Canine monocytic ehrlichiosis (CME) is an infectious disease caused by Ehrlichia canis, a globally recognized obligate intracellular bacterium. In addition to dogs, other animals, including humans, may be affected. Despite its epidemiological importance and impact on public health, there is currently no commercial vaccine against E. canis. This study aimed to present relevant aspects of the challenges and advances encountered in the development of vaccines for CME and highlight perspectives for future investigations. High genetic variability, along with the various evasion mechanisms employed by E. canis, has hindered the identification of an antigen that targets Th1 cells and is immunogenic to most E. canis isolates, considering their genotypic and phenotypic characteristics. The vaccine must predominantly confer cellular and humoral immunity to achieve robust immune responses. Early production efforts have been challenging due to low immunogenicity, difficulties in establishing long-term protection, and limitations of the techniques used. However, with the refinement of bioinformatic tools, research in this area will be facilitated, thereby accelerating the development of effective vaccines for CME. According to these authors, this vaccine should consist of multiple epitopes.
The risk of zoonotic parasitic infections is closely linked to direct and indirect interactions between animals and humans. The mutual coexistence of species in public spaces predisposes individuals to gastrointestinal parasitosis owing to various social and hygienic-sanitary factors. This study aimed to assess the risk of environmental contamination by gastrointestinal parasites in fecal samples collected from parks and public squares in 18 municipalities located in a microregion of the central plateau of Brazil, correlating the collection with the population size of each municipality. We collected 536 soil fecal samples from 117 randomly selected public areas across a 56,111.874 km2 region. Eggs, cysts, and oocysts were detected using the Willis flotation technique and the Hoffman’s spontaneous sedimentation method. The Hoffman’s analysis revealed that 70.3% of the fecal samples were infected across 91.5% of the sampled areas. Identified parasites included the members of the family Ancylostomatidae (56.5%), Toxocara spp. (6.2%), Trichuris spp. (1.7%), Strongyloides spp. (0.2%), Dipylidium caninum (25.8%), Spirometra spp. (0.4%), Taeniidae (0.2%), Platynosomum fastosum (0.6%), Trematoda (0.2%), Giardia spp. (3.2%), Cystoisospora spp. (5.6%), Sarcocystis spp. (0.2%), and Entamoeba spp. (2.4%). The presence of positive fecal samples in public areas and municipalities correlated with populations of up to 10,000 inhabitants (p = 0.023). Areas contaminated with feces were 63.4% more likely to contain parasites than other areas (odds ratio 1.6336). Favorable environmental factors combined with inadequate sanitary management contribute to a high risk of environmental contamination, representing a significant zoonotic potential and highlighting the need for improved public health policies and preventive measures.
Canine monocytic ehrlichiosis (CME) is an infectious disease caused by Ehrlichia canis, a globally recognized obligate intracellular bacterium. In addition to dogs, other animals, including humans, may be affected. Despite its epidemiological importance and impact on public health, there is currently no commercial vaccine against E. canis. This study aimed to present relevant aspects of the challenges and advances encountered in the development of vaccines for CME and highlight perspectives for future investigations. High genetic variability, along with the various evasion mechanisms employed by E. canis, has hindered the identification of an antigen that targets Th1 cells and is immunogenic to most E. canis isolates, considering their distinct antigenic characteristics. To achieve robust immunity, the vaccine must predominantly confer cellular and humoral immunity. Early production efforts have been challenging owing to low immunogenicity, difficulties in establishing long-term protection, and limitations of the techniques used. However, with the refinement of bioinformatic tools, research in this area will be facilitated, thereby accelerating the development of effective vaccines for CME. According to these authors, a vaccine should consist of multiple epitopes.
