Rafael Scopacasa

Dr. Rafael Scopacasa


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8 March 2018 in Revista de Historia
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RSRafael Scopacasa
Rafael Scopacasa
Este artigo discute a utilidade da história global para o estudo do Mediterrâneo durante a expansão romana inicial (séculos IV a II a. C.). No contexto cada vez mais interligado e dinâmico do Mediterrâneo romano, trocas e influências cultu- rais ocorriam a partir de diferentes pontos, em vários sentidos, gerando diversos resultados. Tais dinâmicas serão aqui exploradas a partir de estudos de casos da Itália e do mundo grego, através da análise combinada de fontes históricas e materiais. Serão examinados os efeitos da conectividade crescente (ou “glocali- zação”) em diferentes camadas sociais (elites e não elites), em vista de mudanças nas práticas sociais de culto, consumo e ostentação.

14 August 2024 in SocArXiv
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EPElisa Perego
Elisa Perego
RSRafael Scopacasa
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Background: A recent development in bioarchaeology is the big-data approach. This comes with the production of pan-continental and/or multiregional databases of bioarchaeological information, such as isotope, osteological, ancient DNA (aDNA), and radiocarbon data (14C). There are significant advantages in this approach, including the availability of large datasets of scientific data. The big-data approach, however, also faces challenges, which we address through MARGA—the MARGinality in Archaeology database.Data: MARGA is a database we built for the study of marginality in the past, a topic of growing interest in bioarchaeology. Currently, MARGA includes ~1000 human individuals and ~3000 associated specimens, such as objects and faunal remains. It covers two main regions in Italy, c.1200 BC–25 AD: Veneto in the northeast, and the Apennine mountain range in the centre-south. MARGA gathers osteological, archaeological, taphonomic, and isotope data (δ13C, δ15N, δ18O and 87Sr/86Sr). This is accompanied by contextual information on chronology, geography, zooarchaeology, palaeobotany, epigraphy, and scholarly literature.Methods: MARGA was built as an Access relational database with a main table where we stored information on the sampled human burials (table 1: Fig. 1). This table provided a path to three secondary tables with accompanying information on osteology (table 2), material culture (table 3) and isotope data (table 4). Data were sampled from existing scientific literature, archaeological reports, and raw datasets we produced ourselves. Access afforded storing and querying both numerical and textual information. Statistical and contextual analyses on the sampled data addressed variables such as ritual, burial practice, nutrition, mobility, provenance, palaeopathology, and palaeoecology. In building and querying the database, we also developed a critical assessment and contextual analysis of MARGA’s features. This afforded broader considerations on the construction, implementation and reuse of databases in bioarchaeology, evolutionary biology, and cognate disciplines. Results: Querying MARGA generated new insights into marginality in late prehistoric and early Roman Italy, which illuminated lifeways, human-environment interactions, and burial practices in the study areas. We summarize such knowledge advances in the article. In addition, MARGA provided a case study on opportunities and challenges in harnessing big data in bioarchaeology. We, therefore, identified constraints and directions for future research which, we anticipate, will shape developments in big-data initiatives. We drew inferences on issues concerning i) terminology in data categorization; ii) the impact of increasingly sophisticated analytical methods in bioarchaeology; iii) data reuse; and iv) ethics. As regards analytical methods, we provided three examples building on osteological, isotope and taphonomic data in MARGA. Conclusion: This study produced new knowledge on the lifeways of marginalized communities and the social meaning of inhumation, in different ecosystems of Italy c.1200 BC–25 AD. The study also showed that cutting-edge developments in bioarchaeology are multiplying and diversifying exponentially the data available for sampling and storage: this will impinge on the future evolution and fruition of databases. We determined that MARGA itself can be updated with the deposition of novel data for open research, and querying, which would bring these issues to the fore. Ultimately, we identified a dichotomy in the conceptualization of databases. If they are treated as finished products when published open access, they risk becoming obsolete as new data are produced. If, however, they are considered evolving projects constantly morphing and in flux, a ramification of complex issues arises around, for example, sustainability, access, ethics, technology, funding, and labour. MARGA, therefore, contributes towards conceptual groundworks in the wider big-data movement in bioarchaeology and cognate disciplines, while addressing limitations in evidence and methods.

