Maria Eliete Batista Moura

Dr. Maria Eliete Batista Moura

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1 August 2008 in Cadernos de Saude Publica
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ASAna Maria Ribeiro dos Santos
Ana Maria Ribeiro dos Santos
MMMaria Eliete Batista Moura
Maria Eliete Batista Moura
BNBenevina Maria Vilar Teixeira Nunes
Benevina Maria Vilar Teixeira Nunes
CLClara Francisca dos Santos Leal
Clara Francisca dos Santos Leal
JTJoão Batista Mendes Teles
João Batista Mendes Teles
No Brasil, observa-se um aumento dos acidentes envolvendo motocicletas. Este estudo objetivou caracterizar as vítimas desse tipo de acidente atendidas em um serviço de emergência no Piauí. Pesquisa quantitativa com amostra de 430 vítimas. A análise mostrou predominância do sexo masculino, na faixa etária de 15 a 24 anos e procedentes do próprio estado. Observou-se que 301 dessas vítimas eram condutores da motocicleta, 81 passageiros e 48 foram atropelados por moto. Verificou-se que 76,05% das vítimas sofreram acidente de quinta-feira a domingo, 80,75% apresentaram seqüelas temporárias e 52,33% dos acidentes ocorreram no período noturno. Os tipos de lesão corresponderam em 69,3% dos casos a ferimentos; 51,4% a fraturas; 27,44% a hematomas; e 20,7% a traumatismos cranioencefálicos. Entre as vítimas de acidente, condutores da moto e suspeitos de ingestão de álcool, 52,07% não utilizavam capacete no momento do acidente. A maioria das vítimas recebeu alta hospitalar e 14 foram a óbito. Conclui-se que o trauma provocado pelos acidentes envolvendo motocicletas merece atenção, especialmente em relação ao planejamento de ações preventivas, assim como controle de sua ocorrência no estado.

21 August 2019 in Journal of Nursing Management
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EMElaine Cristina Carvalho Moura
Elaine Cristina Carvalho Moura
MLMagno Batista Lima
Magno Batista Lima
APAida M. Peres
Aida M. Peres
VLVioleta Lopez
Violeta Lopez
MMMaria Eliete Batista Moura
Maria Eliete Batista Moura
FBFrancisca das Chagas Sheyla Almeida Braga
Francisca das Chagas Sheyla Almeida Braga

1 September 2017 in Journal of the Association of Nurses in AIDS Care
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Artur Acelino Francisco Luz Nunes QueirozArtur Acelino Francisco Luz Nunes Queiroz
Artur Acelino Francisco Luz Nunes Queiroz
Alvaro Francisco Lopes de SousaAlvaro Francisco Lopes de Sousa
Alvaro Francisco Lopes de Sousa
Telma Maria Evangelista de AraújoTelma Maria Evangelista de Araújo
Telma Maria Evangelista de Araújo
FOFrancisco Braz Milanez de Oliveira
Francisco Braz Milanez de Oliveira
MMMaria Eliete Batista Moura
Maria Eliete Batista Moura
RRRenata Karina Reis
Renata Karina Reis
The purpose of our review was to analyze the relationship between the use of geosocial networking phone apps and risk behaviors for HIV infection in men who have sex with men (MSM). The review was guided by the question: Does the use of geosocial networking apps to find sex partners increase risk behaviors for HIV infection by MSM? We searched the databases PubMed, Web of Science, CINAHL, and LILACS, considering primary studies published up to December 2015, without any time restraint. All 14 studies that met our search criteria analyzed sexual behaviors in relation to sociocultural and economic characteristics, number of partners, unprotected anal sex, drug use, HIV testing, risk management measures, and the presence of other sexually transmitted diseases. The results indicated that use of geosocial networking apps to find sex partners may lead to new patterns of behavior and relationships that place MSM at risk for HIV.

1 December 2015 in Acta Paulista de Enfermagem
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FOFrancisco Braz Milanez Oliveira
Francisco Braz Milanez Oliveira
MMMaria Eliete Batista Moura
Maria Eliete Batista Moura
Telma Maria Evangelista de AraújoTelma Maria Evangelista de Araújo
Telma Maria Evangelista de Araújo
ERElaine Maria Leite Rangel
Elaine Maria Leite Rangel
Resumo Objetivo Avaliar a qualidade de vida em pessoas vivendo com HIV/AIDS e os fatores associados. Métodos Estudo transversal, realizado com 146 pessoas com HIV em tratamento ambulatorial. Os instrumentos utilizados foram: questionário para avaliação socioeconômica, demográfica, epidemiológica e clínica e a escala WHOQOL HIV-bref para avaliação da qualidade de vida. Foi realizada análise descritiva e empregado o teste de Regressão linear múltipla com modelagem stepwise forward. Resultados Houve prevalência do sexo masculino, baixa escolaridade e assintomáticos. Os domínios Nível de independência e Meio ambiente tiveram os piores escores. Ter ocupação remunerada, renda per capita, possuir religião, maior tempo de diagnóstico e adesão ao tratamento associaram-se positivamente à qualidade de vida. Relação homoafetiva, ter sofrido estigma ou preconceito, presença de sintomas psicossociais e ter adquirido infecções oportunistas foram preditores associados à pior qualidade de vida. Conclusão A qualidade de vida apresentou preditores associados e comprometimento em dois domínios da escala.

16 April 2020 in Journal of Clinical Nursing
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TBThaissa Blanco Bezerra
Thaissa Blanco Bezerra
MVMarília Duarte Valim
Marília Duarte Valim
JBJuliano Bortolini
Juliano Bortolini
RRRenata Perfeito Ribeiro
Renata Perfeito Ribeiro
SMSamira Marcon
Samira Marcon
MMMaria Eliete Batista Moura
Maria Eliete Batista Moura

1 October 2017 in Revista Brasileira de Enfermagem
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FOFrancisco Braz Milanez Oliveira
Francisco Braz Milanez Oliveira
Artur Acelino Francisco Luz Nunes QueirozArtur Acelino Francisco Luz Nunes Queiroz
Artur Acelino Francisco Luz Nunes Queiroz
Alvaro Francisco Lopes de SousaAlvaro Francisco Lopes de Sousa
Alvaro Francisco Lopes de Sousa
MMMaria Eliete Batista Moura
Maria Eliete Batista Moura
RRRenata Karina Reis
Renata Karina Reis
Objective: To analyze whether sexual orientation affects the quality of life of people living with HIV/Aids (PLWHA). Method: A cross-sectional analytical study was carried out with 146 PLWHA in Teresina, capital city of the state of Piauí, in 2013, by means of the WHOQOL-HIV-bref. Descriptive analysis and multiple linear regression were used for data analysis. Results: There was a prevalence of men (63.7%), non-heterosexual (57.0%), aged between 19 and 39 years (89%). Of the total, 75.5% mentioned presence of negative feelings, such as fear and anxiety, and 38% reported have suffered stigma. With regard to the dimensions investigated, the most affected were “environment” and “level of independence”. Non-heterosexual orientation was negatively associated with quality of life in almost all dimensions. Conclusion: Living with HIV/Aids and having a non-heterosexual orientation have a negative impact on quality of life.