1 February 2024 in Cuadernos de Educación y Desarrollo
A proximidade entre homem e animais domésticos aumentou consideravelmente nos últimos anos, especialmente cães e gatos. Enfermidades gastrintestinais causadas por parasitas, são frequentemente diagnosticadas na rotina clínica de animais domésticos, desencadeando fatores que podem impactar à saúde única, devido à ocorrência de zoonoses. Diante disso, o presente estudo objetivou identificar, através de um levantamento bibliográfico, os principais parasitas gastrintestinais que acometem animais domésticos domiciliados, destacando-se cães e gatos, associando com os fatores de risco observados. Foram identificadas as seguintes espécies principais de parasitas: Ancylostoma spp., Toxocara spp., Trichuris vulpis; Dipylidium caninum; Giardia spp., Cystoisospora spp. e Platynosomum fastosum. Dentre os principais fatores de risco associados ao parasitismo, incluem a idade, renda média dos tutores, acesso à lixo, esgoto e dejetos; desverminação desatualizada e presença de animais contactantes. Diante dos resultados obtidos, evidencia-se a necessidade da implantação de medidas preventivas e de controle, com o intuito de reduzir a ocorrência de parasitas em animais e a exposição de agentes patogênicos à humanos.
1 December 2023 in Cuadernos de Educación y Desarrollo
O Brasil é o quarto maior exportador de produtos agropecuários e possui o quarto maior rebanho comercial do mundo, sendo assim, a pecuária é uma das principais atividades econômicas do país. Na pecuária, o carrapato bovino ainda é um dos grandes prejuízos para o produtor, gerando uma perda econômica de mais de U$3 bilhões de dólares anuais. Para que esse valor fosse reduzido, deveria ser feito o controle estratégico correto no rebanho com medicamentos químicos, mas pela desinformação dos produtores, nem sempre é feito da forma como deveria. Com base nisso, foi feita uma análise de janeiro a dezembro de 2022 das vendas de carrapaticidas em uma empresa agropecuária de Goiás, com o intuito de coletar os dados de cada mês, e com isso saber qual valor gasto por produtores com endectocidas e se os meses em que mais tiveram vendas, coincide com os meses apropriados para se fazer o controle estratégico da região. Os dados mostraram que a desinformação de produtores ainda é grande, sendo maio o segundo mês que mais obtivemos vendas, perdendo para setembro. Esse custo com o carrapaticida se torna um prejuízo pelo fato de que não vai ter uma melhora na infestação da propriedade. A desinformação é que faz com que produtores façam controle de forma errada na maioria das vezes, o que causa um grande impacto na perda econômica do Brasil que se tem apenas com o carrapato.
1 February 2024 in Cuadernos de Educación y Desarrollo
A Terapia Assistida por Animais (TAA) é uma intervenção complementar ao tratamento de depressão, ansiedade e estresse. A terapia é realizada através de uma equipe multidisciplinar, orientada pelos profissionais que promovem a TAA e a equipe médica responsável pelo paciente. Diferentes animais podem ser utilizados na TAA. Entretanto, a escolha do animal depende do paciente que receberá a terapia. Os cães, geralmente, são os mais selecionados para realização da terapia assistida, cujo intuito é a promoção de conforto e apoio emocional para pacientes doentes, autistas, deficientes ou que sofreram acidentes e, até mesmo, idosos. Deste modo, o presente estudo tem por objetivo a realização de uma revisão da literatura, sobre os efeitos e aplicações da TAA, tendo como finalidade demonstrar as evidências existentes dentro dessa modalidade na área da saúde. A utilização da TAA concomitantemente ao tratamento é utilizada para a diminuição da depressão, reduzindo os efeitos da ansiedade e estresse. Em contrapartida, a introdução de animais de companhia para promoção da saúde humana acompanha alguns desafios, como por exemplo, o risco de transmissão de patógenos zoonóticos, fazendo necessário o acompanhamento médico veterinário. Ainda são escassos os estudos acerca deste tema, tornando-se importante a realização de novas pesquisas, reduzindo fragilidades metodológicas, bem como a sua divulgação, para que seu alcance terapêutico seja maior.