20 February 2025 in Esboços: Histórias em Contextos Globais
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RSRafael Scopacasa
Rafael Scopacasa
Esta resposta ao artigo de Joly e Knust revisita os conceitos gêmeos de zona de escravização/ não-escravização de Jeffrey Fynn-Paul, que os autores utilizam para estruturar sua interessante proposta de abordagem à escravidão mediterrânica antiga pela perspectiva da História Global. Será retomada brevemente a gênese do conceito de zona de (não-)escravização e seu desenvolvimento. Em seguida, será feita uma breve apreciação de como esse modelo pode ser relacionado com debates historiográficos sobre o problema da diversidade das formas de escravização vigentes no império romano dos primeiros dois séculos da era cristã, notando os obstáculos empíricos que complicam tentativas de quantificar tais formas de escravização e sua expressividade para a manutenção do sistema escravista do império romano. O modelo Fynn-Paul da zona de (não-)escravização parece entender o conceito de império como um tipo específico de estado territorial que cria uma sociedade civil interna coesa e pacífica, cuja demanda por mão de obra escravizada é atendida principalmente (embora não exclusivamente) através da escravização sistemática de pessoas provenientes de territórios externos às fronteiras imperiais. Parece haver escopo para reflexão continuada sobre em que medida tal modelo poderia ser repensado e/ou adaptado em vista das especificidades históricas das diferentes formas de escravização existentes no império romano, bem como das incertezas sobre a expressividade demográfica e/ou econômica de cada uma delas para a manutenção do sistema escravista mediterrâneo no contexto do império romano.

7 October 2024
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PAPetra Amann
Petra Amann
GBGiorgio Baratti
Giorgio Baratti
EBEnrico Benelli
Enrico Benelli
MBMartin Bentz
Martin Bentz
CVCaruso Valentina
Caruso Valentina
PZPatrick Zeidler
Patrick Zeidler
Notes on Contributors was published in Dependency and Social Inequality in Pre-Roman Italy on page 401.

16 September 2024 in European Journal of Archaeology
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RSRafael Scopacasa
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The mountain communities of late-first millennium bc Italy have been regarded as non-urban societies that reverted to city life mainly owing to Roman intervention. A growing body of archaeological evidence is uncovering the diversity of settlement forms and dynamics in the region's pre-Roman past, which included sites encompassing a range of functions and social agents. This article presents an in-depth, microscale analysis of one such site, Monte Vairano in Samnium, drawing on perspectives from comparative urbanism. Monte Vairano developed urban characteristics such as a complex socioeconomic profile and political cohesion, as well as potentially more unique features such as an apparently balanced distribution of wealth. These results can shed further light on the diversity of ancient urbanization and its sociopolitical implications in late-first millennium bc Italy and the Mediterranean.

1 January 2024 in Tempo
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RSRafael Scopacasa
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Resumo: As discussões sobre o imperialismo romano vêm se atendo aos primeiros momentos desse processo, na Itália dos séculos IV e III a.e.c. Devido à natureza fragmentária das fontes, é difícil entender como o começo da expansão romana foi percebido pelos agentes históricos envolvidos, especialmente por aqueles que vivenciaram o lado mais brutal do processo. Entre esses estavam as comunidades semiurbanizadas das montanhas da Itália central, chamadas imprecisamente de “samnitas” nas fontes greco-romanas. Embora os relatos historiográficos antigos disponíveis sejam tardios e romanocêntricos, podem servir de base para delinear aspectos de como essas comunidades teriam enxergado sua própria subordinação: propõe-se que esses agentes históricos podem ter mantido uma forte e talvez anacrônica percepção de sua própria independência.