Lucas De Siqueira Penna Quintaes

Mr. Lucas De Siqueira Penna Quintaes


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8Years (2019-Present)

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24 May 2019 in Cells
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TBTandressa Berguetti
Tandressa Berguetti
LQLucas De Siqueira Penna Quintaes
Lucas De Siqueira Penna Quintaes
THThaís Hancio
Thaís Hancio
MRMarcela Cristina Robaina
Marcela Cristina Robaina
ACAndré L. S. Cruz
André L. S. Cruz
PSPaloma Silva de Souza
Paloma Silva de Souza
P-glycoprotein (Pgp/ABCB1) overexpression is associated with multidrug resistance (MDR) phenotype and, consequently, failure in cancer chemotherapy. However, molecules involved in cell death deregulation may also support MDR. Tumor necrosis factor-alpha (TNF-α) is an important cytokine that may trigger either death or tumor growth. Here, we examined the role of cancer cells in self-maintenance and promotion of cellular malignancy through the transport of Pgp and TNF-α molecules by extracellular vesicles (membrane microparticles (MP)). By using a classical MDR model in vitro, we identified a positive correlation between endogenous TNF-α and Pgp, which possibly favored a non-cytotoxic effect of recombinant TNF-α (rTNF-α). We also found a positive feedback involving rTNF-α incubation and TNF-α regulation. On the other hand, rTNF-α induced a reduction in Pgp expression levels and contributed to a reduced Pgp efflux function. Our results also showed that parental and MDR cells spontaneously released MP containing endogenous TNF-α and Pgp. However, these MP were unable to transfer their content to non-cancer recipient cells. Nevertheless, MP released from parental and MDR cells elevated the proliferation index of non-tumor cells. Collectively, our results suggest that Pgp and endogenous TNF-α positively regulate cancer cell malignancy and contribute to changes in normal cell behavior through MP.

1 August 2024 in Contribuciones A Las Ciencias Sociales
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LQLucas De Siqueira Penna Quintaes
Lucas De Siqueira Penna Quintaes
LKLeticia Mitiko Kobayashi
Leticia Mitiko Kobayashi
JCJessica de Andrade da Costa
Jessica de Andrade da Costa
TSThaís de Cássia de Souza Su
Thaís de Cássia de Souza Su
SBSimone Ferreira Teixeira Bastos
Simone Ferreira Teixeira Bastos
RCRenata Faria de Carvalho
Renata Faria de Carvalho
A COVID-19 é uma doença, causada pela infecção do SARS- CoV-2, que resultou em 5 milhões de mortes em 2021. A vacinação é a principal profilaxia da doença. No Brasil, as vacinas contra COVID- 19 são disponibilizadas gratuitamente pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Cada vacina deve passar por um rigoroso controle da qualidade antes do uso. Nesse contexto, o Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) é responsável pelo controle da qualidade desses produtos. A avaliação da consistência de produção é uma ferramenta eficiente da garantia da qualidade, capaz de monitorar características por meio de gráficos de controle. A potência, que corresponde à capacidade do produto em conferir imunidade protetora pós-administração, é um indicador utilizado na avaliação de consistência. O estudo avaliou a consistência de produção das vacinas contra COVID-19 no ano de 2021, através dos resultados dos ensaios de potência de cada lote. Para isso, foi realizado um levantamento das vacinas que ingressaram no INCQS e registrados os seus valores de potência. Foram quatro produtores responsáveis pelas amostras ingressadas (A, B, C e D), sendo principalmente dos produtores A, B e D. Os resultados de acompanhamento da consistência de produção demonstraram distribuição majoritariamente homogênea, com a presença de poucos desvios. Todos os desvios observados geraram uma abordagem de reforço na vigilância dos lotes subsequentes, e apresentaram normalização na distribuição nos lotes seguintes. Portanto, todos os produtores apresentaram consistência satisfatória, o que reforça a qualidade das vacinas contra a COVID-19 utilizadas na vacinação da população brasileira.

1 July 2024 in Contribuciones A Las Ciencias Sociales
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CQCamila da Silva Quidorne
Camila da Silva Quidorne
ISIsadora Rodrigues da Silva
Isadora Rodrigues da Silva
IOIsaque Barros de Oliveira
Isaque Barros de Oliveira
JCJuliana dos Santos Carmo
Juliana dos Santos Carmo
ISIngrid dos Santos da Silva
Ingrid dos Santos da Silva
MSMarcus Vinicius de Melo da Silva
Marcus Vinicius de Melo da Silva
Nas indústrias farmacêuticas, a água é frequentemente parte do produto, como em produtos líquidos, suspensões e semissólidos, ou parte do processo, como em sólidos produzidos por granulação úmida. A água também é essencial na lavagem de equipamentos e superfícies, sendo fundamental para análises de controle de qualidade químico e microbiológico. A qualidade da água e a validação de seus processos de produção são cruciais para garantir a segurança dos produtos farmacêuticos. Este trabalho descreve o processo de obtenção de água purificada (PW) e água para injetáveis (WFI), destacando a importância das Boas Práticas de Fabricação (BPF) e a aplicação de ferramentas estatísticas para avaliação dos resultados de validação. Utilizando ANOVA e Controle Estatístico de Processo (CEP), demonstrou-se a estabilidade do processo, apesar da grande dispersão dos dados atribuída a causas humanas, e não ao mau desempenho do sistema. A implementação dessas ferramentas visou diminuir a quantidade de amostras analisadas e reduzir custos de mão-de-obra e reagentes, assegurando a manutenção das características dentro dos padrões estabelecidos.

1 July 2024 in Contribuciones A Las Ciencias Sociales
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LMLuciana Figueiredo Mansur
Luciana Figueiredo Mansur
ISIsadora Rodrigues da Silva
Isadora Rodrigues da Silva
CSClaudia Ribeiro Souto
Claudia Ribeiro Souto
RSRegina Célia Rodrigues da Silva
Regina Célia Rodrigues da Silva
MSMarcus Vinicius de Melo da Silva
Marcus Vinicius de Melo da Silva
LTLudmila Rosa Bergsten Torralba
Ludmila Rosa Bergsten Torralba
Desde o início da pandemia de COVID-19, houve muitas especulações a respeito de possíveis tratamentos para combater a doença. Uma das alternativas utilizadas no combate foi o reposicionamento de medicamentos, como: a Cloroquina (CQ) e a Hidroxicloroquina (HCQ). A CQ é um medicamento de baixo custo prescrito há muitos anos com sucesso na terapia antiparasitária. Por isso foi, inicialmente, escolhida para ser avaliada no tratamento da COVID-19, assim como, a HCQ – droga análoga à CQ. Sendo assim, o objetivo deste estudo foi analisar o posicionamento científico nos primeiros meses da pandemia, assim como avaliar informações com os tipos dos artigos, país de origem do trabalho, modelo experimental, parecer dos autores sobre o uso da CQ e HCQ, nome da revista, fator de impacto (FI) e Qualis capes das revistas. Após screening dos 54 artigos, foram excluídos das análises 12 artigos: 9 repetidos, 2 não encontrados e 1 áudio. Os artigos analisados foram publicados em revistas com FI entre 0,703 até 37,205, onde a publicação com menor FI recomendou mais estudos da CQ e a com maior FI não recomendava os medicamentos, apontando falhas nos estudos vigentes e concluindo que os resultados em escala laboratorial não se reproduzem em humanos. Portanto, mesmo no início da pandemia, a ciência concordava que não havia indícios suficientes para a recomendar o uso dos medicamentos.