Estudos recentes mostram que a evasão nos cursos da área de Computação costuma ser alta, sendo muitas vezes atribuída à dificuldade dos alunos com as disciplinas relacionadas à Matemática e à Programação. Tal problema motivou a realização deste trabalho, que investigou a evasão nos cursos de graduação da área de Computação da Universidade Estadual de Maringá. O estudo foi realizado a partir de dados obtidos junto à instituição e a partir de dados coletados com alunos que evadiram dos cursos. A partir dos dados institucionais, foram realizadas análises quantitativas e a partir das respostas dos alunos evadidos, foram realizadas análises qualitativas, incluindo as principais causas que levaram à evasão. Observou-se que o curso noturno apresentou maior taxa de evasão do que o curso em período integral e que o principal fator percebido como impactante para a evasão foi a didática adotada pelos professores. Fatores ligados à pandemia de COVID-19 também foram percebidos como impactantes.
Este artigo apresenta uma análise do perfil das profissionais em Tecnologia da Informação e Comunicação em Maringá-PR. Por meio de um questionário respondido por 33 profissionais, foi possível identificar a idade, o grau de formação, os cargos mais ocupados, a percepção de preconceito de gênero e assédio, e a percepção de competência. Estabelecendo uma relação entre idade e percepção de preconceito e competência, as mulheres com mais de 40 anos relataram ter sofrido menos assédio e preconceito e se consideram competentes. Por outro lado, a maioria das mulheres com até 39 anos relataram já ter sofrido algum tipo de preconceito e que não se consideram competentes o suficiente.