Liana Osório Osório Fernandes

Mrs. Liana Osório Osório Fernandes

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1 January 2025
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LCLiteracia Científica Editora E Cursos
Literacia Científica Editora E Cursos
MJManoel Borges da Silva Junior
Manoel Borges da Silva Junior
MLManoela Gomes Reis Lopes
Manoela Gomes Reis Lopes
ESErisonval Saraiva da Silva
Erisonval Saraiva da Silva
LFLiana Osório Osório Fernandes
Liana Osório Osório Fernandes
JBJosé Wicto Pereira BORGES
José Wicto Pereira BORGES
OBJETIVO: Relatar a experiência da gestão do coordenador de imunização na campanha contra a COVID-19 em município do Nordeste brasileiro. MÉTODOS: Trata-se de um relato de experiência, com abordagem qualitativa realizada de janeiro de 2021 a agosto de 2022, no município de Barão de Grajaú no estado do Maranhão. Por se tratar de um relato de experiencia, não foi necessário a provação do Comitê de Ética em Pesquisa. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Três categorias temáticas foram obtidas: Gestão do recebimento dos imunizantes; Planejamento e organização das ações de vacinação; e Atuação na campanha de vacinação contra a COVID-19. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Foi notório que o coordenador municipal de imunização precisa trabalhar em parceria com os profissionais de enfermagem e Agente Comunitário de Saúde das Unidades Básicas de Saúde na operacionalização de campanhas de vacinação, seja COVID-19 e outras, desde o planejamento até a execução.

23 October 2026 in Vaccines
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MAMalena Gonçalves Almeida
Malena Gonçalves Almeida
BOBeatriz Fátima Alves De Oliveira
Beatriz Fátima Alves De Oliveira
ARAna Raisla De Araujo Rodrigues
Ana Raisla De Araujo Rodrigues
Eugenio Barbosa de Melo JrEugenio Barbosa de Melo Jr
Eugenio Barbosa de Melo Jr
LFLiana Osório Osório Fernandes
Liana Osório Osório Fernandes
Telma Maria Evangelista de AraújoTelma Maria Evangelista de Araújo
Telma Maria Evangelista de Araújo
Background: Delayed and refused vaccination remain challenges to timely immunization during infancy and may involve different underlying factors. Objective: To analyze the factors associated with vaccination delay and refusal among children younger than 12 months. Methods: A household-based analytical cross-sectional study was conducted with 452 children in Teresina, Piauí, Brazil. Data were obtained through caregiver interviews and review of vaccination booklets. Vaccination delay and refusal were analyzed separately using Poisson regression with robust variance. Results: Vaccination delay occurred in 30.8% of children and was associated with age 7 to <12 months (aPR = 4.71), contraindication in cases of mild illness (aPR = 1.64), the caregiver’s decision not to vaccinate the child by the scheduled date (aPR = 1.79), and vaccine shortages (aPR = 1.84); satisfactory caregiver knowledge was inversely associated with delay (aPR = 0.58). Vaccination refusal occurred in 5.5% and was associated with age 7 to <12 months (aPR = 2.25), contraindication because of a previous reaction (aPR = 6.22), having considered no longer vaccinating the child after a previous reaction (aPR = 3.19), the caregiver’s decision not to vaccinate the child by the scheduled date (aPR = 3.08), and vaccine shortages (aPR = 2.31). Moderate and satisfactory knowledge were inversely associated with refusal (aPR = 0.32 and 0.13, respectively). Conclusions: Vaccination delay was more frequent than vaccination refusal. The outcomes shared some associated factors but also showed outcome-specific factors, supporting distinct approaches to improve vaccination timeliness and address refusal.

1 January 2026 in Ciencia & Saude Coletiva
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LFLiana Osório Osório Fernandes
Liana Osório Osório Fernandes
José Cláudio Garcia Lira NetoJosé Cláudio Garcia Lira Neto
José Cláudio Garcia Lira Neto
MGMarcela Gambim
Marcela Gambim
JPJardeliny Corrêa da Penha
Jardeliny Corrêa da Penha
AMAlberto Pereira Madeiro
Alberto Pereira Madeiro
MMMárcio Dênis Medeiros Mascarenhas
Márcio Dênis Medeiros Mascarenhas
Resumo Com o objetivo de estimar a prevalência de antígenos e anticorpos anti-SARS-CoV-2 em pessoas privadas de liberdade, realizou-se inquérito sorológico de base institucional em sete unidades prisionais de quatro municípios do estado do Piauí, em abril-outubro/2022. Adotou-se amostragem probabilística por conglomerado. Realizaram-se entrevistas, testes rápidos e exames sorológicos para detecção de antígenos e anticorpos anti-SARS-CoV-2. Calcularam-se prevalências, associações estatísticas por teste qui-quadrado e razões de prevalência por meio de regressão de Poisson. Dentre os 848 participantes, a prevalência de antígenos foi de 1,1%. A prevalência de anticorpos anti-SARS-CoV-2 variou de 6,5% (IgM-S) a 98,9% (IgG-S). Não foram identificadas diferenças da prevalência de antígenos. A prevalência de anticorpos IgG-N e IgG-S foi maior entre os detentos de Teresina (RP=1,41; IC95%: 1,08-1,46; RP=1,03; IC95%: 1,01-1,05). Ter recebido ao menos duas doses de vacina contra COVID-19 aumentou a soropositividade de anticorpos (IgM-S RP=2,08; IC95%: 1,01-4,29; IgG-N RP=1,26: IC95%: 1,08-1,46; IgG-S RP=1,02; IC95%: 1,01-1,04). Esses dados reforçam o impacto positivo da vacinação e outras medidas de controle adotadas na população encarcerada durante a pandemia de COVID-19.

1 January 2026 in Ciencia & Saude Coletiva
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LFLiana Osório Osório Fernandes
Liana Osório Osório Fernandes
José Cláudio Garcia Lira NetoJosé Cláudio Garcia Lira Neto
José Cláudio Garcia Lira Neto
MGMarcela Gambim
Marcela Gambim
JPJardeliny Corrêa da Penha
Jardeliny Corrêa da Penha
AMAlberto Pereira Madeiro
Alberto Pereira Madeiro
MMMárcio Dênis Medeiros Mascarenhas
Márcio Dênis Medeiros Mascarenhas
Aiming to estimate the prevalence of anti-SARS-CoV-2 antigens and antibodies among incarcerated individuals, an institution-based serological survey was conducted in seven prison units across four municipalities in the state of Piauí, Brazil, from April to October 2022. A probabilistic cluster sampling method was adopted. Interviews, rapid tests, and serological assays were performed to detect anti-SARS-CoV-2 antigens and antibodies. Prevalence rates, statistical associations using the chi-square test, and prevalence ratios through Poisson regression were calculated. Among the 848 participants, antigen prevalence was 1.1%. The prevalence of anti-SARS-CoV-2 antibodies ranged from 6.5% (IgM-S) to 98.9% (IgG-S). No significant differences were observed in antigen prevalence. The prevalence of IgG-N and IgG-S antibodies was higher among inmates in Teresina (PR=1.41; 95%CI: 1.08-1.46; PR=1.03; 95%CI: 1.01-1.05). Receiving at least two doses of a COVID-19 vaccine increased antibody seropositivity (IgM-S PR=2.08; 95%CI: 1.01-4.29; IgG-N PR=1.26; 95%CI: 1.08-1.46; IgG-S PR=1.02; 95%CI: 1.01-1.04). These findings reinforce the positive impact of vaccination and other control measures implemented in the incarcerated population during the COVID-19 pandemic.