Rhaiana Oliveira de Aviz

Ms. Rhaiana Oliveira de Aviz

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11 November 2018 in Revista Agroecossistemas
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LCLuana Keslley Nascimento Casais
Luana Keslley Nascimento Casais
RARhaiana Oliveira de Aviz
Rhaiana Oliveira de Aviz
NSNúbia De Fátima Alves dos Santos
Núbia De Fátima Alves dos Santos
MMMarcio Roberto da Silva Melo
Marcio Roberto da Silva Melo
VSVitor Quintela de Sousa
Vitor Quintela de Sousa
AGAmaralina Celoto Guerreiro
Amaralina Celoto Guerreiro
O pimentão (Capsicum annuum L.) é uma das dez hortaliças de maior importância econômica no mercado brasileiro. O uso de substrato para produção de pimentão, é uma alternativa, para uso intensivo dos solos, em casa de vegetação. E diminuição das doenças de solos que afetam a produção dessa hortaliça em ambiente protegido. Objetivou-se com este trabalho avaliar os índices morfofisiológicos e a produção de pimentão em diferentes substratos alternativos, no município de Paragominas, Pará. O experimento foi realizado na Universidade Federal Rural da Amazônia, utilizando delineamento experimental em esquema fatorial 5x2, sendo 5 substratos e duas cultivares, sendo os substratos: 1 - testemunha; 2 - Resíduo de soja; 3 - palha de arroz; 4 - Terra preta; 5 - Terra preta + Palha de arroz + Resíduo de soja, e as cultivares casca dura Ikeda e Rubi Gigante e quatro repetições. As médias comparadas pelo teste de Tukey a 1% de probabilidade. Foram avaliadas as características altura de plantas (cm), diâmetro de colo (mm), massa fresca (g), quantidade de frutos, massa seca (g), área foliar, Médias da Razão de Área Foliar (RAF), Razão de Peso das Folhas (RPF), Área Foliar Específica (AFE), Peso específico foliar (PEF), Quantidade de água na parte aérea (QAPA) e Índice de área foliar (IAF). A cultivar Casca dura Ikeda apresentou resultados satisfatórios, referentes às características avaliadas nas condições climáticas do município de Paragominas. Em relação ao desempenho do substrato, a cultivar Casca Dura Ikeda apresentou melhor rendimento no substrato resíduo de soja.PALAVRAS-CHAVE: Capsicum annuum, Resíduos orgânicos, Substrato alternativo.

27 March 2022 in Research, Society and Development
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JSJosé Orlando Nunes da Silva
José Orlando Nunes da Silva
JSJoão Pedro Alves de Souza Santos
João Pedro Alves de Souza Santos
KSKaique Renan da Silva Salvador
Kaique Renan da Silva Salvador
RLRenan Matheus Cordeiro Leite
Renan Matheus Cordeiro Leite
RARhaiana Oliveira de Aviz
Rhaiana Oliveira de Aviz
MLMauricio Luiz de Mello Vieira Leite
Mauricio Luiz de Mello Vieira Leite
No Semiárido brasileiro a produção de foragem é limitada, principalmente, pela elevada evapotranspiração, variabilidade na distribuição espaço temporal das chuvas, baixa capacidade de suporte forrageiro das pastagens nativas (caatingas) e reduzido uso de tecnologias de convivência com as secas, que configuram uma região com déficit hídrico na maior parte do ano. Nesse sentido, a irrigação pode contribuir para aumentar o aporte de forragem para os animais durante todo o ano, notadamente na época de estiagem. No entanto, em grande parte deste território, as águas subterrâneas e superficiais apresentam elevados teores salinos, o que pode ocasionar a salinização dos solos e dificultar o cultivo das plantas forrageiras. O entendimento dos efeitos dos sais, presentes na água de irrigação, no solo e nas plantas facilita o manejo e a mitigação dos níveis salinos nos solos. Nesse sentido, objetivou-se, nesta revisão, discorrer sobre os processos de formação dos solos salinos, efeitos dos sais nas plantas e no solo, mecanismos de tolerância das plantas e possíveis práticas de manejo que possibilitem o uso sustentável da irrigação com água salina em plantas forrageiras.

