Alex de Souza Borges

Mr. Alex de Souza Borges

Universidade Regional do Cariri, Crato, Amazonas, Brazil
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7 November 2022 in Plants
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Alex de Souza BorgesAlex de Souza Borges
Alex de Souza Borges
CBCarla M. S. Bastos
Carla M. S. Bastos
DDDebora M. Dantas
Debora M. Dantas
CMCícera G. B. Milfont
Cícera G. B. Milfont
GBGuilherme M. H. Brito
Guilherme M. H. Brito
RBRoseli Barbosa
Roseli Barbosa
Lippia alba is popularly known as lemon balm, with its essential oil (EO) cited for displaying antimicrobial, sedative, and vasorelaxant effects. Yet, its action on isolated human vessels has not been described in the literature. Thus, we evaluated the vasorelaxant effect of essential oil of L. alba (EOLa) on human umbilical arteries (HUA) isolated in organ baths. HUA rings were isolated, subjected to contractions induced by potassium chloride (KCl), serotonin (5-HT), or histamine (HIST) to record the isometric tension, and then treated with EOLa (30–1000 µg/mL). The EOLa showed a more prominent inhibitory effect on the pharmacomechanical coupling contraction via HIST with an EC50 value of 277.1 ± 8.5 µg/mL and maximum relaxant effect at 600 µg/mL. The addition of tetraethylammonium (TEA) or 4-aminopyridine (4-AP) in HUA preparations did not inhibit EOLa total relaxant effect at 1000 µg/mL. In the presence of gliblenclamide (GLI), the oil relaxed the HUA rings by 90.8% at maximum concentration. The EOLa was also investigated for its effects on voltage-operated calcium channels (VOCCs), where the HUA preincubation with this oil at 1000 μg/mL inhibited BaCl2 (0.1–30 mM)-induced contractions. This study demonstrates for the first time that EOla has a vasorelaxant effect on HUA and its particular blockade of VOCCs.

9 October 2023 in Chemico-Biological Interactions
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PBPaulo Ricardo Batista
Paulo Ricardo Batista
ASAndressa de Alencar Silva
Andressa de Alencar Silva
CBCarla Mikevely de Sena Bastos
Carla Mikevely de Sena Bastos
Alex de Souza BorgesAlex de Souza Borges
Alex de Souza Borges
FDFrancisco Junio Dias
Francisco Junio Dias
RBRoseli Barbosa
Roseli Barbosa

2 November 2023 in Chemico-Biological Interactions
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GDGyllyandeson De Araújo Delmondes
Gyllyandeson De Araújo Delmondes
MLMaria Janice Pereira Lopes
Maria Janice Pereira Lopes
Alex de Souza BorgesAlex de Souza Borges
Alex de Souza Borges
DBDANIEL SOUZA Bezerra
DANIEL SOUZA Bezerra
JSJairo Pessoa da Silva
Jairo Pessoa da Silva
MKMarta Regina Kerntopf
Marta Regina Kerntopf

26 July 2026 in Chemistry & Biodiversity
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Alex de Souza BorgesAlex de Souza Borges
Alex de Souza Borges
IBItalo Moura Barbosa
Italo Moura Barbosa
JMJéssica Bezerra Maciel
Jéssica Bezerra Maciel
AFAluísio Marques da Fonseca
Aluísio Marques da Fonseca
JGJesyka Macedo Guedes
Jesyka Macedo Guedes
ATAlexandre Magno Rodrigues Teixeira
Alexandre Magno Rodrigues Teixeira
The sesquiterpene α‐humulene (alpha‐humulene, humulene, or HUM) is recognized for its anti‐inflammatory actions. However, its pharmacological potential in the central nervous system (CNS) remains largely unexplored. In this study, we evaluated the acute toxicity and behavioral responses of adult zebrafish ( Danio rerio ) to intraperitoneal (IP) injection of HUM. The behavioral parameters examined were number of line crossings (open‐field test) and time spent in the light zone of the tank (light/dark test). Then were performed experiments with standard antagonists to investigate the possible mechanism of action. Humulene exhibited low acute toxicity (LD 50 > 40 mg kg −1 , IP) and produced a maximal anxiolytic‐like effect at an intermediate dose of 20 mg kg −1 IP. The pharmacological dissection revealed that this effect was independent of the benzodiazepine (B ZD ) allosteric binding site on the gamma‐aminobutyric acid (GABA) type A receptor (GABA A R), but it was completely reversed by granisetron (G RAN ), a serotonin (5‐HT) type 3 receptor (5‐HT 3 R) antagonist. Further in silico analysis revealed a low‐affinity binding and an allosteric interaction of α‐humulene, respectively, with GABA A R and 5‐HT 3 R channels. Together, these results suggest a noncanonical mechanism involving both GABAergic and serotonergic systems.

