the best well-known Textbooks and Atlas of Human Anatomy, ranging from the oldest to the newest one, comprising a period from 1960 until 2011, regarding the cardiovascular system, particularly the heart. The three International Anatomical Terminologies have been critical as the basis of our study. Exclusion criteria were syndromes, diseases, signs, anomalies, surgical procedures, indexes, tests, grading, and the methods, which are used as eponyms in Cardiology, once they are not considered Anatomical Terms. It has been our intent to show that different eponyms characterize the same anatomical! structure. Results: A list with the 25 most common eponyms listed by the three International Anatomical Terminologies is listed in Tablel. Conclusion: Should eponyms be abandoned? Of course not, once they remain a useful reflection of medical history. We could prove to our journey from 1960 to 2011, that the best well-known Atlas and Textbooks available do not use so many anatomical eponyms in Cardiology. They are only 25 (without including arteries, veins, and nerves of the cardiovascular system) and all the authors use no more than 9 or 12 of them. We just want to alert the Health and Allied Health Sciences Professional and students that we 'strongly recommend' not to use an eponym when it is made at the expense of an anatomical structure.

8 September 2018 in Revista de Enfermagem UFPE on line
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NCNatiele Crivelaro
Natiele Crivelaro
LCLigia Marcia Contrin
Ligia Marcia Contrin
LBLucia Marinilza Beccaria
Lucia Marinilza Beccaria
IFIsabela Shumaher Frutuoso
Isabela Shumaher Frutuoso
ASAna Maria Rodrigues Da Silveira
Ana Maria Rodrigues Da Silveira
AWAlexandre Lins Werneck
Alexandre Lins Werneck
Objective: to verify the adherence of the nursing team to the protocol of bloodstream infection in patients using intravascular catheters. Method: A quantitative, field, cross-sectional, observational and descriptive study was carried out in a special teaching hospital in six intensive care units. Nurses' checklists were used at the bedside, in the morning, afternoon and evening shifts, from May to August, 2017. Initial (baseline) characteristics were described with counts (%), averages (SD) or medians (IQR) when appropriate. Results: it was verified, in relation to the central venous catheter / peripheral venous access dressing, that 866 (91.64%) were correctly identified and 22 (2.33%) were dirty; 803 (84.97%) were correctly fixed and 11 (1.06%) were wet. Regarding identification, the teams were correct (n = 647; 68.47%) and the colored ribbons were present in 643 (68.04%). During ICU stay, 20 (2.12%) patients had bloodstream infection related to the use of a central catheter. Conclusion: high adherence of the nursing team to the protocol and low index of bloodstream infection related to the central venous catheter when compared with the literature. Descriptors: Nursing team; Clinical Protocols; Blood flow; Patient safety; Catheter-Related Infections. Descriptors: Nursing, Team; Clinical Protocols; Blood Circulation; Catheter-Related Infections; Patient Safety.RESUMOObjetivo: verificar a adesão da equipe de Enfermagem ao protocolo de infecção de corrente sanguínea em pacientes em uso de cateteres intravasculares. Método: estudo quantitativo, de campo, transversal, observacional e descritivo, desenvolvida em um hospital de ensino de porte especial, em seis unidades de terapia intensiva. Foram utilizados checklists preenchidos por enfermeiros à beira do leito, nos turnos matutino, vespertino e noturno, de maio a agosto de 2017. Características iniciais (basais) foram descritas com contagens (%), médias (DP) ou medianas (IQR) quando adequadas. Resultados: verificou-se, em relação ao curativo do cateter venoso central/acesso venoso periférico, que 866 (91,64%) estavam identificados corretamente e 22 (2,33%) estavam sujos; 803 (84,97%) estavam fixados de forma correta e 11 (1,06%) estavam úmidos. Em relação à identificação, os equipos estavam corretos (n=647; 68,47%) e as fitas coloridas estavam presentes em 643 (68,04%). Durante a permanência na UTI, 20 (2,12%) pacientes tiveram infecção de corrente sanguínea relacionada ao uso de cateter central. Conclusão: constatou-se alta adesão da equipe de Enfermagem ao protocolo e baixo índice de infecção de corrente sanguínea relacionada ao cateter venoso central quando comparado com a literatura. Descritores: Equipe de Enfermagem; Protocolos Clínicos; Corrente Sanguínea; Segurança do Paciente; Infecções Relacionadas a Cateter.RESUMENObjetivo: verificar la adhesión del equipo de Enfermería al protocolo de infección de flujo sanguíneo en pacientes en uso de catéteres intravasculares. Método: estudio cuantitativo, de campo, transversal, observacional y descriptivo, desarrollado en un hospital de enseñanza de porte especial, en seis unidades de terapia intensiva. Se utilizaron checklists rellenados por enfermeros al borde del lecho, en los turnos matutino, vespertino y nocturno, de mayo a agosto de 2017. Las características iniciales (basales) se describieron con recuentos (%), medias (DP) o medianas (IQR) cuando adecuadas. Resultados: se verificó, en relación al curativo del catéter venoso central / acceso venoso periférico, que 866 (91,64%) estaban identificados correctamente y 22 (2,33%) estaban sucios; 803 (84,97%) estaban fijados de forma correcta y 11 (1,06%) estaban húmedos. En cuanto a la identificación, los equipos eran correctos (n = 647; 68,47%) y las cintas coloreadas estaban presentes en 643 (68,04%). Durante la permanencia en la UTI, 20 (2,12%) pacientes tuvieron infección de corriente sanguínea relacionada al uso de catéter central. Conclusión: se constató alta adhesión del equipo de Enfermería al protocolo y bajo índice de infección de corriente sanguínea relacionada al catéter venoso central en comparación con la literatura. Descriptores: Grupo de Enfermería, Protocolos Clínicos, Circulación Sanguínea; Seguridad del Paciente, Infecciones Relacionadas a Cateter.