6 July 2020 in Revista Ibero-Americana de Ciências Ambientais
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ANAline Bittencourt Nunes
Aline Bittencourt Nunes
RARhaiana Oliveira de Aviz
Rhaiana Oliveira de Aviz
LCLuana Keslley Nascimento Casais
Luana Keslley Nascimento Casais
TSThaís Vitória dos Santos
Thaís Vitória dos Santos
DSDenilze Santos Soares
Denilze Santos Soares
LBLuciana da Silva Borges
Luciana da Silva Borges
A salsa é uma cultura que pode ser cultivada em sistema hidropônico, semi-hidropônico e solo, apresenta destaque por sua capacidade de rebrotamento, que pode ser explorado por dois a três anos. Com isso, o objetivo desta pesquisa foi avaliar a produtividade e o teor clorofila da salsa em cultivo hidropônico e semi-hidropônico em duas colheitas, no município de Paragominas-Pará. O experimento foi conduzido na propriedade B&A Hidroponia. O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado em esquema fatorial 2x2, sendo dois sistemas (hidropônico e semi-hidropônico) e duas colheitas, com seis repetições. Em campo foi avaliada a clorofila, utilizando aparelho chamado ClorofiLOG-CFL1030. Em laboratório foi avaliado os parâmetros: número de folhas, peso de massa fresca e seca (g), largura (mm), comprimento (mm) e dados para o auxílio do cálculo de área foliar (mm²) e produtividade (g planta-1). Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância, e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Em termos de produtividade, a salsa apresenta melhor resultado no sistema semi-hidropônico se colhido após a rebrotação, ou seja, segunda colheita. Se o cultivo for em hidroponia, a maior produtividade se dará na primeira colheita. No geral, a salsa hidropônica apresentou melhores resultados, quando comparado ao sistema de cultivo no semi-hidropônico, na maior parte dos parâmetros analisados. A clorofila (A, B e Total) no sistema semi hidropônico foi superior se comparado com sistema hidropônico, com melhor média para a segunda colheita.

1 January 2024 in Revista Brasileira de Engenharia Agrícola E Ambiental
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RNReginaldo Gomes Nobre
Reginaldo Gomes Nobre
EVEmanoel Vasconcelos
Emanoel Vasconcelos
GSGuilherme da S. Sales
Guilherme da S. Sales
ELEdna L. da R. Linhares
Edna L. da R. Linhares
MSMaria Do S. M. de Souza
Maria Do S. M. de Souza
TNTaíla R. Neitzke
Taíla R. Neitzke
Hydrogen peroxide (H2O2) can be indicated as a strategy to mitigate salt stress in plants, so the objective of this study was to evaluate the effect of different concentrations and methods of application of H2O2 as a mitigator of salt stress on the growth, physiology, and quality of seedlings of yellow passion fruit. The experiment was carried out in a protected environment (screened) belonging to UFERSA, in Caraúbas - RN, Brazil, in a randomized block design and analyzed in a 2 × 4 × 3 factorial scheme, with four replications and one plant per plot. The treatments consisted of levels of electrical conductivity of irrigation water - ECw (0.5 and 3.2 dS m-1), H2O2 concentrations (0, 12, 24, and 36 μM), and H2O2 application methods (M1 = seed soaking, M2 = foliar spraying, and M3 = seed soaking + foliar spraying). Increased levels of salinity in irrigation water negatively affect seedling quality. Hydrogen peroxide at an average concentration of 24 µM mitigates salt stress in passion fruit seedlings cv. BRS Gigante Amarelo. H2O2 application to seeds associated with foliar spraying mitigates the effects of salt stress on the absolute growth rate of the leaf area of passion fruit seedlings irrigated with an ECw of 3.2 dS m-1.

