This page has only limited features, please log in for full access.
Com o passar dos anos, os hábitos alimentares e o consumo alimentar ganharam uma nova forma e passaram a impactar em novas escolhas alimentares, uma vez que o ato de se alimentar sugere um momento de prazer e nutrição, o tipo de comportamento alimentar pode se referir a um momento de escape de emoções descontroladas podendo estar associado a transtornos alimentares. Com isso, a imagem corporal, principalmente após a evolução da mídia, representa um grande reconhecimento social que leva a interpretação de felicidade, confiança e autoestima. O presente estudo teve como objetivo principal, avaliar a percepção de satisfação com a imagem corporal e comportamento alimentar correlacionado a autoestima de adultos, voltado para uma pesquisa do tipo transversal e descritiva, avaliada por meio de questionários aprovados e publicados, sendo eles BSQ (Body Shape Questionnaire), Escala de Silhueta de Kakeshita, EAT-26 (Eating Attitudes Test) e Escala de Rosenberg. A amostra foi composta por 306 participantes, onde foi constatado que 36,3% da amostra encontra-se em excesso de peso (sobrepeso e obesidade) e 52% da amostra apresentam algum grau de insatisfação corporal. O público masculino na sua maioria apresenta estado de sobrepeso/obesidade, porém não demonstram insatisfação com o corpo se comparado com o público feminino que apresentou 45,4% para algum tipo de insatisfação corporal. Observou-se neste estudo, que 88,6% de todos os adultos estão com a autoestima baixa e que apenas 11,4% apresentam a autoestima elevada. Na coleta, dos 271 participantes com autoestima baixa, 26,6% apresentam maior risco para Transtorno Alimentar de acordo com o EAT-26. Portanto, é possível concluir que existe uma relação direta entre distorção de imagem corporal e baixa autoestima, como também, há uma maior relação entre risco de transtorno alimentar no público feminino.
Marcella Cantanhêde de Oliveira Cruz; Letícia Pereira Campos; Dayanne Da Costa Maynard. Influência do comportamento alimentar e da imagem corporal na autoestima de indivíduos. Advances in Nutritional Sciences 2021, 2, 94 -105.
AMA StyleMarcella Cantanhêde de Oliveira Cruz, Letícia Pereira Campos, Dayanne Da Costa Maynard. Influência do comportamento alimentar e da imagem corporal na autoestima de indivíduos. Advances in Nutritional Sciences. 2021; 2 (1):94-105.
Chicago/Turabian StyleMarcella Cantanhêde de Oliveira Cruz; Letícia Pereira Campos; Dayanne Da Costa Maynard. 2021. "Influência do comportamento alimentar e da imagem corporal na autoestima de indivíduos." Advances in Nutritional Sciences 2, no. 1: 94-105.
During the SARS-CoV-2 pandemic, the self-service restaurant sector, as well as other types of food services, are facing an unprecedented crisis needing to adapt their service to avoid closing their doors. With varied and quick meals, the self-service buffet is one of the most important types of outside services. However, the type of service where the clients follow a line on the buffet and serve their meals has impaired traditional restaurant operation during the SARS-CoV-2 pandemic and, perhaps, after it. In this sense, this study presents an overview of the self-service buffet restaurant operational system in the context of the SARS-CoV-2 pandemic.
Renata Zandonadi; Raquel Botelho; Dayanne Maynard; Rita Akutsu. Self-Service Restaurants in SARS-CoV-2 Pandemic. Encyclopedia 2021, 1, 401 -408.
AMA StyleRenata Zandonadi, Raquel Botelho, Dayanne Maynard, Rita Akutsu. Self-Service Restaurants in SARS-CoV-2 Pandemic. Encyclopedia. 2021; 1 (2):401-408.
Chicago/Turabian StyleRenata Zandonadi; Raquel Botelho; Dayanne Maynard; Rita Akutsu. 2021. "Self-Service Restaurants in SARS-CoV-2 Pandemic." Encyclopedia 1, no. 2: 401-408.
