Francisco de Oliveira

Dr. Francisco de Oliveira


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15 February 2025 in Sustainability
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Luiz Gustavo Francischinelli RittlLuiz Gustavo Francischinelli Rittl
Luiz Gustavo Francischinelli Rittl
Atiq ZamanAtiq Zaman
Atiq Zaman
FOFrancisco de Oliveira
Francisco de Oliveira
Waste is a complex challenge that requires collaboration between multiple stakeholders to achieve a circular economy. In this context, there is a growing demand for digital solutions that integrate physical and digital infrastructure to create digital waste governance systems. Analog management, without accurate data, is becoming increasingly unfeasible in light of the UN Sustainable Development Goals. Tools such as online geographic information systems (WebGIS) allow the collection and integration of large volumes of physical and human data and the establishment of a digital governance structure that brings together different technologies, tools and methods in the same environment. This article aims to present the State of the Art on the topics of zero-waste cities, WebGIS, and disruptive innovation. The article starts from the hypothesis that only a process of disruptive and systemic innovation in the value chain and urban solid waste management (MSWMS), supported by the principle of zero-waste cities, circular economy and webGIS, can effectively help to solve this problem. The research uses an exploratory literature review on the concepts of zero-waste cities, systemic innovation and webGIS applied to waste management, linking them to the theoretical framework of sustainability as a science and to Brazilian public policies, such as the National Solid Waste Policy (Law 12.305/2010), the National Circular Economy Policy (Law 1.874/2022) and the National Digital Government Strategy of Brazil 2024–2027 (ENGD). As a result, scientific publications on zero-waste cities increased from 2018 to 2023 and several countries have adopted zero-waste guidelines in waste management policies. WebGIS, remote sensing, geoprocessing and different technologies are increasingly being incorporated into waste management, generating significant impacts on the diversion of resources from landfills, mitigating climate change, and generating and/or adding value to the useful life of waste and garbage resources, in addition to the optimization and efficiency of collection operators and citizen engagement in public policies. Disruptive innovation has proven to be a concrete process to enable the transition from obsolete sociotechnical systems (such as the linear economy), where sustainable finance and environmental entities play a fundamental role in orchestrating and coordinating the convergence of private, public and civil society actors towards this new sustainable development paradigm. The case study proved to be fruitful in proposing and encouraging the adoption of such methods and principles in municipal waste management, allowing us to outline a first conception of a digital government structure and digitalization of public services for zero-waste cities, as well as pointing out the difficulties of implementing and transforming these systems. This digital governance structure demonstrates the possibility of being replicable and scalable to other cities around the world, which can materialize an important tool for the implementation, articulation and development of a long-term sustainable development paradigm, based on the vision of the circular economy and zero-waste cities.

1 January 2023 in Revista Katálysis
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ARAline Rocha Rodrigues
Aline Rocha Rodrigues
SKSamira Kauchakje
Samira Kauchakje
FOFrancisco de Oliveira
Francisco de Oliveira
Resumo: Este artigo objetiva analisar os mapeamentos na interface da segurança alimentar e nutricional e do planejamento territorial. Para isso, consideramos a fome como manifestação da questão social, o retorno do Brasil ao mapa da fome durante a Pandemia de Covid-19, a importância do Estado no planejamento de políticas públicas e a literatura. O exame da literatura demonstrou uma frágil relação entre os campos da cartografia temática, do planejamento e da alimentação. Como procedimento metodológico, realizamos a análise crítica de estudos selecionados, mobilizando definições de desertos alimentares, pântanos e ilhas de abundância. Concluímos que, para a efetivação do direito humano à alimentação adequada, é fundamental um planejamento que contemple a pluralidade da alimentação e relacione aos territórios e suas populações por meio de mapeamentos temáticos intersetoriais.

