Rejane Christine de Sousa Queiroz

Dr. Rejane Christine de Sousa Queiroz

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15Years (2012-Present)

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1 November 2016 in Emerging Infectious Diseases
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ASAntonio A Silva
Antonio A Silva
JGJucelia Sousa Santos Ganz
Jucelia Sousa Santos Ganz
PSPatricia da Silva Sousa
Patricia da Silva Sousa
MDMaria Juliana Rodvalho Doriqui
Maria Juliana Rodvalho Doriqui
MRMarizelia Rodrigues Costa Ribeiro
Marizelia Rodrigues Costa Ribeiro
MAMaria Teresa Seabra Soares de Britto e Alves
Maria Teresa Seabra Soares de Britto e Alves
We report the early growth and neurologic findings of 48 infants in Brazil diagnosed with probable congenital Zika virus syndrome and followed to age 1–8 months. Most of these infants had microcephaly (86.7%) and craniofacial disproportion (95.8%). The clinical pattern included poor head growth with increasingly negative z-scores, pyramidal/extrapyramidal symptoms, and epilepsy.

19 November 2014 in Reproductive Health
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ASAntonio A Silva
Antonio A Silva
VSVanda Maria Ferreira Simões
Vanda Maria Ferreira Simões
MBMarco Antonio Barbieri
Marco Antonio Barbieri
VCViviane Cunha Cardoso
Viviane Cunha Cardoso
CAClaudia Maria Coelho Alves
Claudia Maria Coelho Alves
HBHeloisa Bettiol
Heloisa Bettiol
Preterm birth is the main cause of morbidity and mortality during the perinatal period. Classical risk factors are held responsible for only 1/3 of preterm births and no current intervention has produced an appreciable reduction of this event. It is necessary to explore new hypotheses and mechanisms of causality by using an integrated approach, collaboration among research groups and less fragmented theoretical-methodological approaches in order to detect new risk factors and to formulate more effective intervention strategies. The study will be conducted on a convenience cohort of Brazilian pregnant women recruited at public and private prenatal health services. A total of 1500 pregnant women in São Luís, and 1500 in Ribeirão Preto, will be invited for an interview and for the collection of biological specimens from the 22nd to the 25th week of gestational age (GA). At the time of delivery they will be reinterviewed. GA will be determined using an algorithm based on two criteria: date of last menstruation (DLM) and obstetric ultrasound (OUS) performed at less than 20 weeks of GA. Illicit drug consumption during pregnancy will be determined using a self-applied questionnaire and the following instruments will be used: perceived stress scale, Beck anxiety scale, screening for depression of the Center of Epidemiological Studies (CES-D), experiences of racial discrimination, social network and social support scale of the Medical Outcomes Study and violence (Abuse Assessment Screening and violence questionnaire of the WHO). Bacterial vaginosis, urinary tract infection and periodontal disease will also be identified. Neuroendocrine, immunoinflammatory and medical intervention hypotheses will be tested. The occurrence of elective cesarean section in the absence of labor will be used as a marker of medical intervention. Psychosocial, genetic and infectious mechanisms will be selected, since there are indications that they influence preterm birth (PTB). The studies will be conducted in two Brazilian cities with discrepant socioeconomic conditions. The expectation is to identify risk factors for PTB having a greater predictive power than classically studied factors. The final objective is to propose more effective interventions for the reduction of PTB, which, after being tested, might subsidize health policies.