28 March 2021 in Revista Ibero-Americana de Ciências Ambientais
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JAJayne Martins Araújo
Jayne Martins Araújo
HCHudson Pierre da Silva Cunha
Hudson Pierre da Silva Cunha
LCLuana Keslley Nascimento Casais
Luana Keslley Nascimento Casais
RARhaiana Oliveira de Aviz
Rhaiana Oliveira de Aviz
FPFranciely da Silva Ponce
Franciely da Silva Ponce
LBLuciana da Silva Borges
Luciana da Silva Borges
O jambu é uma hortaliça folhosa que vem ganhando o mercado nacional e internacional, muito atrelado aos seus princípios ativos, com isso, vem aumentando a diversificação da sua produção, como por exemplo, em sistema hidropônico. Objetivou-se com essa pesquisa analisar a curva de absorção de nutrientes em plantas de jambu, cultivadas em sistema hidropônico. Os experimentos foram conduzidos no sitio da empresa B&A Hidroponia em sistema de cultivo hidropônico NFT em ambiente protegido. Os tratamentos consistiram em 06 coletas com 03 repetições cada, realizadas em um intervalo de 05 em 05 dias. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado com seis tratamentos (seis coletas) e três repetições. A ordem decrescente dos macronutrientes acumulados pela planta de jambu foi: nitrogênio > potássio > cálcio > fósforo > magnésio > enxofre, e de micronutrientes: sódio > alumínio > ferro > boro > manganês > zinco > cobre, com período de maior crescimento e demanda de nutrientes de 39º a 54º dias após a semeadura. O teor de clorofila está interligado a absorção dos nutrientes pelas plantas de jambu. Desta forma a solução nutritiva utilizada se mostrou inadequada para a cultura nesse sistema, o que acarreta em perdas de produtividade entre as janelas de produção, e impedindo que a cultura atenda seu máximo potencial produtivo, e consequentemente maiores retornos financeiros. Desta forma é necessária uma formulação da solução nutritiva especifica para a planta de jambu cultivada em sistema hidropônico.

1 January 2025 in Revista Brasileira de Geografia Física
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Wagner martins dos santosWagner martins dos santos
Wagner martins dos santos
Lady Daiane Costa de Sousa MartinsLady Daiane Costa de Sousa Martins
Lady Daiane Costa de Sousa Martins
CCClaudenilde De Jesus Pinheiro Costa
Claudenilde De Jesus Pinheiro Costa
LMLuana da Silva Medeiros
Luana da Silva Medeiros
RARhaiana Oliveira de Aviz
Rhaiana Oliveira de Aviz
JLJonas Bezerra de Lima
Jonas Bezerra de Lima
O semiárido brasileiro tem passado por extensos processos de degradação ambiental, principalmente devido a impactos causados pela atividade agropecuária, desmatamentos e queimadas, apresentando como seu bioma predominante, a Caatinga, o qual possui cerca de 50% da sua paisagem original modificada. O uso de sistemas agroflorestais (SAFs) tem sido abordando na literatura destacando-se como uma forma de exploração sustentável, adotados em diversas regiões ao redor do globo, contudo no semiárido brasileiro, apesar do crescimento de áreas destinadas aos SAFs ter ocorrido no Brasil nos últimos anos, adoção desses sistemas na região semiárida ainda é pouco difundida. Considerando-se os benefícios da adoção dos SAFs onde se destacam a assimilação de carbono e nitrogênio, conservação do solo, redistribuição hidráulica, ciclagem de nutrientes e biodiversidade, e a importância da preservação de áreas do semiárido brasileiro e garantia de segurança alimentar dos produtores, e assim a abordagem econômica e ecológica dos sistemas agroflorestais, objetivou-se com essa revisão enriquecer as discussões sobre esses sistemas, seus benefícios e sua viabilidade, como forma de produção agrícola sustentável e fonte de renda a ser adotada no semiárido brasileiro.