Larissa Quintão Guilherme

Mrs. Larissa Quintão Guilherme

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6Years (2021-Present)

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3 April 2025 in Healthcare
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JMJulia Pagotto Matos
Julia Pagotto Matos
LGLarissa Quintão Guilherme
Larissa Quintão Guilherme
SESamuel Encarnação
Samuel Encarnação
Luciano Bernardes LeiteLuciano Bernardes Leite
Luciano Bernardes Leite
Pedro FortePedro Forte
Pedro Forte
Helton de Sá SouzaHelton de Sá Souza
Helton de Sá Souza
Background: Assessing sleep quality is essential in sports science, particularly in ultra-endurance sports, where recovery is critical for performance and health. Objective: This study aimed to identify sleep quality patterns among endurance and ultra-endurance athletes using hierarchical clustering analysis, with comparisons by sex and modality. Method: Data were collected during the La Misión Brasil competitions in 2023 and 2024, using the Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI). The questionnaire was emailed to all registered runners two weeks before the event. A total of 490 athletes participated, including 276 men (mean ± SD age: 43 ± 11 years) and 214 women (mean ± SD age: 43 ± 13 years). Statistical analyses included Cohen’s d and r effect sizes, and a 95% confidence interval for hypothesis testing. Residuals between-cluster proportions were assessed within a range of −3.3, ensuring a 99.7% confidence level for significant differences. Results: The results showed that endurance runners had better sleep quality, with most scoring low on the PSQI. In contrast, ultra-endurance athletes displayed greater variability, with a higher prevalence of poor sleep quality, particularly in women. Conclusions: The hierarchical clustering method effectively identified distinct sleep patterns, providing insights into the dynamics of recovery and performance. These findings highlight the impact of increased physical and psychological demands in ultra-endurance sports and emphasize the need for tailored sleep monitoring strategies to optimize the recovery and performance of athletes.

27 January 2024 in Revista Brasileira de Atividade Física & Saúde
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LGLarissa Quintão Guilherme
Larissa Quintão Guilherme
NBNatiele Resende Bedim
Natiele Resende Bedim
VMValter Paulo Neves Miranda
Valter Paulo Neves Miranda
Paulo Roberto dos Santos AmorimPaulo Roberto dos Santos Amorim
Paulo Roberto dos Santos Amorim
Objetivou-se avaliar as variações comportamentais, estilo de vida e indicador nutricional de uma comunidade acadêmica antes e durante a pandemia de COVID-19. Estudo transversal, epidemiológico, com 1655 integrantes da Universidade Federal de Viçosa, Minas Gerais, de ambos os sexos e idades entre 17 a 72 anos. Via Google Forms, aplicou-se o questionário adaptado do “ConVid: Pesquisa de Comportamentos”, e a versão curta do IPAQ. Utilizou-se o teste de McNemar para comparação dos indicadores entre estilo de vida antes e durante a pandemia (p < 0,05) e regressão logística binária para associação com diagnóstico da COVID-19. Observou-se que durante a pandemia houve uma prevalência de aumento (p < 0,001) de indivíduos que não atingiram as recomendações para caminhada (42,8% para 80,6%); atividade física moderada (74,3% para 80,6%) e vigorosa (64,6% para 71,8%). Além disso, aumento no tempo de uso considerado elevado (p < 0,001), para televisão (2,4% para 12,7%) e computador/tablet (58,1% para 81,8%). O consumo de álcool passou de 64,1% para 64,9% (p < 0,001), enquanto o uso de cigarros foi de 5,7% para 7,8% (p < 0,001). A classificação do indicador nutricional também demonstrou mudanças significativas (p < 0,001), o percentual de obesidade (7,7% para 11,1%) e sobrepeso (22,6% para 28,1%). O risco de contaminação para COVID-19 foi maior entre aqueles menos ativos (OR = 1,34; IC95%: 1,04 – 1,64). Os resultados demonstraram diminuição do nível de atividade física, aumento do tempo sedentário, piora no estilo de vida e aumento do excesso de peso dos estudantes e servidores de uma comunidade acadêmica, devido às consequências impostas pelo período pandêmico, elevando fatores de risco à saúde.

3 September 2024 in Cuadernos de Educación y Desarrollo
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NBNatiele Resende Bedim
Natiele Resende Bedim
LGLarissa Quintão Guilherme
Larissa Quintão Guilherme
VMValter Paulo Neves Miranda
Valter Paulo Neves Miranda
JMJoão Carlos Bouzas Marins
João Carlos Bouzas Marins
Paulo Roberto dos Santos AmorimPaulo Roberto dos Santos Amorim
Paulo Roberto dos Santos Amorim
O objetivo deste estudo foi avaliar a associação da saúde mental (SM) por meio da investigação da percepção dos sentimentos de tristeza-depressão (TD) e ansiedade-nervosismo (AN) com fatores sociodemográficos e comportamentais, estado de saúde e índice de massa corporal de uma comunidade universitária. Estudo observacional e corte transversal, composto por uma amostra de 1655 voluntários, de ambos os sexos, com faixa etária de 17 a 72 anos, discentes e servidores de uma Universidade Federal do interior do Brasil. Foi utilizada uma versão adaptada do questionário “ConVid: Pesquisa de Comportamentos” para avaliar as mudanças socioeconômicas, rotina, sintomas da COVID-19, hábito social, estado nutricional e saúde mental durante a pandemia, aplicado de forma online. Assumindo o nível de rejeição de hipótese de nulidade de α=5% para as análises estatísticas. Os sentimentos foram avaliados individualmente por meio da regressão logística binária. Homens, indivíduos que não receberam benefício do governo, classificados com sobrepeso e baixo peso corporal tiveram menos chances de sentir TD e AN muitas vezes ou sempre (MVS). Muita dificuldade na rotina e no trabalho/estudo, redução ou perda de renda, casos graves de COVID-19 entre familiares e má qualidade do sono aumentaram as chances de percepção dos sentimentos negativos MVS. Consumo de tabaco aumentou as chances de sentir MVS AN. Conclui-se, que as mudanças dos comportamentos e o impacto socioeconômico provocados pelo isolamento social da COVID-19 aumentaram as chances de percepções negativas nos sentimentos e na SM da população avaliada, especialmente em mulheres, sujeitos fumantes com alteração de IMC, com registro de morte de familiares e redução de renda.