School meals should focus on quality of life issues, particularly on reducing food shortages, overweight, obesity and its consequences. As an essential tool for quality assurance, creating the menu is an activity of great complexity and requires multidisciplinary knowledge. This activity covers the observation of countless aspects of quality, highlighting nutritional, sensory, cultural, hygienic, and sanitary issues, among others. This study aims to identify and analyze instruments and methods to evaluate school menus in different countries. The authors developed specific search strategies for Scopus, Web of Science, Science Direct, Pubmed, Lilacs, ProQuest Global, and Google Scholar. The included studies’ methodological quality was assessed using the statistical analysis and meta-analysis review tool (MASTARI). A total of 16 cross-sectional studies met the inclusion criteria and were analyzed. Brazil and Spain were the countries that presented the highest number of studies (n = 5; 31.25% for each). The majority of the studies have a qualitative approach (n = 12, 75%), and only 25% (n = 4) of the studies present quantitative assessment methods to evaluate school menus. No school menu assessment tools were found to assess all aspects of menu planning. The results show a lack of a methodology or of instruments for evaluating the menus offered for school meals that can contribute to better dietary care offered to students.
Alessandra Cupertino; Dayanne Maynard; Fabiana Queiroz; Renata Zandonadi; Verônica Ginani; António Raposo; Ariana Saraiva; Raquel Botelho. How Are School Menus Evaluated in Different Countries? A Systematic Review. Foods 2021, 10, 374 .
AMA StyleAlessandra Cupertino, Dayanne Maynard, Fabiana Queiroz, Renata Zandonadi, Verônica Ginani, António Raposo, Ariana Saraiva, Raquel Botelho. How Are School Menus Evaluated in Different Countries? A Systematic Review. Foods. 2021; 10 (2):374.
Chicago/Turabian StyleAlessandra Cupertino; Dayanne Maynard; Fabiana Queiroz; Renata Zandonadi; Verônica Ginani; António Raposo; Ariana Saraiva; Raquel Botelho. 2021. "How Are School Menus Evaluated in Different Countries? A Systematic Review." Foods 10, no. 2: 374.
O estudo teve como objetivo analisar o padrão alimentar durante o período de distanciamento social bem como a ansiedade causada por esse novo cenário. Para a coleta de dados foi aplicado questionário com dados sociodemográficos; sintomas; histórico de contato com a COVID-19; modificações de hábitos alimentares e atividade física; consumo de alimentos; e sintomas de ansiedade. A amostra foi composta por 1000 questionários, a maioria (54,7%) encontra-se eutróficos e ansiosos (84%). Em relação aos hábitos alimentares, 79,1% afirmaram mudanças no consumo e preparo das refeições. O consumo alimentar diário de alimentos saudáveis foi maior para alimentos integrais, frutas e feijão. Além disso, houve diferença estatística na relação da ansiedade com consumo alimentar, sendo os ansiosos os que mais consumiram alimentos não saudáveis. Embora o nível de ansiedade da amostra mostrou-se preocupante, o isolamento possibilitou a preparação e realização das refeições em casa, aumentando o consumo de alimentos saudáveis.
Dayanne Da Costa Maynard; Heriberto Alves Dos Anjos; Ana Carolina Das Virgens Magalhães; Lorrana Nascimento Grimes; Maycon George Oliveira Costa; Rosiene Batista Santos. Consumo alimentar e ansiedade da população adulta durante a pandemia do COVID-19 no Brasil. Research, Society and Development 2020, 9, 1 .
AMA StyleDayanne Da Costa Maynard, Heriberto Alves Dos Anjos, Ana Carolina Das Virgens Magalhães, Lorrana Nascimento Grimes, Maycon George Oliveira Costa, Rosiene Batista Santos. Consumo alimentar e ansiedade da população adulta durante a pandemia do COVID-19 no Brasil. Research, Society and Development. 2020; 9 (11):1.
