Maria Jaciane de Almeida Campelo

Maria Jaciane de Almeida Campelo

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Maria Jaciane de Almeida Campelo

Univeridade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF

Research Focus & Metrics

Academic Career Length

7Years (2020-Present)

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Representative Publications

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21 December 2020 in REVISTA CAMPO-TERRITÓRIO
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GSGregory de Assis Ribeiro da Silva
Gregory de Assis Ribeiro da Silva
MCMaria Jaciane de Almeida Campelo
Maria Jaciane de Almeida Campelo
The Rural Environmental Registration - CAR facilitates the owner to legalize his area with the possibility of registration without the use of geoprocessing. In order to develop this study, a survey was carried out with a geodesic system and the use of georeferencing, with subsequent insertion of data in the INCRA digital platform. The study covered the period from October 2018 to May 2019, at the Jacumuazinho farm, Mirangaba (10 ° 55'52 "S 40 ° 33'76''W), a fragment of Seasonal Semideciduous Forest, phytogeographic domain of the Caatinga, Sertão Baiano. The data revealed by the size of the Jacumuazinho Farm are the same data that are required to make geo referencing. This certification was made using a professional accredited by INCRA and certified on the SIGEF platform, generating the Map and the Descriptive Memorial with certification of the georeferenced portion of the specified farm. The property was divided into two parts, generating two polygons and two CARs. It is possible to note that the CAR investor has an advantage over the legal reserve market (RL)), considered a new benefit of registration in which there is an exchange of information and images of vegetation cover, that can be used to compensate the lack of Legal Reserve (RL). Furthermore, it is an alternative source of income for those who create, rent or sell as quotas, helping those who need to regularize their property.

2 January 2026 in Revista DCS
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EBElijalma Augusto Beserra
Elijalma Augusto Beserra
MCMaria Jaciane de Almeida Campelo
Maria Jaciane de Almeida Campelo
MBMaria Augusta Maia e Souza Beserra
Maria Augusta Maia e Souza Beserra
EBEmily Vitoria Maia e Souza Beserra
Emily Vitoria Maia e Souza Beserra
NMNatercio Melo
Natercio Melo
JSJaques José da Silva Souza
Jaques José da Silva Souza
A apicultura tem se consolidado como uma atividade estratégica no semiárido nordestino, especialmente no bioma Caatinga, por sua capacidade de conciliar geração de renda, inclusão socioprodutiva e conservação ambiental. Entretanto, a competitividade do mel produzido por agricultores familiares depende, de forma decisiva, do atendimento aos parâmetros de qualidade estabelecidos pela legislação brasileira. O presente artigo teve como objetivo analisar o teor de umidade e o grau Brix (ºBx) de méis de Apis mellifera produzidos em diferentes municípios do semiárido pernambucano, bem como discutir o uso de refratômetros digitais como ferramenta acessível para o controle da qualidade do produto por apicultores familiares. A pesquisa adotou abordagem qualiquantitativa, de natureza exploratória, descritiva e analítica, com análise de 20 amostras de mel coletadas entre janeiro e julho de 2025. Os resultados indicaram que a maioria das amostras apresentou conformidade com o limite máximo de umidade estabelecido pela Instrução Normativa MAPA nº 11/2000, além de valores de ºBx compatíveis com méis maduros e de elevada concentração de açúcares. Conclui-se que o uso de refratômetros digitais contribui significativamente para o fortalecimento da autonomia produtiva, redução de perdas, permite a identificação de inconsistência no manejo do apiário e valorização do mel da Caatinga, configurando-se como instrumento estratégico e acessível para a agricultura familiar no semiárido.

24 October 2024 in Revista Veritas de Difusão Científica
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DSDra. Eva Mônica Sarmento da Silva
Dra. Eva Mônica Sarmento da Silva
DCDra. Maria Jaciane de Almeida Campelo
Dra. Maria Jaciane de Almeida Campelo
MBMaria Augusta Maia E Souza Beserra
Maria Augusta Maia E Souza Beserra
EBEmily Vitoria Maia e Souza Beserra
Emily Vitoria Maia e Souza Beserra
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) tomando como referência o Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi) indicam que diferente dos demais membros do grupo, o Brasil reduziu seu investimento em educação nos anos de 2019 e 2020. Em contrapartida deste movimento, a escola professora Olindina Roriz Dantas, criada pela AGRODAN em Pernambuco, vem se destacando como exemplo de responsabilidade social e corporativismo (RSC), uma empresa do ramo da fruticultura irrigada. O presente estudo investigou como a referida grupo empresarial, líder em exportação de mangas no Brasil, atua na linha de RSC, especialmente, por meio da criação de uma unidade de ensino voltada para educação rural do Sertão Pernambucano. A metodologia empregada na pesquisa foi a partir de um estudo de natureza qualiquantitativa, combinando métodos descritivos e interpretativos sobre as ações sociais da AGRODAN. Nesse enfoque, considerou-se os aspectos socioculturais, como, as ações participativas no que diz respeito, aos valores, as crenças e as atitudes, além, da análise de estudo de caso da cadeia produtiva na referida organização. Tal método aplicado, analisou o contexto das inter-relações entre os sujeitos envolvidos no projeto, sua viabilidade e a replicação de possíveis experiências em outras localidades. Para tanto usou-se revisão bibliográfica, literatura e de documentos da AGRODAN que embasaram o estudo teórico e registraram aspectos históricos, contextuais do desenvolvimento agrícola e social da região. Esses dados foram confrontados com as entrevistas semiestruturadas que foram realizadas com os colaboradores e educadores numa comunidade rural do Semiárido. Os resultados demonstram que a AGRODAN contribui para equiparar as oportunidades dos discentes das áreas rurais com os de áreas urbanas, possibilitando que explorem diversas carreiras em instituições, ao longo dos anos. No aspecto negocial, nota-se ainda, um aumento na produção de manga, na criação de empregos e no fortalecimento da relação institucional com a comunidade local. Nesse contexto, a AGRODAN vem se revelando como empresa que apresenta uma visão de desenvolvimento sustentável, indo além do lucro ao investir em educação, infraestrutura e bem-estar social, de onde se conclui que a RSC pode ser uma via efetiva para o desenvolvimento inclusivo e sustentável, demonstrando que empresas do agronegócio podem contribuir significativamente para o avanço social e educacional das regiões onde atuam no semiárido