Food animal production systems have become more consolidated and integrated, producing large, concentrated animal populations and significant amounts of fecal waste. Increasing use of manure and litter as a more “natural” and affordable source of fertilizer may be contributing to contamination of fruits and vegetables with foodborne pathogens. In addition, human and animal manure have been identified as a significant source of antibiotic resistance genes thereby serving as a disseminator of resistance to soil and waterways. Therefore, identifying methods to remediate human and animal waste is critical in developing strategies to improve food safety and minimize the dissemination of antibiotic resistant bacteria. In this study, we sought to determine whether withdrawing antibiotic growth promoters or using alternatives to antibiotics would reduce the abundance of antibiotic resistance genes or prevalence of pathogens in poultry litter. Terminal restriction fragment length polymorphism (T-RFLP) paired with high throughput sequencing was used to evaluate the bacterial community composition of litter from broiler chickens that were treated with streptogramin growth-promoting antibiotics, probiotics, or prebiotics. The prevalence of resistance genes and pathogens was determined from sequencing results or PCR screens of litter community DNA. Streptogramin antibiotic usage did not elicit statistically significant differences in Shannon diversity indices or correlation coefficients among the flocks. However, T-RFLP revealed that there were inter-farm differences in the litter composition that was independent of antibiotic usage. The litter from all farms, regardless of antibiotic usage, contained streptogramin resistance genes (vatA, vatB, and vatE), macrolide-lincosamide-streptogramin B resistance genes (ermA and ermB), the tetracycline resistance gene tetM and class 1 integrons. There was inter-farm variability in the distribution of vatA and vatE with no statistically significant differences with regards to usage. Bacterial diversity was higher in litter when probiotics or prebiotics were administered to flocks but as the litter aged, diversity decreased. No statistically signficant differences were detected in the abundance of class 1 integrons where 3%–5% of the community was estimated to harbor a copy. Abundance of pathogenic Clostridium species increased in aging litter despite the treatment while the abundance of tetracycline-resistant coliforms was unaffected by treatment. However some treatments decreased the prevalence of Salmonella. These findings suggest that withdrawing antibiotics or administering alternatives to antibiotics can change the litter bacterial community and reduce the prevalence of some pathogenic bacteria, but may not immediately impact the prevalence of antibiotic resistance.
Foram conduzidos três experimentos para avaliar a influência da inoculação in ovo de ácido linoléico, glicose e glutamina em ovos de matrizes pesadas aos 16 dias de incubação sobre a eclodibilidade e o desempenho dos pintos até 10 dias de idade. O delineamento utilizado foi em blocos ao acaso, com cinco tratamentos, que consistiram da inoculação dos ovos, conforme descrito a seguir: experimento 1 - 0, 100, 200 ou 300 µL de ácido linoléico; experimento 2 - 0, 100, 200 ou 300 mg de glicose; experimento 3 - 0, 10, 20 ou 30 mg de glutamina. Em todos os experimentos, o grupo controle foi representado por ovos íntegros não inoculados. Na fase pré-eclosão, cada um dos 130 ovos representou uma unidade experimental e, na fase pós-eclosão, cada tratamento contou com quatro repetições de 15 aves. A inoculação de ácido linoléico ou glicose aumentou a mortalidade embrionária, diminuiu a eclodibilidade dos ovos e prejudicou a relação peso do pinto:peso do ovo. Pintos mais leves foram obtidos com a inoculação in ovo de diferentes níveis de ácido linoléico. A inoculação in ovo com ácido linoléico, glicose e glutamina nas concentrações testadas não se mostrou adequada para melhorar características relacionadas à eclodibilidade e ao desempenho de aves até os 10 dias de idade.
1 December 2006 in Revista Brasileira de Zootecnia
Objetivou-se avaliar parâmetros relativos à incubação de ovos férteis de codornas japonesas. Os ovos foram armazenados por três períodos (0, 72 e 144 horas) e incubados em duas umidades relativas (55 e 65%) e duas temperaturas (36,5 e 37,5°C). Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 3 x 2 x 2 (período de armazenamento x umidade x temperatura). As avaliações foram feitas às 276, 324, 362 e 420 horas de incubação e no momento da eclosão. Não houve interação significativa entre as variáveis estudadas. Inicialmente, a velocidade de desenvolvimento embrionário foi influenciada pelo período de armazenamento e pela temperatura da incubadora, mas, à medida que o processo incubatório avançou, o desenvolvimento embrionário se tornou similar entre os grupos experimentais. A mortalidade embrionária foi maior, especialmente na fase precoce, nos ovos armazenados por 144 horas e naqueles incubados a 65% de umidade relativa, após a bicagem da casca pela ave. O tempo necessário para a eclosão dos ovos foi menor quando incubados a 37,7°C com 65% de umidade relativa e armazenados por períodos superiores a 72 horas. A eclodibilidade foi maior em ovos armazenados por até 72 horas. Ovos de codornas devem ser armazenados por períodos de até 72 horas e a incubação deve ser feita a 37,5°C e a 55 ou 65% de umidade relativa.
Dois experimentos foram conduzidos, para avaliar hidratantes em pintos oriundos de matrizes, em início de vida produtiva. O primeiro experimento estudou o efeito de hidratante comercial, na fase pré-alojamento, em pintos oriundos de matrizes com 25 semanas de idade, submetidos a dois intervalos entre nascimento e alojamento (0 e 48 horas); o agente não apresentou qualquer efeito favorável sobre a desidratação, a mortalidade e o desempenho até 21 dias. No segundo experimento, foi utilizado o bicarbonato de sódio como hidratante. A solução foi fornecida, durante 24 horas, a pintos oriundos de matrizes com 27 semanas de idade, após 0, 24 e 48 horas de intervalo entre nascimento e alojamento. Foi observada melhora na integridade do intestino, representada pelo aumento na densidade intestinal e peso do órgão com a suplementação eletrolítica. O aumento no intervalo entre nascimento e alojamento diminuiu o saco vitelino. Em ambos os experimentos, o aumento no intervalo entre o nascimento e o alojamento aumentou a desidratação e a mortalidade das aves, mas propiciou melhora no desempenho aos 21 dias, não tendo sido observados efeitos positivos dos hidratantes testados.