ELISABETE SOARES DE SANTANA

Dr. ELISABETE SOARES DE SANTANA

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1 April 2025 in Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences
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SJSadi Antonio Pezzi Junior
Sadi Antonio Pezzi Junior
ESELISABETE SOARES DE SANTANA
ELISABETE SOARES DE SANTANA
KIKaren Julianne Frazão dos Santos Iwata
Karen Julianne Frazão dos Santos Iwata
MHMarina Hamerski
Marina Hamerski
TPThayara Paolla Castelão Almeida Pinto
Thayara Paolla Castelão Almeida Pinto
JSJucéli Bezerra de Souza Bezerra de Souza
Jucéli Bezerra de Souza Bezerra de Souza
Introdução: O Ozempic (semaglutida) é utilizado para tratar o diabetes tipo 2 e promover perda de peso, mas seu uso indiscriminado pode gerar complicações, como efeitos adversos gastrointestinais e problemas cardiovasculares. O acompanhamento multiprofissional é essencial para prevenir esses riscos. Objetivo: Analisar os riscos do uso indiscriminado de Ozempic e destacar a importância do acompanhamento multiprofissional. Metodologia: Foi realizada uma revisão sistemática com estudos clínicos e revisões publicadas nos últimos cinco anos, usando bases de dados como PubMed e Scopus. A análise seguiu as etapas do PRISMA e utilizou o Rayyan para categorizar as evidências. Resultados e Discussão: O uso indevido de Ozempic pode causar complicações graves, como problemas gastrointestinais e hipoglicemia, especialmente sem supervisão médica. A intervenção de uma equipe multiprofissional é crucial para ajustar doses e prevenir complicações. Conclusão: O Ozempic é eficaz para diabetes e perda de peso, mas seu uso sem controle médico pode ser arriscado. O acompanhamento profissional é fundamental para garantir a segurança do tratamento.

1 April 2025 in Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences
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ESELISABETE SOARES DE SANTANA
ELISABETE SOARES DE SANTANA
SJSadi Antonio Pezzi Junior
Sadi Antonio Pezzi Junior
MHMarina Hamerski
Marina Hamerski
JHJúlia Hofling
Júlia Hofling
MBMariana Maria Batista
Mariana Maria Batista
TBThais Pinheiro Meira Barbosa
Thais Pinheiro Meira Barbosa
Introdução: O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por padrões persistentes de desatenção, hiperatividade e impulsividade. O metilfenidato é o fármaco mais utilizado no tratamento do TDAH, com eficácia comprovada na redução dos sintomas centrais. No entanto, seu uso tem se expandido para além do contexto terapêutico, sendo frequentemente empregado como potencializador cognitivo por indivíduos sem diagnóstico clínico, especialmente em ambientes acadêmicos. Esse cenário levanta questionamentos sobre os limites entre tratamento e aprimoramento, os riscos à saúde e os impactos éticos e sociais associados ao uso indiscriminado da substância. Objetivo: Analisar as evidências disponíveis na literatura científica sobre o uso terapêutico e não terapêutico do metilfenidato no tratamento do TDAH, com foco na eficácia clínica, riscos associados, medicalização e implicações éticas e sociais. Metodologia: Trata-se de uma revisão sistemática da literatura, realizada com base nas diretrizes PRISMA. Foram incluidos artigos publicados entre 2024 e 2025, em português, inglês e espanhol, indexados nas bases PubMed, SciELO, LILACS e Scopus. Utilizaram-se os descritores “Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade”, “metilfenidato”, “uso não terapêutico”, “medicalização” e “ética”. Após aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, foram selecionados 22 estudos para análise. Resultados e Discussão: Os estudos analisados indicam que o metilfenidato apresenta eficácia clínica no tratamento do TDAH, especialmente em crianças e adolescentes, com melhora significativa nos sintomas de desatenção e hiperatividade. No entanto, evidenciou-se também o crescimento do uso não terapêutico da substância, motivado por demandas de desempenho acadêmico e pressão social. Tal uso, frequentemente sem acompanhamento médico, está associado a riscos como dependência, efeitos adversos cardiovasculares e neurológicos, além de reforçar processos de medicalização de comportamentos considerados normais. As implicações éticas envolvem a banalização do uso de psicofármacos, desigualdade de acesso e o risco de desvio de finalidade terapêutica. Conclusão: A revisão aponta para a necessidade de um equilíbrio entre o uso clínico adequado do metilfenidato e a prevenção do uso não terapêutico, destacando a importância de políticas públicas, educação em saúde e rigor na prescrição médica. O debate ético e social sobre a medicalização do comportamento e o uso de substâncias psicoativas como ferramentas de desempenho deve ser ampliado no campo da saúde, da educação e das ciências humanas.

