Lia Oliveira Melo

Dr. Lia Oliveira Melo

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12Years (2015-Present)

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16 December 2019 in Ecology
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FEFernando Elias
Fernando Elias
JFJoice Ferreira
Joice Ferreira
GLGareth D. Lennox
Gareth D. Lennox
EBErika Berenguer
Erika Berenguer
SFSocorro Ferreira
Socorro Ferreira
JBJos Barlow
Jos Barlow
Tropical forests hold 30% of Earth’s terrestrial carbon and at least 60% of its terrestrial biodiversity, but forest loss and degradation are jeopardizing these ecosystems. Although the regrowth of secondary forests has the potential to offset some of the losses of carbon and biodiversity, it remains unclear if secondary regeneration will be affected by climate changes such as higher temperatures and more frequent extreme droughts. We used a data set of 10 repeated forest inventories spanning two decades (1999–2017) to investigate carbon and tree species recovery and how climate and landscape context influence carbon dynamics in an older secondary forest located in one of the oldest post‐Columbian agricultural frontiers in the Brazilian Amazon. Carbon accumulation averaged 1.08 Mg·ha−1·yr−1, and species richness was effectively constant over the studied period. Moreover, we provide evidence that secondary forests are vulnerable to drought stress: Carbon balance and growth rates were lower in drier periods. This contrasts with drought responses in primary forests, where changes in carbon dynamics are driven by increased stem mortality. These results highlight an important climate change–vegetation feedback, whereby the increasing dry‐season lengths being observed across parts of Amazonia may reduce the effectiveness of secondary forests in sequestering carbon and mitigating climate change. In addition, the current rate of forest regrowth in this region was low compared with previous pan‐tropical and Amazonian assessments—our secondary forests reached just 41.1% of the average carbon and 56% of the tree diversity in the nearest primary forests—suggesting that these areas are unlikely to return to their original levels on politically meaningful time scales.

30 March 2015 in Biota Amazônia
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DAD.F. Andrade
D.F. Andrade
JGJ.R.V. Gama
J.R.V. Gama
LMLia Oliveira Melo
Lia Oliveira Melo
ARAdemir Roberto Ruschel
Ademir Roberto Ruschel
Criada em 1974 no oeste do estado do Pará, a unidade de conservação federal Floresta Nacional do Tapajós, com predominância de floresta ombrófila densa, vem sendo estudada pela ciência florestal há décadas.

17 July 2018 in Advances in Forestry Science
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MSMisael Freitas Dos Santos
Misael Freitas Dos Santos
DCDaniele Lima Costa
Daniele Lima Costa
LMLia Oliveira Melo
Lia Oliveira Melo
JGJoão Ricardo Vasconcellos Gama
João Ricardo Vasconcellos Gama
O objetivo deste trabalho foi analisar a estrutura, a distribuição espacial e a dinâmica florestal de Rinorea guianensis Abul. e Eschweilera blanchetiana (Berg) Miers após a extração madeireira em uma unidade de Manejo Florestal de 1.600ha, na FLONA Tapajós, Belterra-Pará. Os dados foram obtidos em oito Parcelas Permanentes com dimensões de 50 m x 50 m, instaladas de maneira aleatória na área manejada. As medições ocorreram em duas ocasiões: antes da exploração (2016) e um ano após a exploração (2017). Foram inventariadas todas as árvores com DAP ≥ 10. A densidade observada para Rinorea guianensis foi de 22,5 e 22 árv.ha-1, antes e após a extração, respectivamente. A dominância foi de 0,76 m².ha-1 nas duas observações. Eschweilera blanchetiana apresentou densidade de 48 árv.ha-1 e dominância de 2,12 m².ha-1 antes da extração, e 44,5 árv.ha-1 e 2,08 m².ha-1 após esta intervenção. As atividades de manejo reduziram o número de árvores das duas espécies, principalmente nas primeiras classes de diâmetro, afetando a estrutura diamétrica. Ambas as espécies apresentaram distribuição com tendência ao agrupamento. Rinorea guianensis apresentou incrementos de 0,37 cm/ano, 0,022 m²/ha/ano e 0,15 m³/ha/ano em diâmetro, área basal e volume, respectivamente. Eschweilera blanchetiana cresceu 0,66 cm/ano, 0,887 m²/ha/ano e 1,01 m³/ha/ano, respectivamente para as mesmas variáveis. A mortalidade registrada para Rinorea guianensis foi 4,4% e os ingressos foram de 2,2%. Para Eschweilera blanchetiana a mortalidade foi de 7,3%, não havendo ingressos. As espécies apresentaram elevadas taxas de crescimento e mortalidade superior aos ingressos, devido ao efeito das atividades de manejo.

