Lisandra Campos de Oliveira

Lisandra Campos de Oliveira

Auto-generated profile, based on publicly available information

Lisandra Campos de Oliveira

Universidade do Grande Rio - Unigranrio

Research Focus & Metrics

Academic Career Length

2Years (2025-Present)

(Calculated once Scilit publication data is synced: current year − year of first publication + 1)

Representative Publications

View All Publications
4 March 2025 in A.R International Health Beacon Journal (ISSN 2966-2168)
Verified
Journal Article
Open access
PDF file
ISIsabella Peixoto dos Santos
Isabella Peixoto dos Santos
VFVanessa de Jesus Correia Ferreira
Vanessa de Jesus Correia Ferreira
EBEstefany Cardoso Bezerra
Estefany Cardoso Bezerra
EREudes Alexandre de Medeiros Ramalho
Eudes Alexandre de Medeiros Ramalho
ÍAÍcaro Do Nascimento Argentino
Ícaro Do Nascimento Argentino
BBBrena Cristina Batista Barros
Brena Cristina Batista Barros
Introdução: A tuberculose (TB) é uma doença infectocontagiosa causada pelo Mycobacterium tuberculosis, também conhecido como bacilo de Koch (BK). Apesar de sua longa história, a TB continua sendo uma preocupação importante em países em desenvolvimento devido ao seu impacto significativo na morbimortalidade. Objetivo: analisar os casos de tuberculose no Brasil entre os anos de 2015 a 2022, levando em conta suas características epidemiológicas, sociais e de saúde. Metodologia: Trata-se de um estudo ecológico, com abordagem quantitativa. Para a realização do estudo foi realizado um levantamento de dados secundários disponíveis do DATASUS, a partir da subseção do SINAN. A análise descritiva dos dados foi realizada por meio de frequência absoluta (N) e relativa (%). Para as ocorrências brutas de casos calculou-se a taxa de incidência (TI) de TB. Resultados: Durante o período de análise, foram contabilizados um total de 559,169 casos de TB. Observou-se um aumento geral nesses números ao longo dos anos, com a exceção de uma breve queda em 2020, evidenciando a persistência desse desafio como uma questão contínua de saúde pública. Essa tendência foi consistente em todas as regiões do país, com a região Norte registrando a maior taxa de incidência, o que aponta para disparidades geográficas e socioeconômicas na distribuição da doença. A incidência mais alta foi observada entre adultos jovens, especialmente na faixa etária de 20 a 39 anos, predominantemente do sexo masculino e com predominância da cor parda. Ademais, a forma pulmonar da TB foi a mais comum, representando 84,49% de todos os casos notificados ao longo do período estudado. Conclusão: O estudo destaca a necessidade de fortalecer as medidas de prevenção, diagnóstico e tratamento da TB, bem como de abordar as comorbidades associadas, a fim de reduzir sua incidência e impacto na saúde pública do Brasil.

11 January 2025 in Cognitus Interdisciplinary Journal
Verified
Journal Article
Open access
PDF file
RBRodrigo de Aguiar Santos Batista
Rodrigo de Aguiar Santos Batista
CBCarolina Ferreira Barros
Carolina Ferreira Barros
JLJosé Augusto de Souza Linhares
José Augusto de Souza Linhares
MLMaria Rita Feijão Lopes
Maria Rita Feijão Lopes
MFManoel Borges dos Santos Filho
Manoel Borges dos Santos Filho
LOLisandra Campos de Oliveira
Lisandra Campos de Oliveira
Este estudo teve como objetivo analisar as práticas de humanização no atendimento à saúde centrado no paciente, destacando a interdisciplinaridade e as estratégias institucionais que favorecem a construção de uma assistência mais integral. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, realizada entre janeiro e fevereiro de 2025, por meio de busca sistemática nas bases de dados SciELO, PubMed e Google Scholar. Os descritores utilizados foram combinados por operadores booleanos, resultando na seleção de 10 estudos publicados entre 2019 e 2024, que atenderam aos critérios de inclusão e exclusão previamente estabelecidos. A análise dos estudos revelou que a humanização transcende a perspectiva biológica e demanda uma abordagem ampliada, que contemple a escuta ativa, a valorização da subjetividade e o fortalecimento dos vínculos entre profissionais e pacientes. Observou-se também que a articulação interdisciplinar potencializa práticas humanizadoras, mas ainda enfrenta desafios estruturais no contexto institucional. As principais limitações do estudo referem-se à natureza narrativa da revisão e à seleção restrita a publicações em português e inglês. Recomenda-se a realização de estudos empíricos para aprofundar as investigações sobre o impacto das práticas humanizadoras nos serviços de saúde.

4 March 2025 in A.R International Health Beacon Journal (ISSN 2966-2168)
Verified
Journal Article
Open access
PDF file
EREudes Alexandre de Medeiros Ramalho
Eudes Alexandre de Medeiros Ramalho
ÍAÍcaro Do Nascimento Argentino
Ícaro Do Nascimento Argentino
ASAnderson Ferreira dos Santos
Anderson Ferreira dos Santos
LOLisandra Campos de Oliveira
Lisandra Campos de Oliveira
ADAna Caroline Victor Dantas
Ana Caroline Victor Dantas
RSRenata Santos da Silva
Renata Santos da Silva
Introdução: O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é a segunda principal causa de morte em escala global e, no Brasil, figura entre os principais motivos de internações hospitalares, frequentemente resultando em algum grau de deficiência, seja parcial ou completa. Objetivo: descrever o perfil epidemiológico da mortalidade por AVC no Brasil no período de 2015 a 2022. Metodologia: Trata-se de um estudo ecológico de série temporal com abordagem quantitativa. Para a realização do estudo foi realizado um levantamento de dados secundários disponíveis do DATASUS, a partir da subseção do SIM. Inicialmente, foram analisados os óbitos classificados como I64 (CID-10) que ocorreram em todas as regiões do Brasil em uma série temporal de 8 anos (2015 a 2022). A análise descritiva dos dados foi realizada por meio de frequência absoluta (N) e relativa (%). Para as ocorrências brutas de óbitos calculou-se a taxa de mortalidade (TM) por AVC. Resultados: Ao longo do período de estudo, de 2015 a 2022, foram registrados um total de 229.888 óbitos por AVC no Brasil. Em 2016, foi registrado a maior TM, períodos de declínio foram observados, no ano de 2017 e 2018, sendo registrado nesse último ano, a menor TM. A Região Sudeste liderou as estatísticas durante o período analisado, emergindo como a área mais afetada com números que ultrapassaram 10.000 óbitos por ano. Este estudo constatou que uma proporção maior dos óbitos foi observada entre indivíduos com idade de 80 anos ou mais, do sexo masculino, de cor branca, analfabetos e casados. Conclusão: A análise epidemiológica do AVC no Brasil proporciona uma compreensão do seu perfil na população, revelando contrastes e permitindo uma melhor orientação das estratégias de intervenção em saúde pública.