Fernanda de Oliveira Souza

Dr. Fernanda de Oliveira Souza


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1 January 2020 in Trabalho, Educação e Saúde
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MHMargarete Costa Helioterio
Margarete Costa Helioterio
FLFernanda Queiroz Rego de Sousa Lopes
Fernanda Queiroz Rego de Sousa Lopes
CSCAMILA DE SOUSA
CAMILA DE SOUSA
FSFernanda de Oliveira Souza
Fernanda de Oliveira Souza
PPPaloma de Sousa Pinho
Paloma de Sousa Pinho
TATania Maria de Araujo
Tania Maria de Araujo
Resumo A pandemia causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) configura quadro de emergência de saúde pública mundial. Algumas categorias ocupacionais têm risco elevado de exposição à infecção, como os(as) trabalhadores(as) da saúde. Neste artigo, objetiva-se sumarizar e sistematizar aspectos relativos às condições de trabalho e de saúde dos(as) trabalhadores(as) da saúde nessa pandemia, enfatizando a situação no Brasil, experiências exitosas na proteção do trabalho em saúde em outros países e recomendações para o contexto brasileiro. Iniciativas imediatas de proteção e combate à pandemia em outros países incluíram como pontos estratégicos: adequação das condições de trabalho; testagem sistemática e ações específicas de assistência aos(às) trabalhadores(as). Para o enfrentamento da Covid-19 no Brasil, destacam-se como recomendações: revisão de fluxos de atendimento e definição de características e condições para cada etapa de atendimento; estabelecimento da Covid-19 como doença relacionada ao trabalho para os grupos expostos; registro efetivo da ‘ocupação’ nos sistemas de informação; estabelecimento de condições especiais para execução do trabalho na situação de epidemia; atenção às jornadas laborais e ações para redução de estressores ocupacionais. A atuação desses(as) trabalhadores(as) é elemento central no enfrentamento da pandemia, portanto, o plano de combate ao Covid-19 deve incluir proteção e preservação de sua saúde física e mental.

12 October 2021 in Vaccines
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Alvaro Francisco Lopes de SousaAlvaro Francisco Lopes de Sousa
Alvaro Francisco Lopes de Sousa
JTJules Ramon Brito Teixeira
Jules Ramon Brito Teixeira
ILIracema Lua
Iracema Lua
FSFernanda de Oliveira Souza
Fernanda de Oliveira Souza
AFAndrêa Jacqueline Fortes Ferreira
Andrêa Jacqueline Fortes Ferreira
IFInes Fronteira
Ines Fronteira
COVID-19 vaccine hesitancy (VH) has caused concerns due to the possible fluctuations that may occur directly impacting the control of the pandemic. In this study, we aimed to estimate the prevalence and factors associated with COVID-19 VH in Portuguese-speaking countries. We developed a web survey (N:6,843) using an online, structured, and validated questionnaire. We used Measurement Models, Exploratory Factor Analysis, Exploratory Structural Equation Models, and Confirmatory Factor Analysis for the data analysis. The overall prevalence of COVID-19 VH in Portuguese-speaking countries was 21.1%. showed a statistically significant direct effect for VH: vaccine-related conspiracy beliefs (VB) (β = 0.886), perceived stress (PS) (β = 0.313), COVID-19 Misinformation (MIS) (β = 0.259) and individual responses to COVID-19 (CIR) (β = −0.122). The effect of MIS and CIR for VH was greater among men and of PS and VB among women; the effect of PS was greater among the youngest and of VB and CIR among the oldest. No discrepant differences were identified in the analyzed education strata. In conclusion, we found that conspiracy beliefs related to the vaccine strongly influence the decision to hesitate (not to take or to delay the vaccine). Specific characteristics related to gender, age group, social and cognitive vulnerabilities, added to the knowledge acquired, poorly substantiated and/or misrepresented about the COVID-19 vaccine, need to be considered in the planning of vaccination campaigns. It is necessary to respond in a timely, fast, and accurate manner to the challenges posed by vaccine hesitancy.

