VINICIUS EMANOEL LEAL PINTO

Dr. VINICIUS EMANOEL LEAL PINTO

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14 July 2026 in Sports
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VPVINICIUS EMANOEL LEAL PINTO
VINICIUS EMANOEL LEAL PINTO
GAGisela Arsa
Gisela Arsa
MSManoella Regina de Souza Silva
Manoella Regina de Souza Silva
KGKarine Goulart
Karine Goulart
Julio Cerca SerraoJulio Cerca Serrao
Julio Cerca Serrao
JFJacielle Carolina Ferreira
Jacielle Carolina Ferreira
Most studies investigating recovery in CrossFit® have focused on the effects of a single training session, whereas the cumulative effects of consecutive sessions within a training microcycle remain poorly understood. This study aimed to evaluate perceived recovery and neuromuscular performance, assessed through the countermovement jump (CMJ) and handgrip strength tests, over a 72 h period following a habitual strength–power-emphasized CrossFit® microcycle. Methods: Fourteen male CrossFit® practitioners performed CMJ and handgrip strength tests and completed the Total Quality Recovery (TQR) scale before and at 24, 48, and 72 h after completing a strength–power-emphasized training microcycle. Results: Repeated-measures ANOVA revealed significant reductions in all variables 24 h after the microcycle compared with baseline values, followed by recovery to baseline within 48 h. Conclusions: These findings suggest that at least 48 h are required for the recovery of neuromuscular performance and perceived recovery following a habitual strength–power-emphasized CrossFit® microcycle. Furthermore, the similar temporal responses observed across the three monitoring tools indicate that they may represent practical options for monitoring performance and recovery in CrossFit® practitioners.

11 April 2024 in Corpoconsciência
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JAJhennifer Carolina de Almeida Alves
Jhennifer Carolina de Almeida Alves
ACAndré Cavalcante
André Cavalcante
VPVINICIUS EMANOEL LEAL PINTO
VINICIUS EMANOEL LEAL PINTO
AAAna Paula da Silva Azevedo
Ana Paula da Silva Azevedo
The squat is one of the most common exercises throughout a training program in several sports areas, providing benefits to the physiological and functional mechanism of the knee joints. However, there is still no consistency in the findings regarding the effects of stretching and ankle mobility exercises on the angular kinematic variables of the free squat. The aim of this study is to investigate the effects of static calf stretching and ankle mobility exercises on range of motion during the barbell squat. The study included 11 university students of both sexes aged between 22 and 32 years. After warming up, the volunteers performed four free squats with a barbell before and after the ankle stretching and mobility protocol. Through filming, the trunk, hip, knee and ankle inclination angles were evaluated. An average of four replicates was considered. No significant differences were found between pre and post stretching and mobility protocol for all variables analyzed (p > 0.05). Therefore, it is concluded that a protocol of 10 minutes of stretching and ankle mobility exercises, performed intermittently, is not sufficient to improve the free squat range of motion. However, the interpretation of the results must be taken with caution. La sentadilla es uno de los ejercicios más comunes a lo largo de un programa de entrenamiento en diversas áreas deportivas, aportando beneficios al mecanismo fisiológico y funcional de las articulaciones de la rodilla. Sin embargo, todavía no hay consistencia en los hallazgos con respecto a los efectos de los ejercicios de estiramiento y movilidad del tobillo sobre las variables cinemáticas angulares de la sentadilla libre. El objetivo de este estudio es investigar los efectos del estiramiento estático de la pantorrilla y los ejercicios de movilidad del tobillo en el rango de movimiento durante la sentadilla con barra. El estudio incluyó a 11 estudiantes universitarios de ambos sexos con edades comprendidas entre 22 y 32 años. Después del calentamiento, los voluntarios realizaron cuatro sentadillas libres con barra antes y después del protocolo de estiramiento y movilidad del tobillo. Mediante filmaciones se evaluaron los ángulos de inclinación del tronco, la cadera, la rodilla y el tobillo. Se consideró un promedio de cuatro repeticiones. No se encontraron diferencias significativas entre pre y post estiramiento y protocolo de movilidad para todas las variables analizadas (p > 0,05). Por lo tanto, se concluye que un protocolo de 10 minutos de ejercicios de estiramiento y movilidad del tobillo, realizados de forma intermitente, no es suficiente para mejorar el rango de movimiento de la sentadilla libre. Sin embargo, la interpretación de los resultados debe tomarse con cautela. O agachamento é um dos exercícios mais usuais ao longo de um programa de treinamento em diversas áreas esportivas, proporcionando benefícios ao mecanismo fisiológico e funcional das articulações do joelho. Contudo, ainda não há consistências nos achados em relação aos efeitos dos exercícios de alongamento e mobilidade de tornozelo nas variáveis cinemáticas angulares do agachamento livre. O objetivo deste estudo é investigar os efeitos dos exercícios de alongamento estático de panturrilha e mobilidade de tornozelo na amplitude de movimento durante o agachamento com barra. Participaram do estudo 11 universitários de ambos os sexos com idade entre 22 e 32 anos. Após o aquecimento, os voluntários realizaram quatro agachamentos livres com barra antes e após protocolo de alongamento e mobilidade de tornozelo. Por meio de filmagem foram avaliados os ângulos de inclinação do tronco, de quadril, de joelho e de tornozelo. Uma média das quatro repetições foi considerada. Não foram encontradas diferenças significativas entre pré e pós protocolo de alongamento e mobilidade para todas as variáveis analisadas (p > 0.05). Por isso, conclui-se que um protocolo de 10 minutos de exercícios de alongamento e mobilidade de tornozelo, realizados de maneira intermitente, não é suficiente para melhorar a amplitude de movimento do agachamento livre. Contudo, a interpretação dos resultados deve ser tomada com cautela.