5 March 2017 in Nativa
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AFArlene Maria Vieira Fernandes
Arlene Maria Vieira Fernandes
JGJoão Ricardo Vasconcellos Gama
João Ricardo Vasconcellos Gama
RRRafael Rode
Rafael Rode
LMLia Oliveira Melo
Lia Oliveira Melo
O objetivo deste estudo foi ajustar modelos matemáticos e selecionar equações para estimativas de volume comercial com casca para as espécies Carapa guianensis Aubl. e Swietenia macrophylla King. Com base em dados coletados em um plantio silvipastoril na região oeste do Pará. Foram cubadas 100 árvores para cada espécie. O volume comercial foi obtido pelo método de Smalian. Foram ajustados sete modelos matemáticos para a estimativa do volume. Os critérios de escolha da melhor equação foram: coeficiente de determinação ajustado, erro padrão da estimativa, significância dos parâmetros, normalidade dos resíduos e análise gráfica dos resíduos. O teste de Qui-quadrado foi utilizado para validar as melhores equações. O modelo de Schumacher-Hall, na forma logarítmica, resultou nas melhores estimativas de volume comercial com casca para Carapa guianensis Aubl., Swietenia macrophylla King.Palavras-chave: volumetria, andiroba, mogno, plantio florestal. VOLUMETRIC EQUATIONS FOR Carapa guianensis Aubl. And Swietenia macrophylla King IN SILVOPASTURE SYSTEM IN THE AMAZON ABSTRACTThe aim of this study was to adjust and select mathematical models for commercial volume for the species Carapa guianensis Aubl. and Swietenia macrophylla King. The data were collected in a silvopastoral plantation in the western region of Pará. A number of 100 trees were measured for each species by Smalian method. Seven mathematical models were adjusted for commercial volume estimation. The models had their performance assessed by the statistics: coefficient of determination (adjusted R²); the significance of standard error of parameters; normality and graphical analysis of residual. The chi-square test was used to validate the best equations. Schumacher-Hall model resulted in better estimates of commercial volume with bark to Carapa guianensis Aubl. and Swietenia macrophylla King.Keywords: volumetry, andiroba, mogno, forest mensuration. DOI: http://dx.doi.org/10.5935/2318-7670.v05n01a12

19 November 2018 in Revista Agroecossistemas
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TBTalita Godinho Bezerra
Talita Godinho Bezerra
ALAntônio Ozenilto De Sousa Lima
Antônio Ozenilto De Sousa Lima
JAJéssica Thaíse Rocha de Araújo
Jéssica Thaíse Rocha de Araújo
MSMilla Graziely Silveira Dos Santos
Milla Graziely Silveira Dos Santos
RNRaphael Lobato Prado Neves
Raphael Lobato Prado Neves
LMLia Oliveira Melo
Lia Oliveira Melo
Objetivou-se, neste estudo, avaliar a estrutura e a dinâmica de uma comunidade arbórea, antes e após a intervenção florestal, na Floresta Nacional do Tapajós. Para isso, instalou-se, aleatoriamente, 10 parcelas permanentes de 50 x 50 m em uma Unidade de Produção Anual (1.000 ha) e realizou-se medições antes e após a intervenção, nos anos de 2012 e 2015, respectivamente. A análise revelou que a extração de madeira provocou alteração no número de indivíduos, área basal e volume, porém não afetou a distribuição diamétrica dos indivíduos arbóreos. O crescimento médio anual em diâmetro, considerando todas as árvores com DAP ? 10 cm, ficou em torno de 0,34 cm.ano-1. As árvores com copas totalmente expostas à luz, ausentes de cipó e sem danos, cresceram mais que as sombreadas, com cipós e danos restringindo seu crescimento. A mortalidade foi superior aos ingressos de novas árvores, refletindo um balanço negativo comum em áreas recém exploradas. Após a intervenção, a floresta estudada conseguiu manter suas características semelhantes à floresta original.PALAVRAS-CHAVE: Crescimento de florestas, Manejo florestal, Parcelas permanentes.

19 November 2018 in Revista Agroecossistemas
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MCMaria Soraia Aguiar Castro
Maria Soraia Aguiar Castro
AVAna Paula Da Silva Viana
Ana Paula Da Silva Viana
CLCamila Carneiro Lobato
Camila Carneiro Lobato
JMJackson Lyra Muniz
Jackson Lyra Muniz
MLMax Weber Dos Santos Lima
Max Weber Dos Santos Lima
LMLia Oliveira Melo
Lia Oliveira Melo
O presente trabalho foi desenvolvido em uma área de 1.600 ha situada na Floresta Nacional do Tapajós localizada em Belterra- Pará. Tem por objetivo, analisar os impactos, bem como, danos às árvores remanescentes, causados pela exploração madeireira proveniente do manejo comunitário na área. A amostra consistia em 8 parcelas permanentes (PP) de 0,25 hectares (50m x 50m), divididas em 25 sub parcelas de 10 m x 10 m. Neste trabalho, foram realizadas mensurações das parcelas permanentes em dois momentos distintos, o primeiro antes de qualquer intervenção na floresta no ano de 2016 e, a segunda um ano após a intervenção para acompanhar o seu efeito, no ano de 2017. A diversidade florística manteve-se sem diferença significativa entre os anos avaliados variando de 153 para 150 espécies antes e após a exploração respectivamente. Destaca-se que os danos leves acometeram poucos indivíduos quando comparados com os que não sofreram dano algum e no que concerne à estrutura da floresta, esta foi pouco afetada conforme os índices de diversidade de Shannon-Wiener (H') e o índice de equabilidade (E).PALAVRAS CHAVE: Dinâmica de crescimento, Floresta Amazônica, Perturbação.