CAMILA DE SOUSA

Mr. CAMILA DE SOUSA


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1 January 2020 in Trabalho, Educação e Saúde
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MHMargarete Costa Helioterio
Margarete Costa Helioterio
FLFernanda Queiroz Rego de Sousa Lopes
Fernanda Queiroz Rego de Sousa Lopes
CSCAMILA DE SOUSA
CAMILA DE SOUSA
FSFernanda de Oliveira Souza
Fernanda de Oliveira Souza
PPPaloma de Sousa Pinho
Paloma de Sousa Pinho
TATania Maria de Araujo
Tania Maria de Araujo
Resumo A pandemia causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) configura quadro de emergência de saúde pública mundial. Algumas categorias ocupacionais têm risco elevado de exposição à infecção, como os(as) trabalhadores(as) da saúde. Neste artigo, objetiva-se sumarizar e sistematizar aspectos relativos às condições de trabalho e de saúde dos(as) trabalhadores(as) da saúde nessa pandemia, enfatizando a situação no Brasil, experiências exitosas na proteção do trabalho em saúde em outros países e recomendações para o contexto brasileiro. Iniciativas imediatas de proteção e combate à pandemia em outros países incluíram como pontos estratégicos: adequação das condições de trabalho; testagem sistemática e ações específicas de assistência aos(às) trabalhadores(as). Para o enfrentamento da Covid-19 no Brasil, destacam-se como recomendações: revisão de fluxos de atendimento e definição de características e condições para cada etapa de atendimento; estabelecimento da Covid-19 como doença relacionada ao trabalho para os grupos expostos; registro efetivo da ‘ocupação’ nos sistemas de informação; estabelecimento de condições especiais para execução do trabalho na situação de epidemia; atenção às jornadas laborais e ações para redução de estressores ocupacionais. A atuação desses(as) trabalhadores(as) é elemento central no enfrentamento da pandemia, portanto, o plano de combate ao Covid-19 deve incluir proteção e preservação de sua saúde física e mental.

1 December 2020 in Cadernos Saúde Coletiva
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FCFrançoise Magalhães Campos
Françoise Magalhães Campos
TATania Maria de Araujo
Tania Maria de Araujo
DVDenise Nunes Viola
Denise Nunes Viola
POPaula Caroline Santos Oliveira
Paula Caroline Santos Oliveira
CSCAMILA DE SOUSA
CAMILA DE SOUSA
Resumo Introdução Os aspectos psicossociais do trabalho são fontes de estresse ocupacional, com impactos na saúde mental. Esta relação pode ser determinada pelo gênero e pela raça/cor da pele. Objetivo Avaliar associação entre estressores ocupacionais e saúde mental, focalizando desigualdades de gênero e raça/cor da pele entre trabalhadores da saúde. Método Estudo transversal com 3.084 trabalhadores de saúde da Bahia. Estressores ocupacionais foram avaliados pelo modelo demanda-controle (MDC), utilizando o Job Content Questionnaire. A variável desfecho, transtornos mentais comuns (TMC), foi avaliada pelo SRQ-20. Conduziu-se análise descritiva, bivariada e multivariada, estratificada por gênero e raça/cor da pele. Resultados A prevalência de TMC foi maior entre as mulheres (negras: 23,7%, e não negras: 19,6%), quando comparada com a verificada entre os homens (negros: 17,6%, e não negros: 14,7%). Observou-se associação de TMC com todos os grupos do MDC, para as mulheres negras, e com trabalho ativo e de alta exigência entre mulheres não negras. Entre os homens, a associação não foi estatisticamente significante. Conclusão Observaram-se diferenciais de gênero e raça/cor da pele na ocorrência de TMC e na associação com estressores ocupacionais, com prevalências mais elevadas entre as mulheres, principalmente as mulheres negras.

1 January 2021 in Cadernos de Saude Publica
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CSCAMILA DE SOUSA
CAMILA DE SOUSA
TATania Maria de Araujo
Tania Maria de Araujo
Iracema LuaIracema Lua
Iracema Lua
MGMariana Rabelo Gomes
Mariana Rabelo Gomes
KFKátia Santana Freitas
Kátia Santana Freitas
Resumo: O objetivo foi avaliar a relação da insatisfação no trabalho e ocorrência de transtornos mentais comuns (TMC), considerando os aspectos psicossociais do trabalho e a satisfação pessoal (SAP). Estudo transversal, em amostra de 3.084 trabalhadores/as de saúde de cinco municípios baianos. Empregou-se análise de modelagem de equações estruturais, estratificada por gênero. A insatisfação com o trabalho foi a variável de exposição principal. Os TMC, variável desfecho, foram avaliados pelo Self-Reporting Questionaire (SRQ-20). Satisfação pessoal, avaliada por questões do World Health Organization Quality of Life (WHOQOL), e os aspectos psicossociais estressores (AE) e protetores (AP), mensurados pelo Job Content Questionnaire (JCQ) e pela escala Effort-Reward Imbalance (ERI), foram tratadas como variáveis latentes. A insatisfação com o trabalho associou-se positivamente aos TMC, entre homens (0,160; IC95%: 0,024; 0,295) e mulheres (0,198; IC95%: 0,135; 0,260). Os AE associaram-se positivamente à insatisfação com o trabalho e aos TMC, enquanto os AP associaram-se negativamente a esses dois eventos, entre homens e mulheres. A insatisfação com o trabalho mediou o efeito dos aspectos psicossociais e da SAP na ocorrência de TMC. O modelo final apresentou bom ajuste nos grupos analisados. Elevada insatisfação, presença de aspectos psicossociais estressores, carência de aspectos protetores e insatisfação pessoal associaram-se aos TMC direta ou indiretamente. Os resultados reforçam a necessidade de ações voltadas à proteção da saúde mental no trabalho em saúde com o redesenho dos aspectos nocivos identificados e fortalecimento dos aspectos associados à menor ocorrência de TMC.

