André Araújo Pinto

Prof. Dr. André Araújo Pinto

Health Sciences Center., Universidade Estadual de Roraima, Boa Vista, Roraima, Brazil
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13Years (2014-Present)

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Duarte Henriques-NetoDuarte Henriques-Neto
Duarte Henriques-Neto
Miguel PeraltaMiguel Peralta
Miguel Peralta
SGSusana Garradas
Susana Garradas
APAndreia Pelegrini
Andreia Pelegrini
André Araújo PintoAndré Araújo Pinto
André Araújo Pinto
Adilson MarquesAdilson Marques
Adilson Marques
Physical fitness (PF) is considered an excellent biomarker of health. One possible strategy to improve PF levels is active commuting. This review, performed accordingly to the Preferred Reporting Items for Systematic Reviews guidelines includes scientific articles published in peer-reviewed journals up to December 2019 that aim at examining the relationship between active travel/commuting and PF. The search was performed in three databases (PubMed, Scopus, and Web of Science). Sixteen studies were included in this review. Findings from the 16 studies were unclear. From the eleven studies on children and adolescents screened, eight were cross-sectional, one prospective cohort, one quasi-experimental, and one experimental. From the five studies on adults, four were experimental and one cross-sectional. Body mass, waist circumference, skinfolds, fat mass, cardiorespiratory fitness, upper and lower strength tests were performed in children, adolescents, and adults. Agility and speed tests were performed only in the young age groups. Majority of the investigations on young ages and adults have shown positive effects or relationships between active commuting and several attributes of PF. However, to avoid misconceptions, there is a need for future robust investigation to identify potential mediators or confounders in this relationship. More robust investigations are essential to understand how and whether decision-makers and public health authorities can use active travel/commuting as a strategy to improve PF in all ages.

7 March 2019 in Journal of Health Psychology
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André Araújo PintoAndré Araújo Pinto
André Araújo Pinto
KAKwaku Oppong Asante
Kwaku Oppong Asante
RBRita Maria dos Santos Puga Barbosa
Rita Maria dos Santos Puga Barbosa
MNMarkus Vinicius Nahas
Markus Vinicius Nahas
DDDuana Torquato Dias
Duana Torquato Dias
APAndreia Pelegrini
Andreia Pelegrini
Loneliness is an individual and social problem associated with an unhealthy lifestyle among adolescents. We examined the association between loneliness, physical activity, and participation in physical education lessons among school-going adolescents. Participants included 2517 adolescents aged 14–19 years selected from state public high schools in Amazonas, Brazil. Participants answered a questionnaire containing demographic information, physical activity, and participation in physical education lessons and loneliness. Our results showed that physically inactive adolescents and those who did not participate in physical education lessons were more likely to feel lonely. These findings underscore the need to target physically inactive adolescents and those non-engaged in physical education lessons when developing interventions to address loneliness.

1 March 2018 in Jornal Brasileiro de Psiquiatria
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GCGaia Salvador Claumann
Gaia Salvador Claumann
André Araújo PintoAndré Araújo Pinto
André Araújo Pinto
Diego Augusto Santos SilvaDiego Augusto Santos Silva
Diego Augusto Santos Silva
APAndreia Pelegrini
Andreia Pelegrini
RESUMO Objetivo Estimar a prevalência de pensamentos e comportamentos suicidas e a associação com a insatisfação corporal em adolescentes. Métodos Participaram 1.090 adolescentes (501 do sexo masculino e 589 do sexo feminino), com média de 16,2 (1,1) anos de idade, estudantes do ensino médio em São José-SC. Por meio de questionário autoadministrado, os adolescentes responderam a questões sociodemográficas (sexo, idade) e sobre maturação sexual, insatisfação corporal (escala de silhuetas) e pensamentos e comportamentos suicidas (ideação, planejamento e tentativa de suicídio), e tiveram as medidas de peso corporal e altura aferidas para cálculo do índice de massa corporal (IMC = peso corporal dividido pela altura ao quadrado). Empregou-se a regressão logística binária para análise dos dados. Resultados O sexo feminino apresentou maiores prevalências de pensamento, planejamento e tentativa de suicídio comparado ao masculino. Os adolescentes insatisfeitos pelo excesso de peso e pela magreza apresentaram maior chance de terem pensado e planejado suicídio. Não foram encontradas associações entre tentativa de suicídio e insatisfação corporal. Conclusões O sexo feminino apresentou maiores prevalências de pensamentos e comportamentos suicidas do que o masculino. Independentemente do sexo, idade, IMC e maturação sexual, os adolescentes insatisfeitos com o corpo (pelo excesso de peso e pela magreza) estiveram mais suscetíveis à ideação suicida e ao planejamento de suicídio, comparados aos satisfeitos. Por serem adolescentes em idade escolar, a escola pode ser um agente de discussão sobre a temática, auxiliando na prevenção da insatisfação corporal e desfechos suicidas. Outros profissionais envolvidos com essa população e os familiares precisam estar atentos a essas questões.

