Tabatta Renata Pereira de Brito

Dr. Tabatta Renata Pereira de Brito

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1 January 2018 in Revista Brasileira de Epidemiologia
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DNDaniella Pires Nunes
Daniella Pires Nunes
TBTabatta Renata Pereira de Brito
Tabatta Renata Pereira de Brito
YDYeda Aparecida de Oliveira Duarte
Yeda Aparecida de Oliveira Duarte
MLMaria Lúcia Lebrão
Maria Lúcia Lebrão
RESUMO: Introdução: A presença de múltiplas doenças e agravos crônicos pode ocasionar a incapacidade funcional do idoso, o qual poderá requerer a necessidade de ajuda de outra pessoa. A prestação de cuidados diários e ininterruptos pode gerar no cuidador situações estressoras, levando-o a sobrecarga. Objetivo: Descrever o perfil sociodemográfico e assistencial dos cuidadores de idosos e analisar os fatores associados à tensão excessiva associada ao cuidado. Métodos: Trata-se de um estudo transversal, parte do Estudo Saúde, Bem-Estar e Envelhecimento (SABE), realizado no município de São Paulo, no ano de 2010, com 362 cuidadores. A tensão excessiva associada ao cuidado foi avaliada pela escala de Zarit, e considerou-se ausência de sobrecarga pontuação inferior a 24 pontos e presença de sobrecarga os escores ≥ 24 pontos. Utilizou-se regressão de logística hierárquica para analisar os fatores associados à tensão dos cuidadores familiares. Resultados: A maioria dos cuidadores era familiar (91,5%), do sexo feminino (75,4%), com média de idade de 53,9 anos (desvio padrão - DP ± 15,5), casado (65,3%), residente no mesmo domicílio do idoso (68,2%). Um terço deles apresentou sobrecarga de cuidado, que foi associado à idade (odds ratio - OR = 1,04; p = 0,001), ao relato de disfunção familiar (OR = 5,60; p = 0,000) e à prestação de cuidado contínuo (OR = 2,78; p = 0,030). Conclusão: Os dados revelam a necessidade de políticas públicas que incluam as necessidades e o suporte aos cuidadores, em especial, os familiares, a fim de melhorar sua qualidade de vida e a sua prestação de cuidados às pessoas idosas.

1 March 2017 in Revista Brasileira de Epidemiologia
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AFAline Alves Ferreira
Aline Alves Ferreira
RSRicardo Ventura Santos
Ricardo Ventura Santos
TBTabatta Renata Pereira de Brito
Tabatta Renata Pereira de Brito
JWJames R. Welch
James R. Welch
CJCarlos E. A. Coimbra Jr.
Carlos E. A. Coimbra Jr.
RESUMO: Objetivo: Avaliar a prevalência de anemia, os níveis médios de hemoglobina e os principais fatores nutricionais, demográficos e socioeconômicos associados em crianças Xavante, em Mato Grosso, Brasil. Métodos: Realizou-se inquérito em duas comunidades indígenas Xavante na Terra Indígena Pimentel Barbosa visando avaliar todas as crianças com menos de dez anos. Foram coletados dados de concentração de hemoglobina, antropometria e aspectos socioeconômicos/demográficos por meio de avaliação clínica e questionário estruturado. Utilizaram-se os pontos de corte recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para a classificação de anemia. Análises de regressão linear com hemoglobina como desfecho e regressão de Poisson com variância robusta com presença ou não de anemia como desfechos foram realizadas (intervalo de confiança de 95% -IC95%). Resultados: Os menores valores médios de hemoglobina ocorreram nas crianças com menos de dois anos, sem diferença significativa entre os sexos. A anemia atingiu 50,8% das crianças, prevalecendo aquelas com menos de dois anos 2 anos (77,8%). A idade associou-se inversamente à ocorrência de anemia (razão de prevalência - RP - ajustada = 0,60; IC95% 0,38 - 0,95) e os valores médios de hemoglobina aumentaram significativamente conforme o incremento da idade. Os maiores valores de escores z de estatura-para-idade reduziam em 1,8 vez a chance de ter anemia (RP ajustada = 0,59; IC95% 0,34 - 1,00). A presença de outra criança com anemia no domicílio aumentou em 52,9% a probabilidade de ocorrência de anemia (RP ajustada = 1,89; IC95% 1,16 - 3,09). Conclusão: Elevados níveis de anemia nas crianças Xavante sinalizam a disparidade entre esses indígenas e a população brasileira geral. Os resultados sugerem que a anemia é determinada por relações complexas e variáveis entre fatores socioeconômicos, sociodemográficos e biológicos.

