Nelson Pinto Gomes

Nelson Pinto Gomes

Auto-generated profile, based on publicly available information

Nelson Pinto Gomes

Université catholique de Louvain, Louvain-la-Neuve

Research Focus & Metrics

Academic Career Length

3Years (2024-Present)

(Calculated once Scilit publication data is synced: current year − year of first publication + 1)

Representative Publications

View All Publications
1 March 2025 in Journal of Medical and Biosciences Research
Verified
Journal Article
Open access
PDF file
RCRaquel Alves da Costa
Raquel Alves da Costa
ALAshley Caymmi de Albuquerque Laurindo
Ashley Caymmi de Albuquerque Laurindo
AMAllyne Christina Bonfim Miranda
Allyne Christina Bonfim Miranda
FCFabio da Silva Couto
Fabio da Silva Couto
MAMaria Anaydi Aguia
Maria Anaydi Aguia
CBCássia Fernanda de Oliveira Souza Bento
Cássia Fernanda de Oliveira Souza Bento
O câncer de mama (CA) é uma etiologia multifatorial e prevalente em todo o Brasil, influenciada pelos fatores externos e internos. Aliás a prevenção do CA é um fator importante para o combate e redução da prevalência da doença, além disso, a equipe multidisciplinar tem um importante papel para o combate e controle do CA. O objetivo do nosso trabalho visa analisar a importância da equipe multidisciplinar sobre uma assistência mais complexa e completa na terapia ocupacional em pacientes com câncer de mama. Foi realizada a busca na literatura através de base de dados Scientific Electronic Library Online (SciELO), U.S. National Library of Medicine localizada na National Institutes of Health via (PubMed) e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), escritos em portugues e inglês. Diante dos resultados obtidos, analisamos que a incidência do câncer de mama está inteiramente ligada com os fatores de riscos, idade, sedentarismo, hormonal, tabagismo, etilismo, entre outros. Pôde-se concluir que esses e outros fatores contribuem para o aparecimento do câncer de mama, que pode ser fatores de riscos modificáveis e não modificáveis. A revisão realizada neste estudo revelou a necessidade de uma atuação conjunta de profissionais de diversas áreas, como médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas e psicólogos, para garantir uma abordagem abrangente e eficaz.

1 April 2025 in Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences
Verified
Journal Article
Open access
PDF file
SJSadi Antonio Pezzi Junior
Sadi Antonio Pezzi Junior
ESELISABETE SOARES DE SANTANA
ELISABETE SOARES DE SANTANA
NGNelson Pinto Gomes
Nelson Pinto Gomes
TDTiciano Magalhães Dantas
Ticiano Magalhães Dantas
MSMaria Edneide Mesquita da Silva
Maria Edneide Mesquita da Silva
ARAna Alves Ramos
Ana Alves Ramos
Introdução: A prevenção e o tratamento dessas lesões exigem uma abordagem multiprofissional que envolva médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e nutricionistas, mas são dificultados por desafios como falta de treinamento, sobrecarga de trabalho e escassez de recursos, o que compromete a eficácia das intervenções. Este cenário destaca a necessidade urgente de estratégias mais eficazes para o manejo das LPP em idosos. Objetivo: Identificar os desafios enfrentados pelos profissionais de saúde no manejo e tratamento das LPP em idosos que vivem em instituições, como lares de idosos ou hospitais. Metodologia: Revisão sistemática realizado de novembro de 2024 a abril de 2025, seguindo as etapas do PRISMA (2015) e do Instituto Joanna Briggs (2022), a pesquisa incluiu a formulação de uma questão de pesquisa com a estratégia PICO, busca em bases como PubMed e Scopus, seleção rigorosa dos estudos, extração e organização dos dados com a ferramenta Rayyan, e síntese dos resultados. Foram incluídos estudos publicados nos últimos cinco anos sobre lesões por pressão em idosos hospitalizados, excluindo estudos fora dos critérios de inclusão. A análise utilizou fluxogramas e quadros para categorizar e comparar as evidências. Resultados e Discussão: 8 estudos foram selecionados e incluídos na revisão, atendendo aos critérios de elegibilidade e qualidade. Obstáculos como falta de tempo, recursos limitados, e lacunas no conhecimento dos profissionais de saúde dificultam a implementação eficaz dessas práticas, especialmente em serviços públicos. Fatores como comorbidades, internações prolongadas e dependência funcional aumentam o risco de LPP, e a escassez de materiais, como colchões adequados e curativos modernos, agrava a situação. A revisão sugere a adoção de cuidados individualizados, fortalecimento da formação contínua dos profissionais, disponibilização de recursos e implementação de tecnologias inovadoras para melhorar a prevenção e o manejo das LPP, promovendo um cuidado mais seguro e eficaz para os idosos institucionalizados. Conclusão: Embora existam ferramentas como a escala de Braden e medidas preventivas, sua aplicação ainda é falha, especialmente em ambientes públicos. Fatores como imobilidade e comorbidades aumentam o risco de LPP em idosos. A pesquisa destaca a necessidade de capacitação profissional, recursos adequados e uma abordagem multidisciplinar com uso de tecnologias para melhorar a prevenção e o cuidado.

