Home office (HO) stands out as one of the most promising and popular forms of teleworking, especially after the COVID-19 pandemic. Therefore, many companies want to implement or maintain this working method, given its numerous advantages. However, there are adverse effects that are mainly related to physical and mental health. This article presents ergonomic analyses of HOs in neighborhoods considered heat islands. Temperature levels, extreme low-frequency non-ionizing radiation (ELF-NIR), illuminance, physical layout characteristics, and physiological parameters of teleworkers were measured. The results reveal that 92% of these professionals work 6 to 8 h daily with an ambient temperature between 25 and 30 °C, illumination levels in the range 11.20–290 Lux, and ELF-NIR > 0.4 µT. The majority of teleworkers are overweight (BMI > 24.9), and some of them have blood pressure higher than average values (129 mmHg for systolic and 84 mmHg for diastolic) in addition to a reduction in the number of red blood cells and hematocrits. Symptoms such as burning sensation, dryness, tired eyes, redness, itching, and photophobia (light sensitivity) show a 68.95% similarity. These HOs do not meet the required ergonomic and health standards.
16 August 2025 in ENCONTRO NACIONAL DE CONFORTO NO AMBIENTE CONSTRUÍDO
Este estudo avalia o conforto térmico em uma condição dinâmica de visitantes em um parque urbano no clima quente e úmido. A pesquisa utilizou medições de variáveis microclimáticas (temperatura do ar, temperatura de globo, umidade relativa e velocidade do vento) e a percepção subjetiva de participantes em seis pontos ao longo de um trajeto (ida e volta) de 2,7 km realizado em aproximadamente duas horas. Os dados foram analisados por meio de estatísticas descritivas e correlação de Spearman. Entre as variáveis subjetivas, a sensação térmica apresentou maior associação com variáveis microclimáticas (temperatura do ar, de globo e umidade relativa) e com variáveis do trajeto (distância percorrida, o tempo de percurso e o FVC). Os resultados obtidos com as correlações (p-value 0,01 e 0,05) apontam especialmente a pertinência de incluir variáveis do trajeto como: a distância percorrida, o desnível, o tempo de percurso e o FVC em investigações dinâmicas de conforto térmico em parques urbanos.
Uma iluminação satisfatória em sala de aula influencia positivamente na aprendizagem e no bem-estar de alunos e professores. Assim, este artigo apresenta uma análise luminotécnica desse ambiente da UFPB. A instrumentalização e as análises seguiram em conformidade com a NHO 11:2018 e a NBR 8995-1:2013, com o apoio do software Dialux Evo. O ambiente apresentou níveis de iluminância de 257,3 lux e UGR com valores de 25,1 e 23,6, que não estão em conformidade com os parâmetros normativos. Esses resultados corroboraram com a percepção de 128 estudantes, dos quais 82% consideraram esses níveis prejudiciais à saúde ocular, resultando em uma proposta de um relayout luminotécnico.
'As pesquisas envolvendo Home Office (HO) são direcionadas principalmente para temas comoergonomia do mobiliário, iluminação e os aspectos psicossociais. No entanto, as condiçõestérmicas podem impactar na saúde, bem-estar e produtividade do teletrabalhador. A propostadesse artigo é caracterizar o conforto térmico nos postos de HOs, identificar a percepçãotérmica dos teletrabalhadores e rastrear possíveis alterações fisiológicas relacionadas aoambiente térmico. Como resultado, verificou-se que a temperatura do ar é considerada umparâmetro de grande relevância e que, segundo as medições realizadas, a temperatura estáinadequada para a realização de tarefas de caráter intelectual nos postos de trabalhoestudados.'