15 April 2025 in Clocks & Sleep
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LGLarissa Quintão Guilherme
Larissa Quintão Guilherme
JMJulia Pagotto Matos
Julia Pagotto Matos
AKAna Claudia Pelissari Kravchychyn
Ana Claudia Pelissari Kravchychyn
Marco Tulio de MelloMarco Tulio de Mello
Marco Tulio de Mello
Paulo Roberto dos Santos AmorimPaulo Roberto dos Santos Amorim
Paulo Roberto dos Santos Amorim
Helton de Sá SouzaHelton de Sá Souza
Helton de Sá Souza
Trail running has seen a surge in participants, including individuals with disabilities, particularly in ultratrail running (UTRs). Sleep–wake patterns are crucial for optimal performances in UTRs, which present unique physiological and behavioral challenges. This case study evaluated the sleep–wake cycle of a blind trail ultramarathoner (BTR) and his guide (GTR) before, during, and after an 80 km UTR. Two male participants (BTR: 54 years, BMI: 26.1 kg/m2; GTR: 48 years, BMI: 24.2 kg/m2) were assessed using validated questionnaires (MEQ, ESS, ISI, and PSQI) and actigraphy over 35 days. The BTR exhibited a morning chronotype (MEQ = 63), mild insomnia (ISI = 11), poor sleep quality (PSQI = 5), and prolonged sleep latency (>60 min), while the GTR showed an indifferent chronotype (MEQ = 52), good sleep quality (PSQI = 3), and shorter latency (10 min). Post-competition, both athletes experienced an increased total sleep time (TST): the BTR by 17.8% (05:32:00 vs. 04:25:00) and the GTR by 5.5% (07:01:00 vs. 06:39:00). The BTR demonstrated a greater Wakefulness after sleep onset (WASO 01:00:00 vs. 00:49:00) and awakenings (15.4 vs. 6.1). A time series analysis revealed greater variability in the BTR’s post-competition sleep efficiency and TST, while the GTR exhibited a greater stability of the circadian phase. These findings highlight the intricate sleep challenges faced by blind athletes, informing strategies to optimize recovery and performance.

23 December 2021 in Instrumento: Revista de Estudo e Pesquisa em Educação
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RSRizia Caroline Nascimento dos Santos
Rizia Caroline Nascimento dos Santos
MSMarcília De Sousa Silva
Marcília De Sousa Silva
LGLarissa Quintão Guilherme
Larissa Quintão Guilherme
O presente artigo busca identificar a partir das percepções dos discentes as contribuições do Programa Residência Pedagógica (PRP) para a formação profissional. Caracteriza-se por uma pesquisa de abordagem qualitativa, sendo composta por pesquisa bibliográfica e de campo, com utilização da entrevista semiestruturada para coleta de dados. Discutimos pontos relevantes como a formação inicial de professores e questões sobre a relação teoria e prática. Os resultados apresentados permitiram compreender que o PRP se configura como uma oportunidade de ampliação da experiência na formação inicial na medida em que as estratégias de ação podem ser recontextualizadas no contexto da prática. Através das falas dos discentes, percebemos contribuição quanto ao saber da experiência e a importância do contato com a realidade escolar que proporcionou a eles o aprimoramento nas práticas e a sensibilidade para a percepção da realidade escolar.

3 September 2024 in Cuadernos de Educación y Desarrollo
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NBNatiele Resende Bedim
Natiele Resende Bedim
LGLarissa Quintão Guilherme
Larissa Quintão Guilherme
GMGleison Silva Morais
Gleison Silva Morais
VMValter Paulo Neves Miranda
Valter Paulo Neves Miranda
Paulo Roberto dos Santos AmorimPaulo Roberto dos Santos Amorim
Paulo Roberto dos Santos Amorim
O sono é o estado de consciência vital, responsável pelo bom funcionamento dos processos neurofuncionais e fisiológicos que garantem o bom funcionamento do organismo e a qualidade de vida. Diante disto, este estudo teve como objetivo avaliar a qualidade do sono autorreferida e os possíveis fatores influenciadores do sono de uma comunidade universitária, levando em consideração o nível de atividade física (NAF), tipo de atividade física (AF) e tempo de tela (TT). Este é um estudo observacional e transversal, com amostra de 1.655 voluntários, de ambos os sexos, faixa etária entre 17 e 72 anos, composta por estudantes e servidores ativos da Universidade Federal de Viçosa. Durante a pandemia da COVID-19, foi realizada coleta de dados online utilizando uma versão adaptada dos questionários “ConVid: pesquisa de comportamentos” e “International Physical Activity Questionnaire” (versão curta). A regressão logística binária foi utilizada para comparar a qualidade negativa do sono (QSN) versus a qualidade positiva do sono (QSP). A análise múltipla identificou que a QSN estava associada a inatividade física (OR: 1,74; IC: 1,33-2,28; p<0,001) e TT acima de 4 horas/dia (OR: 1,52; IC: 1,16-1,98; p=0,002). Conclui-se, a partir de todas as análises, que ser inativo fisicamente, não atingir as recomendações de AF regular e manter o TT por no mínimo 4 horas, aumentam as chances de autorrelatar QSN.