1 January 2019 in Cadernos de Saude Publica
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TATania Maria de Araujo
Tania Maria de Araujo
FSFernanda de Oliveira Souza
Fernanda de Oliveira Souza
PPPaloma De Sousa Pinho
Paloma De Sousa Pinho
Resumo: O objetivo deste trabalho foi analisar os fatores associados à vacinação entre profissionais de redes municipais de saúde na Bahia, Brasil. Estudo transversal, conduzido entre 2010 e 2012 com 3.084 trabalhadores da atenção primária e média complexidade. Foram descritas: prevalência de vacinação para calendário do adulto de acordo com o Programa Nacional de Imunização (PNI) e a completude de esquemas vacinais segundo variáveis sociodemográficas, econômicas, do trabalho, sobrecarga doméstica, psicossociais, satisfação e apoio social no trabalho, exposição ocupacional, hábitos de vida, situação de saúde e autopercepção da saúde. Análise multivariada foi realizada para avaliar o efeito conjunto das variáveis estudadas. Apenas 38,5% dos trabalhadores relataram situação vacinal completa para todas as vacinas do calendário do adulto. Mostraram-se positivamente associados à completude do cartão vacinal: sexo feminino (IC95%: 1,42-2,10), ser profissional de saúde de cuidado direto ao paciente (IC95%: 1,26-1,71), ter recursos técnicos para o desenvolvimento das atividades profissionais (IC95%: 1,02-1,34), apoio social no trabalho (IC95%: 1,02-1,26), contato com material biológico (IC95%: 1,39-1,75), preparo de medicação (IC95%: 1,10-1,44) e autopercepção positiva da saúde (IC95%: 1,03-1,41). Fatores como condições sociodemográficas e de exposição ocupacional exerceram influência sobre a vacinação. Diante do recrudescimento de doenças imunopreveníveis, é necessário que se acompanhe a situação vacinal dos trabalhadores da saúde. Deve-se considerar o fenômeno em sua complexidade para compreender aspectos relacionados à resistência que ultrapassam as questões usualmente mensuradas e possibilitem a investigação de crenças atribuídas às vacinas.

1 January 2021 in Revista Brasileira de Saúde Ocupacional
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AAline Macedo Carvalho Freitas
Aline Macedo Carvalho Freitas
TATania Maria de Araujo
Tania Maria de Araujo
PPPaloma de Souza Pinho
Paloma de Souza Pinho
CSCAMILA DE SOUSA
CAMILA DE SOUSA
POPaula Caroline Santos Oliveira
Paula Caroline Santos Oliveira
FSFernanda de Oliveira Souza
Fernanda de Oliveira Souza
Resumo Introdução: a baixa qualidade do sono pode comprometer tanto a saúde como a qualidade de vida. Objetivo: estimar a prevalência e os fatores associados à qualidade do sono ruim entre docentes de educação superior de uma universidade pública na Bahia. Métodos: estudo exploratório, transversal, realizado de novembro de 2015 a abril de 2016 com 423 docentes aleatoriamente selecionados. A qualidade do sono foi mensurada pela escala Mini-Sleep Questionnaire (MSQ). Resultados: a prevalência de qualidade do sono ruim foi de 61,3%. As queixas mais frequentes foram: dificuldade de adormecer, acordar cansado, acordar com dor de cabeça e não ter tempo para dormir durante o dia. Apresentaram-se estatisticamente associadas com a qualidade do sono ruim: manter mais de um vínculo empregatício, tempo irregular e/ou insuficiente para a prática de atividades de lazer, seis horas ou menos de sono, queixas de dor musculoesquelética e de cabeça, e alta exigência psicológica com baixo controle sobre o trabalho. Conclusão: condições de trabalho que propiciam os fatores associados à elevada prevalência de qualidade do sono ruim entre docentes devem ser repensadas em prol da saúde desses trabalhadores e da importância do seu trabalho para a sociedade.