1 April 2025 in Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences
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SJSadi Antonio Pezzi Junior
Sadi Antonio Pezzi Junior
ESELISABETE SOARES DE SANTANA
ELISABETE SOARES DE SANTANA
NGNelson Pinto Gomes
Nelson Pinto Gomes
TDTiciano Magalhães Dantas
Ticiano Magalhães Dantas
MSMaria Edneide Mesquita da Silva
Maria Edneide Mesquita da Silva
ARAna Alves Ramos
Ana Alves Ramos
Introdução: A prevenção e o tratamento dessas lesões exigem uma abordagem multiprofissional que envolva médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e nutricionistas, mas são dificultados por desafios como falta de treinamento, sobrecarga de trabalho e escassez de recursos, o que compromete a eficácia das intervenções. Este cenário destaca a necessidade urgente de estratégias mais eficazes para o manejo das LPP em idosos. Objetivo: Identificar os desafios enfrentados pelos profissionais de saúde no manejo e tratamento das LPP em idosos que vivem em instituições, como lares de idosos ou hospitais. Metodologia: Revisão sistemática realizado de novembro de 2024 a abril de 2025, seguindo as etapas do PRISMA (2015) e do Instituto Joanna Briggs (2022), a pesquisa incluiu a formulação de uma questão de pesquisa com a estratégia PICO, busca em bases como PubMed e Scopus, seleção rigorosa dos estudos, extração e organização dos dados com a ferramenta Rayyan, e síntese dos resultados. Foram incluídos estudos publicados nos últimos cinco anos sobre lesões por pressão em idosos hospitalizados, excluindo estudos fora dos critérios de inclusão. A análise utilizou fluxogramas e quadros para categorizar e comparar as evidências. Resultados e Discussão: 8 estudos foram selecionados e incluídos na revisão, atendendo aos critérios de elegibilidade e qualidade. Obstáculos como falta de tempo, recursos limitados, e lacunas no conhecimento dos profissionais de saúde dificultam a implementação eficaz dessas práticas, especialmente em serviços públicos. Fatores como comorbidades, internações prolongadas e dependência funcional aumentam o risco de LPP, e a escassez de materiais, como colchões adequados e curativos modernos, agrava a situação. A revisão sugere a adoção de cuidados individualizados, fortalecimento da formação contínua dos profissionais, disponibilização de recursos e implementação de tecnologias inovadoras para melhorar a prevenção e o manejo das LPP, promovendo um cuidado mais seguro e eficaz para os idosos institucionalizados. Conclusão: Embora existam ferramentas como a escala de Braden e medidas preventivas, sua aplicação ainda é falha, especialmente em ambientes públicos. Fatores como imobilidade e comorbidades aumentam o risco de LPP em idosos. A pesquisa destaca a necessidade de capacitação profissional, recursos adequados e uma abordagem multidisciplinar com uso de tecnologias para melhorar a prevenção e o cuidado.

1 April 2025 in Caderno Pedagógico
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SJSadi Antonio Pezzi Junior
Sadi Antonio Pezzi Junior
ESELISABETE SOARES DE SANTANA
ELISABETE SOARES DE SANTANA
MCMayara Santos Cavalcante
Mayara Santos Cavalcante
ISIsabella Peixoto dos Santos
Isabella Peixoto dos Santos
JGJuliana Silveira Gandara
Juliana Silveira Gandara
TDTiciano Magalhães Dantas
Ticiano Magalhães Dantas
INTRODUÇÃO: O Diabetes Mellitus (DM) é uma doença endócrina metabólica de elevada prevalência relacionada a diversas complicações micro e macrovasculares, dentre as quais se destacam as complicações renais que podem levar os pacientes à necessidade de terapia hemodialítica. A hemodiálise é um tratamento essencial para aqueles que perderam a função renal de maneira aguda ou crônica, permitindo a remoção de substâncias tóxicas do organismo. No entanto, diversos fatores podem contribuir para o prolongamento desse tratamento, impactando a qualidade de vida dos pacientes. OBJETIVO: Explorar e compreender os fatores que corroboram para o prolongamento da terapia hemodialítica em pacientes com DM. METODOLOGIA: Foi realizada uma revisão de escopo entre os meses de agosto a fevereiro de 2025, seguindo o manual da síntese de evidências do Joanna Briggs Institute e o Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses Extension for Scoping Reviews Checklist (PRISMA-ScR). A pesquisa incluiu estudos que abordassem os fatores que influenciam a duração da terapia hemodialítica em pacientes diabéticos. RESULTADOS E DISCUSSÕES: A revisão de estudos (n=9) revelou que fatores emocionais, cardiológicos, renais e infecciosos influenciam a incidência e a duração da terapia hemodialítica. A aceitação do diagnóstico e sentimentos como medo e insegurança afetam a adesão ao tratamento. Complicações como hipertensão e insuficiência renal, além de infecções oportunistas, incluindo a Covid-19, agravam a função renal e aumentam a dependência da hemodiálise. Assim, um manejo individualizado é essencial para minimizar os impactos da terapia e melhorar a qualidade de vida dos pacientes diabéticos. CONCLUSÃO: A terapia hemodialítica é uma alternativa essencial para pacientes com perda da função renal, sendo fundamental para a manutenção do equilíbrio metabólico e hemodinâmico. No entanto, o tratamento pode trazer desafios, como desconforto no local de inserção, impacto na saúde mental e risco de complicações adicionais, como infecções bacterianas e virais. Dessa forma, é essencial implementar estratégias eficazes de acompanhamento multidisciplinar para reduzir os impactos negativos da hemodiálise e aprimorar a assistência aos pacientes diabéticos em terapia renal substitutiva.