1 January 2018 in Revista Brasileira de Epidemiologia
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TBTabatta Renata Pereira de Brito
Tabatta Renata Pereira de Brito
DNDaniella Pires Nunes
Daniella Pires Nunes
YDYeda Aparecida de Oliveira Duarte
Yeda Aparecida de Oliveira Duarte
MLMaria Lúcia Lebrão
Maria Lúcia Lebrão
RESUMO: Introdução: Possuir redes sociais ativas parece influenciar positivamente o desempenho funcional de idosos. Objetivo: Verificar a associação entre as características das redes sociais de idosos e o surgimento de comprometimento funcional. Métodos: Estudo longitudinal de base populacional que utilizou as coortesde2006 (n = 1.413) e 2010 (n = 990) do Estudo Saúde, Bem-Estar e Envelhecimento (SABE). Para caracterização das redes sociais utilizou-se as seguintes variáveis: número de integrantes da rede; arranjo domiciliar; sexo e idade dos integrantes; co-residência com criança ou apenas com idosos; satisfação com a relação; recebimento e oferecimento de apoio social (financeiro, material, emocional, realização de tarefas dentro e fora de casa, companhia e cuidados pessoais). Utilizou-se regressão logística para a análise dos dados. Todos os cuidados éticos foram observados. Resultados: As redes sociais dos idosos possuem, em média, 8,15 integrantes e são constituídas predominantemente por familiares com idade entre 15 e 59 anos. Idosos dependentes recebem mais apoio material, para realização de tarefas domésticas, fora de casa e cuidados pessoais, enquanto os idosos independentes recebem mais apoio emocional e companhia. Oferecer apoio social (OR = 0,32; IC95% 0,14-0,71) diminuiu as chances de desenvolver dependência, independente de condições sociodemográficas e de saúde. Conclusão: Deve-se estimular o fortalecimento das redes sociais na velhice, uma vez que a confiança no cuidado informal, oferecido, principalmente pelas famílias, pode não ser a melhor opção para lidar com a demanda de cuidado crescente que acompanha o envelhecimento da população brasileira.

1 November 2017 in Archives of Gerontology and Geriatrics
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TBTabatta Renata Pereira de Brito
Tabatta Renata Pereira de Brito
DNDaniella Pires Nunes
Daniella Pires Nunes
Ligiana Pires CoronaLigiana Pires Corona
Ligiana Pires Corona
Tiago da Silva AlexandreTiago da Silva Alexandre
Tiago da Silva Alexandre
YDYeda Aparecida de Oliveira Duarte
Yeda Aparecida de Oliveira Duarte

1 February 2022 in Ciencia & Saude Coletiva
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PRPatricia Moreira Donato Rolizola
Patricia Moreira Donato Rolizola
CFCarolina Neves Freiria
Carolina Neves Freiria
GSGraziele Maria da Silva
Graziele Maria da Silva
TBTabatta Renata Pereira de Brito
Tabatta Renata Pereira de Brito
FBFlávia Borim
Flávia Borim
Ligiana Pires CoronaLigiana Pires Corona
Ligiana Pires Corona
Resumo O objetivo deste artigo é analisar a insuficiência de vitamina D e fatores associados em idosos assistidos na atenção primária à saúde. Trata-se de um estudo transversal que avaliou 533 idosos (≥ 60 anos) em três cidades do estado de São Paulo, Brasil. Foi avaliada a 25-hidroxivitamina D (25 OH D) sérica por quimioluminescência. Os fatores avaliados foram condições sociodemográficas (sexo, faixa etária, etnia, escolaridade, renda, estado civil), de saúde (doenças referidas), composição corporal (IMC, circunferência da cintura), estilo de vida (atividade física e tabagismo) e exposição solar (finalidade, duração, frequência e horário de exposição, partes expostas, uso de protetor solar, tipo de pele). A prevalência de insuficiência foi de 64,5%, com associação para sexo feminino, etnia não brancos/não declarados, baixo peso, circunferência da cintura elevada (risco para DCV) e inatividade física. Houve associação negativa para exposição solar habitual de mãos, braços e pernas, durante atividade de lazer, deslocamentos diários e atividade física e entre as 9h e 15h. Os achados mostram a relevância de fatores como sexo, etnia, composição corporal, atividade física e hábitos de exposição solar na alta prevalência de níveis inadequados de vitamina D em idosos.

1 March 2017 in Revista Brasileira de Epidemiologia
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ABAugusto Bacelo Bidinotto
Augusto Bacelo Bidinotto
ODOtávio Pereira D’ávila
Otávio Pereira D’ávila
AMAline Blaya Martins
Aline Blaya Martins
FHFernando Neves Hugo
Fernando Neves Hugo
MNMarilda Borges Neutzling
Marilda Borges Neutzling
JHJuliana Balbinot Hilgert
Juliana Balbinot Hilgert
Palavras-chave: Comunidades vulneráveis; Grupo com ancestrais do continente africano; Autoavaliação; Saúde bucal; População rural; Origem étnica e saúde