1 January 2022 in Journal of Clinical Densitometry
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APAndreia Pelegrini
Andreia Pelegrini
MBMateus Augusto Bim
Mateus Augusto Bim
AAAgnes Day Alves
Agnes Day Alves
KSKaroline Sousa Scarabelot
Karoline Sousa Scarabelot
GCGaia Salvador Claumann
Gaia Salvador Claumann
André Araújo PintoAndré Araújo Pinto
André Araújo Pinto

1 January 2021 in Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Humano
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APAndreia Pelegrini
Andreia Pelegrini
MBMateus Augusto Bim
Mateus Augusto Bim
FSFernanda Ulsula de Souza
Fernanda Ulsula de Souza
KKKaroline Sisnandes da Silva Kilim
Karoline Sisnandes da Silva Kilim
André Araújo PintoAndré Araújo Pinto
André Araújo Pinto
It is important to know about overweight and obesity situation of Brazilian children and adolescents. The present study aims to update scientific production, through a systematic review, on the prevalence and factors associated with overweight and obesity in Brazilian children and adolescents. Nine databases were verified, and 1,316 references were examined from 2018 to 2019. The electronic search was conducted by three independent researchers. All review steps followed a strategy based on PRISMA. 40 studies were included in this systematic review. Most studies use the World Health Organization classification criteria. The prevalence of overweight in Brazilian children and adolescents varies from 8.8% to 22.2% (boys: 6.2% to 21%; girls: 6.9% to 27.6%). The prevalence of obesity varied from 3.8% to 24% (boys: 2.4% to 28.9%; girls: 1.6% to 19.4%). It was observed that the socioeconomic factors (sex, skin color, economic level, region, mother's educational level, living in a rented house and without access to the internet), hereditary/genetic (family history of dyslipidemia and overweight and rs9939609 genotype) and behavioral (physical activity, screen time, eating habits, perceived body weight, health vulnerability, presence of a result close to home, alcoholic beverages, cigarette consumption) were associated with the outcome. It is concluded that the prevalence of overweight and obesity among Brazilian children and adolescents are worrisome and most of the factors associated with the outcomes are subject to change from the adoption of a healthy lifestyle.

1 January 2018 in Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional
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APAndreia Pelegrini
Andreia Pelegrini
TCThiago Elpídio Cardoso
Thiago Elpídio Cardoso
GCGaia Salvador Claumann
Gaia Salvador Claumann
André Araújo PintoAndré Araújo Pinto
André Araújo Pinto
EFErico Pereira Gomes Felden
Erico Pereira Gomes Felden
Introdução: Condições adversas de trabalho são inerentes ao serviço policial e podem ter impacto negativo na saúde física e mental desses profissionais, interferindo também em sua prática laboral. Objetivo: Analisar a percepção das condições de trabalho e o estresse ocupacional em policiais civis e militares de Unidades de Operações Especiais de Santa Catarina. Método: Participaram do estudo 84 policiais civis e militares, do sexo masculino, com média de idade de 34,68 (DP = 6,00) anos, atuantes em Unidades de Operações Especiais (BOPE, COPE, SAER, BAPM). Foram coletadas informações sobre a percepção das condições de trabalho, por meio do questionário intitulado Perfil de Ambiente e Condições de Trabalho, e sobre o estresse ocupacional, por meio da Job Stress Scale. Resultados: A percepção das condições de trabalho, em relação ao escore geral, foi de 24,12 pontos, sendo o ambiente social (6,92 pontos) o componente que apresentou maior escore e a remuneração e benefícios (4,50 pontos), o menor escore. Quanto ao estresse ocupacional, mais da metade dos policiais identificou seu trabalho como de baixa demanda, baixo controle e baixo apoio social. Ainda, quase metade (45,2%) deles teve seu trabalho classificado como ativo. Observou-se correlação negativa entre as condições de trabalho e o estresse ocupacional. Conclusão: Os policiais civis e militares apresentaram percepção regular de suas condições de trabalho, de modo geral, e percepção mais negativa em relação à remuneração e benefícios e ao ambiente físico. Um em cada quatro policiais apresentou trabalho passivo e de alto desgaste, considerados de maior risco para adoecimento.