Rosália Garcia Neves

Dr. Rosália Garcia Neves

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1 November 2018 in Epidemiologia e Serviços de Saúde
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RNRosália Garcia Neves
Rosália Garcia Neves
TFThaynã Ramos Flores
Thaynã Ramos Flores
SDSuele Manjourany Silva Duro
Suele Manjourany Silva Duro
BNBruno Pereira Nunes
Bruno Pereira Nunes
ETElaine Tomasi
Elaine Tomasi
Palavras-chave: Saúde da Família; Cobertura de Serviços de Saúde; Atenção Primária à Saúde; Estudos de Séries Temporais

29 March 2018 in Cadernos de Saude Publica
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RNRosália Garcia Neves
Rosália Garcia Neves
SDSuele Manjourany Silva Duro
Suele Manjourany Silva Duro
JMJavier Muñiz
Javier Muñiz
TCTeresa Rosalia Pérez Castro
Teresa Rosalia Pérez Castro
LFLuiz Augusto Facchini
Luiz Augusto Facchini
ETElaine Tomasi
Elaine Tomasi
O objetivo foi descrever a estrutura necessária à atenção às pessoas com diabetes, usuárias da rede de atenção primária à saúde, avaliada nos Ciclos I e II do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade (PMAQ) no Brasil, 2012 e 2014, considerando-se as características dos municípios. Utilizando-se um estudo descritivo foram avaliadas as unidades básicas de saúde (UBS) cujas equipes participaram dos Ciclos I e II do PMAQ, em 2012 e 2014. Utilizaram-se variáveis do Módulo I da avaliação externa do PMAQ que aborda a estrutura das UBS. Materiais (balança de 150kg, esfigmomanômetro, estetoscópio adulto, fita métrica, glicosímetro, kit de monofilamentos, oftalmoscópio e tiras de glicemia capilar); medicamentos (insulina NPH e regular, glibenclamida e metformina) e espaço físico (consultório clínico, farmácia, recepção, sala de acolhimento e de reunião). Todos os medicamentos avaliados e a sala de acolhimento apresentaram um aumento de mais de 10p.p. de 2012 para 2014. As prevalências de estrutura adequada de materiais, medicamentos e física nas UBS foram maiores em 2014. A estrutura adequada de materiais passou de 3,9% para 7,8%, de medicamentos de 31,3% para 49,9% e física de 15,3% para 23,3%. Os municípios com mais de 300 mil habitantes, melhor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e menor cobertura de Estratégia Saúde da Família (ESF) registraram maiores prevalências de UBS adequadas. As unidades que aderiram aos Ciclos I e II do PMAQ obtiveram melhoria em suas estruturas. Entretanto, foi encontrada baixa prevalência de UBS com estrutura adequada, além de diferenças na estrutura dos serviços, de acordo com o porte populacional, IDH e cobertura de ESF.

1 November 2023 in Ciencia & Saude Coletiva
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RNRosália Garcia Neves
Rosália Garcia Neves
ETELAINE ELAINE TOMASI
ELAINE ELAINE TOMASI
SDSuele Manjourany Silva Duro
Suele Manjourany Silva Duro
ESElizabet Saes-Silva
Elizabet Saes-Silva
MSMirelle de Oliveira Saes
Mirelle de Oliveira Saes
Resumo O manejo inadequado da diabetes mellitus (DM) pode levar a complicações que afetam a qualidade de vida. A prevalência da DM e suas complicações está aumentando, apresentando distribuição desigual na população. O objetivo foi estimar a prevalência de complicações devido à DM e avaliar as desigualdades na população brasileira. Estudo transversal, com dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), de 2019. As complicações avaliadas foram: coma diabético, infarto/Acidente Vascular Cerebral/derrame, problema nos rins, problema na visão e úlcera nos pés ou amputação. As exposições foram a escolaridade e renda. Foram calculadas as prevalências das complicações separadamente, combinação em duplas, presença de alguma complicação e número de complicações. A desigualdade foi estimada por meio de análise ajustada e dos índices: slope index (SII) e o concentration index (CIX). A amostra foi composta por 6.317 pessoas com DM. Mais de um terço (37,8%) referiu ter alguma complicação. O problema na visão (30,6%) e nos rins (9,7%) foram os mais prevalentes. As prevalências de ter “uma” e “duas ou mais” complicações foram 25,4% e 12,4%. Foram evidenciadas desigualdades com maior prevalência de complicações entre os menos escolarizados e mais pobres.