12 March 2018 in Cadernos de Saude Publica
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FSFrancelena de Sousa Silva
Francelena de Sousa Silva
YBYonna Costa Barbosa
Yonna Costa Barbosa
MBMônica Batalha
Mônica Batalha
MRMarizélia Rodrigues Costa Ribeiro
Marizélia Rodrigues Costa Ribeiro
VSVanda Maria Ferreira Simões
Vanda Maria Ferreira Simões
ASAntonio A Silva
Antonio A Silva
Neste estudo, foram estimados percentuais de incompletude vacinal e fatores associados ao esquema vacinal para novas vacinas (EVNV) e esquema vacinal para antigas vacinas (EVAV) em crianças de 13 a 35 meses de idade de uma coorte de nascimento em São Luís, Maranhão, Brasil. A amostra foi probabilística, com 3.076 crianças nascidas em 2010. Informações sobre vacinação foram obtidas da Caderneta de Saúde da Criança. As vacinas consideradas para o EVNV foram meningocócica C e pneumocócica 10 valente, e para EVAV, vacinas BCG, hepatite B, rotavírus humano, poliomielite, tetravalente (vacina difteria, tétano, coqueluche e Haemophilus influenzae b), febre amarela, tríplice viral (vacina sarampo, caxumba, rubéola). Empregou-se modelagem hierarquizada e regressão de Poisson com variância robusta. Estimaram-se razões de prevalência (RP) e intervalos de 95% de confiança (IC95%). Incompletude vacinal foi maior para EVNV (51,1%) em relação ao EVAV (33,2%). Crianças com 25 a 35 meses de idade (RP = 1,27; IC95%: 1,14-1,41) e pertencer às classes D/E (RP = 1,20; IC95%: 1,06-1,35) se associaram somente ao EVNV; enquanto baixa escolaridade materna (RP = 1,58; IC95%: 1,21-2,06), indisponibilidade de atendimento ambulatorial e/ou hospitalar para a criança (RP = 1,20; IC95%: 1,04-1,38) e de vacina nos serviços de saúde (RP = 1,28; IC95%: 1,12-1,46), apenas ao EVAV. Faz-se importante considerar, nas estratégias de vacinação, a vulnerabilidade de crianças com mais idade e pertencentes às classes D e E, especialmente quando novas vacinas são introduzidas, e ainda de filhos de mães que possuem baixa escolaridade. Assim como, quando há menor disponibilidade de serviços de saúde para a criança e de vacina.

23 April 2021 in Revista de Saúde Pública
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BOBruno Luciano Carneiro Alves De Oliveira
Bruno Luciano Carneiro Alves De Oliveira
MCMarcos Adriano Garcia Campos
Marcos Adriano Garcia Campos
RQRejane Christine de Sousa Queiroz
Rejane Christine de Sousa Queiroz
MAMaria Teresa Seabra Soares de Britto e Alves
Maria Teresa Seabra Soares de Britto e Alves
BSBruno Feres de Souza
Bruno Feres de Souza
ASAntonio A Silva
Antonio A Silva
OBJETIVOS: Estimar a prevalência e fatores associados à hesitação ao uso da vacina contra o vírus SARS-CoV-2 no Maranhão, Brasil. MÉTODOS: Estudo transversal de base populacional realizado de 19 a 30 de outubro de 2020. As estimativas consideraram agrupamento, estratificação e não resposta. A seleção da amostra foi realizada em três estágios (estrato, setores censitários e domicílio). Após análise sistemática, em cada estrato foram selecionados trinta setores, totalizando 150 setores, sendo o número de domicílios em cada setor fixado em 34, totalizando 5.100 domicílios e um indivíduo por domicílio (residente pelo menos há seis meses e com um ano de idade ou mais) selecionado por amostra aleatória simples. A intenção de ser vacinado foi questionada aos participantes. Foi realizada análise descritiva (frequências ponderadas) e teste do qui-quadrado de Pearson para verificar associação univariada entre as variáveis independentes e o desfecho (p < 0,05). Realizou-se análise multivariada robusta utilizando-se modelagem hierarquizada em três níveis. RESULTADOS: Foram entrevistados 4.630 indivíduos. A prevalência de hesitação vacinal foi de 17,5% (IC95% 16,1–19,1%). Após ajuste final do modelo, a hesitação vacinal foi estatisticamente maior entre moradores das cidades de Imperatriz (24,0%; RP = 1,48; IC95% 1,09–2,02) e de munícipios da Grande Ilha de São Luís (20,7%; RP = 1,34; IC95% 1,02–1,76), pessoas do sexo feminino (19,8%; RP = 1,44; IC95% 1,20–1,75), idosos (22,8%; RP = 1,79; IC95% 1,30–2,46), pertencentes às religiões de denominação evangélica (24,1%; RP = 1,49; IC95% 1,24–1,79) e entre aqueles sem relato de sintomas (18,6%; RP = 1,24; IC95% 1,02–1,51). Outras características socioeconômicas e demográficas, assim como variáveis relacionadas ao mercado de trabalho, comportamentos e condições de saúde dos entrevistados, não tiveram diferença estatística. CONCLUSÃO: A prevalência de hesitação vacinal no Maranhão e sua associação com fatores individuais, contextuais e clínicos revelam os grupos e contextos mais resistentes e que devem merecer atenção especial das estratégias públicas para garantir a ampla vacinação.