Chicago/Turabian StyleDayanne Da Costa Maynard; Heriberto Alves Dos Anjos; Ana Carolina Das Virgens Magalhães; Lorrana Nascimento Grimes; Maycon George Oliveira Costa; Rosiene Batista Santos. 2020. "Consumo alimentar e ansiedade da população adulta durante a pandemia do COVID-19 no Brasil." Research, Society and Development 9, no. 11: 1.
A endometriose é uma doença inflamatória crônica dependente de estrogênio e é caracterizada pelo surgimento de tecido endometrial fora da cavidade uterina, podendo aparecer na região pélvica ou em outros órgãos como diafragma, pulmão, bexiga e intestino. Afeta entre 5 a 15% das mulheres em idade fértil e, no Brasil, estima-se que seis milhões de mulheres sejam portadoras da doença. Atualmente os tratamentos mais comuns são os procedimentos cirúrgicos para cauterização e remoção dos focos de endometriose e o uso de medicamentos para alívio da dor. No entanto, os procedimentos são invasivos e apresentam riscos e os medicamentos podem ocasionar efeitos colaterais indesejados. Evidências cientificas têm demonstrado que a dieta e a adoção de hábitos alimentares saudáveis são capazes de influenciar o processo da endometriose. O presente estudo teve como objetivo analisar a influência da alimentação na etiologia e no controle dos sintomas da doença. A pesquisa bibliográfica foi realizada utilizando as bases de dados PUBMED e SCIELO e foram selecionados dez artigos publicados nos últimos dez anos, cujos estudos foram realizados em humanos. Após a revisão da literatura, ficou evidente que a adoção de hábitos saudáveis pode ser capaz de reduzir os riscos e de controlar os sintomas da endometriose e que o nutricionista possui um papel fundamental no tratamento da doença.
Juliana De Pinho Chalub; Natânia Silvério De Castro Leão; Dayanne Da Costa Maynard. Investigação sobre os aspectos nutricionais relacionados à endometriose. Research, Society and Development 2020, 9, 1 .
AMA StyleJuliana De Pinho Chalub, Natânia Silvério De Castro Leão, Dayanne Da Costa Maynard. Investigação sobre os aspectos nutricionais relacionados à endometriose. Research, Society and Development. 2020; 9 (11):1.
Chicago/Turabian StyleJuliana De Pinho Chalub; Natânia Silvério De Castro Leão; Dayanne Da Costa Maynard. 2020. "Investigação sobre os aspectos nutricionais relacionados à endometriose." Research, Society and Development 9, no. 11: 1.
A obesidade, é o acúmulo excessivo de gordura corporal, que acarreta prejuízos à saúde dos indivíduos, tais como dificuldade respiratória, problemas dermatológicos e distúrbios do aparelho locomotor e favorece o surgimento de doenças crônicas não transmissíveis potencialmente letais. São várias as estratégias e ferramentas ao qual o profissional nutricionista dispõe para realização do tratamento de sobrepeso e obesidade, dentre elas, o jejum intermitente, que é um protocolo de dieta que visa alternar períodos de ingestão alimentar e jejum. O objetivo é fazer com que o corpo utilize os estoques de gordura e com isso haja uma perda de massa gorda, os períodos em que a alimentação é permitida são chamados de janelas de alimentação. O estudo é uma revisão integrativa da literatura em Nutrição, com o objetivo de revisar os estudos que avaliaram a aplicabilidade do protocolo de jejum intermitente no tratamento de sobrepeso e obesidade em indivíduos adultos, com ênfase aos aspectos de perda de peso e melhora dos marcadores biológicos de saúde. Foram pesquisados e examinados 10 artigos científicos com maior número de produção no ano de 2018. Os artigos analisados apontaram que a Restrição Energética Intermitente (IER) é uma alternativa dietética eficaz para promover a perda de peso em adultos com sobrepeso / obesidade no curto prazo, desta forma, pode ser utilizado no tratamento de forma segura. Os resultados mostram que o IER pode resultar em perda de peso em adultos com sobrepeso e obesidade comparável a Restrição Energética Diária (DER) tradicional.
