Heidy Rodriguez Ramos

Dr. Heidy Rodriguez Ramos


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23 December 2020 in Revista Ibero-Americana de Estratégia
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DBDanieli Artuzi Pes Backes
Danieli Artuzi Pes Backes
MAMaría Isabel Arias
María Isabel Arias
JSJose Storopoli
Jose Storopoli
HRHeidy Rodriguez Ramos
Heidy Rodriguez Ramos
O ano de 2020 começou como qualquer outro. Todos nós tínhamos ideias, projetos e objetivos a cumprir que foram afetados pela pandemia, desencadeada como resultado do COVID-19, e pelas consequentes crises econômicas, políticas e sociais produzidas em todo o mundo.Na área de negócios, a maioria das empresas teve que deixar de lado seus planos estratégicos de 2020 para se adaptar à crise com estratégias emergentes. Os governos, seguindo estratégias bastante variadas, procuraram dar respostas à sua população e aos seus próprios problemas econômicos. No setor da educação, as estratégias de ensino e aprendizagem também tiveram que ser adaptadas e as escolas e universidades enfrentaram o desafio de implementar planos 100% virtuais. Atualmente, os pesquisadores em gestão estratégica enfrentam o desafio de desenvolver estudos objetivos diante das estratégias emergentes e de curto prazo desenvolvidas nessas áreas.Uma publicação recente de Cadernos de Regionalismo ODR (2020), abordou como a pandemia foi tratada por comunidades internacionais ao redor do mundo, como a União Europeia e o Mercosul, entre outras, e como o regionalismo poderia ou não contribuir para o enfrentamento da pandemia. Nesse estudo, as regiões foram divididas em: casos cooperativos, casos semi-cooperativos e casos não cooperativos. Os resultados mostram que onde não houve articulação, os números de mortes e infecções em decorrência da pandemia foram maiores, como por exemplo, nos países membros do Mercosul, uma vez que não foram formados grupos especializados de forma articulada sanitariamente para enfrentar a pandemia como a questão central.Na academia, devemos tentar contribuir analisando quais foram os efeitos e desafios da pandemia Covid-19 nas organizações, bem como as boas práticas para o futuro. Portanto, neste editorial, pretendemos abordar as mudanças pelas quais passam as instituições mundiais diante da crise instalada nos últimos meses, observando as interconexões econômicas internacionais. Sem a pretensão de esgotar o assunto, este editorial analisa os efeitos da pandemia no mundo e os desafios das organizações frente à crise. Efeitos da pandemia no mundo Estamos finalizando o de 2020 com muitas suposições e expectativas, e poucas certezas sobre a dimensão do que realmente foi a crise gerada pela pandemia de Covid-19 para as organizações e para a economia mundial. As consequências provocadas pela pandemia e pelo isolamento social, nunca vividos pela população mundial deste século, trouxe mudanças que perpassaram as fronteiras nacionais. Estima-se que a pandemia do Covid-19 afetou a economia global em U$ 90 trilhões, sendo considerada a pior crise dos últimos 100 anos (Jackson, Weiss, Schwarzenberg, Nelson, 2020). A América Latina foi a região mais duramente atingida. Após alguns anos de crescimento econômico reduzido, as nações americanas se viram na iminência de aplicar procedimentos radicais de isolamento social, que impactaram na oferta de bens e serviços, em especial no setor de turismo. As pressões das instituições nacionais variaram de intensidade, desde muito rígidas no Peru a brandas no Uruguai, apresentando inclusive diferenças entre estados, como no caso do Brasil (Banco Mundial, 2020).Os efeitos da crise foram sentidos rapidamente em vários países, isso porque no curto prazo, o setor de consumo é o que mais contribui para o crescimento econômico. As consequências da parada total ou parcial das atividades produtivas, gerou impactos que refletirão no longo prazo, sendo que para alguns países a crise econômica será mais profunda e duradoura do que para outros. Segundo o Abhijit Surya, analista do Economist Group (2020), Chile e Uruguai devem se recuperar mais rapidamente do que os demais países da América Latina, que provavelmente levarão até 2024 para reequilibrar sua economia. Segundo o Banco Mundial, há previsão de queda no Produto Interno Bruto (PIB) da América Latina de 7,9%, ao passo que a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), calcula redução de 6% no PIB global e queda de 7,6% no caso de uma segunda onda de pandemia até o final de 2020 (OCDE, 2020).Em alguns países, os governos asseguraram uma proporção da receita salarial para funcionários forçados a se licenciar ou ampliaram seus sistemas de previdência para assistir trabalhadores recém-dispensados ou proprietários de pequenos negócios (Cowling, Brown, Rocha, 2020). Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o estímulo fiscal foi de US$ 982 bilhões, sendo 45 bilhões de dólares em países de baixa renda e 937 bilhões em países de renda média baixa. Embora de importância fundamental, essas ações não podem compensar a falta de geração de receitas para empresas e pessoas. Os governos possuem capacidade de assistencialismo e financiamento limitadas, impossibilitando a completa cobertura e assistência da força de trabalho e do empreendedorismo nacional. Inúmeros pequenos negócios foram afetados e milhões de pessoas perderam seus empregos (OIT, 2020).Somada à crise sanitária, seguiu-se em alguns países uma crise política, que trouxe ainda mais insegurança às pessoas e instabilidade ao sistema comercial e financeiro, impactando negativamente nas bolsas de valores, paralisando sistemas de produção, gerando colapso no consumo e...