29 October 2021 in Revista de Saúde Pública
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ASAlcione Miranda dos Santos Santos
Alcione Miranda dos Santos Santos
BSBruno Feres de Souza
Bruno Feres de Souza
CCCarolina Carvalho
Carolina Carvalho
MCMarcos Adriano Garcia Campos
Marcos Adriano Garcia Campos
BOBruno Luciano Carneiro Alves De Oliveira
Bruno Luciano Carneiro Alves De Oliveira
ASAntonio A Silva
Antonio A Silva
OBJECTIVE To estimate the 2020 all-cause and COVID-19 excess mortality according to sex, age, race/color, and state, and to compare mortality rates by selected causes with that of the five previous years in Brazil. METHODS Data from the Mortality Information System were used. Expected deaths for 2020 were estimated from 2015 to 2019 data using a negative binomial log-linear model. RESULTS Excess deaths in Brazil in 2020 amounted to 13.7%, and the ratio of excess deaths to COVID-19 deaths was 0.90. Reductions in deaths from cardiovascular diseases (CVD), respiratory diseases, and external causes, and an increase in ill-defined causes were all noted. Excess deaths were also found to be heterogeneous, being higher in the Northern, Center-Western, and Northeastern states. In some states, the number of COVID-19 deaths was lower than that of excess deaths, whereas the opposite occurred in others. Moreover, excess deaths were higher in men aged 20 to 59, and in black, yellow, or indigenous individuals. Meanwhile, excess mortality was lower in women, in individuals aged 80 years or older, and in whites. Additionally, deaths among those aged 0 to 19 were 7.2% lower than expected, with reduction in mortality from respiratory diseases and external causes. There was also a drop in mortality due to external causes in men and in those aged 20 to 39 years. Moreover, reductions in deaths from CVD and neoplasms were noted in some states and groups. CONCLUSION There is evidence of underreporting of COVID-19 deaths and of the possible impact of restrictive measures in the reduction of deaths from external causes and respiratory diseases. The impacts of COVID-19 on mortality were heterogeneous among the states and groups, revealing that regional, demographic, socioeconomic, and racial differences expose individuals in distinct ways to the risk of death from both COVID-19 and other causes.

1 March 2021 in Ciencia & Saude Coletiva
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MLMaria Do Carmo Leal
Maria Do Carmo Leal
AEAna Paula Esteves-Pereira
Ana Paula Esteves-Pereira
MVMaria Esther de Albuquerque Vilela
Maria Esther de Albuquerque Vilela
MAMaria Teresa Seabra Soares de Britto e Alves
Maria Teresa Seabra Soares de Britto e Alves
MNMônica Almeida Neri
Mônica Almeida Neri
ASAntonio A Silva
Antonio A Silva
Resumo Este artigo compara os achados da Avaliação da Rede Cegonha (ARC), estudo avaliativo sobre o programa Rede Cegonha (RC), com o Nascer no Brasil (NB), inquérito nacional sobre parto e nascimento, realizado em 2011-12, antes do início da implementação da RC. A ARC foi conduzida em 2017, em 606 maternidades envolvidas na RC e o NB e empregou uma amostra com representatividade nacional de 266 hospitais. Na análise atual, incluímos os 136 hospitais do SUS que participaram de ambos os estudos, totalizando 3.790 e 12.227 puérperas, respectivamente. Realizamos as comparações de boas práticas e intervenções no manejo do trabalho de parto e de parto utilizando o teste qui-quadrado para amostras independentes. A prevalência das boas práticas foi, em média, 150% maior na ARC que no NB, com maior aumento relativo nas regiões menos desenvolvidas, para mulheres mais velhas, pardas e pretas e menos escolarizadas. Com relação às intervenções, houve redução média de 30% entre o NB e a ARC, com maior redução relativa nas regiões menos desenvolvidas e nas mulheres menos escolarizadas. Houve melhoria significativa no cenário da atenção ao trabalho de parto e parto, com diminuição de iniquidades regionais, de nível de instrução e raciais no acesso às tecnologias apropriadas, sugerindo que a intervenção da RC foi efetiva.