25 March 2019 in Geosul
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FOFrancisco de Oliveira
Francisco de Oliveira
FOFrancisco de Oliveira
Francisco de Oliveira
Este trabalho tem como objetivo verificar a integração do Cadastro Ambiental Rural (CAR) com a Lei de ‘Georreferenciamento de Imóveis Rurais’ (Lei 10.267/2001) por meio da comparação entre os limites dos objetos de interesse disponíveis nas duas bases de dados. O CAR foi criado a partirdo novo Código Florestal (Lei 12.651/2012) e constitui-se numa base de dados georreferenciada sobre áreas florestais das propriedades rurais, com enfoque à preservação dos recursos florestais brasileiros no ambiente rural. O CAR tem demonstrado fragilidades em sua metodologia para levantamento geométrico dos limites a serem declarados, divulgando dados alarmantes a respeito de sobreposição de áreas. O resultado amostral da avaliação caracteriza que há diferenças conceituais sobre os objetos de interesse em cada banco de dados, gerido pelos seus respectivos órgãos, e ainda demonstram-se incongruências geométricas nos mapeamentos dos limites das propriedades e/ou parcelas.


22 March 2019 in Arquitetura Revista
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SSSamuel João da Silveira
Samuel João da Silveira
FOFrancisco de Oliveira
Francisco de Oliveira
FSFernanda Simoni Schuch
Fernanda Simoni Schuch
O desenvolvimento urbano sustentável enfrenta, na atualidade, uma série de desafios frente às ações antrópicas, tais como a manutenção da biodiversidade urbana, a promoção das condições de vida saudável e a manutenção da qualidade ambiental. As áreas verdes possuem um enorme potencial para vencer esses desafios, porque auxiliam na manutenção do ciclo hidrológico local. Nesse contexto, estudaram-se alguns cenários que fundamentaram a determinação do valor ideal (em percentagem) de área verde mínima a ser deixada em um loteamento situado em uma área urbana, para que ele seja sustentável quanto ao ciclo hidrológico local. Ressalta-se que algumas áreas verdes, como as de preservação permanente, já são exigidas pela legislação brasileira. No entanto, algumas situações, como os loteamentos em áreas urbanas, acabam por exigir uma percentagem de área verde aquém da mínima necessária, o que acarreta consequências danosas à população: alagamentos, enchentes, deslizamento de terras, etc. Assim, para se atingir o objetivo deste estudo, realizou-se uma pesquisa baseada no princípio do método Delphi, por meio do qual alguns especialistas foram questionados sobre o valor da área verde mínima que deve ser deixada nos loteamentos sustentáveis. O resultado da aplicação do método aponta que, para a implantação de um loteamento sustentável, é necessário deixar no mínimo 25% da área a ser loteada como área verde. Na sequência, buscando-se avaliar o impacto da adoção desse valor como referência junto aos loteamentos, nesse sentido, realizou-se um estudo de caso específico, aplicando-se a percentagem sugerida no projeto de um loteamento existente, e quantificaram-se os impactos de sua aplicação, seja pela condição da perda de área construída, seja pelo ganho de área permeável. Palavras-chave: área verde, ciclo hidrológico local, loteamento sustentável, ocupação de solo, sustentabilidade de área urbana.

28 September 2015 in Geosul
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CPCosme Polese
Cosme Polese
FOFrancisco de Oliveira
Francisco de Oliveira
CLCarla Luciane Lima
Carla Luciane Lima
FAFelipe Echenique Alves
Felipe Echenique Alves
Http://dx.doi.org/10.5007/2177-5230.2013v30n59p47A Coxilha Rica integra à porção sul do município de Lages, localizado entre as bacias hidrográficas dos rios Lava Tudo, Pelotas e Pelotinhas. Este trabalho procura explorar o conceito de uma região como a Coxilha Rica, influenciada pelo uso e ocupação do solo, ser fornecedora de água para a bacia hidrográfica a qual pertence. A Coxilha Rica, com seus 1.136,5 Km², conta com 4.663 km de corpos de água e grande quantidade de nascentes, detendo uma hidrografia relevante e deve ser considerada fornecedora de água de qualidade para a bacia hidrográfica a qual pertence. Essa qualidade encontrada na água presente no território da Coxilha Rica pode ser explicada pelo uso e ocupação do solo, em grande parte explorado pela atividade de pecuária extensiva, com baixa lotação de animais, permitindo dessa forma a manutenção da cobertura vegetal nativa e um baixo impacto aos corpos de água.