1 October 2024 in Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences
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LGLarissa Oliveira Guimarães
Larissa Oliveira Guimarães
JLJuliana De Fatima da Conceição Veríssimo Lopes
Juliana De Fatima da Conceição Veríssimo Lopes
RGRebecca Nascimento da Silveira Gomes
Rebecca Nascimento da Silveira Gomes
MMMariana Dos Santos Machado
Mariana Dos Santos Machado
Alex de Souza BorgesAlex de Souza Borges
Alex de Souza Borges
GSGabriela Lima da Silva
Gabriela Lima da Silva
A Doença de Alzheimer (DA) é uma condição neurodegenerativa caracterizada pelo acúmulo de proteínas beta-amiloides e tau, levando ao declínio cognitivo e demência. A disfunção do sistema lisossômico é um fator crítico na patogênese da doença, contribuindo para a acumulação de proteínas mal dobradas. A detecção precoce da DA é fundamental, e biomarcadores como proteína tau e Aβ têm se mostrado promissores para o diagnóstico em estágios iniciais. Assim, o objetivo deste trabalho é explorar a fisiopatologia da DA, com ênfase nas proteínas beta-amiloides e tau, e discutir as implicações diagnósticas e terapêuticas associadas a essas biomoléculas. A metodologia do estudo consistiu em uma revisão integrativa da literatura, com foco na DA e seus mecanismos patológicos. Inicialmente, foram realizadas buscas nas bases de dados PubMed e BVS, resultando na identificação de 16 artigos na PubMed e 173 na BVS. Após a aplicação de filtros relacionados ao idioma (inglês e português), disponibilidade do texto completo e período de publicação (últimos 10 anos), foram selecionados 14 artigos para inclusão na revisão. Os resultados indicam que a deposição de placas β-amiloides e emaranhados neurofibrilares são características patológicas marcantes da DA. A γ-secretase, uma enzima crucial no processamento da proteína precursora amiloide, desempenha um papel central na formação de peptídeos β-amiloides, que estão associados à neurodegeneração. A discussão enfatiza a importância de intervenções terapêuticas direcionadas a essas proteínas para retardar a progressão da doença. Portanto, destaca-se a necessidade de novas estratégias diagnósticas e terapêuticas baseadas em uma compreensão aprofundada dos mecanismos celulares e moleculares da DA, visando melhorar a qualidade de vida dos pacientes e oferecer um manejo mais eficaz da condição.

1 January 2024
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JLJoyce Karollayne da Silva Lima
Joyce Karollayne da Silva Lima
ASAndreza Correia Dourado da Silva
Andreza Correia Dourado da Silva
TOTerená Juliana Maros de Oliveira
Terená Juliana Maros de Oliveira
YMYasmin Figueiredo da Silva Mendonça
Yasmin Figueiredo da Silva Mendonça
DCDaniella Menezes da Cruz
Daniella Menezes da Cruz
Alex de Souza BorgesAlex de Souza Borges
Alex de Souza Borges
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