Virgílio Antônio Rodrigues Ferro Junior; Dayanne Da Costa Maynard. Avaliação do protocolo de Jejum Intermitente no tratamento de sobrepeso e obesidade: uma revisão integrativa. Research, Society and Development 2020, 9, e727986129 -e727986129.
AMA StyleVirgílio Antônio Rodrigues Ferro Junior, Dayanne Da Costa Maynard. Avaliação do protocolo de Jejum Intermitente no tratamento de sobrepeso e obesidade: uma revisão integrativa. Research, Society and Development. 2020; 9 (8):e727986129-e727986129.
Chicago/Turabian StyleVirgílio Antônio Rodrigues Ferro Junior; Dayanne Da Costa Maynard. 2020. "Avaliação do protocolo de Jejum Intermitente no tratamento de sobrepeso e obesidade: uma revisão integrativa." Research, Society and Development 9, no. 8: e727986129-e727986129.
Microbiota intestinal é o termo que se refere a população de microrganismos que compõe o trato gastrointestinal. A composição desse ecossistema exerce papel fundamental na manutenção da saúde do hospedeiro. Fatores genéticos e ambientais envolvem as causas múltiplas das DCNTs com destaque para dietas com alta densidade energética e sedentarismo e o papel das bactérias que colonizam o intestino como agentes etiopatogênicos ganha destaque por terem um alto potencial de intervenção o que justifica um estudo aprofundado no papel da microbiota intestinal cuja composição é capaz de determinar a predisposição ou a proteção contra doenças. O estudo é uma revisão integrativa da literatura em Nutrição, com o objetivo de compreender a relação do hábito alimentar com a modulação da microbiota intestinal e processos inflamatórios no organismo e a influência da suplementação de probióticos nesse processo. Foram pesquisados e examinados 9 artigos científicos com maior número de produção nos anos 2018 e 2019. Os artigos analisados apontaram que a microbiota humana tem impacto na saúde, nutrição e bem-estar e deve ser objeto de estudo contínuo uma vez que evidências científicas crescem demonstrando os fatores envolvidos sobre a variação da composição da microbiota entre indivíduos em termos de saúde e doença.
Patrícia Carneiro Gomes; Dayanne Da Costa Maynard. Relação entre o hábito alimentar, consumo de probiótico e prebiótico no perfil da microbiota intestinal: Revisão integrativa. Research, Society and Development 2020, 9, e718986101 -e718986101.
AMA StylePatrícia Carneiro Gomes, Dayanne Da Costa Maynard. Relação entre o hábito alimentar, consumo de probiótico e prebiótico no perfil da microbiota intestinal: Revisão integrativa. Research, Society and Development. 2020; 9 (8):e718986101-e718986101.
Chicago/Turabian StylePatrícia Carneiro Gomes; Dayanne Da Costa Maynard. 2020. "Relação entre o hábito alimentar, consumo de probiótico e prebiótico no perfil da microbiota intestinal: Revisão integrativa." Research, Society and Development 9, no. 8: e718986101-e718986101.
A população indígena no Brasil vem crescendo nos últimos anos, estima-se que o alcance dessa população seja maior que 900 mil nativos declarados e situem-se em 305 etnias e 274 idiomas. É recomendável o aleitamento materno exclusivo até os 6 meses de idade e que a alimentação complementar saudável seja introduzida a partir dos 6 meses. No entanto, entende-se que os povos indígenas apresentam uma complexa circunstância de saúde que está relacionada diretamente com as mudanças sociais, econômicas e ambientais, processo histórico que agravou as condições de saúde. Este estudo teve como objetivo analisar por meio de uma revisão da literatura os impactos do aleitamento materno e introdução da alimentação complementar em crianças de até 2 anos de povos indígenas. A pesquisa bibliográfica foi realizada utilizando a bases de dados BIREME, LILACS, SCIELO, MEDLINE e foram selecionados artigos publicados nos últimos dez anos e nacionais. Após a revisão da literatura, ficou evidente que o tempo de aleitamento materno nas populações indígenas é bem menor que o recomendado pela OMS. Portanto, impactando não só na saúde das crianças indígenas, mas também na relação de vínculo, acolhimento, admiração entre mãe e filho.
