1 April 2025 in Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences
RORebeca dos Santos Miranda de Oliveira
Rebeca dos Santos Miranda de Oliveira
RJRafael Do Espírito Santo Jacob
Rafael Do Espírito Santo Jacob
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Introdução: As infecções causadas por bactérias multirresistentes (BMRs) representam uma ameaça crescente à segurança do paciente em unidades de terapia intensiva (UTIs). Esses microrganismos estão associados a altos índices de morbimortalidade, maior tempo de internação e aumento dos custos hospitalares. O presente estudo teve como objetivo descrever o impacto das infecções por BMRs em UTIs. Objetivo: Descrever o impacto das infecções por bactérias multirresistentes em unidades de terapia intensiva. Metodologia: Foi realizada uma revisão integrativa da literatura nas bases LILACS, MEDLINE (via BVS) e SciELO. Utilizaram-se os descritores do DeCS/MeSH: “infecção hospitalar”, “Unidade de Terapia Intensiva” e “controle de infecções” combinados pelos operadores booleanos AND e OR. Foram incluídos artigos publicados entre 2020 e 2024, disponíveis gratuitamente na íntegra, nos idiomas português, inglês ou espanhol. Foram excluídos estudos duplicados e literatura cinzenta. Resultados e discussão: As infecções por bactérias multirresistentes em UTIs estão associadas ao aumento da mortalidade, prolongamento da internação, maiores custos hospitalares e dificuldades no tratamento devido à resistência aos antimicrobianos. Fatores como uso de dispositivos invasivos, falhas na higiene das mãos e ausência de protocolos eficazes favorecem a disseminação desses patógenos. O enfrentamento exige ações integradas, como controle rigoroso de infecção, educação continuada das equipes e políticas públicas voltadas à prevenção e uso racional de antibióticos. Conclusão: A resistência antimicrobiana dificulta o tratamento eficaz e exige o uso de terapias alternativas mais caras e complexas. Além disso, a propagação desses microrganismos é favorecida pela falha nas práticas de controle de infecção, como a higiene das mãos e o isolamento de pacientes. Estratégias preventivas mais rigorosas, como o uso racional de antibióticos e a implementação de protocolos de controle, são essenciais para reduzir os impactos dessas infecções e melhorar a segurança do paciente em ambientes críticos.
1 April 2025 in Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences
IGIsabella Nascimento Guedes
Isabella Nascimento Guedes
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Introdução: O acidente vascular cerebral isquêmico (AVCi) é uma das principais causas de morte e incapacidade no mundo. A administração de trombolíticos representa uma estratégia terapêutica eficaz para reduzir sequelas neurológicas, desde que realizada dentro de uma janela terapêutica específica. No entanto, a aplicação dessa terapia ainda enfrenta diversos obstáculos na prática clínica. Objetivo: Descrever a análise das barreiras à utilização de trombolíticos em casos de acidente vascular cerebral isquêmico. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa baseada na seguinte questão norteadora: Quais são as principais barreiras à utilização de trombolíticos em casos de AVC isquêmico?” O levantamento dos artigos foi realizado nas bases de dados: LILACS, MEDLINE através da BVS-MS, e SciELO. As buscas foram realizadas com os descritores DeCS/MeSH: “AVC isquêmico”, “trombolíticos” e “acidente vascular cerebral”. Foram incluídos artigos publicados entre 2020 e 2024, disponíveis na íntegra nos idiomas português, inglês ou espanhol. Excluíram-se duplicatas e literatura cinzenta. Resultados e discussão: A análise dos artigos revelou barreiras multifatoriais, como o desconhecimento da população sobre os sintomas do AVC, atrasos na chegada ao serviço de emergência, ausência de protocolos clínicos, falta de capacitação das equipes de saúde, indisponibilidade de exames de imagem em tempo oportuno e medo de complicações. Questões burocráticas e estruturais também foram recorrentes. Serviços com fluxos bem definidos, capacitação continuada e campanhas educativas demonstraram melhores resultados na aplicação do tratamento trombolítico. A integração entre setores hospitalares e o uso da telemedicina também se mostraram estratégias promissoras. Considerações finais: Superar essas barreiras exige ações coordenadas entre gestão, profissionais e sociedade, com foco em infraestrutura, educação em saúde e qualificação do atendimento emergencial.