Introdução A última Diretriz de Insuficiência Cardíaca do Departamento de Insuficiência Cardíaca da Sociedade Brasileira de Cardiologia (DEIC/SBC) foi finalizada em março de 2018. A partir de então, houve um importante número de intervenções terapêuticas e abordagens diagnósticas que surgiram ou se consolidaram na prática clínica internacional e na pesquisa clínica. Ao lado disso, a pandemia da COVID-19 trouxe-nos conhecimento sobre o modelo fisiopatológico da agressão miocárdica e muitas dúvidas acerca da continuidade e da segurança dos medicamentos nos pacientes [...] Introdução A última Diretriz de Insuficiência Cardíaca do Departamento de Insuficiência Cardíaca da Sociedade Brasileira de Cardiologia (DEIC/SBC) foi finalizada em março de 2018. A partir de então, houve um importante número de intervenções terapêuticas e abordagens diagnósticas que surgiram ou se consolidaram na prática clínica internacional e na pesquisa clínica. Ao lado disso, a pandemia da COVID-19 trouxe-nos conhecimento sobre o modelo fisiopatológico da agressão miocárdica e muitas dúvidas acerca da continuidade e da segurança dos medicamentos nos pacientes
1. Introdução Nos últimos anos, foram consolidados avanços expressivos no conhecimento de amiloidose cardíaca (AC), trazendo uma profunda reformulação do seu significado clínico. Além de haver evidências convincentes de que AC seja uma causa relativamente comum de insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP), assistimos o surgimento de terapias específicas modificadoras do curso natural da doença, capazes de prolongar a sobrevida dos pacientes acometidos. Em paralelo, relevantes progressos nas técnicas de imagem cardiovascular têm contribuído grandemente para o reconhecimento [...] 1. Introdução Nos últimos anos, foram consolidados avanços expressivos no conhecimento de amiloidose cardíaca (AC), trazendo uma profunda reformulação do seu significado clínico. Além de haver evidências convincentes de que AC seja uma causa relativamente comum de insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP), assistimos o surgimento de terapias específicas modificadoras do curso natural da doença, capazes de prolongar a sobrevida dos pacientes acometidos. Em paralelo, relevantes progressos nas técnicas de imagem cardiovascular têm contribuído grandemente para o reconhecimento
The identification of new biomarkers of heart failure (HF) could help in its treatment. Previously, our group studied 89 patients with HF and showed that exhaled breath acetone (EBA) is a new noninvasive biomarker of HF diagnosis. However, there is no data about the relevance of EBA as a biomarker of prognosis. To evaluate whether EBA could give prognostic information in patients with heart failure with reduced ejection fraction (HFrEF). After breath collection and analysis by gas chromatography-mass spectrometry and by spectrophotometry, the 89 patients referred before were followed by one year. Study physicians, blind to the results of cardiac biomarker testing, ascertained vital status of each study participant at 12 months. The composite endpoint death and heart transplantation (HT) were observed in 35 patients (39.3%): 29 patients (32.6%) died and 6 (6.7%) were submitted to HT within 12 months after study enrollment. High levels of EBA (≥3.7μg/L, 50th percentile) were associated with a progressively worse prognosis in 12-month follow-up (log-rank = 11.06, p = 0.001). Concentrations of EBA above 3.7μg/L increased the risk of death or HT in 3.26 times (HR = 3.26, 95%CI = 1.56–6.80, p = 0.002) within 12 months. In a multivariable cox regression model, the independent predictors of all-cause mortality were systolic blood pressure, respiratory rate and EBA levels. High EBA levels could be associated to poor prognosis in HFrEF patients.
7 July 2022 in Arquivos Brasileiros de Cardiologia
Sumário 1. Epidemiologia 149 2. Definição e Etiologia 150 […] Diretriz de Miocardites da Sociedade Brasileira de Cardiologia – 2022 Sumário 1. Epidemiologia 149 2. Definição e Etiologia 150 […] Diretriz de Miocardites da Sociedade Brasileira de Cardiologia – 2022