Vanessa Alves

Mrs. Vanessa Alves

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9Years (2018-Present)

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1 June 2021 in LWT
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VAVanessa Alves
Vanessa Alves
TSThamarys Scapini
Thamarys Scapini
ACAline Frumi Camargo
Aline Frumi Camargo
CBCharline Bonatto
Charline Bonatto
FSFábio Spitza Stefanski
Fábio Spitza Stefanski
Helen TreichelHelen Treichel
Helen Treichel

11 November 2021 in Journal of Food Processing and Preservation
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FSFlávia Leticia Sanches
Flávia Leticia Sanches
EJEliane Pompeu de Jesus
Eliane Pompeu de Jesus
VAVanessa Alves
Vanessa Alves
LQLeda Battestin Quast
Leda Battestin Quast
ARAna Paula Romio
Ana Paula Romio
LBLarissa Canhadas Bertan
Larissa Canhadas Bertan

30 September 2018 in DEMETRA: Alimentação, Nutrição & Saúde
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VAVanessa Alves
Vanessa Alves
FLFrancielle Rocio Da Luz
Francielle Rocio Da Luz
KSKélin Schwarz
Kélin Schwarz
RVRenata Leia Demario Vieira
Renata Leia Demario Vieira
GBGabriela Datsch Bennemann
Gabriela Datsch Bennemann
JRJuliano Tadeu Vilela de Resende
Juliano Tadeu Vilela de Resende
A desidratação é uma alternativa viável para utilizar morangos que não possuem formato, tamanho ou cor adequados para a comercialização. Este estudo teve como objetivo avaliar a aceitação sensorial e características físico-químicas de morangos desidratados com diferentes tratamentos. Os tratamentos utilizados foram aplicados antes da secagem em estufa a 60°C e consistiram em 1 - 60% sacarose + ácido ascórbico; 2 - 60% sacarose + ácido cítrico; 3 - 60% sacarose + pectina; 4 - 80% sacarose + ácido ascórbico; 5 - 80% sacarose + ácido cítrico; 6 - 80% sacarose + pectina e 7 - tratamento controle (sem adição de sacarose e/ou ingrediente). Os tratamentos foram avaliados por meio de análise sensorial com escala hedônica com julgadores não treinados. Foram avaliados o teor de sólidos solúveis, acidez titulável, pH, coloração, ácido ascórbico, antocianinas e compostos fenólicos dos frutos desidratados. Os tratamentos osmóticos de 80% sacarose + ácido ascórbico ou pectina foram bem aceitos pelos provadores e mostraram-se melhores que o tratamento controle. O teor de sólidos solúveis variou entre os tratamentos e foi maior para os morangos tratados com 80% sacarose + pectina, também apresentando maior relação sólidos solúveis/acidez titulável. O teor de compostos fenólicos, antocianinas e ácido ascórbico foi maior para os tratamentos 80% sacarose + pectina ou ácido ascórbico ou ácido cítrico, os quais também apresentaram coloração vermelha mais intensa. O morango desidratado com pré-tratamento 80% sacarose + ácido ascórbico ou pectina mostrou-se boa opção de agregação de valor a essa fruta, visto que apresentou boa aceitação e manutenção de compostos bioativos.DOI: 10.12957/demetra.2018.31920