1 June 2015 in Cadernos Saúde Coletiva
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FSFernanda de Oliveira Souza
Fernanda de Oliveira Souza
PFPaloma de Sousa Pinho Freitas
Paloma de Sousa Pinho Freitas
TATânia Maria de Araújo
Tânia Maria de Araújo
MGMariana Rabelo Gomes
Mariana Rabelo Gomes
ResumoObjetivoAvaliar a prevalência de vacinação para hepatite B e os fatores associados entre trabalhadores da atenção primária e da média complexidade do setor saúde.MetodologiaEstudo transversal com 506 trabalhadores do setor saúde de um município do Recôncavo Baiano. Utilizou-se questionário para investigar situação vacinal para hepatite B. Análises uni e bivariada foram utilizadas para avaliação dos fatores associados à vacinação.ResultadosHouve predomínio do sexo feminino (78,3%) e do vínculo de trabalho permanente (63,8%); além disso, 78,1% dos trabalhadores fizeram uma avaliação positiva da saúde. A maioria referiu ter recebido três doses da vacina contra hepatite B (59,9%). Enfermeiras, técnicas e médicos estiveram mais imunizados (91,8%). Os fatores associados à vacinação foram: sexo, idade, escolaridade, uso de equipamento de proteção individual e contato com material biológico.DiscussãoA prevalência da vacinação completa contra hepatite B foi de 59,9%, indicando uma cobertura baixa. É preciso estimular os profissionais que não desenvolveram um nível de anticorpos adequado após o esquema vacinal primário a refazer uma quarta dose.ConsideraçõesIndivíduos que não estão imunes à doença devem ser informados que são suscetíveis ao VHB até que tenham comprovação imunológica. Questões sobre biossegurança nos currículos acadêmicos colaboraram para incorporação de atitudes mais positivas frente à adesão à vacinação.

1 January 2022 in Cadernos de Saude Publica
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FSFernanda de Oliveira Souza
Fernanda de Oliveira Souza
GWGuilherme Loureiro Werneck
Guilherme Loureiro Werneck
PPPaloma de Sousa Pinho
Paloma de Sousa Pinho
JTJules Ramon Brito Teixeira
Jules Ramon Brito Teixeira
Iracema LuaIracema Lua
Iracema Lua
TATania Maria de Araujo
Tania Maria de Araujo
Resumo: A Organização Mundial da Saúde reconhece a hesitação vacinal como uma das dez maiores ameaças à saúde pública no mundo. Este estudo investigou a associação entre confiança, conveniência e complacência e a hesitação vacinal para influenza entre trabalhadores(as) do setor saúde. Foram incluídos 453 trabalhadores(as) de serviços de atenção primária e média complexidade de uma cidade de médio porte do estado brasileiro da Bahia. Foram considerados hesitantes em vacinar aqueles que não receberam vacina para influenza em 2019. Modelos de equações estruturais foram utilizados para avaliar interrelações entre variáveis preditoras de interesse e hesitação vacinal. Um quarto dos(as) trabalhadores(as) (25,4%) hesitaram em se vacinar para influenza. Menor confiança (coeficiente padronizado - CP = 0,261; p = 0,044) e maior complacência (CP = 0,256; p < 0,001) associaram-se significativamente à hesitação vacinal. A conveniência não esteve associada à hesitação vacinal. Trabalhadores(as) não assistenciais, da média complexidade e do sexo masculino referiram menor acolhimento pelo profissional que administrava as vacinas. O medo de agulhas associou-se à menor confiança e à hesitação vacinal. História de reação vacinal não esteve associada diretamente com hesitação vacinal, mas associou-se à maior complacência, isto é, menor percepção do risco de doenças imunopreveníveis. Por ser uma vacina recomendada anualmente, a hesitação vacinal para influenza pode contribuir para aumentar a carga da doença na população. Os dados sustentam a hipótese de que fatores relacionados à confiança e complacência produzem prejuízos na aceitação desta vacina, devendo ser considerados no desenvolvimento de estratégias e ações para maior adesão à vacinação.