Leonardo Augusto Lopes Muzzi

Prof. Dr. Leonardo Augusto Lopes Muzzi

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1 January 2009 in Ciência E Agrotecnologia
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LMLeonardo Augusto Lopes Muzzi
Leonardo Augusto Lopes Muzzi
Ruthnea Aparecida Lazaro MuzziRuthnea Aparecida Lazaro Muzzi
Ruthnea Aparecida Lazaro Muzzi
EGEndrigo Leonel Alves Gabellini
Endrigo Leonel Alves Gabellini
Foi desenvolvida e descrita uma técnica cirúrgica para fistulação e canulação do rúmen em animais utilizados nos estudos de nutrição animal. O método cirúrgico foi empregado para canulação de 25 vacas e oito cordeiros. A fistulação permanente foi realizada no centro da fossa paralombar esquerda em estágio operatório único. Uma cânula de borracha foi implantada na parede ruminal após o afastamento da musculatura da parede abdominal e a sutura do rúmen ao peritôneo e à pele. Não foram observadas complicações graves advindas da canulação ruminal, mas houve a ocorrência de discreto vazamento de conteúdo em alguns animais. As cânulas permaneceram funcionais por longo período e permitiram a obtenção de quantidades suficientes de amostra.

1 October 2000 in Ciência Rural
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RMRuthnéa Aparecida Lázaro Muzzi
Ruthnéa Aparecida Lázaro Muzzi
RARoberto Baracat de Araújo
Roberto Baracat de Araújo
LMLeonardo Augusto Lopes Muzzi
Leonardo Augusto Lopes Muzzi
JPJosé Luiz Barros Pena
José Luiz Barros Pena
Este estudo teve como objetivo estabelecer os índices ecocardiográficos modo-M normais de cães da raça Pastor Alemão do canil da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais. Sessenta cães clinicamente sadios foram submetidos ao exame ecocardiográfico. O diâmetro interno do ventrículo direito na diástole e do ventrículo esquerdo na diástole e na sístole, massa ventricular esquerda, dimensão do arco aórtico e átrio esquerdo, espessura do septo interventricular e parede posterior do ventrículo esquerdo na diástole e sístole tiveram correlações significativas com o peso corporal. A relação espessura do septo interventricular e parede posterior, no final da diástole, relação diâmetro do átrio esquerdo e aorta, porcentagem de espessamento sistólico do septo interventricular, porcentagem de espessamento sistólico da parede posterior de ventrículo esquerdo e porcentagem de encurtamento sistólico do diâmetro ventricular esquerdo não se correlacionaram com o peso corporal, sexo ou idade.

1 October 2023 in Journal of the American Veterinary Medical Association
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LPLarissa T. Pacheco
Larissa T. Pacheco
AFAnnanda S. Figueiredo
Annanda S. Figueiredo
RMRuthnea A. L. Muzzi
Ruthnea A. L. Muzzi
FKFernando Y. K. Kawamoto
Fernando Y. K. Kawamoto
EDElaine M. S. Dorneles
Elaine M. S. Dorneles
LMLeonardo Augusto Lopes Muzzi
Leonardo Augusto Lopes Muzzi
OBJECTIVE: To assess the effect of tibial compression on radiographic cranial tibial translation measurements in healthy dogs and those with cranial cruciate ligament (CCL) rupture and establish specific criteria for the radiographic diagnosis of CCL rupture. ANIMALS: 60 dogs. PROCEDURES: Dogs were divided into 3 groups with 20 dogs each: group 1, healthy adult dogs; group 2, adult dogs with CCL rupture; and group 3, healthy young dogs. For each dog, 2 images of the stifle joint in mediolateral projection were taken, of which 1 was conventional and 1 was under tibial compression. Variables were measured in each radiographic projection: the patellar ligament angle, the patellar ligament insertion angle, the angle of tibial translation measured by 2 different methods, and the linear distance between the points of CCL origin and insertion (DPOI). Additionally, a novel variable, DPOI ratio, was evaluated. RESULTS: Regarding radiographic positioning, tibial compression significantly changed most of the variables in the within-group comparison. The variable DPOI were not different with and without tibial compression in the group of healthy adult dogs but were different for dogs with CCL rupture. Thus, these are important parameters in the diagnosis of CCL rupture. In the analysis of a novel variable, DPOI ratio, dogs with CCL rupture could be distinguished from healthy dogs at a high level of specificity and sensitivity. CLINICAL RELEVANCE: DPOI ratio values above 1.18 were consistently indicative of CCL rupture, thus allowing for a precise radiographic diagnosis of the condition.