1 May 2025 in Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences
Verified
Journal Article
Open access
PDF file
NGNelson Pinto Gomes
Nelson Pinto Gomes
ESELISABETE SOARES DE SANTANA
ELISABETE SOARES DE SANTANA
SJSadi Antonio Pezzi Junior
Sadi Antonio Pezzi Junior
JSJosé Adeilson da Silva
José Adeilson da Silva
AMAliandro Willy Duarte Magalhães
Aliandro Willy Duarte Magalhães
NGNatalia Custódio Machado Gonzaga
Natalia Custódio Machado Gonzaga
Introdução: A obesidade é uma condição crônica multifatorial, associada a sérias complicações metabólicas e aumento da morbimortalidade. Apesar da importância das mudanças no estilo de vida, muitas vezes estas são insuficientes, o que justifica o crescente interesse por terapias farmacológicas mais eficazes. Nesse contexto, os agonistas duplos e triplos de receptores hormonais surgem como inovação promissora no manejo da obesidade. Objetivo: Analisar criticamente os avanços no uso de agonistas hormonais combinados no tratamento da obesidade, avaliando seus mecanismos moleculares, eficácia clínica, perfil de segurança, limitações e perspectivas futuras. Metodologia: Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, com abordagem qualitativa, descritiva e exploratória. A busca foi realizada nas bases BVS, LILACS, MEDLINE/PubMed e SciELO, com artigos publicados entre 2020 e 2024, nos idiomas português, inglês e espanhol. Foram selecionados 32 estudos que discutem de forma fundamentada o uso de agonistas multirreceptores na obesidade. Resultados e Discussão: Os agonistas duplos, como a tirzepatida (GLP-1/GIP), e triplos, como a retatrutida (GLP-1/GIP/glucagon), mostraram resultados superiores na perda de peso, melhora do controle glicêmico e redução de comorbidades. Seus mecanismos incluem maior saciedade, menor ingestão calórica e aumento da termogênese. Os efeitos adversos são geralmente leves, mas ainda são necessários estudos de longo prazo para avaliação de segurança e custo-efetividade. Desafios como o acesso limitado, custo elevado e variabilidade na resposta individual permanecem. Conclusão: Os agonistas hormonais multirreceptores representam um avanço significativo no tratamento da obesidade, promovendo benefícios metabólicos amplos. Contudo, a implementação efetiva dessas terapias exige mais evidências de longo prazo, políticas de acesso e abordagem multidisciplinar, visando à personalização e equidade no cuidado ao paciente obeso.

1 April 2025 in Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences
Verified
Journal Article
Open access
PDF file
SJSadi Antonio Pezzi Junior
Sadi Antonio Pezzi Junior
ESELISABETE SOARES DE SANTANA
ELISABETE SOARES DE SANTANA
NGNelson Pinto Gomes
Nelson Pinto Gomes
FMFabio Ferreira Marques
Fabio Ferreira Marques
MMMatheus Gomes de Oliveira Moura
Matheus Gomes de Oliveira Moura
AFAnésia Bezerra da Fonsêca
Anésia Bezerra da Fonsêca
Introdução: A utilização de estabilizadores de humor tem sido amplamente consolidada na prática médica psiquiátrica para o tratamento e cuidado de transtornos do espectro bipolar e outras condições afetivas, no entanto, observa-se um fenômeno crescente na atenção primária à saúde: a prescrição desses fármacos para pacientes sem diagnóstico psiquiátrico formal. Objetivo: Analisar as evidências sobre o uso de estabilizadores de humor em pacientes sem diagnóstico psiquiátrico formal na atenção primária, focando nos critérios de prescrição, desfechos clínicos e riscos associados. Metodologia: Este estudo foi uma revisão de literatura realizada de novembro de 2024 a abril de 2025, com busca em PubMed e Medline. A pesquisa seguiu a estratégia PICO e as etapas do PRISMA para seleção e análise de estudos, com critérios de inclusão como artigos publicados nos últimos 5 anos que tratam da prescrição de estabilizadores de humor na atenção primária. Resultados e Discussão: Foram selecionados 8 estudos que indicam que a prescrição de estabilizadores de humor na atenção primária, sem diagnóstico psiquiátrico formal, é comum, mas controversa. Embora aliviem sintomas emocionais inespecíficos, apresentam riscos como efeitos adversos e uso indevido. A falta de diretrizes claras e a formação inadequada dos profissionais aumentam esses riscos, enquanto alguns estudos sugerem benefícios em contextos específicos. Conclusão: O uso de estabilizadores de humor fora de indicações psiquiátricas formais é crescente, mas carece de respaldo científico. A prática pode mascarar transtornos psiquiátricos e envolve riscos significativos. Recomenda-se a criação de protocolos específicos e mais pesquisas sobre o impacto a longo prazo dessa prática na atenção primária.

