Ivonete Lopes

Dr. Ivonete Lopes


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16Years (2011-Present)

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1 October 2021 in Journal of Rural Studies
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MGMargriet Goris
Margriet Goris
ILIvonete Lopes
Ivonete Lopes
GVG. Verschoor
G. Verschoor
JBJelle Behagel
Jelle Behagel
MBM.I.V. Botelho
M.I.V. Botelho

2 January 2019 in Sustainability
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MGMargriet Goris
Margriet Goris
LBLeonardo Van Den Berg
Leonardo Van Den Berg
ILIvonete Lopes
Ivonete Lopes
JBJelle Behagel
Jelle Behagel
GVGerard Verschoor
Gerard Verschoor
ETEsther Turnhout
Esther Turnhout
Youth play an important role in the transition toward agroecology through practices of resignification. This article discusses how young people resignify agroecology by taking part in education initiatives that originate from social movements, and that aim to strengthen young peoples’ abilities to reflect on their practices and realities. We used action research to create films with young agroecologists in the region of Zona da Mata Mineira, Brazil. Our analysis draws on films, interviews and participatory observations made during thirteen workshops to visualize the agroecological practices and visions of youth. We explore how social frames—e.g., the specific ways in which people understand reality—shape practices and how these frames are actively changed by youth. The findings show how frames are changed during (1) frame amplification by building on existing local values; (2) frame bridging by linking with other social movements; (3) frame extension by inclusion of new frames; and (4) frame transformation by altering the meaning of agroecology. We find that young people who engage with agroecology contribute to processes of repeasantization that rework local culture to be more inclusive of different populations, generations and genders, and that they foster an appreciation of the interconnectedness of humans and nature.

1 January 2024 in Ciencia & Saude Coletiva
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ARAna Paula Lopes da Silva Rodrigues
Ana Paula Lopes da Silva Rodrigues
ILIvonete Lopes
Ivonete Lopes
VMVictor Luiz Alves Mourão
Victor Luiz Alves Mourão
Resumo O surgimento de associações civis em prol da cannabis se iniciou na década de 2010. Diante da inércia do Estado, essas organizações têm atuado no acolhimento, apoio, informação, capacitação e facilitação do acesso de pacientes e familiares a medicamento produzido à base de maconha, substância proibida no Brasil. Este estudo visa analisar como o ativismo canábico promovido pelas associações brasileiras se fundamenta em conhecimentos científicos ou adquiridos pela vivência dos associados. A metodologia englobou entrevistas com participantes das associações ACuCa, Ama+me e Apepi e análise de conteúdo dos perfis dessas instituições no Instagram. Verificou-se que o ativismo canábico no Instagram apresenta semelhanças com aquele praticado presencialmente, no entanto, o ativismo nas mídias sociais prioriza a divulgação do conhecimento pela informação e capacitação de seus seguidores, tendo o cuidado de tratar o conteúdo para se adequar às diretrizes da plataforma. Além disso, as principais linhas de atuação do associativismo canábico (acolhimento e distribuição de óleos medicinais) aparecem de forma velada nas publicações, sendo que em sua maioria ocorrem em conversas privadas nos meios de comunicação com as associações.

21 September 2022 in Revista Mídia e Cotidiano
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LCLindemberg Ribeiro Caetano
Lindemberg Ribeiro Caetano
ILIvonete Lopes
Ivonete Lopes
JCJéssica Suzana Magalhães Cardoso
Jéssica Suzana Magalhães Cardoso
Este artigo discute a articulação entre comunicação, resistência e luta pela sobrevivência das comunidades quilombolas na pandemia da Covid-19. Traz a análise de conteúdo das publicações no Instagram e das entrevistas com integrantes da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq) e da Federação das Comunidades Quilombolas do Estado de Minas Gerais (N’Golo). Os resultados apontam várias desconexões (digital, estradas, eletricidade) que dificultam a comunicação. Neste cenário, o WhatsApp aparece como elo entre organizações e comunidades. Destacam-se as estratégias de aproximação e a identificação da figura dos mediadores (donos dos celulares) no repasse das informações à população nos territórios quilombolas.

2 August 2024 in The International Journal of Information, Diversity, & Inclusion (IJIDI)
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ILIvonete Lopes
Ivonete Lopes
DLDaniela Leal
Daniela Leal
This work discusses the relationship between digital disconnection and the violation of rights in Quilombola territories. Quilombolas are an ethnic-racial group with Black origins associated with oppression and resistance over the centuries in Brazil. The research was conducted with 41 women aged between 18 and 73 who are leaders in 35 remaining Quilombola communities in Minas Gerais, Brazil. The impacts of limited access to information and communications technology (ICT) were assessed using an intersectional perspective, considering social markers of difference such as gender, social class, ethnic-racial belonging, and territory. The results show that 11 territories lack internet service, significantly restricting access to information, health, education, and social participation. The research points to the need for considering digital inequity as another matrix of intersectional oppression, as being disconnected or having restrictions on access and use of ICT increases the vulnerability of these territories, especially for the Quilombola women.

1 February 2021 in Research, Society and Development
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ARAna Paula Lopes da Silva Rodrigues
Ana Paula Lopes da Silva Rodrigues
ILIvonete Lopes
Ivonete Lopes
VMVictor Luiz Alves Mourão
Victor Luiz Alves Mourão
O uso medicinal e terapêutico da Cannabis spp. tem uma longa história na humanidade, mas a atual Política Nacional de Drogas do Brasil ainda impõe processo burocrático para plantio, produção e consumo da substância para fins medicinais. Esse artigo tem o objetivo de analisar e comparar como programas de entretenimento matinais das redes Globo e Record abordaram o uso medicinal dos derivados da maconha no Brasil entre 2014 e 2018, nas quais são destaques os movimentos sociais a favor da liberação da maconha medicinal para famílias de pacientes que não respondem aos tratamentos convencionais. Observou-se mudança significativa na abordagem, no que tange à seleção lexical, das emissoras durante o processo de liberação da importação. A segunda modificação observada consiste na escolha das fontes para as entrevistas. Se num primeiro momento tem-se forte representação das famílias, construindo uma imagem familiar do uso da substância, com o passar do tempo essas são substituídas por médicos e neurocientistas.