7 August 2020 in Research, Society and Development
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RBRubia Viana Batista
Rubia Viana Batista
FRFernanda Menegon Rosário
Fernanda Menegon Rosário
VAVanessa Alves
Vanessa Alves
CFCátia Tavares dos Passos Francisco
Cátia Tavares dos Passos Francisco
LTLuciano Tormen
Luciano Tormen
LBLarissa Canhadas Bertan
Larissa Canhadas Bertan
O objetivo deste trabalho foi o desenvolvimento de iogurte acrescido de geleia de jabuticaba adicionada de fibras. O trabalho foi dividido em três etapas. A primeira visou à elaboração de 5 tipos de geleias de jabuticaba: padrão (F01), com semente de chia 1% (F02) e 2% (F03) e com biomassa de banana verde 1 (F04) e 2% (F05), as quais foram submetidas as análises microbiológica e sensorial. Não foi observada diferença entre as 5 amostras para todos os atributos investigados da análise sensorial. Posteriormente, as formulações F01, F02 e F04 foram caracterizadas por meio da análise centesimal e utilizadas na elaboração do iogurte tipo “sundae”. A F04 apresentou maior valor de sólidos solúveis totais e fibras e menor de umidade, e a F01 apresentou maior concentração de açucares redutores. Para o iogurte, todos os atributos avaliados no teste de aceitação da análise sensorial, mostraram-se dentro da escala de aceitação (médias acima de 6.8). Na composição centesimal, a formulação F02 diferiu das outras formulações com relação ao teor de proteínas (5.04 g/100g) e fibras (0.186 g/100g). Com relação a contagem de bactérias láticas viáveis, um estudo mais detalhado deve ser realizado visando a um aumento da adição da cultura inicial a fim de se obter uma contagem final adequada. Assim, tanto a geleia quanto o iogurte tipo “sundae” podem ser veículos para inserção de fibras na alimentação. A adição da semente de chia permitiu um aumento na quantidade de fibras e de proteínas no iogurte desenvolvido.

9 January 2025 in Journal of the American Nutrition Association
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AMAlice da Silva Malveira
Alice da Silva Malveira
VAVanessa Alves
Vanessa Alves
Gabriela ChiocchettiGabriela Chiocchetti
Gabriela Chiocchetti
AGAlessandra Gambero
Alessandra Gambero
AÁAmanda Rejane Alves de Ávila
Amanda Rejane Alves de Ávila
GMGabriela Alves Macedo
Gabriela Alves Macedo
A high-fat meal can cause postprandial hyperlipemia, initiating an acute inflammatory response. New structured lipids (SLs) free from trans and palm fatty acids are emerging as food structurants. Objective: We evaluated the postprandial response and inflammatory profiles in Swiss mice after oral administration of SLs in high-fat meals. Methods: SLs with different contents of long-chain saturated fatty acids were synthesized through an interesterification process involving soybean, peanut oils and crambe hard fat. Results: SLs containing 23.79% (SL1), 32.01% (SL2), and 43.87% (SL3) of total saturated fatty acids reduced the absorption of serum triglycerides and appeared to mitigate postprandial inflammation by interleukin-6. A faster gastric emptying rate after consuming SL3 was corroborated by the fecal presence of behenic acid. Conclusions: Our results suggest that SLs, free from palm and trans fats, may have the potential to mitigate inflammation, reduce the postprandial response, and lower absorption upon acute consumption.

5 January 2026 in Foods
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VAVanessa Alves
Vanessa Alves
GFGuilherme F. De Figueiredo Furtado
Guilherme F. De Figueiredo Furtado
MRMatheus Augusto Silva Roman
Matheus Augusto Silva Roman
LDLígia de Meyer Pacheco Delboni
Lígia de Meyer Pacheco Delboni
Juliana Alves MacedoJuliana Alves Macedo
Juliana Alves Macedo
GMGabriela Alves Macedo
Gabriela Alves Macedo
This study aimed to evaluate the efficacy of a palm oil-free structured lipid (SL) as a lipid base in sandwich-type cookie fillings. SL was enzymatically interesterified from a blend of soybean oil, high-oleic peanut oil, and crambe hard fat (34:34:32). Four fillings (30% fat) were prepared using either SL or commercial shortening (CS), with processing by mixer (F1, F2) or ball mill (F3, F4). Commercial sandwich cookies were included as a reference Standard. SL exhibited an improved lipid profile, containing up to 14% less saturated fatty acids, higher levels of monounsaturated (34.5%), and increased long-chain fatty acids (~18% C22:0). Physicochemical analyses were conducted over a storage period of 180 days, including evaluations of texture, particle distribution, color, water activity, oil loss, and oxidative stability. Among the formulations, F4 demonstrated the highest firmness (at ~121.1 N) and the smallest D50 (~80 µm). However, it also exhibited lower oxidative stability (induction period: ~6.75 to 14.6 h) compared to CS-based fillings (~36 to 42.5 h), along with a higher oil loss (≥4.7%). Sensory of F4 yielded an overall acceptance index ≥ 70%, though it received lower scores for waxiness. Overall, the SL showed promising potential as a structuring fat in the fillings.