1 May 2025 in Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences
Verified
Journal Article
Open access
PDF file
FSFabiana Bezerra de Souto
Fabiana Bezerra de Souto
NGNelson Pinto Gomes
Nelson Pinto Gomes
ACAdriana Martins Monteiro de Castro
Adriana Martins Monteiro de Castro
DFDaniel Gomes Fialho
Daniel Gomes Fialho
ESELISABETE SOARES DE SANTANA
ELISABETE SOARES DE SANTANA
SJSadi Antonio Pezzi Junior
Sadi Antonio Pezzi Junior
Introdução: A saúde mental tem ganhado destaque nas políticas públicas devido ao aumento dos transtornos mentais. Pacientes psiquiátricos institucionalizados de longa permanência representam um grupo vulnerável que exige cuidado contínuo e humanizado. A atuação da equipe multiprofissional é fundamental para garantir a reabilitação psicossocial e a qualidade de vida desses indivíduos. Objetivo: Analisar, por meio de revisão de literatura, a atuação da equipe multiprofissional no cuidado de pacientes psiquiátricos institucionalizados de longa permanência, identificando práticas, desafios e contribuições para a promoção da saúde mental. Metodologia: Trata-se de uma revisão de literatura, realizada entre novembro de 2024 e abril de 2025, seguindo as diretrizes do Instituto Joanna Briggs e a estratégia PICO. A busca foi feita nas bases PubMed, Medline, Cochrane e Scielo, com seleção de artigos publicados nos últimos 5 anos, disponíveis em português, inglês ou espanhol. Foram incluídos 7 estudos após aplicação dos critérios de elegibilidade e análise do fluxograma PRISMA. Resultados e Discussão: Os estudos analisados evidenciam que a atuação multiprofissional contribui para a adesão ao tratamento, fortalecimento da autonomia e melhora da qualidade de vida dos pacientes. Práticas como o Projeto Terapêutico Singular (PTS), a escuta qualificada e a corresponsabilização da equipe se destacam. Desafios como sobrecarga de trabalho, falta de formação e risco de práticas manicomiais ainda persistem. Também se ressalta a importância do cuidado com a saúde mental dos próprios profissionais. Conclusão: A atuação multiprofissional é essencial para o cuidado integral e humanizado em instituições psiquiátricas de longa permanência. Contudo, sua efetividade depende de políticas públicas, capacitação contínua e compromisso com os princípios da Reforma Psiquiátrica e dos direitos humanos.

1 May 2025 in Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences
Verified
Journal Article
Open access
PDF file
NGNelson Pinto Gomes
Nelson Pinto Gomes
SJSadi Antonio Pezzi Junior
Sadi Antonio Pezzi Junior
CLClarkson Henrique Santos Lemos
Clarkson Henrique Santos Lemos
TCTaís Lima Castro
Taís Lima Castro
APAna Beatriz Maciel Pereira
Ana Beatriz Maciel Pereira
CSCamila Baggio Sartor
Camila Baggio Sartor
Introdução: Os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) são essenciais para o Sistema Único de Saúde (SUS), funcionando como um elo entre os serviços de saúde e as comunidades, atuando na promoção de ações de saúde, prevenção de doenças e acompanhamento domiciliar, com foco especial em áreas de maior vulnerabilidade social. Conhecendo de perto as realidades locais, ajudam a fortalecer o vínculo entre a população e os serviços de saúde, facilitando o acesso e garantindo a continuidade do cuidado, contribuindo para a melhoria das condições de saúde e a equidade no atendimento. Objetivo: O objetivo deste estudo é realizar uma revisão sistemática da literatura para analisar o impacto da sobrecarga emocional na saúde mental dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), identificando fatores que contribuem para essa sobrecarga, como o contexto de trabalho, as demandas emocionais e as condições de atendimento, além de avaliar as consequências para a saúde mental desses profissionais. Metodologia: Estudo do tipo revisão sistemática que analisa o impacto dessa sobrecarga na saúde mental dos ACS, utilizando o modelo PRISMA e a estratégia PICO. A pesquisa visa identificar fatores de risco, consequências emocionais e possíveis intervenções que promovam o bem-estar psicológico desses profissionais no contexto da Estratégia de Saúde da Família. Resultados e Discussão: O estudo revela que a saúde mental dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) é profundamente afetada por condições de trabalho precárias, escassez de recursos e sobrecarga emocional. Fatores como a falta de apoio institucional, pressão por resultados e envolvimento emocional excessivo com a comunidade contribuem para altos níveis de estresse, ansiedade e depressão. A proximidade com a população, embora fortaleça os vínculos, também intensifica o desgaste psicológico. A pandemia de Covid-19 agravou ainda mais esses problemas. Conclusão: A pesquisa enfatiza a necessidade urgente de melhorar as condições de trabalho, oferecer apoio psicológico contínuo e promover a valorização profissional dos ACS, com políticas públicas que reconheçam seu papel essencial na saúde comunitária.