1 April 2025 in Caderno Pedagógico
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SJSadi Antonio Pezzi Junior
Sadi Antonio Pezzi Junior
ESELISABETE SOARES DE SANTANA
ELISABETE SOARES DE SANTANA
BLBruno Douglas Pereira Lopes
Bruno Douglas Pereira Lopes
MCMayara Santos Cavalcante
Mayara Santos Cavalcante
AFAdilson da Silva Morato Filho
Adilson da Silva Morato Filho
EGEva Pinheiro de Castro Gomes
Eva Pinheiro de Castro Gomes
INTRODUÇÃO: O cuidado paliativo, muitas vezes visto como passivo, é uma abordagem ativa que inclui tratamentos como cirurgia e radioterapia para controlar sintomas. O diagnóstico de câncer terminal provoca desafios emocionais, como medo e ansiedade, tornando essencial o suporte psicológico. Estudar o impacto dos cuidados paliativos na saúde mental dos pacientes é crucial para melhorar o bem-estar psicológico e a qualidade de vida, promovendo uma morte mais tranquila. OBJETIVO: Analisar os efeitos dos cuidados paliativos na saúde mental de pacientes com câncer terminal. METODOLOGIA: Revisão sistemática realizada de novembro de 2024 a março de 2025, com foco em estudos sobre os efeitos dos cuidados paliativos na saúde mental, incluindo a redução de sintomas como ansiedade e depressão. A pesquisa seguiu as diretrizes PRISMA e JBI, com busca em bases como PubMed e Scopus, seleção rigorosa de estudos e análise usando a ferramenta Rayyan. Foram incluídos estudos publicados nos últimos 5 anos. RESULTADOS E DISCUSSÕES: Dos 756 artigos iniciais, 11 foram selecionados. Os cuidados paliativos demonstraram impacto positivo na saúde mental, com redução de sintomas depressivos, aumento da sensação de paz e melhora no bem-estar emocional. A transição para cuidados domiciliares gerou desafios para os cuidadores, que necessitaram de suporte. A Terapia de Dignidade promoveu sensação de paz, mas não reduziu significativamente a ansiedade ou depressão. A preferência por morrer em casa contribuiu para o conforto emocional, e a introdução precoce dos cuidados paliativos melhorou a qualidade de vida. A comunicação sobre o fim da vida também teve impacto positivo no bem-estar psicológico, assim como o Home Hospice Card Game no cuidado domiciliar.. CONCLUSÃO: A revisão destaca a importância dos cuidados paliativos na saúde mental de pacientes com câncer terminal, evidenciando que a implementação precoce e personalizada pode reduzir o sofrimento psicológico e melhorar a qualidade de vida. A transição do hospital para o domicílio apresenta desafios emocionais para os cuidadores, que precisam de suporte contínuo. A gestão de sintomas psicológicos é crucial para o enfrentamento da doença. A revisão sugere mais estudos longitudinais e ensaios clínicos para aprofundar a compreensão dos benefícios dos cuidados paliativos e a experiência dos cuidadores.

22 November 2024 in STUDIES IN MULTIDISCIPLINARY REVIEW
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ESELISABETE SOARES DE SANTANA
ELISABETE SOARES DE SANTANA
EAElizamara da Silva Assunção
Elizamara da Silva Assunção
RARobner Carlos Lopes Assunção
Robner Carlos Lopes Assunção
DTDiogo Felipe dos Santos Tobias
Diogo Felipe dos Santos Tobias
ABAlex de Souza Borges
Alex de Souza Borges
IQIsabelle Maria Silva de Queiroz
Isabelle Maria Silva de Queiroz
A resistência bacteriana em ambientes hospitalares é uma crescente preocupação de saúde pública, agravada pelo uso inadequado de antibióticos e práticas deficientes de controle de infecções. Em unidades de terapia intensiva (UTIs), o uso frequente de antibióticos favorece o surgimento de cepas resistentes, enquanto a automedicação fora do hospital introduz novos patógenos nesses ambientes. Além disso, falhas na adesão aos protocolos de higiene por parte dos profissionais de saúde contribuem para a disseminação de bactérias resistentes. A revisão destaca que hospitais com infraestrutura limitada enfrentam desafios adicionais para implementar medidas eficazes de controle de infecções. Estudos indicam que a educação continuada e o uso de diretrizes baseadas em evidências são fundamentais para a escolha apropriada de antibióticos. Investimentos em infraestrutura e programas de vigilância podem melhorar a gestão de infecções, assim como a colaboração entre instituições de saúde e órgãos governamentais. O estudo conclui que é essencial adotar estratégias abrangentes que incluam educação sobre o uso responsável de antibióticos, melhorias na infraestrutura hospitalar e uma cultura robusta de segurança do paciente. A resistência bacteriana exige uma abordagem integrada para reduzir infecções e assegurar um atendimento de saúde mais seguro e eficaz.