Marcella Leona Pinheiro Madariaga; Dayanne Da Costa Maynard. Aleitamento materno e introdução da alimentação complementar: uma análise de povos indígenas. Research, Society and Development 2020, 9, 1 .
AMA StyleMarcella Leona Pinheiro Madariaga, Dayanne Da Costa Maynard. Aleitamento materno e introdução da alimentação complementar: uma análise de povos indígenas. Research, Society and Development. 2020; 9 (8):1.
Chicago/Turabian StyleMarcella Leona Pinheiro Madariaga; Dayanne Da Costa Maynard. 2020. "Aleitamento materno e introdução da alimentação complementar: uma análise de povos indígenas." Research, Society and Development 9, no. 8: 1.
This study aimed to develop and carry out content validation, semantic evaluation, reproducibility, and internal consistency of a checklist designed to verify the sustainability indicators in foodservice. The preliminary version of the checklist was prepared based on the international standards ISO (International Organization for Standardization) 14000, ISO 14001, ISO 14004 and documents from the Sustainable Restaurant Association (SRA) Certification, Green Seal Certifications, and Green Restaurant Association (GRA) certification, in addition to the American Dietetic Association (ADA) position. Thirteen experts in the study topic performed the content validation and semantic evaluation of the checklist (a minimum of 80% agreement among experts and mean value ≥4 on a 5-point Likert scale were needed to keep the item in the instrument). After consensus was reached by the experts’ panel, two different researchers applied the checklist in 20 restaurants (at the same time, in the same place, without communication between them) for the analysis of reproducibility and internal consistency (Federal District, Brazil). The agreement among answers was verified by Cohen’s Kappa coefficient. The final version of the checklist consisted of 76 items, divided into three sections (1. water, energy, and gas supply; 2. menu and food waste; 3. waste reduction, construction materials, chemicals, employees, and social sustainability). The developed checklist was validated concerning the content, approved in the semantic evaluation, reproducible, and with good reliability (Intraclass Correlation Coefficient (ICC) > 0.9 and alpha > 0.672).
Dayanne Da Costa Maynard; Renata Puppin Zandonadi; Eduardo Yoshio Nakano; Raquel Braz Assunção Botelho. Sustainability Indicators in Restaurants: The Development of a Checklist. Sustainability 2020, 12, 4076 .
AMA StyleDayanne Da Costa Maynard, Renata Puppin Zandonadi, Eduardo Yoshio Nakano, Raquel Braz Assunção Botelho. Sustainability Indicators in Restaurants: The Development of a Checklist. Sustainability. 2020; 12 (10):4076.
Chicago/Turabian StyleDayanne Da Costa Maynard; Renata Puppin Zandonadi; Eduardo Yoshio Nakano; Raquel Braz Assunção Botelho. 2020. "Sustainability Indicators in Restaurants: The Development of a Checklist." Sustainability 12, no. 10: 4076.
Subclinical deficiency of zinc is associated with impairment of immune system function, growth, and cognitive development in children. Although plasma zinc is the best available biomarker of the risk of zinc deficiency in populations, its sensitivity for early detection of deficiency is limited. Therefore, we aimed to investigate zinc deficiency among preschool children and its relationship with whole blood gene expression of zinc transporters ZIP4 and ZnT1. This cross-sectional study included 139 children aged 32–76 months enrolled in philanthropic day-care centers. We performed an anthropometric evaluation, weighed food record and dietary record for dietary assessment, blood sample collection for zinc, and whole blood gene expression analyses of ZnT1 (SLC30A1) and ZIP4 (SLC39A4). Zinc deficiency was observed in 26.6 % of the children despite adequate zinc intake and a phytate:zinc molar ratio < 18. Usual zinc intake did not affect whole blood gene expression of zinc transporters, but zinc status influenced ZnT1 and ZIP4 whole blood mRNA. Children with zinc deficiency exhibited 37.1 % higher ZnT1 expression and 45.3 % lower ZIP4 expression than children with adequate zinc (p < 0.05). Children with plasma zinc deficiency exhibited higher expression of ZnT1 and lower expression of ZIP4 in whole blood mRNA, reinforcing the existence of strong regulation of mineral homeostasis according to the nutritional status, indicating that this analysis may be useful in the evaluation of dietary interventions.
