Mateus Henrique Dias Guimarães

Mr. Mateus Henrique Dias Guimarães

Reconhecimento de mestrado, UDESC, FAED, Florianópolis, Santa Catarina, Brazil
Health researcher / PhD Student In Health / Master’s degree ...

Research Focus & Metrics

Academic Career Length

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10 December 2025 in Revista Multidisciplinar do Nordeste Mineiro
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FAFlávio Eduardo Silva Araújo
Flávio Eduardo Silva Araújo
MGMateus Henrique Dias Guimarães
Mateus Henrique Dias Guimarães
RSRozineide Iraci Pereira da Silva
Rozineide Iraci Pereira da Silva
DCDiógenes José Gusmão Coutinho
Diógenes José Gusmão Coutinho
LCLuciana Amaral de Mascena Costa
Luciana Amaral de Mascena Costa
NFNilton Soares Formiga
Nilton Soares Formiga
Este estudo aborda a importância da troca de saberes entre profissionais de saúde e educação na promoção de uma formação crítica e colaborativa na Saúde Coletiva. Reconhece-se que as práticas tradicionais de ensino, centradas na transmissão vertical de informações, são insuficientes para enfrentar a complexidade da realidade da saúde, que demanda abordagens dialógicas e interdisciplinares. O objetivo foi revisar as evidências científicas disponíveis sobre o uso de estratégias dialógicas, como os Círculos de Cultura, na Educação Permanente em Saúde (EPS) e na formação de profissionais capazes de atuar de forma integral, humanizada e contextualizada. A metodologia consistiu em uma Revisão Integrativa da Literatura, conduzida conforme as recomendações do PRISMA, buscando artigos publicados entre 2005 e 2025 em português, inglês e espanhol, com foco nas estratégias de educação em saúde que promovem a troca de saberes e práticas interdisciplinares. Os resultados evidenciam que dispositivos educativos dialógicos, especialmente os Círculos de Cultura, são eficazes ao promover reflexão crítica, empoderamento e o fortalecimento da prática colaborativa. Conclui-se que essas estratégias têm potencial significativo para fortalecer a EPS, contribuindo para a formação de profissionais mais críticos e comprometidos com princípios da saúde coletiva, sobretudo ao promover a interprofissionalidade e a intervenção contextualizada. Assim, a implementação de dispositivos dialógicos é fundamental para uma formação mais humanizada e adequada às demandas sociais atuais.

20 January 2026 in Revista Multidisciplinar do Nordeste Mineiro
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MGMateus Henrique Dias Guimarães
Mateus Henrique Dias Guimarães
ASAna Cláudia Rodrigues da Silva
Ana Cláudia Rodrigues da Silva
RSRozineide Iraci Pereira da Silva
Rozineide Iraci Pereira da Silva
LGLucas Dias Guimarães
Lucas Dias Guimarães
FZFabio Zoboli
Fabio Zoboli
Introdução: A promoção da saúde, consolidada a partir da Carta de Ottawa (1986), ultrapassa o modelo biomédico ao reconhecer determinantes sociais, culturais, econômicos e ambientais no processo saúde-doença. A intersetorialidade é apresentada como estratégia essencial para integrar setores como saúde, educação, favorecendo a efetividade das ações e a construção da integralidade do cuidado, princípio estruturante do SUS. Objetivo: Analisar e sintetizar as evidências sobre estratégias intersetoriais de educação e promoção em saúde, destacando sua contribuição para a integralidade do cuidado no contexto brasileiro. Método: Revisão narrativa da literatura, com análise de artigos científicos, livros e documentos de políticas públicas publicados entre 2006 e 2025 em bases como SciELO, LILACS e Google Scholar. Foram considerados estudos sobre intersetorialidade, promoção da saúde, educação em saúde, educação permanente e interprofissionalidade. Discussão: Estratégias intersetoriais, como o Programa Saúde na Escola (PSE), demonstram eficácia na integração de ações entre saúde e educação, promovendo hábitos saudáveis, prevenção de agravos e protagonismo comunitário. A Educação Permanente em Saúde (EPS) e a Educação Interprofissional em Saúde (EIP) reforçam a capacitação de profissionais para atuação colaborativa e integrada, reduzindo a fragmentação das práticas assistenciais. Contudo, persistem desafios relacionados à escassez de recursos, barreiras institucionais e necessidade de formação contínua. Conclusão: A educação e promoção da saúde constitui componente central para a integralidade do cuidado, fortalecendo políticas públicas, redes de atenção e equidade social. Por meio delas se apresentam como ferramenta essencial para consolidar a prevenção, promoção e atenção contínua, garantindo respostas sustentáveis e equitativas às necessidades da população.

31 January 2024 in Revista Multidisciplinar do Nordeste Mineiro
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MGMateus Henrique Dias Guimarães
Mateus Henrique Dias Guimarães
Na Atenção Primária à Saúde (APS), vê-se pouca abordagem ou quase nenhuma sobre o manejo da dor. A dor, seja aguda ou crônica, é uma experiência complexa que exige uma compreensão holística e multidisciplinar. É um papel crucial na promoção do bem-estar e qualidade de vida dos pacientes. No contexto da APS, o desafio reside não apenas em aliviar a dor, mas também em identificar suas causas subjacentes e promover estratégias de manejo que considerem aspectos físicos, psicológicos e sociais. O presente estudo tem como objetivo elaborar uma proposta de diretrizes/intervenções para o manejo da dor no contexto da atenção primária em saúde no papel do enfermeiro. O estudo trata-se de uma revisão de literatura sobre o manejo da dor na atenção primária em saúde, dividido em duas etapas metodológicas. Na primeira fase, realizou-se uma revisão da narrativa da literatura sobre o tema. Na segunda, os critérios de inclusão adotados foram a publicação de artigos em um período de 10 anos, nos idiomas português e inglês. Foi possível elaborar abordagens, alguns pontos administrativos e práticos permitem que o enfermeiro avalie e maneje a dor de forma adequada, incluindo o uso de escalas de avaliação e sugestão própria de minha autoria com base nas referências usadas e estudadas. A elaboração da proposta de diretriz para o manejo da dor em pacientes da Atenção Primária à Saúde (APS), no papel do enfermeiro, representa um passo significativo para melhorar a qualidade do cuidado oferecido nas unidades de saúde.