16 January 2022 in Research, Society and Development
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LFLudmila Barbosa da Silva Ferreira
Ludmila Barbosa da Silva Ferreira
RRRita de Cássia Helú Mendonça Ribeiro
Rita de Cássia Helú Mendonça Ribeiro
DPDaniele Alcalá Pompeo
Daniele Alcalá Pompeo
LCLígia Márcia Contrin
Lígia Márcia Contrin
AWAlexandre Lins Werneck
Alexandre Lins Werneck
CSClemente Neves Sousa
Clemente Neves Sousa
Objetivo: Analisar o nível de estresse e sinais preliminares da Síndrome de Burnout nos enfermeiros que trabalham nas Unidades de Terapia Intensivas (UTIs) da COVID-19 e, nas demais UTIs, no contexto da pandemia. Metodologia: Estudo transversal, descritivo com abordagem quantitativo do tipo analítico, de um contexto específico, executado de fevereiro a maio de 2021, com enfermeiros das UTIs, de um Hospital de Ensino, do interior do estado de São Paulo. Foi aplicado um formulário estruturado por meio do Google Forms, associados aos Questionário de Stress nos Profissionais de Saúde de Gomes & Teixeira e Questionário JBEILI, inspirado no Maslach Burnout Inventory – MBI (Chafic Jbeili). Para as análises estatísticas, foi adotado o nível de significância p ≤ 0,050, sendo realizadas análises de correlação, teste de normalidade, testes estatísticos Wilcoxon, U de Mann-Whitney e Correlação de Spearman. Resultados: A população do estudo foi composta por 61 enfermeiros. Destes, 38 atuam nas UTIs COVID-19 e 23, nas demais UTIs. Não houve diferença estatística significativa, em relação ao nível de estresse e a análise preliminar de Burnout entre os dois grupos. Quanto ao nível de estresse global identificados no QSPS, a classificação de “bastante estresse” foi predominante (34%), seguido de elevado estresse (24%). Na análise preliminar de Burnout, 82% da população total apresentou a Síndrome de Burnout, sendo a classificação “Fase inicial da Burnout” a mais pronunciada. Conclusão: Os resultados pontuam níveis de estresse global de “bastante” a “elevado” e predomínio da fase inicial e de instalação da síndrome de Burnout em enfermeiros das UTIs COVID-19 e demais UTIs.

12 August 2018 in Jornal Brasileiro de Economia da Saúde
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RVRenata Vilela
Renata Vilela
DPDaniele Pompeo
Daniele Pompeo
MJMarli Jericó
Marli Jericó
AWAlexandre Lins Werneck
Alexandre Lins Werneck
Objetivo: Analisar os estudos sobre o custo dos erros de medicação e eventos adversos à medicação nas etapas da cadeia medicamentosa. Métodos: Revisão integrativa, realizada nas bases de dados LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde), CINAHL (Cumulative Index to Nursing and Allied Health Literature) e MEDLINE (Medical Literature Analysis and Retrieval Sistem on- -line), no período de 2005 a 2017. Resultados: Foram analisados 19 artigos, com predomínio do nível 6 de evidência, tanto pelo sistema hierárquico (63,2%) quanto para avaliações econômicas (42,1%). Dentre os estudos, sete estavam relacionados à prescrição, um, à administração, dois, à prescrição e administração e nove contemplavam todas as etapas da cadeia medicamentosa. Houve grande assimetria de valores apresentada na estimação de custo evitável/erro de medicação, com média de US$ 617.493.770,36, variando de US$ 83,32 a US$ 5.095.640.000,00. Conclusão: Foi possível comprovar que os erros de medicação podem gerar alto custo e representam uma importante fonte de desperdício e ineficiência hospitalar, reiterando a importância na adoção de medidas preventivas.