18 January 2022 in PLOS ONE
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ETELAINE ELAINE TOMASI
ELAINE ELAINE TOMASI
TAThales Moura de Assis
Thales Moura de Assis
PMPaulo Guilherme Muller
Paulo Guilherme Muller
DSDenise Silva da Silveira
Denise Silva da Silveira
RNRosália Garcia Neves
Rosália Garcia Neves
LFLuiz Augusto Facchini
Luiz Augusto Facchini
The article describes the temporal evolution of prenatal quality indicators in the primary health care network in Brazil and investigates regional differences. This study used data from the external evaluation of Brazil’s National Program for Improving Primary Care Access and Quality (PMAQ) with health teams participating in Cycles I, II and III of the Program, carried out respectively in 2012, 2013/14 and 2017/18. The number of visits, physical examination procedures, guidelines and request for laboratory tests were investigated. There was a positive evolution for tests—HIV, syphilis, blood glucose and ultrasound, and for all tests, guidance on feeding and weight gain of the baby and examination of the oral cavity. The indicators that performed the worst were: performance of tetanus vaccine, six or more visits, receiving guidance on exclusive breastfeeding and care for the newborn, and the procedures—all, measurement of uterine height, gynecological exam and cervix cancer prevention. These changes had a varied behavior between the regions of the country.

1 January 2021 in Cadernos de Saude Publica
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FCFrancine Dos Santos Costa
Francine Dos Santos Costa
Andrea WendtAndrea Wendt
Andrea Wendt
CCCaroline Costa
Caroline Costa
LCLuiz Alexandre Chisini
Luiz Alexandre Chisini
BABernardo Agostini
Bernardo Agostini
FDFlavio FERNANDO Demarco
Flavio FERNANDO Demarco
The aim of the study is: (a) investigate the racial inequalities as one specific dimension that affects dental pain in Brazilian adolescents; and (b) investigate the regional variations of dental pain. This cross-sectional study used data from Brazilian National Survey of School Health (PeNSE), carried out with adolescents in 2009, 2012 and 2015. Dental pain was evaluated through the question: “Did you have dental pain in the last six months?”. The main exposures were race and Brazilian regions, used to evaluate inequalities related to the outcome. Sex, age, school type and maternal education were used as covariables. The statistical significance of the trends in dental pain was tested using linear regression. The analysis was conducted in Stata 13.0 statistical package using the svy command. The standard prevalence of dental pain was 18.8%, 21.1% and 23.7%, showing an increasing trend over time (p < 0.001). We observed absolute inequalities in dental pain related to race and regions. A higher prevalence was found in non-white girls of public schools and in the Northern Region. The indexes of inequalities increased in the group of black girls, related to an increase of dental pain predominantly in girls whose mothers had lower educational level. It was observed that the prevalence of dental pain in Brazilian adolescents increased over time as well as its inequalities, which remained in marginalized populations and linked to Brazilian regions.

1 January 2022 in Cadernos de Saude Publica
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YVYohana Pereira Vieira
Yohana Pereira Vieira
VVVanise dos Santos Ferreira Viero
Vanise dos Santos Ferreira Viero
BVBianca Languer Vargas
Bianca Languer Vargas
GNGraziana Oliveira Nunes
Graziana Oliveira Nunes
KMKarla Pereira Machado
Karla Pereira Machado
MSMirelle de Oliveira Saes
Mirelle de Oliveira Saes
Resumo: Este estudo teve como objetivo verificar a tendência temporal e desigualdades no rastreamento autorrelatado do câncer de colo de útero nas capitais brasileiras entre os anos de 2011 e 2020. Estudo de tendência com dados da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) de 2011 a 2020. O desfecho foi a prevalência de realização de exame citopatológico nos últimos três anos. Para estimar as desigualdades, foram utilizados os índices de desigualdade de inclinação (slope index of inequality - SII) e de concentração (concentration index - CIX). Observou-se tendência crescente do desfecho no país no período pesquisado e queda na maioria das regiões, capitais e em todos os grupos de acordo com escolaridade. Houve uma queda da cobertura na maioria das regiões do Brasil. Destaca-se que o SII apresentou seus piores resultados em 2011 e 2012, alcançando 15,8p.p. (IC95%: 14,1; 17,6) e 15,0p.p. (IC95%: 13,1; 16,9), respectivamente, entre as mulheres com 12 anos ou mais de estudo. Houve queda na cobertura da realização do exame preventivo de câncer de colo de útero na maioria das regiões e capitais brasileiras entre os anos de 2011 e 2020. No período antes e durante a pandemia, houve redução do desfecho no país, nas regiões Sul e Sudeste, sugerindo que a pandemia de COVID-19 acarretou desigualdades geográficas na cobertura desse exame no país.