30 June 2025 in Revista Saúde dos Vales
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MGMateus Henrique Dias Guimarães
Mateus Henrique Dias Guimarães
Introdução: A saúde pública e a saúde coletiva são pilares fundamentais para a organização e o bem-estar de qualquer sociedade. A saúde pública pode ser entendida como o conjunto de políticas e ações sistemáticas destinadas a promover a saúde da população, prevenindo doenças, garantindo o acesso à saúde e promovendo condições de vida mais saudáveis. A saúde coletiva é, portanto, uma ciência social que busca compreender as desigualdades de saúde a partir de uma visão crítica das condições de vida e das relações de poder que estruturam a sociedade. Objetivo: O artigo busca analisar e refletir sobre os conceitos de saúde pública e saúde coletiva, abordando suas diferenças e interações. Metodologia: Trata-se de uma revisão de literatura com foco em publicações entre 2017 e 2025 nas bases de dados PubMed, Google Scholar, Scielo, utilizando-se os descritores: “pública saúde pública”, “saúde coletiva”, “políticas de saúde”, “promoção da saúde”, “equidade em saúde”, “Assistência Integral à Saúde”. Resultados: A saúde pública tem um papel central na prevenção, diagnóstico precoce e tratamento adequado das doenças crônicas como DPOC, tabagismo, diabetes e hanseníase, condições que representam grandes desafios para a saúde coletiva. Conclusão: A integração entre saúde pública e saúde coletiva é essencial para promover um modelo de cuidado mais humanizado e eficaz, especialmente no contexto das populações mais vulneráveis. A saúde preventiva e educativa são cruciais para garantir que a população tenha acesso a cuidados adequados e a um sistema de saúde mais justo e equitativo.

1 February 2025 in Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences
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MGMateus Henrique Dias Guimarães
Mateus Henrique Dias Guimarães
TBThiago Crocoli Balbinot
Thiago Crocoli Balbinot
ÁSÁthila Silveira Santiago
Áthila Silveira Santiago
FMFlávia Ferreira Souto Maior
Flávia Ferreira Souto Maior
TMTatiana Pernambuco Matos
Tatiana Pernambuco Matos
RSRaiane Katielle Pereira Silva
Raiane Katielle Pereira Silva
O presente estudo discute a gestão participativa na saúde coletiva, analisando seus caminhos para a efetivação de políticas públicas locais. A pesquisa foi desenvolvida por meio de uma revisão da literatura, utilizando os indexadores Google Scholar, Scopus e Web of Science para selecionar artigos relevantes. Foram considerados estudos publicados nos últimos 5 anos, em português, inglês e espanhol. Os resultados apontam que a participação social, a educação permanente e o uso de tecnologias digitais são estratégias fundamentais para o fortalecimento das políticas públicas no Sistema Único de Saúde (SUS). No entanto, desafios como a intensificação do trabalho no serviço público, a precarização das condições laborais e a privatização de funções sociais dificultam a consolidação de uma gestão efetiva. Questões relacionadas à saúde mental e à saúde ambiental também demandam políticas mais robustas. Conclui-se que a gestão participativa deve ser sustentada pela articulação entre diferentes setores, valorizando a inclusão e a inovação, para garantir um sistema de saúde mais justo, integral e sustentável.

1 June 2025 in ARACÊ
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FRFernanda Aguiar Silvestre Roriz
Fernanda Aguiar Silvestre Roriz
NVNatalia Cristina Betoni Vieira
Natalia Cristina Betoni Vieira
FDFranciely Fernandes Duarte
Franciely Fernandes Duarte
IBIsabela Fanelli Barreto Biscaia
Isabela Fanelli Barreto Biscaia
MSMelissa Medianeira De Souza
Melissa Medianeira De Souza
HMHerica Francine Pinto Meneses
Herica Francine Pinto Meneses
Primary Health Care (PHC), structured as the basis of the Unified Health System, represents a privileged territory for Public Health action, bringing together clinical, educational, and community practices that are articulated in addressing social and health inequalities. This study, of a bibliographic and narrative nature, aimed to critically analyze the challenges, knowledge, and experiences that shape the daily life of PHC in Brazil, based on the interpretative reading of twelve academic and institutional documents published between 2022 and 2025. The results indicate that, although the normative frameworks reaffirm the principles of universality, comprehensiveness, and equity, the daily reality of health teams remains strained by precarious work, discontinuity of public policies, lack of continuing education, and low appreciation of popular knowledge and integrative practices. It was also found that the implementation of an emancipatory PHC requires the recognition of the complexity of territories, the appreciation of qualified listening and the reconfiguration of relations between the State, professionals and the community. It is concluded that Public Health, when rooted in the concrete experiences of primary care, has transformative potential, as long as it is supported by public policies committed to ethical care and social justice.