Bruna Zavarize Reis; Diva Aliete Dos Santos Vieira; Dayanne Da Costa Maynard; Danielle Góes da Silva; Raquel Simões Mendes-Netto; Silvia Maria Franciscato Cozzolino. Zinc nutritional status influences ZnT1 and ZIP4 gene expression in children with a high risk of zinc deficiency. Journal of Trace Elements in Medicine and Biology 2020, 61, 126537 .
AMA StyleBruna Zavarize Reis, Diva Aliete Dos Santos Vieira, Dayanne Da Costa Maynard, Danielle Góes da Silva, Raquel Simões Mendes-Netto, Silvia Maria Franciscato Cozzolino. Zinc nutritional status influences ZnT1 and ZIP4 gene expression in children with a high risk of zinc deficiency. Journal of Trace Elements in Medicine and Biology. 2020; 61 ():126537.
Chicago/Turabian StyleBruna Zavarize Reis; Diva Aliete Dos Santos Vieira; Dayanne Da Costa Maynard; Danielle Góes da Silva; Raquel Simões Mendes-Netto; Silvia Maria Franciscato Cozzolino. 2020. "Zinc nutritional status influences ZnT1 and ZIP4 gene expression in children with a high risk of zinc deficiency." Journal of Trace Elements in Medicine and Biology 61, no. : 126537.
Sustainability is the integration of actions focused on three pillars: environmental, social, and economical. Implementing sustainable development ranges from the pursuit of quality of life, and from environmental balance to break with the current pattern of development. Therefore, the objective of this work was to understand and analyze the sustainability indicators implemented in the production of meals in food services. The authors developed specific search strategies for Scopus, Web of Science, Pubmed, Lilacs, Google Scholar, and ProQuest Dissertations & Theses Global to perform the systematic review. The authors evaluated the methodological quality of the included studies using the Meta-analysis Statistical Assessment and Review Instrument (MASTARI). A total of 31 cross-sectional studies were analyzed. Twenty four (77.41%) of the studies had activities that covered the three indicators (environmental, social, and economic); 22.59% (n = 7) used two indicators in which 12.90% (n = 4) presented environmental and economic indicators and 9.67% (n = 3) with environmental and social indicators. This research indicates that the studies in food services are seeking to insert indicators that cover the three pillars of sustainable meal production. It is worth mentioning that in the literature, many works encompasses the importance of sustainability, but few explore which indicators are most applied or detail their implementation in food services. More studies are needed to estimate better the indicators being applied in food services.
Dayanne Maynard; Mayara Vidigal; Priscila Farage; Renata Zandonadi; Eduardo Nakano; Raquel Botelho. Environmental, Social and Economic Sustainability Indicators Applied to Food Services: A Systematic Review. Sustainability 2020, 12, 1804 .
AMA StyleDayanne Maynard, Mayara Vidigal, Priscila Farage, Renata Zandonadi, Eduardo Nakano, Raquel Botelho. Environmental, Social and Economic Sustainability Indicators Applied to Food Services: A Systematic Review. Sustainability. 2020; 12 (5):1804.
Chicago/Turabian StyleDayanne Maynard; Mayara Vidigal; Priscila Farage; Renata Zandonadi; Eduardo Nakano; Raquel Botelho. 2020. "Environmental, Social and Economic Sustainability Indicators Applied to Food Services: A Systematic Review." Sustainability 12, no. 5: 1804.