5 April 2023 in Revista Ibero-Americana de Estratégia
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NCNairana Radtke Caneppele
Nairana Radtke Caneppele
HSHelena Belintani Shigaki
Helena Belintani Shigaki
HRHeidy Rodriguez Ramos
Heidy Rodriguez Ramos
IRIvano Ribeiro
Ivano Ribeiro


15 June 2023 in REGEPE Entrepreneurship and Small Business Journal
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CBClaudia Maria da Silva Bezerra
Claudia Maria da Silva Bezerra
HRHeidy Rodriguez Ramos
Heidy Rodriguez Ramos
ESEloisa Elena Ramos Dias Shinohara
Eloisa Elena Ramos Dias Shinohara
VNVânia Maria Jorge Nassif
Vânia Maria Jorge Nassif
Study objective: identify the gaps and theoretical axes of international scientific production related to the Entrepreneurial Behavior (EB) of the individual business owner as well as the strategies adopted, in different contexts, in addition to providing insights for future research. Methodology/approach: descriptive and qualitative study, based on a systematic review of 56 articles collected in June/2021 in the Scopus and Web of Science databases, with the support of the StArt tool, and the content analysis with aided by the Atlas.ti software. Main results: consolidation of the methodological profile of the studies and the topics addressed, identifying that both the EB and the strategy have fragmented definitions, even after numerous research. There is a positive relationship between EB and strategy, and the EB influences decision making and contributes to raising organizational performance. The success of an enterprise can therefore be determined by the ability and speed to respond effectively to changes in context. Theoretical/methodological contributions: advancement of research in the fields of entrepreneurship and strategy, with the identification of EB categories and strategies adopted (especially with regard to the understanding of EB and its influence on strategy), and consolidation and recommendation of a future research agenda. Relevance/originality: the theoretical articulation between entrepreneurship and strategy focuses on the EB, in the search for opportunities and competitive advantage, which are indispensable for business growth. Social/management contributions: contribute with managers and entrepreneurs in the identification of behavioral issues and strategic choices adopted in the most diverse contexts, including the sustainable development of organizations.

1 January 2019 in REGEPE Entrepreneurship and Small Business Journal
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EBEvelyn Gomes Bernardo
Evelyn Gomes Bernardo
HRHeidy Rodriguez Ramos
Heidy Rodriguez Ramos
LVLeonardo Vils
Leonardo Vils
O presente artigo tem como objetivo analisar o panorama das publicações sobre empreendedorismo rural por meio de um estudo bibliométrico. Para tanto, foram analisados 417 artigos publicados na plataforma Web of Science ligados ao tópico “empreendedorismo rural” na língua inglesa. Foi traçada a evolução das publicações por meio de análises de citações e de cocitações em todos os artigos publicados na plataforma. O método possibilitou a identificação das obras mais influentes, com a finalidade de entendimento dos laços intelectuais e a evolução, ao longo do tempo, das pesquisas sobre o tema proposto. Os resultados obtidos possibilitaram a identificação dos autores mais citados e a formação de quatro grupos de autores que trabalham com o tema empreendedorismo rural. Também foi possível verificar que o campo de pesquisa voltado para esse tema está em ascensão e que o uso do termo “empreendedorismo rural” vem crescendo e se consolidando no meio acadêmico.

22 March 2024 in Revista de Administração da UFSM
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MMMarcos Ferreira de Magalhães
Marcos Ferreira de Magalhães
HRHeidy Rodriguez Ramos
Heidy Rodriguez Ramos
CBClaudia Maria da Silva Bezerra
Claudia Maria da Silva Bezerra
Finalidade: Este estudo propõe uma Revisão Sistemática da Literatura (RSL) com foco na EconomiaCircular (EC) e na agricultura familiar empreendedora, investigando como a adoção de práticassustentáveis influencia a incorporação dos princípios da EC nesse contexto. Além disso, o estudopretende mapear as tendências e lacunas na literatura científica sobre essa interseção, destacando arelevância da EC para fomentar práticas agrícolas mais sustentáveis e eficientes.Metodologia: Estudo qualitativo, com abordagem descritiva, elaborado por meio de uma RSL de 49artigos, coletados nas bases de dados Web of Science e Scopus, cuja análise de conteúdo foi apoiadapelos softwares Rayyan e Atlas ti.Constatações: A análise temática revelou quatro categorias de práticas relacionadas à EC: (a) Práticasde EC no Empreendedorismo, enfatizando o papel do empreendedorismo na promoção de modelosde negócios sustentáveis; (b) Práticas de EC na Agricultura, destacando a implementação de sistemasagrícolas sustentáveis, incluindo a produção orgânica e o manejo eficaz de resíduos; (c) Práticas de EC noDesigner, contemplando a necessidade de repensar os processos de design, produção e comercializaçãode produtos; (d) Práticas de EC Sustentáveis, abordando a reorganização de processos e parceriasempresariais para promover a sustentabilidade em modelos de negócios circulares.Originalidade: Esta RSL proporciona uma visão abrangente das práticas relacionadas à EC naagricultura familiar empreendedora. A pesquisa enfatiza a relevância das práticas empreendedorascomo impulsionadoras de modelos de negócios sustentáveis na convergência entre EC e agriculturafamiliar, enquanto identifica lacunas na pesquisa e sugere direções para futuras investigações.