17 December 2021 in Revista de Saúde Pública
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MGMariana Rabelo Gomes
Mariana Rabelo Gomes
TATania Maria de Araujo
Tania Maria de Araujo
JSJorgana Fernanda de Souza Soares
Jorgana Fernanda de Souza Soares
CSCAMILA DE SOUSA
CAMILA DE SOUSA
Iracema LuaIracema Lua
Iracema Lua
OBJETIVO Testar associação entre estressores ocupacionais e acidentes de trabalho por exposição a material biológico (ATbio) em trabalhadores da saúde, considerando a análise isolada e combinada das dimensões de dois modelos, o modelo demanda-controle (MDC) e o modelo de desequilíbrio esforço-recompensa (ERI). MÉTODOS Estudo de corte transversal em amostra representativa de trabalhadores de nível superior, técnico, médio, incluindo agentes de saúde de unidades da atenção básica e média complexidade em cinco cidades da Bahia. Selecionou-se amostragem aleatória, estratificada por área geográfica, nível de complexidade do serviço e ocupação. A variável desfecho foi ATbio; a exposição principal foram os estressores ocupacionais, avaliados pelo MDC e ERI. As incidências e os riscos relativos foram estimados em função do caráter agudo, de curta duração, do desfecho de interesse. Testaram-se associações entre ATbio e as dimensões do MDC e ERI isolados e combinados. RESULTADOS Participaram do estudo 3.084 trabalhadores. A incidência global de ATbio foi de 3,4% e mostrou-se associada a alta demanda psicológica, alto esforço e alto comprometimento com o trabalho, com ajuste por sexo, idade, escolaridade e turno de trabalho. Trabalho de alta exigência e situação de desequilíbrio entre esforços e recompensas estavam associados aos ATbio. Com a combinação dos modelos, observou-se incremento da medida de associação com o desfecho. As associações significantes e de maior magnitude foram observadas nos modelos combinados completos. O risco de ATbio foi 5,23 vezes maior entre os expostos em ambos os modelos completos em comparação com a ausência de exposição nos dois modelos. CONCLUSÕES Estressores ocupacionais mostraram-se associados aos ATbio. Observaram-se vantagens no uso dos modelos combinados. A abordagem de diferentes dimensões psicossociais ampliou a capacidade de identificação de grupos expostos, oferecendo base sólida para intervenções de prevenção dos ATbio em saúde.

1 January 2021 in Revista Brasileira de Saúde Ocupacional
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AAline Macedo Carvalho Freitas
Aline Macedo Carvalho Freitas
TATania Maria de Araujo
Tania Maria de Araujo
PPPaloma de Souza Pinho
Paloma de Souza Pinho
CSCAMILA DE SOUSA
CAMILA DE SOUSA
POPaula Caroline Santos Oliveira
Paula Caroline Santos Oliveira
FSFernanda de Oliveira Souza
Fernanda de Oliveira Souza
Resumo Introdução: a baixa qualidade do sono pode comprometer tanto a saúde como a qualidade de vida. Objetivo: estimar a prevalência e os fatores associados à qualidade do sono ruim entre docentes de educação superior de uma universidade pública na Bahia. Métodos: estudo exploratório, transversal, realizado de novembro de 2015 a abril de 2016 com 423 docentes aleatoriamente selecionados. A qualidade do sono foi mensurada pela escala Mini-Sleep Questionnaire (MSQ). Resultados: a prevalência de qualidade do sono ruim foi de 61,3%. As queixas mais frequentes foram: dificuldade de adormecer, acordar cansado, acordar com dor de cabeça e não ter tempo para dormir durante o dia. Apresentaram-se estatisticamente associadas com a qualidade do sono ruim: manter mais de um vínculo empregatício, tempo irregular e/ou insuficiente para a prática de atividades de lazer, seis horas ou menos de sono, queixas de dor musculoesquelética e de cabeça, e alta exigência psicológica com baixo controle sobre o trabalho. Conclusão: condições de trabalho que propiciam os fatores associados à elevada prevalência de qualidade do sono ruim entre docentes devem ser repensadas em prol da saúde desses trabalhadores e da importância do seu trabalho para a sociedade.

23 September 2019 in Psicologia: Reflexão e Crítica
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CSCAMILA DE SOUSA
CAMILA DE SOUSA
TATania Maria de Araujo
Tania Maria de Araujo
Iracema LuaIracema Lua
Iracema Lua
MGMariana Rabelo Gomes
Mariana Rabelo Gomes
Objective: The purpose of this study is to evaluate the association between psychosocial aspects at work and dissatisfaction among health workers in five cities in Bahia, Brazil. Methods: The evaluation was based on different models proposed to measuring occupational stress and possible combinations between them: demand-control model (DCM) and effort-reward imbalance (ERI). We conducted a cross-sectional epidemiological study including 3084 health workers. The analysis considered the association between partial/full/partial (combined) occupational stress models (the variable “exposure”) and job dissatisfaction (the variable “outcome”). Results: Dissatisfaction rate was 26%. Full DCM and ERI models were better than partial ones to investigate job dissatisfaction. After adjustments, the combined models presented more robust measures of prevalence ratio than models evaluated separately (PR 2.93; CI 2.26–3.80). Conclusions: The combination of models has shown greater capacity to identify situations of job dissatisfaction and provided more potential information to support actions for workers’ health.