5 August 2025 in Research in Veterinary Science
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GCGlauco Vinício Chaves
Glauco Vinício Chaves
KDKathrine Højte Dahl
Kathrine Højte Dahl
MNMichelle Brønniche Møller Nielsen
Michelle Brønniche Møller Nielsen
LMLeonardo Augusto Lopes Muzzi
Leonardo Augusto Lopes Muzzi
JMJames Edward Miles
James Edward Miles
Limb press models have been widely used to explore aspects of canine stifle stability and to inform surgical practice. This systematic review aimed to synthesize test conditions, periarticular forces, and stability measures in canine limb press models for comparison with in vivo measurements. Six databases (EMBASE, Ovid MEDLINE, CAB abstracts, Agricola, Scopus, and Web of Science) were searched from inception to 17.03.2025. Peer-reviewed experimental studies using static, axially loaded, whole-limb constructs and reporting cranial tibial translation, rotation, and/or periarticular forces were eligible for inclusion. Twenty-three articles were included, reporting results from 368 healthy limbs of dogs of various breeds. Most (17/23) simulated stance during walking but landmarks for limb angulation were frequently poorly described or deviated from those used in cited studies. Cranial cruciate ligament transection caused mean cranial translation of 14.6 mm and mean internal rotation of 13.1°. Cranial translation and rotation were improved by osteotomy techniques, but data were heterogeneous, sample sizes were often small, and reporting standards inconsistent. Key data regarding quadriceps, gastrocnemius, or cranial thrust forces were extremely limited. This review identified potentially serious knowledge gaps regarding simulated muscle and periarticular forces, and concerns over limb angulation. Further evaluation of ex vivo models is warranted to determine the likely validity of currently reported models. If current models are shown to simulate muscle forces which do not reflect expected in vivo loading, this could help explain the difference between in vivo and ex vivo assessments of joint stability following surgeries such as TPLO and TTA.

1 August 2009 in Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia
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LMLeonardo Augusto Lopes Muzzi
Leonardo Augusto Lopes Muzzi
CRC.M.F. Rezende
C.M.F. Rezende
Ruthnea Aparecida Lazaro MuzziRuthnea Aparecida Lazaro Muzzi
Ruthnea Aparecida Lazaro Muzzi
Avaliou-se o enxerto da fascia lata na substituição artroscópica do ligamento cruzado cranial (LCC), realizou-se a caracterização histológica do enxerto e da interface enxerto-osso e avaliou-se, por meio de exames artroscópicos e anatomopatológicos, o efeito da fisioterapia pós-operatória. Foram utilizados 16 cães, sem raça definida, machos, pesando entre 19,2 e 26,3kg, submetidos à ruptura experimental do LCC e subsequente substituição artroscópica desse ligamento pelo enxerto autógeno da fascia lata. Os animais foram distribuídos em dois grupos de oito cada: no grupo I, os cães foram submetidos ao programa de fisioterapia pós-operatória e, no grupo II, à imobilização temporária do membro. Os exames artroscópicos e histológicos mostraram alterações articulares sugestivas de processo degenerativo aos 60 dias após a cirurgia, que se apresentavam mais acentuadas nos cães do grupo II. Na análise histológica do enxerto, observou-se reorganização das fibras colágenas, que ocorreu de forma mais intensa e precoce nos animais do grupo I. Houve progressiva integração das fibras colágenas na interface enxerto-osso. Conclui-se que é viável utilizar a fascia lata como substituto do LCC por cirurgia artroscópica, que o enxerto sofre processos de ligamentação e de osteointegração, e que a fisioterapia reduz a progressão das alterações degenerativas e incentiva o processo de ligamentação do enxerto.

1 May 2020 in Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia
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MCM.R. Coelho
M.R. Coelho
Ruthnea Aparecida Lazaro MuzziRuthnea Aparecida Lazaro Muzzi
Ruthnea Aparecida Lazaro Muzzi
Elaine Maria Seles DornelesElaine Maria Seles Dorneles
Elaine Maria Seles Dorneles
LOLuiz Eduardo Duarte de Oliveira
Luiz Eduardo Duarte de Oliveira
CAC.B. Abreu
C.B. Abreu
LMLeonardo Augusto Lopes Muzzi
Leonardo Augusto Lopes Muzzi
RESUMO O desenvolvimento de novas ferramentas, como a ecocardiografia bidimensional feature tracking (2D-FTI), permite diagnosticar, de forma precoce, se há disfunção miocárdica em doenças cardíacas, inclusive as congênitas. O defeito septal ventricular (DSV) é a alteração congênita mais observada em felinos, no entanto pouco se sabe sobre a disfunção cardíaca nessa cardiopatia, especialmente em animais assintomáticos. O objetivo deste estudo foi avaliar, por meio do 2D-FTI, a deformação miocárdica ventricular esquerda pela mensuração dos índices ecocardiográficos strain (St) e strain rate (StR) radial, circunferencial e longitudinal, em gatos saudáveis e com DSV. Foram avaliados 12 gatos saudáveis e seis gatos com DSV para obtenção de St e StR em diversos segmentos miocárdicos. No sentido longitudinal, houve diferença estatística (P<0,05) para os segmentos septal basal, mediano e apical epicárdicos (P=0,0017; P<0,0001; P=0,0288), lateral mediano epicárdico (P=0,0327), septal mediano endocárdico (P=0,0035), lateral mediano endocárdico (P=0,0461), St epicárdico (P=0,0250) e St global (P=0,0382). Também houve diferença no segmento lateral mediano circunferencial endocárdico (P=0,0248), lateral mediano radial (St: P=0,0409; StR: P=0,0166) e posterior mediano radial (P=0,0369). O estudo evidenciou que, mesmo em animais assintomáticos com DSV, há redução na deformação miocárdica ventricular principalmente no sentido longitudinal, demonstrando maior vulnerabilidade dessas fibras.